Vida

1 Nascimento


Em um fatidico dia nasce um embrião

um ser que transborda solidão Sua mãe o odeia pois dela, saiu esta criatura desordeira

Ao começar a falar, nada falara
Pois o mundo para ele não importara

Não chorava não sorria
Não olhava não vivia

Até sua infância nada mudou
Até o dia em que sua mãe o abandonou

Com o sumiço de sua mãe o embrião fica ao relento
Tal como Sócrates em um convento

Não era falta de sua mãe que sentia
E sim o desdém de ali ela estaria

O embrião se torna um asqueroso
Da solitário a horroroso

Sem sua mãe, seu pai dele cuidara
Medo em seus olhos ricochetiava

Ela me enganava!
Seu pai endagava

Sozinho com o horror
O pai se deitava com dor

Chega a idade de transação
O monstro então terá uma evolução

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.