Victoria: O Casamento
2 Capítulo 2
Victoria: Ayyy por Deus! Fala logo! Está me deixando ainda mais... (deixou a frase morrer quando Jerónimo se ajeolhou e tirou do bolso uma caixinha)
Jerónimo: Victoria... meu amor... Quer casar comigo?
Victoria: (sorriu emocionada)
Jerónimo: Você tem que cumprir o que me falou há dois anos... Nós dois tínhamos feito amor e... falei que você nunca me disse se estaria disposta a se casar comigo, você respondeu com um "te amo" e um "sim" (se levantando e olhando nos olhos dela) Te amo Victoria!
Victoria: (sorriu chorando) Claro que aceito, meu amor! Também te amo... muito!
Jerónimo: (sorriu feliz e a abraçou bem forte; acariciou seus cabelos brilhosos)
Ele se afastou para olhá-la nos olhos. Victoria deixou uma lágrima cair e Jerónimo a beijou apaixonadamente.
Jerónimo: Não chore meu amor! (sorriu)
Victoria: Aceito, mas...
Jerónimo: Não,não, não... "Mas" não! Você já disse que sim... (sorriu divertido)
Victoria: Quando tomou essa decisão ?
Jerónimo: Tomei desde do primeiro dia que te vi (riu) bem... Você já sabe todo que passamos para chegara até aqui (Victoria se ponhe cabisbaixa) Meu amor... não fique assim, não pense no que passou, pense no futuro, no nosso futuro como marido e mulher.
Victoria: Você tem razão (sorriu)
Jerónimo: Bom... ahm... tem mais uma coisinha...
Victoria: Não me diga que é uma péssima notícia ?
Jerónimo: Não, não é isso... é que...
Victoria: Então fale!
Jerónimo: Me disseram que estão planejando que eu seja o vice-diretor da empresa
Victoria: Isso é ótimo! (sorriu)
Jerónimo: Mas...
Victoria: Mas...?
Jerónimo: A empresa não é aqui em Madri
Victoria: E é onde?
Jerónimo: Em Bogotá
Victoria: Bogotá?? Sério??
Jerónimo: Sério
Victoria: E porque essa cara?
Jerónimo: Bogotá Victoria, vamos voltar ao passado! (disse se sentando na beirada da cama) Não posso deixar de sentir medo
Victoria: Medo? Por que?
Jerónimo: Porque tudo que passou é muito recente, e tenho medo de regressar ao passado e se meter entre nós...
Victoria: Meu amor... por favor... Como pode ter medo disso? Olha ao seu redor e me diz... O que vê?
Jerónimo: Tudo que sonhei
Victoria: Então? Para que o medo, hum? (sentou-se perto dele; acariciou o cabelo dele por um momento)
Jerónimo: Vejo tudo que sonhei... Vejo você, meu filho, uma família...
Victoria: E então? De que tem medo? Olha tudo que tivemos que passar e agora estamos aqui... felizes...juntos... O que pode nos separar?
Jerónimo: As recordações
Victoria: Recordações? Não tenha medo, se vim para Madri, se resolvi ir para o aeroporto foi por você, porque te amo...
Jerónimo: Sou um tonto mesmo! (sorri sem graça)
Victoria: Sim... um pouquinho (brinca rindo)
Jerónimo: (ri) Não posso viver sem você Victoria, não vejo a hora de sermos marido e mulher (sorrindo acariciando o cabelo dela)
Voltam a se beijar carinhosamente, mas logo o ritmo foi aumentando. Jerónimo a empurrou para que deitasse na cama, e ficou em cima dela; continuavam se beijando até que escutaram batidas na porta. Era Martin chamando para jantar.
Jerónimo respirou fundo e se levantou junto com Victoria, a fazendo rir da cara que ele fez.
Martin: Demoraram! A comida está esfriando...
Começaram a desfrutar daquele jantar maravilhoso, como uma família.
Jerónimo: Filho, temos uma notícia
Martin: Qual? (bebendo o suco)
Jerónimo: Eu e Victoria vamos nos casar!
Martin: Sério? (sorrindo) Parabéns para os dois!
Victoria: (sorriu o olhando com carinho)
Jerónimo: Vamos ter que voltar para Bogotá, me deram um cargo de vice-diretor lá na empresa
Martin: Que??
Jerónimo: Não fique chateado, sei que tem amigos aqui mas...
Martin: Papai, é o seu trabalho, por um lado fico triste por não ver mais meus amigos e Isabela, mas pelo outro fico feliz! Mas não tem problema!
Jerónimo: Obrigado por entender! (sorriu)
Terminaram de comer e ficaram conversando. Martin se retirou dizendo que estava cansado e foi dormir;
Jerónimo olha para Victoria sorrindo.
Victoria: Por que me olha assim? (sorri entendendo)
Jerónimo não disse nada, só levantou e a puxou pela mão. Se beijam com desespero, com paixão e desejo. Jerónimo a abraçou pela cintura, fazia movimentos circulatórios no mesmo local. Como o sofá estava perto, ele a jogou e caiu em cima dela direto.
Victoria: Ai! (gritou baixinho rindo)
Jerónimo beija o pescoço dela, que rapidamente se arrepia.
Victoria: Jerónimo... Espere... (ofegante) Para... (rindo)
Jerónimo: (a olhou) O que foi meu amor?
Victoria: Martin está aqui...
Jerónimo levantou e a puxou para o quarto. Quando chegou não deu tempo nem de falar alguma coisa, se é que falariam... Se beijavam e iam caminhando para a cama.
No trajeto, Jerónimo começou a desabotoar a camisa de Victoria (era uma social). Ela tirou a jaqueta dele, suas mão começaram a tremer... Ele a deitou e se ajeitou em cima, Jerónimo levantou uma perna de Victoria, como ela estava de saia (preta; ia até o joelho)...Jerónimo puxou [a saia] para cima amostrando sua bela perna. Em um piscar de olhos, se livraram de suas roupas, já estavam desnudos e se beijando com desejo, amor... Suas peles estavam em contato... O coração de ambos estavam batendo fortemente; As mãos de Jerónimo percorria cada centímetro do corpo de Victoria. E ela vibrava com cada toque.
Ele mordiscou sua orelha e só um "te amo" saiu de sua boca, sua voz era rouca e ofegante. Victoria não ficava atrás, mordisca a orelha dele também, beija seus ombros e o arranha de leve nas costas. Jerónimo gemeu e a chamou baixinho; Pouco a pouco eles foram se tornando um só, seus movimentos eram lentos, seus corpos suados.
Jerónimo: Te amo (sussurrou)
Victoria: Ahhh... (gemeu baixo) Eu também te amo... (sussurrou também)
Ambos fecharam o olhos, e claro se beijaram, dessa vez com calma, selando aquele momento. Se ajeitaram na cama, Victoria encostada no peito dele e não demoraram muito para dormir.
Amanheceu, Victoria e Jerónimo acordaram, olharam o relógio e se deram conta que era tarde. Hoje arrumariam as malas para a viagem no dia seguinte.
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