Vices

7 Período da Mulher?


Notas iniciais
Nyah! Noistraveis aqui! :D

Queria dar as boas vindas aos novos leitores e ao lindíssimos comentários que recebi no cap anterior.

OBRIGADA MESMO GENTE!

Espero que gostem!*-*

Boa Leitura!

O som tocava alto, mais precisamente Fortunate Son do Creedence, para afastar-se de pensamentos sobre um homem moreno e corpo escultural. O ronco rouco e poderoso do seu Dodge rasgava as ruas de Manhattan, chamando a atenção dos amadores de carros chamados de músculos. Mas não apenas por isso, mas também por uma bela mulher rosada estar dirigindo um carro envenenado como aquele. Era uma combinação perfeita.

Já estava na metade do caminho até a casa da loira, onde iria agradecer mais uma vez e pegar Yuri.

Yuri.. Sentia um aperto no peito cada vez que se lembrava de seu filho. Não podia deixar o orgulho na frente, pois poderia fazer seu filho sofrer. Ele sempre desejou conhecer o pai e sempre perguntava a rosada no por que de ela e ele estarem sozinhos sem o mesmo. Ela apenas dizia que era complicado e que um dia o conheceria, e que ele ia se orgulhar do filho que tinha. Mas agora com Sasuke tão perto e vendo as reações dele quando pronunciava seu filho, toda aquela certeza que tinha quando falava isso estava desaparecendo aos poucos.

Saiu de seus devaneios com o toque do celular. Pegou-o no porta objetos do carro, a frente da marcha, e viu que era Tsunade.

- Tsunade-sama? – estranhou.

- Olá Sakura! ­– sua voz tinha um tom alegre. – Gostou do carro? – ouviu um sorrisinho.

- ‘Ta brincando?! Eu amei! – sorriu. – Você realmente conhece os meus gostos!

- Mas é claro! Como não conhecer a minha pupila preferida? – sua voz era terna. – Mas então, vamos ao que interessa..

- Aconteceu alguma coisa? – juntou as sobrancelhas enquanto virava uma esquina.

- Quero que você se encaminhe aqui para o meu departamento da policia civil. Estamos interrogando aquele homem que você poupou noite passada.

- Ótimo. – baixou a marcha. – Estou indo para aí. – desligou o telefone.

Trocou a musica e agora tocava Foreigner, Hot Blooded.

Pisou um pouco mais fundo no acelerador e com toda a certeza aquele carro era muito melhor do que o seu antigo. Não dava nem para comparar. Virou no retorno, já que o departamento da policia civil ficava na direção contrária que estava indo, e permitiu-se colocar uns 110.

Abriu os vidros e sorriu sentindo o vento tocando violentamente a face. Alguns se sentiam em paz em uma praia numa rede, ou em uma piscina, dormindo ouvindo o barulho da chuva, ou qualquer outra coisa que catalogam como relaxante.

Para ela, aquilo era o que se chamava se sentir em paz.

...

- Vou perguntar mais uma vez. – Seu tom era ameaçador. – Quem é o seu chefe?

O homem que usava um macacão laranja mantinha a cabeça baixa. Ele estava com os braços para trás, algemado. E na sua face podiam-se ver os hematomas deixados por uma rosada ensandecida.

- O gato comeu a sua língua, o infeliz? – estava de pé e tinha as mãos apoiadas a mesa, de frente para o preso e seu advogado. O que avantajava ainda mais os seus seios enormes.

- A-acho que meu cliente não quer responder a isso. – A voz do advogado saiu trêmula. Tambem não era por menos, estava à frente de Senju Tsunade.

- Ele não tem que querer nada. – o olhou mortal. – Ele deve me responder. – olhou para o preso. – A não ser, é claro, que ele queira apodrecer no xilindró. – disse entre dentes.

Ela ainda permaneceu calado.

- Você acha que eu não lhe conheço.. – sorriu debochada. – Não é Tomoio. – cerrou os olhos e sorriu vitoriosa vendo ele levantar a cabeça devagar e lhe olhar incrédulo.

- Não sei de quem está falando. – pronunciou-se nervoso.

- Claro que sabe. – riu em escárnio. – Eu já lhe apreendi várias vezes no Japão. Ainda era menor de idade. – o viu engolir seco. – Conheço ate a sua família. – arqueou a sobrancelha loira.

- Esta ameaçando a família do meu cliente? – tomou coragem.

- Não se meta. – não o fitou. – Eu sei o que esta fazendo. – prosseguiu olhando nos olhos verdes escuros do rapaz. – Esta tentando proteger a sua família.

Ele baixou a cabeça.

- Sei também que deve ter entrado nessa por falta de dinheiro. Não por que quis. — o silencio dele confirmava. – Queria apenas dar uma vida melhor para sua família.

Ele mordia o lábio inferior.

- Ele deixou claro.. – se pronunciou. -.. que se houvesse traição mataria toda a nossa família. – fitava o chão.

- Eu sei disso, Tomoio. – disse firme. – Eu mandarei proteger sua família lá no Japão. – viu ele lhe fitar e suspirou. – Não termine o restante da sua vida dentro de grades por causa de um mafioso pomposo.

Ele lhe fitou por alguns instantes e depois baixou a cabeça.

- Me desculpe. – a voz saiu rouca.

Tsunade suspirou e deixou da sala de interrogatório.

- É com você Ibichi. – disse ao passar pelo homem alto que usava um lenço na cabeça.

- E então, Tsunade-sama? – fitou a rosada e foi ao encontro dela.

- Ele não disse nada. – bufou entregando-lhe o celular. – Mostrei a foto e ele disse que não conhecia. Que havia vários homens e era difícil reconhecê-los.

- E sobre esse racha? – juntou as sobrancelhas rosadas.

- Ele falou que realmente acontecerá em Miami, no próximo final de semana.

- Mas o que tem de especial nele?

Tsunade pôs as mãos na cintura.

- O chefão é o organizador.

A rosada arregalou levemente os olhos. Essa história estava ficando interessante.

- Parece que vai gente de vários lugares para esse racha. – continuou. – Ele é um clássico para os amantes de carros e corridas ilegais.

- Eu já ouvi falar. – disse pensativa. – É uma corrida em equipes. – colocou a mão no queixo. – E o prêmio é bom.

- Por que ele faria um racha beneficente e distribuiria dinheiro? – perguntou a loira irônica.

- Para aumentar o respeito? – sugeriu arqueando a sobrancelha.

- Pode ser. – disse num suspiro fitando o chão.

- Ou.. – fitava o chão pensativa.

A loira direcionou os olhos de mel para as esmeraldas.

- Ou..? – arqueou a sobrancelha no intuito para que ela continuasse.

Os olhos esmeraldas encararam os de sua mestra firmes.

- Ele quer recrutar novos pilotos. – disse firme.

A loira digeriu a informação e entendeu rapidamente.

- Pode ser. – disse a loira meneando que sim mais convicta.

Depois da suposta descoberta, a rosada foi até o departamento do banco de dados junto de Neji, que era o gênio de computação e tecnologia da policia de Manhattan. Lá ele copiou as fotos da rosada e passou para o banco de dados, pesquisando as semelhanças do rosto do homem na foto com os outros rostos do banco de dados que estavam passando rapidamente na tela.

A foto do carro ele largou em outro banco de dados, pareceu ser da policia rodoviária, onde digitou a placa e ficou processando.

Ele disse que demoraria, talvez até amanha para sair os resultados, já que o banco de dados era imenso. Seguiu o seu conselho e foi embora. Ficar ali não adiantaria nada, só cansaria.

Como sempre, no caminho pensou em toda a sua vida até ali. Toda. Horas sorria sozinha e horas sentia um aperto enorme no peito. Perguntava-se no porque de tudo isso? Agora que estava começando a retomar as rédeas de sua vida, e dava tudo errado: Tinha gente que queria ela e seu filho mortos, e ele estava de volta.

O sol já estava se pondo e foi para a casa da loira.

- A corrida clássica? – ela espantou enquanto lhe entregava um pratinho com sorvete.

- Exatamente, porca. – pegou o pratinho.

- Caramba! – sentou-se no sofá ao lado da rosada. – Eu sempre quis participar, só que não sabia desse pequeno detalhe. – ironizou levando a colher tapada pelo sorvete rosa. Era de morango.

- O que é isso, mãe? – o pequeno perguntou curioso. Estava em seu colo.

- É uma das maiores e mais comentadas corridas ilegais do país. – lhe fitou sorrindo.

- E por que estão falando desse homem e dela? – arqueou a sobrancelha negra.

Ela suspirou enquanto ele lhe fitava esperando as respostas.

- Bem.. – engoliu o sorvete. – Achamos que esse homem está envolvido no acontecido de ontem à noite, filho. – viu em seus olhinhos negros que havia entendido.

-Hun. – voltou a comer o seu sorvete.

A rosada sorriu terna.

Viu o pequeno sair do colo da mesma e deitar-se no sofá que havia ao lado delas. Estava prestando atenção no filme do Shrek que passava na TV, e deduziu que provavelmente as duas iriam tagarelar, atrapalhando seu filme.

Sorriu ainda mais.

- Mas e então.. – direcionou os olhos para a loira. – Michael ainda fala e anda, ou esta em coma? – sorriu irônica.

Riu.

- Os dois. – abocanhou o sorvete.

- Então pegou leve. – riu. – Queria ter visto a cara de decepção d-

- Ele estava lá. – disse baixo e subitamente, cortando a risada da loira.

Ela lhe olhou incrédula com a colher ainda em punho, quase entrando em sua boca.

- O que?! – gritou subitamente.

- Isso que ouviu. – disfarçou vendo seu filho olhar para a loira interrogativo. Deduziu que ele tomou um susto com o grito estérico da loira impulsiva.

Ela olhou para Yuri e sorriu amarelo, e o viu voltar os olhinhos para o filme enquanto abocava o sorvete.

- Como assim ele estava lá? – disse mais baixo voltando a rosada. Pegou o controle e aumentou o volume da TV.

- Estava. – suspirou. – Ouvi ele falar com Michael sobre ele fazer algo e ele negar, dizendo que os caras eram mais espertos do que imaginavam. – imitou.

A loira a fitou pensativa.

- Eu não sei não, hein. – pôs a mão no queixo. – O Uchiha ‘ta aprontando alguma!

- E acha que eu não percebi?! – entortou a boca. – Tenho de descobrir. – cavoucou o sorvete com a colher, absorta em pensamentos. – E vai ser amanha!

- Vai pegar o Naruto? – lambeu a colher.

- Sim. – cravou a colher no sorvete e colocou o potinho encima da mesinha de centro. – Vou encontra-lo amanha. – disse decidida.

A loira notou o olhar decidido da mesma. Sabia que estava farta daquilo, até mesmo ela estava então imaginava a rosada à sua frente.

- Mas sabe que onde o Naruto está é 60 por cento de chances de o Uchiha estar também, certo? – a arqueou a sobrancelha vendo a amiga bufar.

- Certo. — esfregou o rosto com as mãos de forma cansada.

Largou o pratinho encima da mesinha assim como a amiga.

- Queria tanto te ajudar. – disse tristonha, pondo a mão não perna grossa da amiga.

Ela lhe fitou com um sorriso amável no rosto.

- Já está porquinha. – apertou a mão da amiga em sua perna. – E muito!

- Eu sei que você me ama. – sorriu convencida. – Mas eu digo eu resolver esse mistério sabe? – explicou.

A rosada sorriu terna. A loira também estava farta daquilo e viu que estava disposta a ajudar verdadeiramente.

Sorriu sacana.

- Que sorrisinho é esse aí? – estranhou ela, contorcendo o rosto.

- Se está tão disposta a ajudar assim.. – começou ela sapeca. – Por que não joga um charme pra cima do ruivão? – sugeriu arqueando a sobrancelha divertida. – Aposto que ele sabe de muita coisa. – se deliciou ao ver a face da loira se desconcertar de repente.

- O que? Não! Definitivamente não. – rebateu rapidamente cruzando os braços. – Aquele ogro não! – emburrou.

A rosada agora ria da amiga.

- Qual é? – pôs a mão na boca, tentando conter o riso. – Você não dizia isso quando ia parar no banco de trás dos carros dos outros com ele. – ria.

- Aquilo foram erros, okay? – olhava para o lado e viu suas narinas abrirem. Estava nervosa. – Pessoas normais cometem isso de vez em quando. – Bufou e fez bico.

Ficou o restante do final da tarde provocando a loira, que comeu mais de quatro pratinhos de sorvete pelo nervosismo. Era fato. Ela gostava dele, mas não queria admitir isso nem a pau e corda. Era orgulhosa e dizia que ele não lhe dava o valor que merecia. A rosada apenas ria e fingia que concordava. Não era sempre que podia ver a loira naquele estado então quando conseguia aproveitava muito.

Olhara no relógio e viu que era hora de ir embora. Agradeceu mais uma vez a loira que insistia para ela posar ali, que seria perigoso posar sozinha com Yuri em sua casa. Negou e prometeu que ligaria assim que chegasse e caso algo acontecesse. Despiu-se e achou engraçada a cena da loira dar um beija estralado na bochechinha alva de Yuri e o mesmo ficar emburrado e corado.

No caminho Yuri comentava sobre o carro.

- É maneiro, mamãe. – seus olhinhos brilhavam enquanto mexia nos objetos adicionais do carro como porta copo, o rádio com DVD, e etc.

- Isso aí filhão! – sorriu divertida e lhe olhou rapidamente. – Aprecie um bom carro!

- Mãe, com esse a gente fugia dos homens de ontem, né? – viu ele sorrindo maroto.

- Sim filho. – sorriu terna lhe fitando, e resolveu dar uma aulinha a ele, assim como seu pai fazia. – Esse se enquadra na lista dos chamados de músculos.

- Como assim? – arqueou a sobrancelha negra.

- Bom.. – pensou enquanto olhava para o caminho. – Esse carro se enquadra, pois seu mecanismo corresponde a força. O Torque. São carros caracterizados por uma aceleração monstruosa e uma aparência agressiva. – viu ele entender. – Há também os exóticos, que são carros geralmente esportivos e que custam um valor extraordinariamente alto no mercado. Como Lamborghini e Porsche por exemplo.

- Aqueles do joguinho né.

- Isso. – riu. – E a terceira e ultima são os carros populares, ou nem tanto – sorriu amarelo. – São o restante sabe, digamos que são normais e mais fáceis para tunar e modificar, que a maioria das pessoas tem. – sorriu concluindo.

Ele ouvia atentamente e viu um sorriso de entendimento surgir. Por um momento parecer ver a si mesma quando mais nova. Ele poderia não ter cabelos rosa e olhos verdes, mas recebeu a mesma paixão que ela herdara de seu pai.

A paixão por carros.

- Aprendi tudo com o seu avô. – fez um café em seus cabelos de ébano lhe fitando terna.

- Legal! – sorriu meigamente. – Vovô deveria ser muito legal. Queria ter o conhecido. – disse sem jeito olhando para a janela.

Um nó formou em sua garganta.

“Eu também.”

Em poucos minutos já estavam em casa. Viu que Tsunade mandou passarem ali. A porta nova mostrava isso, já que supostamente fora arrombada. Por sorte, o miolo da mesma aceitava a antiga chave.

A rosada mandou Yuri ir tomar banho assim que entraram. Ele suspirou e acatou a ordem da mãe se dirigindo para o banheiro. Ligou para a loira em primeiro lugar avisando que haviam chegado bem, e ouviu a voz dela se tranquilizar ao se despedir. Ela retirou o casaco largando-o encima do sofá e largou as chaves encima da mesa, e após foi à geladeira. Pegou uma garrafa de água e virou alguns goles, logo depois à devolvendo. E antes de fechar a porta da geladeira, tipicamente clichê, ficou pensando na vida enquanto via os legumes e os achocolatados de Yuri. Suspirou e a fechou.

Não iria perder tempo.

Fez um coque alto e desajeitado, pegou uma vassoura e começou a varrer a casa, do nada. Por um momento se achou louca, mas sabia que tinha de ocupar a mente. Sua casa tinha cômodos pequenos, não levaria 10 minutos. Começou dos quartos até que parou na porta do banheiro, ao meio do corredor, da onde vinha o barulho do chuveiro.

- É a mamãe, vou entrar. – disse dando duas batidas ao mesmo tempo.

Girou a maçaneta e sentiu o gostoso perfume do shampoo infantil de seu filho. Tinha cheirinho de menta. Igual ao pai.

Revirou os olhos sorrindo.

Viu-o abrir uma fresta no Box e enfiar a cabeça ainda um pouco ensaboada ali. Os olhinhos ônix lhe fitavam curiosos.

- O que foi? – piscou.

Ela ficou o olhando boba. Sentiu vontade de pegá-lo no colo e apertar tanto, tanto até se saciar, pois tamanha era a fofura que ele se encontrava.

- Mãe? – arqueou a sobrancelha.

Ela sorriu com os lábios colados e olhos brilhando.

- Que vontade de te morder todinho sabia?

Agora, ele a olhava com certo medo. Sua mãe era louca assim mesmo e às vezes tinha medo dos seus ataques. Principalmente quando ela estava naquele período da mulher que a tia Ino havia lhe falado.

- Está tão fofinho aí. – sorriu boba. – Mas não se preocupe – notou seu olhar amedrontado. – Vim só pegar suas roupas. – rui abaixando-se e recolhendo as peçinhas de roupa.

- Tá. – ele fechou rapidamente o box. Vai que ela mude de ideia, não é?

Jogou-as na maquina e voltou a sua varredura.

Minutos depois a casa já estava varrida, Yuri de banho tomado e ela também, roupa lavando, e os dois olhando um filme de terror na TV enquanto comiam pipoca. Estavam abafados e a rosada tinha o braço atrás das costas do pequeno, o abraçando de lado.

- Mulher burra. – disse emburrado com um punhado de pipocas na mão.

A rosada riu.

- Por quê? – o fitou sorrindo.

— Pra que ir à direção do barulho? É obvio que vai achar o monstro. – disse obvio.

- Se ela não fosse não teria o filme. – sorriu.

- Bobalhona. – revirou os olhos e largou o punhado na boca.

Estava se sentindo em paz naquele momento, tendo seu pequeno aos seus braços enquanto olhava filme junto dele. Era realmente incrível a falta que sentira do seu bem mais precioso agora em seus braços.

- Você não iria à direção do barulho? – arqueou a sobrancelha divertida.

Ele parou para pensar.

- Depende. – juntou as sobrancelhas pensativo. – Se estivesse sozinho eu correria ligando todas as luzes da casa que encontrasse. – ela riu. – Mas se estivesse com você, eu iria atras do monstro e matá-lo. – sorriu olhando corajoso para a mãe.

Ela sorriu terna.

- Own filho. – beijou a bochecha dele estraladamente. Ele ficou sem jeito. – Você é a coisa mais importante para mim, saiba sempre disso. – sem perceber grossas lágrimas escorriam em sua face delicada.

Ele a olhou surpreso e desistiu de abocanhar o punhado de pipocas. Não gostava de vê-la chorando, e não estava entendendo no por que dela estar fazendo isso. A fitou curioso e preocupado.

- Mamãe.. a senhora está no período da mulher?

Ela riu em meio as lágrimas e as limpou rapidamente.

- Ainda não, filho. – sorriu e passou a mão no nariz. – Mamãe apenas se emocionou. Só isso. – passou a mão em seus cabelos negros.

Ele sorriu sem jeito e sentiu a deliciosa sensação da mão de sua mãe alisando seus cabelos. Aninhou-se ainda mais a ela.

- Eu te amo, mãe. – seu rosto estava escondido ao colo dela.

- Eu também, filho. – o aconchegou em seus braços. – Muito. – beijou sua cabeça.

“Para o resto da minha vida.”

Notas finais
E aí meus amores amados? Fico ruim, bom, duvidas??
Podem mandar bala que eu respondo! :D

Beijoos da Miss Scriptor.

E até o próximo! :D