Notas iniciais
Iae pessoas como estão? Gente vamos lá, deixem reviews, esses são os dois ultimos caps da fic.

No café da manhã na casa da família Okita, tudo parecia normal. Akira brigava com seu irmão pela quantidade exagerada de comida, e os quatro pais deles brigavam entre si. Mas uma garota de cabelos roxos entrou correndo para quebrar a tranquilidade.

“Ei os dois pirralhos venham logo!” Aya quase gritou.

“Quem está chamando de pirralha?” Kagura-chan já estava quase pulando em cima da garota.

“O que aconteceu Aya-chan?”

“Tia Kagura, aquele velho veio buscar os malucos do passado.”

“Finalmente.” Sougo falou.

“Nós vamos com vocês até o Yorozuya”

“Andem logo idiotas!”

O grupo saiu correndo rapidamente até o Yorozuya, onde encontraram Gengai perto de sua maquina do tempo, fazendo uma cara irritada.

“Já era tempo seu velho idiota, eu devia te prender por sequestro de um pobre policial.”

“Quem deviam ser presos eram vocês, por quase destruírem minha invenção.”

“Bem, parece que isso é um adeus.” Kagura-san colocou os gêmeos no chão e deu um abraço em sua versão mais nova. “Não deixe esse sádico estúpido te enganar.”

“Tudo bem.”

“Ei pirralho, eu já disse e vou repetir, não ferre com o futuro.” Bakaiser apertava a mão de Sougo, com um sorriso debochado.

“Tanto faz velho”

“Vocês tem que ir mesmo?” Akira falou já quase chorando.

“Porque não ficam pra sempre? Ai vamos poder nos gabar de sermos os únicos com dois pais e duas mães, e metade dessa quantidade veio do passado.” Seu irmão completou.

“Desculpem, mas não podemos. Vamos sentir saudades, Akise-kun, Akira-chan, mas vocês estão nas melhores mãos possíveis, as minhas.”

“E se esse estúpido ai fizer alguma bobagem, venham pro passado, podem tentar matar o Hijikata de lá.”

“Certo!” as duas crianças falaram ao mesmo tempo.

Do outro lado da sala, estavam os representantes da atual família Sakata, incluindo sua “adorável” filha.

“Bem, eu, Gin-san, obrigada por tudo.”

“Fica fria garota. E lembre-se, se esse idiota ai falar alguma besteira, não se preocupe, ele só está sendo um inútil tsundere.”

“Quem está chamando de inútil, seu... Inútil!” Uma briga já ia começar entre os dois samurais de cabelo prateado, quando ouviram um fungado.

“Que bom que está indo embora... Idiota... Agora vai parar... De me... Encher.” Aya tentava parecer hostil, mas não conseguia disfarçar as lagrimas.

“Ah querida, admita que vai sentir falta deles.”

“Não seja boba mamãe, quem sentiria saudade desse bando de idiotas? Especialmente esse vagabundo de permanente.”

“Bem, se me odeia tanto eu já estou indo embora.” Gintoki falou e virou para trás, só para sentir uma pequena mão em seu pulso e outra lhe estendendo uma caixa.

“Esse bolo só tava abandonado na geladeira... Não é que eu queira te dar nem nada... Só preciso de espaço pro meu leite de morango.”

“Se tiver veneno eu volto para puxar seu pé.”

“Adeus papai bocó do passado”

“Adeus pirralha.”

“Bem, se já terminaram o que tinham de fazer, segurem-se na maquina do tempo, e vamos embora antes que acabe a energia.” Gengai quase arrastou todos para o aparelho, logo fazendo ele sumir. Mas antes da maquina desaparecer, caiu um jornal do bolso do mecânico.

“Tsc, era o que eu desconfiava.” Bakaiser pegou o papel no chão e verificou alguma coisa.

“Do que está falando?”

“China, quer dizer, você o Danna e a masoquista, algum de vocês conseguia lembrar da época que tudo aconteceu desde que eles chegaram aqui?”

“Na verdade não. O que isso quer dizer Okita-san?”

“Vejam esse jornal, ele tem a data do tempo que eles vieram.”

“Mas isso é...”

“Isso mesmo china girl. E agora eu consigo me lembrar claramente.”

“Ah eu queria estar lá para ver a cara da minha fofa eu mais nova.”

“Ei velhos malucos, que coisa sem sentido é essa que estão tagarelando ai? Piraram de vez?” Aya estava se mordendo de curiosidade para saber.

“Nada filhinha... Apenas algumas lembranças.”

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De volta ao tempo certo, todos apareceram na oficina de Gengai.

“É parece que voltamos. Oy velho, você vai explicar ao Hijibaka-san porque eu faltei minha patrulha ok?”

“Eu só quero que dêem o fora da minha oficina nesse momento!”

“Antes, deixe eu perguntar uma coisa.” Kagura falou, meio receosa. “A maquina do tempo... Vai funcionar de novo?”

Antes da resposta, o aparelho teve um curto circuito e virou milhões de caquinhos.

“Está ai sua resposta, china girl.”

“CAIAM FORA DAQUI SEUS INUTEIS!” O velho fez com que o quarteto começasse a andar pelo Distrito Kabuki, todos totalmente em silencio, com medo do que a conversa poderia trazer a tona.

“Gin-chan, é melhor irmos para casa, Megane deve estar preocupado.” A ruiva já estava virando a rua para seguir o caminho pro Yorozuya, quando sentiu alguém tocar seu pulso. “S-Sádico?”

“Podemos conversar?”

“T-Tudo bem. Vamos até o parque.”

“Souchirou-kun faça algo acima de classificação indicativa livre e eu decepo sua cabeça.” Gintoki usou seu olhar Shiroyasha, então era obvio que aquilo não era piada.

“Certo.” Os dois jovens saíram, deixando o samurai e a kunoichi sozinhos.

“Gin-san, posso te acompanhar até o Yorozuya?”

“Se eu dizer que não você vai aparecer lá do mesmo jeito. É melhor estar nas minhas vistas do que escondida em gavetas.”

Notas finais
Até amanhã!