Viagens No Tempo São Um Clássico Da Tv
7 Shinsengumi
Notas iniciais
O grupo seguiu para o Shinsengumi, onde todos cumprimentavam educadamente Kagura, e por algum motivo, Aya. O primeiro que eles encontraram foi Hijikata, que dava um sermão em um dos esquadrões que não estava nem prestando atenção.
“OY SEUS MALDITOS, VÃO PRESTAR ATENÇÃO NO QUE ELE ESTÁ DIZENDO OU QUEREM UMA AJUDINHA PARA COMETER SEPUKKU?” Aya gritou, surpreendendo todos os viajantes do passado.
“MIL DESCULPAS AYA-SAN, VICE-COMANDANTE!” Todos os soldados do Shinsengumi estavam ajoelhados no chão.
“Melhor assim.” A garota falou e correu para perto de Hijikata.
“Quer dizer que esses ai são os caras que o Sougo falou Aya?” O vice-comandante perguntou.
“Sim senhor.”
“Oy o que diabos está acontecendo aqui? Porque esses dois estão tão próximos?”
“Calma Gin-chan, deixa que eu te explico.”
Flashback (um ano e meio atrás)
“Droga de pessoas idiotas, bando de preguiçosos.” Aya se queixava enquanto andava pelo Shinsengumi depois que seu pai tinha se recusado pela bilionésima vez a lhe ensinar luta de espadas e sua tia Kagura tinha pedido para ela levar um recado para o Bakaiser. O dia parecia péssimo, quando a garota se deparou com uma das salas de treinamento do composto, onde Hijikata Toushirou treinava sozinho. Ela já tinha o visto algumas vezes, e sabia que aquele era o “inimigo” de seu pai, mas acabou ficando observando o jeito preciso com qual ele usava a espada de madeira.
“Ei pirralha, o que está fazendo aqui? Você é a filha daquele Yorozuya inútil não é? Ele te mandou vir me encher?”
“Não, só vim dar um recado ao tio Souchirou-kun. Nossa, você é muito bom em kendo.”
“Você conhece?”
“Sim, meu sonho é me tornar uma grande samurai, mas meu pai nunca quis me ensinar.”
“Típico daquele cara. Mas saiba que um samurai não é definido só pela força e precisão de sua espada, e sim pela sua fidelidade ao Bushido.”
“Bushido? O que é isso?”
“Tsc, aquele seu pai não te disse nem isso? Entra ai eu te conto.”
Flashback Off
“Então foi isso, desde esse dia a Aya vem diariamente ao Shinsengumi ficar com o “tio” dela.” Kagura-san explicou.
“Danna, você devia ter criado melhor sua filha.” Sougo disse com ironia, mas logo os dois gêmeos se olharam e foram para perto do viciado em maionese.
“Tio Hijikata colo!” Os “anjinhos” disseram ao mesmo tempo, estendendo as mãos.
“Parece que você não pode falar de mim Souchirou-kun.”
“Não pode...”
“Calma mini Bakaiser só observe.”
“Eu não vou cair nessa de novo pirralhos.”
“Tio Hijikata, não fale assim, eles só são crianças.” Aya falou enquanto colocava os gêmeos nos braços do vice-comandante. Depois disso, a única coisa que todos viram foi duas kunais afiadas enfiadas na cabeça do homem e Akise e Akira pulando no chão e rindo docemente.
“Hijikata-san, eu não sabia que era tão bom com crianças.” Sougo falou trazendo os gêmeos para perto dele.
“Talvez seja isso, a Aya deve estar tramando alguma coisa para ferrar esse Mayora inútil.”
“Não Gin-chan, parece que ela gosta mesmo do imbecil.” Kagura-chan falou, apontando para a garotinha de cabelos arroxeados que ajudava Hijikata a tirar as kunais da cabeça.
“Nossa, parece que o dia hoje está sendo animado.” Uma voz entediada e bastante conhecida falou atrás da Kagura mais velha, agarrando ela pela cintura.
“Papai!” Os gêmeos falaram, agarrando as pernas de um homem alto, com cabelos cor de areia meio compridos e olhos avermelhados.
“Finalmente te encontramos Bakaiser. Essas são as pessoas que eu te falei.”
“Nossa, o que temos aqui, um mini eu, eu já era bem gato nessa idade. E olha só china, eu tinha esquecido o quanto você era fofa.” O Bakaiser falou fazendo a pequena Kagura corar.
“Ei eu mais velho, não está exagerando na intimidade? Não me diga que tem fetiches lolicon?”
“Calma, não precisa ficar com ciúmes. Eu só acho que minha esposa é linda com qualquer idade.”
“QUEM AQUI FICOU COM CIUMES?” o mini sádico tentou disfarçar a irritação, mas a verdade é que não gostava de nenhum ser do sexo masculino perto da SUA china girl, nem que fosse ele mesmo.
“Mudando de assunto, vejo que meus anjinhos fizeram a lição de casa.” O homem apontou para Hijikata, que ainda estava sangrando. “Como prometido, hoje vou fazer o que me pediram. Akise, amanhã vamos almoçar no restaurante coma o quanto puder.”
“ISSO!” O garotinho e sua mãe comemoraram. “Ótimo pedido meu amorzinho!”
“Eu sei mamãe!”
“E minha princesinha vai ganhar um par de algemas e um chicote, e desde que prometa que vai usar pelo menos uma vez para torturar o Hijibaka-san, pode usar em quem quiser.”
“Principalmente se algum garotinho tentar algo indecente” Kagura-san completou.
“Ei Souchirou-kun, dá pra parar de ensinar eles a fazer coisas más com meu tio. Não é digno usar crianças nesse tipo de coisa.”
“Calada pirralha, vai acabar matando seu pai do passado de desgosto, chamando esse verme ai de tio.”
“Bakaiser não fale assim com a Aya-chan!”
“Foi mal, já parei. Agora, o Kondo-san me avisou que devemos ir para lá de noite para comer, então por hora, porque não vamos almoçar?”
“Pode ser. Vamos, Akira-chan, Akise-kun.”
“Ei, e quanto a nós?” Kagura reclamou.
“Você e o mini eu podem ficar na nossa casa por enquanto se quiserem.”
“Tem comida lá?”
“É minha casa mini eu, o que acha?” Kagura-san jogou a chave para sua versão menor.
“Vamos sádico estúpido.”
“Tanto faz china girl.” E todos os integrantes da família sádica saíram.
“Gin-san e você pra onde vai?”
“Levar essa menina de volta pro Yorozuya.”
“Sem chances papai mais novo, eu vim para treinar com meu tio.”
“Se não vier agora eu vou achar um medico e fazer uma vasectomia, para você nunca nascer sua pirralha!”
“Aproveita e grava para mim, tô afim de rir um pouco descabelado!”
“Gin-san, não seja tão mau com a menina. Hijikata-san, mais tarde você leva a Aya-chan para a casa do gorila?”
“Claro.”
“Ótimo. Vamos Gin-san, podemos ir dar uma volta.”
“Saco, eu tenho de me lembrar de educar bem essa garota quando ela nascer. Quem pensa que é para ficar desrespeitando O Gin-san?”
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