Que encontre em si a própria fera

E apazigue o caos que em si mesmo germina

Antes de se deparar com qualquer quimera

Nas irreconhecíveis facetas da própria alma

Dê a si o ritmar dos passos

Com gentis tons de voz

Como cantoria a um filhote bravo

Não se perca em melodia alheia

No máximo contemple pro evocar da própria

É sempre bom experienciar a queda

De uma outrora fronteira

E todo novo demônio que tentar subjugar sua vontade

Em disciplina de feras domadas

Dome-o em nova face.

Mas quais faces lhe pertencem e a si agregam?

Pare de olhar pra fora

Pare de temer as feras

Simplesmente pare

E deixe a voz do canto

Que evoca o conto

Do teu próprio ser

Sussurrar na própria mente:

O que fazer

Enquanto a boca muda

Recita o som de um novo ser,

Antigo, em teu ser nascer