Outro dia eu cheguei ao escritório da Madame Violette, uma ilustre senhora que já ostenta cabelos grisalhos, e ela me recebeu preocupada e visivelmente aflita. “Um assassinato? No cabaré? Como isso pôde acontecer? Eu vou ter que falar com o Claude, porque isso passou por ele, com certeza...”, ela me contou assim, mencionando o barista.

Eu o quis defender e queria indagar se ela tinha alguma suspeita, pois o Claude é um amor também. No entanto, a víbora da Vitória apareceu ali no escritório também. Não nos suportamos, ela é mais obscura e lisa que os cabelos que ostenta.