A polícia parecia perdida, confesso. Mas para mim, estava bem claro. Enquanto não sabiam especificar as mortes ocorridas, eu já sabia com toda certeza quem era a culpada e como ela tinha feito.

“Você fica me acusando a todo momento, mas a culpada das mortes é você mesma, confesse!” Eu disse.

“Você só pode estar louca”, ela retrucou. “Você não pode provar nada e só está me acusando porque quer sair livre, mas você não vai... No final, vão descobrir que você é culpada. Você se oferecia aos dois por ser muito ambiciosa e queria dar o golpe!”