No dia seguinte à briga, gritos por todo o cabaré. Vitória tinha morrido naquela noite e me culparam por isso. Ninguém quis ficar do meu lado dessa vez, ninguém poderia acreditar que eu era inocente, mesmo tendo um álibi.

Claude passou a noite cuidando de mim, mas também não me defendeu, apenas ofereceu abrigo num quartinho que ele tinha alugado num cortiço. Fiquei lá, enquanto a polícia seguia as investigações seriamente. Logo concluíram que o assassino era outro, pois viram homens entrar no cabaré na calada da noite.

Não havia expediente, não houve gritos, apenas um cadáver. E fui expulsa.