Vermelho - A cor do Pecado

3 A História do Dragão - Parte 3


4 anos já se passaram deste que segurei a mão de Rain, minha aparência esta totalmente diferente, meu cabelo que antes era preto estava em vermelho vivo e meu olhos estão roxo. Daquele dia em diante, meus dias se tornaram mais longos e minhas noites mais curtas, já não tenho o coração tão alegre como antes, porém minha mãe e minha irmã continuam sendo minha prioridade. Ele me fez passar por todo tipo de treinamento, como fazer 5.000 flexões apoiado em duas cadeiras debaixo de velas acesas ou me jogar num porão com 2 cachorros raivosos e deixando-me lá por 5 horas.

Admito que pensei que ele queria me matar, mas graças a ele estou mais forte tanto fisicamente como psicologicamente. Desde que ele me "adotou" e me pôs na sua gangue, não há mais desrespeito, não há mais estupros. Em 3 anos ele me transformou no homem mais forte do estado, não há ninguém que não tema ao ouvir meu nome, graças a ele eu consegui proteger minha família daquele homem. Eu trabalho para Rain com isso eu consegui dinheiro suficiente para nos sustentar, assim que consegui dinheiro para uma casa e para nos alimentar abandonamos aquele homem, eu me lembro como se fosse ontem.

Lembranças ON

No depósito abandonado...

RN (Rain): Daqui a 1 semana eu entrarei em contado com você, até lá descanse.

JY (JiYong): Sabe onde moro?

RN: Só preciso de seu nome e rosto para saber tudo sobre você.

JY: O que quer dizer com isso?

RN: Você saberá... Esteja pronto daqui a uma semana.

Então ele se foi, fiquei deitado mais alguns minutos pensando em tudo que já me aconteceu, então lembrei que tenho que buscar a Hana. Me levantei com dificuldade e fui me arrastando até a casa da senhorita Kim, ao aperta a companhia melhorei minha postura e sorri.

Kim: JiYong... Como vai querido? — Disse com um sorriso acolhedor no rosto.

JY: Estou bem e a senhora? — Na verdade, estava com vontade de abraça-la e chorar.

Kim: Estou ótima. Entre. — Fomos até a sala e senti um cheiro maravilhoso de biscoito e bolo.

JY: Que cheiro bom.

Kim: São seus biscoitos preferidos, com pedaços de chocolate e bolo de cenoura com cauda.

JY: A senhora realmente sabe como me agradar.

Kim: Sente-se por favor. — Nesta hora gelei, o sofá era branco, se eu sentasse iria melar de sangue, além das dores que estava sentindo.

JY: Passei a manhã toda sentado, vou ficar em pé se não se importa.

Kim: Tudo bem.

– JIYONG-OPPA. — Um projeto de pessoa veio correndo chorando em minha direção e me abraçou.

JY: Como você está pequena?

HN (Hana): Que bom que você chegou... Eu estava preocupada.

JY: Eu estou bem.

Lee (Marido e Kim) — JiYong que bom vê-lo.

JY: Olá, senhor Lee. É bom revê-lo. — Conversamos um pouco e a senhorita Kim foi com Hana preparar os lanches. Fiquei sozinho com o senhor Lee na sala.

Lee: Sabe JiYong, eu e minha esposa somos bem velhos, temos muita experiência na vida. — não entendi o motivo da conversa. — Sabemos que algo está acontecendo e que você não quer contar.

JY: N-não está acontecendo nada senhor.

Lee: Tem certeza?... Sua irmã chegou aqui assustada e você parece que está se esforçando para ficar em pé. — engoli em seco, como ele percebeu? — JiYong, eu te considero como um filho que eu nunca tive... Não vou força-lo a dizer, porém saiba que vamos estar aqui se precisar de algo.

JY: O-Obrigado.

Kim: Voltamos.

Aquela foi a última tarde feliz que tive, logo depois que lanchamos eu levei minha pequena para casa e aquele homem estava na sala, ele olhou para mim e deu um sorriso malicioso. Hana foi a cozinha onde minha mãe estava e eu subi para o meu quarto, entrei no banheiro para me lavar e quando abri o chuveiro ele entrou.

– Onde você estava o dia todo?

– O-o que faz aqui?

– Senti saudades de você... — Ele começou a tirar a roupa e a entrar no box.

– Por favor... De novo não.

– Por que?... Não gostou?... Não faça essa carinha de cachorro assustado, eu sei que você gosta.

Ele me levantou abrindo minhas pernas e distribuiu mordidas no meu corpo, aquilo com certeza ficaria roxo. Então começou a estimular meu membro lentamente, eu comecei a sentir prazer e a me odiar, ele chupou meu mamilos e com uma mão brincou com o outro. Confesso que comecei a gostar, então levou um dedo até minha entrada senti um desconforto que logo passou, ele penetrou outro dedo e fez movimento de tesoura até colocar o terceiro. Era desconfortável, mas ficou muito prazeroso quando ele tocou na minha próstata, dei um pequeno gemido de prazer.

– Então é aqui você gosta.

– P-pare Ah... Não me m-machuque. — Por que estou gaguejando? Por que isso é tão bom? Que sensação é essa?

– Não se preocupe... Desta vez farei você sentir muito prazer.

Ele retirou os dedos e me fez ficar de quatro no chão sentir ser penetrado por seu língua, aquilo era muito bom, senti meu corpo ficar em chamas, senti um tapa forte na minha bunda, mas não doeu pelo contrário foi muito prazeroso.

– Vou te fazer gemer feito uma puta moleque.

Sentir ele roçar seu membro em minha entrada, ele não me segurava eu podia facilmente sair correndo, mas não o fiz. Por um momento eu quis que ele me continuasse, sabe quanto nojo estou sentindo de mim mesmo? Sabe o quanto quero me matar por isso? Deus por que está brincando comigo?

Senti ser penetrado lentamente, doeu muito, mas era uma dor boa. Ele ficou um tempo parado e depois de um tempo começou a se mover, dando estocadas leves e aumentando o ritmo a cada gemido que eu dava, pegou meu membro e estimulou aquele pequeno pedaço de carne. A imagem de Choi apareceu na minha mente, lembrei do nosso primeiro beijo, lembrei quando eu ouvi "Eu te amo" e lembrei até quando ele me deixou fazendo um lágrima escorrer pelo meu rosto.

Não conseguia conter meu gemidos eram baixos, mas constantes. Pela primeira vez eu gozei, sentir aquele liquido ser liberado foi um sensação muito boa depois de mais algumas estocadas ele se desmanchou no meu interior.

– Mesmo depois de ontem, você continua muito apertado.... Então o que achou? — Eu gostei, não vou mentir foi a melhor sensação que já tive. Mas nunca vou dizer isso, não acredito que desejei por isso, eu me sinto imundo. Ele se levantou e saiu do banheiro.

Sentei-me e me encostei na parede, vi todo aquele esperma no chão, olhei para minhas perna que estavam meladas de sangue e sêmen. Que tipo de brincadeira meu corpo esta fazendo comigo? Por que me entreguei a essa sensações? Me sinto horrível, imundo, impuro, nojento, me sinto a pior pessoa do mundo. Me levantei e comecei a me lavar com força enquanto lágrimas escorriam de meu olhos, arranhei meu brações, meu pescoço, meu peito, quero que tudo suma, não quero nenhum vestígio daquele ser em mim. Quando percebi minha barriga e meu braços estavam sangrando e o contato com a água fazia arde.

Sai do banheiro e escolhi uma roupa que cobrisse tudo. Quando terminei escutei minha mãe me chamar da cozinha, avisando que o jantar estava pronto. Falsifiquei meu sorriso e desci, Hana e ela ficaram de um lado da mesa e eu e ele do outro, no meio do jantar sinto sua mão subir pela minha coxa. Entrei em pânico, mas não esbocei nenhuma reação, ele chegou na barra da minha calça que ela de elástico e enfiou a mão por dentro da minha cueca, ao tocar a cabeça de meu membro senti uma corrente elétrica passar pelo meu corpo. Hana e minha mãe conversavam animadamente e não perceberam nada, tentei tirar a mão, mas ele era mais forte, rodeou o dedo na parte rosada e eu eu engoli os gemidos logo os movimentos de vai e vem começaram.

Mãe: Então filho, como vai a escola?

JY: Q-quê? — Estava tão extasiado que não entendi nada.

Mãe: A escola... como está indo.

JY: Normal... Continuo com as melhores notas. — Soltei um longo suspiro.

HN: Ji-Oppa você está bem?

JY: E-estou-u.. P-por que?

HN: Suas bochechas estão vermelhas.

Mãe: Está com febre?

JY: Hã?.. U-m puco, não precisa se preocupar. — ele apertou meu membro e derrubei a colher que eu estava segurando na mesa.

Mãe: Tem certeza que está tudo bem?

JY: Sim... Não se preocupe.

Eles voltaram a conversar e eu tentei ao máximo me controlar, minhas mãos começaram a tremer, logo gozaria. Não demorou muito e me desmanchei em sua mão, soltei um gemino que por prender pareceu um pequeno grito.

Mãe: JiYong, você está bem? — coloquei a mão na cabeça como se estivesse doendo.

JY: Senti uma pontada na cabeça. Tá doendo.

Mãe: Antes de dormi tome um remédio.

JY: Certo.

Ele retirou sua mão e se levantou para lavá-la, ninguém viu o que aconteceu. Assim que o jantar acabou todos foram por seu quarto. Estava deitado na minha cama quando senti a porta ser aberta, ouvi passos lentos se aproximando e me encolhi, uma mão acariciou meu cabelos e toda a cena do banheiro se repetiu na minha mente. Será que acontecerá tudo de novo? Por favor alguém me salve.

– JiYong... — Eu conhecia muito bem aquela voz, não era a daquele homem.

JY: M-Mãe? — fingi estar sonolento.

Mãe: Te acordei?

JY: Tudo bem.. Quer alguma coisa? — Se ela me pedisse para buscar algo no fim do mundo eu o faria sem pensar duas vezes, amo demais essa essa mulher.

Mãe: Não... Apenas queria saber como você estar? Foi tudo bem na casa de seus amigos?

JY: Sim... Não precisa se preocupar comigo, eu posso aparentar, mas não sou fraco.

Mãe: Eu sei que não.

JY: Como a senhora está?... Ainda doí?

Mãe: Já estou bem melhor, doí um pouco, mas é suportável. Também não sou fraca. — Demos uma risada gostosa, mas um lágrima escorreu de seus olhos. — JiYong... Me desculpa... Desculpe por fazer vocês passarem por tudo isso... Desculpe por ser uma péssima mãe... Me desculpe por não consegui proteger vocês... Me desculpe.

Eu a abracei e ela continuava se desculpando, a deixei chorar por um momento, apesar de querer chorar com ela, eu não podia tinha que a fazer pensar que estava tudo bem, que logo tudo estaria resolvido, então peguei em seu rosto com carinho e em meio ao choro lhe disse:

– Omma (Mãe)... Nada disso é culpa sua... Eu sou seu filho, não precisa se desculpar de nada... Eu que devia me desculpar por não conseguir protegê-la quando ele te bate... Por ser fraco como homem não consigo fazer nada... Eu sou um lixo de filho. — Ele me abraçou forte e num tom mais elevado e serio disse.

– JiYong nunca mais diga isso, você é só uma criança não tem que ter responsabilidade de nada, você tem que brincar e se diverti. Não tem que ficar se culpando e muito menos pensar que é incapaz de nos proteger, só de você estar ao meu lado com seu lindo sorriso já me deixa muito feliz. E nunca mais repita que você é um lixo de filho, você é o filho que qualquer mãe gostaria de ter.

Aquelas palavras era tudo que eu precisava ouvir no momento, por um momento me senti feliz e esqueci todos os meus problemas. Não importa o que aconteça comigo, essa mulher sempre estará ao meu lado me apoiando e é somente disso que eu preciso.

JY: Omma... Obrigado.

Mãe: Promete para mim que não pensará assim novamente.

JY: Eu prometo. — Mesmo mentindo, eu confirmei, pois eu quero muito poder protegê-las. — Omma...

Mãe: O que foi?

JY: P-p-ooooderia duurmi co-comigo? — Ela rio por alguns segundo.

Mãe: Pensei que nunca mais ouviria você pedi isso.

JY: É tão estranho assim?

Mãe: Sim muito estranho. Mas... estou feliz.

Ele se aconchegou ao meu lado e dormimos de coxinha como a muito tempo não fazíamos. Pela primeira vez em tempos, meu coração estava em paz o que não durou muito por que a noite passou voando. E o meu despertador me lembrou que hoje era segunda-feira e o que isso significa? Escola. Mais um dia de humilhação, pelo menos aquele homem vai trabalhar e só volta na sexta.

Ao acordar minha mãe não estava mais ao meu lado, ela deve está na cozinha preparando o café, desci as escadas e senti um cheiro maravilhoso. Aquele homem já foi trabalhar, então tomei meu café tranquilamente. Eu e Hana nos arrumamos e eu a levei até o jardim de infância que ficava no caminho do meu colégio. Assim que cheguei no portão tive uma grande vontade de voltar correndo ao lembrar do que o jason falou "Essa pele branquinha, suas curvas bem defendias, sua bunda durinha.... Você não sabe como é uma tentação naquela escola querida. Mesmo sendo tão novo, tem um corpo e uma aparência que faz qualquer um te desejar. "

Reuni toda coragem que eu tinha, que não era muito e entrei. Reparei nos olhares que me cercavam e era realmente como ele disse, quase todos os olhares eram maliciosos, alguns disfarçavam e outros deixavam isso bem claro. Como nunca percebi isso? A escola que eu estudo tem pessoas do ensino fundamental ao ensino médio, a maioria dos olhares era tanto de meninos como de meninas do ensino médio, havia alguns do ensino fundamental, mas não era tão malicioso como os outros.

Fui a para a sala de aula o mais rápido possível, rezei para que essa dia fosse tranquilo. Mas parece que tudo está contra mim, Jason se sentou na certeira ao lado, o que ele fazia na minha sala?

JY: O que faz aqui?

JS (Jason) — Não sentiu minha falta, meu anjo?

JY: O que você quer? — Ele se levantou.

JS: Siga-me. — Não me levantei e continuei a encará-lo. Ele se aproximou e sussurrou: Se não me seguir espalharei que você é puta que dá o cú para qualquer um.

Mesmo com muito medo o segui, fomos até o fundo da escola onde não tinha ninguém, mesmo que eu gritasse ninguém iria me escutar, o sinal já tinha tocado, todos já deviam estar na sala de aula.

JS: Você não respondeu minha pergunta naquele dia.

JY: Que pergunta? — Ele me empurrou na parede e colocou os braços do lado.

JS: Quem foi... que te fodeu antes de mim?

JY: Pra que você quer saber?

JS: RESPONDA.

JY: SE VOCÊ QUE ME ESTUPRAR FAÇA ISSO LOGO E ME DEIXE EM PAZ.

JS: Eu não quero te possuir apenas uma vez... quero você gemendo meu nome todos os dias, enquanto te fodo até implorar para parar.

JY: O que você vê em mim?... Eu só tenho 12 anos... Eu sou um garoto.

JS: Um garoto que parece uma menina e que tem mais beleza que qualquer outra mulher... Pelo jeito que veio para sala depois de observa ao redor, você deve ter percebido os olhares em você não é mesmo?

JY: Sim... Eu percebi, e senti nojo de cada um deles. — Ele deu um sorriso de lado e acariciou meu rosto, ao senti seu toque desviei.

JS: Se eu não te tiver por bem... Então farei ser meu por mal... Nem que seja apenas um vez.

JY: O que vai fazer?

Ele retirou a gravata do uniforme e prendeu minhas mãos, tentei me soltar e correr, mas ele era o triplo do meu tamanho, ele retirou minha camisa facilmente.

– Quem é o canalha que está te comendo para deixar todas essas marcas? — Continuei calado, apenas esperando que acabasse logo. — Pelo visto não vai responder. Mesmo estando com muita raiva, prometo que farei você gostar, não te deixarei arrombado como esse homem. — Admito que fiquei mais aliviado com aquilo. Ele abaixou minhas calças e ficou encarando meu membro. — Mesmo sendo tão novo, você é bem dotado.

Ele estimulou meu membro com as mãos e como não tinha ninguém para ouvir, não pude conter meu gemidos. Durante todo o processo ele não tirou os olhos de minha expressão, a cada movimento eu suspirava e e gemia, aquilo era vergonhoso, mas muito bom.

– Está gostando? — Não respondi, mas meus gemidos já diziam tudo. — farei você sentir mais prazer.

Ele engoliu meu membro devagar e lentamente me levando a loucura, passava a língua pela cabeça e chupava como um pirulito, quando subia com os movimentos raspava os dentes levemente na glande. A essa altura meu gemidos saiam alto e descompassadamente, felizmente ninguém poderia ouvi-los, ele sugou mais rápido e com mais força se continuasse assim logo gozaria em sua boca, tentei afasta-lo, mas ele nem se moveu, eu gozei e ele engoliu tudo como se fosse a coisa mais saborosa do mundo. Agarrou meu cabelos e me beijou, mesmo contra vontade eu o retribui sentindo meu próprio gosto.

JS: Você é uma delicia. — Ele retirou suas roupas revelando seu membro ereto e me colocou de costas. — Empine sua bundinha gostosa para mim meu anjo.

Fiz o que ele mandou, eu não tinha muita escolha mesmo. Ele me penetrou com a língua, ao sentir aquele músculo úmido e gelado na minha entrada quente inconscientemente abri mais as pernas. Ele levou três dedos para meu rosto, eu não entendi.

– Chupe-os. — Fiquei parado apenas o fitando.- Se não o fizer, vou te penetrar sem te preparar e vai doer muito.

Chupei aqueles dedos como se fosse um bala, quando estava bem lambuzados ele os levou até minha entrada colocando o primeiro digito fez movimentos rápidos tirando e colocando o dedo, logo senti o segundo digito fazendo movimentos de tesoura e o terceiro acertando minha próstata. Ele retirou os dedos e me puxou para perto dele, ele se sentou e me pôs em seu colo. Penetrou seu membro devagar, bem calmamente, senti ser rasgado no meio e um grito de dor escapou dos meus lábios.

Mas ele fez algo que me surpreendeu, acariciou meus cabelos e me beijou.

– Shiii... Vai passar, tenha calma. — Ele mordiscou meu mamilos fazendo-me esquecer um pouco a dor, voltou a estimular meu membro lentamente.

Logo não senti mais dor e me movi um pouco. Ele segurou bem firme minhas nádegas e me movimentou para cima e para baixo, fazendo-me cavalgar. No começo doeu um pouco, mas tudo passou ao acerta na minha próstata, ambos gemíamos alto e descompassadamente, ele repetia a toda hora como eu era gosto e apertado, mas ele disse algo que me deixou confuso.

JS: JiYong... Eu... Eu te amo.

Sussurrou em meu ouvido enquanto gemia loucamente, fiquei feliz por ouvir aquilo, pelo menos ele não foi tão bruto como aquele homem que só me disse palavras sujas, o nó da gravata se desfez e eu o abracei enquanto cavalgava. Não demorou para atingirmos o ápice juntos, aquilo foi bem melhor do que com aquele homem.

JS: Você... está bem? Eu... Te machuquei.

JY: Eu estou bem.

Ele sorriu e novamente fez algo inesperado, me puxou para mais perto e me abraçou, dormimos ali mesmo de conchinha. Nunca pensei que algo assim aconteceria, quando acordei já estava tarde, jason não estava mais do meu lado e eu já estava vestido, me levantei e fui para casa.

Durante a semana Jason e eu não trocamos um só palavra, ele me ignorou totalmente e eu não dei muita bola para isso, mas as humilhações que o grupo dele fazia não mudou e ele como sempre não fez nada para impedir, lá no fundo me senti usado, mesmo que apenas um pouco acreditei nas palavras dele, faz tempo que alguém não me diz que me ama, minha mãe e minha irmã não conta.

Minha raiva e ódio pela minha fraqueza foi aumentando a cada dia, até quando isso aconteceria comigo? E o pior de tudo é que eu estou gostando, eu não o amava, bem longe disso, mas as sensações que ele me deu foram únicas e muito boas. Eu quero me vingar deles por ter me violado, por terem abusado de mim, por terem feito eu senti isso.

Quando o final de semana chegou fiquei com medo pois aquele viria para casa, mas recebi uma ótima noticia de que ele precisaria viajar e ficaria 6 meses fora. Só não explodi de felicidade por que minha personalidade não deixou, no domingo a noite recebi uma visita inesperada. A companhia tocou e eu fui atender.

???- Então, descansou bem?

JY: Rain?

RN: A semana já acabou, espero que esteja pronto.

JY: Estou pronto. — Não pensei nem duas vezes antes de responder, o que eu mais queria no momento era vingança, e eu a teria não importa o que.

RN: Ótimo, arrume a mala iremos agora mesmo.

Rain deu uma desculpa para minha mãe que iria me levar num acampamento de 6 meses. Ela acreditou facilmente, pois ele já tinha tudo planejado. Entrei no carro e seguimos viaje.

JY: Então vai me contar, o motivo de ter que esperar um semana.

RN: Simples, eu precisava montar o palco.

JY: Como assim?

RN: Eu acompanhei você durante toda a semana, sei tudo o que aconteceu. Desde a cena no banheiro, até o fundo da escola e a humilhação no colégio.

JY: Por que...

RN: Você tinha vontade de ser forte, mas o sentimento que tem agora é o que te ajudará a ser forte. O que você tem agora é sede de vingança e isso te manterá vivo.

JY: Quer dizer que não impediu apenas para eu desenvolver um sentimento.

RN: Não parece que foi tão ruim assim... Lembro que você gemeu bastante de prazer.

JY: Confesso que não foi ruim. Mas aonde vamos?

RN: Para casa de um amigo, ele tem um bom lugar para trinar, durma, vai demorar para chegar.... Esteja preparado, não pretendo pegar leve. Ah, também fui eu que fiz seu pai ficar fora por 6 meses, é o tempo que eu preciso para te deixar forte.

JY: Como fez isso? Quem é você?

RN: Na hora certa saberá.

A viagem foi tranquila, quando acordei estava deitado numa cama confortável em um quarto branco, não fazia a mínima ideia de onde estava, minhas roupas também estavam diferentes, era toda branca. Estou sonhando? Abri a porta e desci as escadas, encontrei Rain escutei vozes que pareciam ser a de Rain.

???: Aquele é o garoto que será seu pupilo?

RN: Sim.

???: Ele não parece ser muito forte.

RN: Ele não é... Mas logo ficará.

???: Pelo que eu te conheço, sei que não pegará leve com ele.

RN: Onde está o seu filho? Ainda não o vi.

???: Você chegou de madrugada, ele está dormindo. Daqui a pouco ele desce.

JY: Rain?

RN: GD. Que bom que acordou, venha tomar café. — Me aproximei da mesa da cozinha. — Mas antes deixe-me apresenta-los. Won Bin esse é meu aluno JiYong ou G-Dragon, GD esse é meu amigo de infância e meu subordinado Won Bin. — Yong se curvou e fiz o mesmo.

JY: Subordinado?

RN: Sim, eu salvei esse cara e agora a vida dele é minha. — Won Bin, apenas deu um sorriso de canto. Não entendi muito, mas não quis questionar.

WB (Won Bin): Tem algo que deseja pro café JiYong?

JY: Qualquer coisa está bom.

WB: Sente-se por favor.

???: Appa... O que temos pro café.

WB: YoungBae vejo só quem está aqui.

RN: Como vai Sol.

SL (Sol): Tio Rain a quanto tempo. — O menino correu e abraçou Rain.

RN: Você cresceu muleque, ta mais pesado. Olha te trouxe um amiguinho, GD esse é YongBae ou Sol chame como preferi. Sol esse é JiYong ou G-Dragon.

JY: Prazer em conhecê-lo.

SL: G-Dragon? .... Gostei do seu apelido, vamos ser amigos. — Ele estendeu a mão dando um sorriso que deixava seus olhos pequenos, apertei sua mão e confirmei.

WB: O café vai demorar, por que não mostra a ela seu quarto YongBae.

SL: Certo.

Fomos até seu quarto que era enorme, estava cheio de brinquedos, vídeo game, quadros, instrumentos. Em fim, era o quarto que qualquer criança sonhava.

SL: Gostou?

JY: Sim, é muito bonito.

SL: Quer jogar vídeo game?

JY: Não sei jogar.

SL: Sério? O que você faz para se diverti? — Diversão? A quanto tempo não sabia mais o que era? Meu olhar ficou triste.

JY: Não faço nada.

SL: Não importa eu te ensino, amanhã começa o nosso treinamento, então vamos nos diverti hoje.

JY: Você também vai treinar?

SL: Sim. Assim como você também tenho motivo, aquele homem Won Bin não é meu pai verdadeiro eu sou adotado, vim das ruas.

JY: Pelo menos ele é legal.

SL: O seu pai não é legal?

JY: Não, ele me bate.

SL: Que triste, mas vamos esquecer tudo e jogar, vou adorar te derrotar.

JY: Olha que eu aprendo rápido, sou o mais inteligente da escola.

SL: Ta em Sr. QI alto, vamos jogar.

Jogamos até a hora do café, depois voltamos jogar e ficamos assim até a hora de dormi. Rain nos acordou as 3 da madrugada, os primeiro dias não foi tão pior como os seguintes. Nos escalamos uma montanha sem equipamento, um sempre ajudando o outro. Ele nos abandonou numa floresta com animais selvagens por 1 semana, nos fez nadar contra a correnteza de um rio e depois que estávamos fisicamente prontos, treinamos artes marciais. Mas vamos com calma detalhadamente.

1ª Fase — Subi uma montanha sem equipamento (Tempo limite 5 dias, se descer sem permissão ou cai leva 150 chibatadas)

Objetivo: Ficarmos em situação desesperadora onde não há saída a não ser chegar no topo, fortalecendo nossa vontade de viver.

SL: Vamos lá JiYong, agente consegue.

Confirmei e começamos a subir, a montanha era irregular então tinha vários locais para se segurar e havia cavernas onde parávamos para descansar.

JY: Eu não acho que vou consegui.

SL: Deixa de pensamento negativo, vamos chegar lá em cima juntos.

JY: Não sou tão forte como você Sol.

SL: Olha, não sei muito sobre você, mas se o Tio Rain te escolheu é por que tem algo em você que despertou o interesse dele.

JY: Você acha que eu consigo?

SL: Tenho certeza disso. Não se preocupe, estarei sempre ao seu lado, eu prometo.

Saímos da caverna e continuamos a escalar, isso era suicídio. Eu estava em cima e Sol na altura da minha cintura, nossas mãos estavam sangrando já estávamos lá a 2 dias, sem comida ou água. Eu parei por um momento quando sentir uma pedra rasgar meu joelho.

SL: JiYong, você está bem?

JY: Sim, não é nada grave.

SL: Tem uma caverna bem ali, vamos descansar um pouco.

JY: Certo.

Chegamos na caverna e o machucado no meu joelho estava sangrando muito.

SL: Temos que fazer algo para parar o sangue.

JY: O que vamos fazer.

Ele rasgou a mangá de sua camisa e a amarrou no meu joelho.

JY: Você vai sentir frio assim.

SL: Eu vou ficar bem, o topo não está tão longe assim.

JY: Como você sabe.

SL: Eu vi uma ave, e para ela ter feito o ninho por aqui, deve haver água.

JY: Onde aprendeu isso?

SL: Vi num filme de sobrevivência. Qual seu filme preferido?

JY: Nunca assisti um filme.

SL: Sério? Pois quando tudo isso acabar a primeira coisa que vamos fazer é ir ao cinema.

JY: Você iria ao cinema comigo?

SL: Sim, por que?

JY: Não me acha estranho?

SL: Acho.

JY: Então por que...?

SL: Quem não é estranho nesse mundo? Eu tenho muitas "estranhissis". Posso te contar um segredo?

JY: Qual?

SL: As melhores pessoas são as mais estranhas.

Ele sorriu e eu retribui, tínhamos a mesma idade, mas eu me sentia o caçula. Ele sempre está rindo e me encorajando, desde que começamos não pensou em desisti, e mesmo eu sendo mais lento que ele, ele anda no meu ritmo sem me deixa para traz. Se não fosse por ele, eu teria desistido a muito tempo.

Na noite do quarto dia concluímos a 1ª Fase, como Sol disse encontramos água no caminho e o ninho da ave. Quando chegamos em cima Rain e Won Bin já estavam lá, acampando.

RN: Finalmente chegaram, pensei que tivessem morrido. — Acredite ele falou isso com a cara de total tédio.

WB: Como estão?

SL: Doloridos.

JY: Com fome.

SL: Cede.

JY: Cheios de ferida.

WB: Já entendi, vou buscar o quite de primeiros socorros, há comida e agua naquela cesta.

RN: Vocês são uns molengas.

Sol pegou a cesta e dividimos a comida e a bebida. Dormimos cada um em sua barraca, estava deitado pensando quando minha barraca é aberta.

SL: JiYong... Tá acordado?

JY: Estou... O que foi?

SL: Sabe... Tá escuro, estamos no meio do mato... Tem muito barulho estranho....

JY: Pode dormi comigo.

SL: Sério? — Deu aquele sorriso fofo que deixava seus olhos pequenos e se aconchegou perto de mim abraçando-me.

JY: Não acredito que o garoto escalou uma montanha tem medo de escuro.

SL: Não conte isso a ninguém certo?

JY: Pode deixar.

Dormimos agarradinhos, como estava frio foi bom já que um corpo esquentava o outro, ele era maior e com mais músculos que eu, me senti protegido. Novamente fomos acordados de madrugada, para a 2ª Fase do treinamento.

2ª Fase: Nadar contra a correnteza forte de um rio até chegar no topo da cachoeira. (Tempo 17 horas, se sai ou não cumprir a prova morre pelas mãos de Rain).

Objetivo: Desenvolver a musculatura.

RN: Vocês devem nadar até a cachoeira e depois subam para o topo dela. Comessem.

Entramos no rio e nadamos, no começou a água não estava tão forte, mas no meio do caminho tivemos muita dificuldade.

JY: Sol, vamos nos apoiar nas pedras e nos galhos para não sermos levados.

SL: Ok.

Enquanto tentávamos nos deslocar, Sol segurou em um ganho, mas o galho toru.

JY: SOOOL.

Larguei a pedra e segurei sua mão, agarrei em uma galho resistente e o fiz se apoiar no galho.

SL: Obrigado JiYong.

JY: Não precisa agradecer, como você mesmo disse, completaremos isso juntos.

SL: É assim que se fala, que bom que não quer desistir, se não estivesse do meu lado não conseguiria passar por tudo isso sozinho.

JY: Você é muito mais forte que eu Sol, passaria nisso muito mais rápido sozinho, eu estou te atrasando.

SL: Está enganado JiYong, não sou tão forte como pensa e você não está me atrasando, se não fosse por você eu seria levado pela correnteza.

Sorrimos e decidimos continuar um se apoiando no outro, até chegamos no topo da cachoeira que foi a parte mais difícil, pois mesmo que chegássemos teríamos que arranjar um jeito de sair da água, pois se cairmos se o peso da água não nos matar as pedras matam.

SL: Como vamos fazer para subir?

JY: Eu não sei. Quanto tempo falta? — O Sol olhou para o sol, irônico isso não.

SL: Menos de 2 horas.

JY: No filme ensina a ler as horas olhando para o Sol?

SL: Não... O Rain me ensinou isso.

JY: De qualquer forma, falta pouco tempo, não vamos consegui.

SL: Se bem que...

JY: O que foi?

SL: Lembra do que ele falou?

JY: Sim, ele disse: "Vocês devem nadar até a cachoeira e depois subam para o topo dela."

SL: Exatamente... — Não entendi nada, pensei um pouco e foi ai que a ficha caiu.

JY: Será que ele...

SL: Ele não pediu que nadássemos até o topo da cachoeira e sim subir até o topo dela.

JY: Então vamos logo, temos pouco tempo.

Saímos da água e subimos até o topo, faltava apenas 3 minutos para o fim do tempo, e como o Sol disse, foi exatamente isso que o Rain queria que fizéssemos. Acho que ele não vai desenvolver apenas nossa força física, mas a mental também.

Acampamos novamente e tivemos o resto do dia livre, eu e Sol, brincamos no rio enquanto Won Bin e Rain sumiram do nada. Dormi novamente abraçado com o Sol e quando acordamos não havia ninguém no acampamento só havia um bilhete dizendo:

"3ª fase: Enkontrar na flórexta uma bandeira com sinalizadores. (Tempo: 1 Semana, se não conseguirem morreram de fomê e sede ou devorados por animas selvagens)

Objetivo: Sobrevivenciâ, Inteligencia e Foça.

PS.: Tem uma mochila com água e comida suficiente para 1 semana, não percam ou desperdice.

SL: Parecesse que isso não vai acabar tão cedo.

JY: Isso ainda vai durar mais de 5 meses. Além do mais ele é uma anta em língua portuguesa.

SL: Tem algo escrito errado?

JY: Ele escreveu encontrar com K.

SL: Eu nunca fui a escola, então não sei ler ou escrever.

JY: Ah, desculpe.

SL: Tudo bem.

JY: Quando isso acabar prometo te ensinar.

Pegamos a mochila e começamos a andar, não importa para onde vamos sempre parece ser o mesmo lugar.

JY: Que tal marcarmos as árvores, para saber que passamos por aqui.

SL: Boa ideia.

Acho que andamos em circulo, pois tudo era a mesma coisa, as árvores eram gigantes e verdes, só tinha planta para todo lugar que olhasse.

SL: Estamos completamente perdidos. — Falou enquanto se sentava num tronco.

JY: Nem para ele ter dado um mapa ou uma dica.

SL: JiYong...

JY: O que foi?

SL: Shiiii .... Não faça movimento bruscos.

JY: Por que?

SL: Apenas lentamente caminhe para cá, venha em minha direção devagar. — Não questionei e obedeci. Me afastei e quando olhei para traz havia uma cobra enorme na árvore que eu estava encostado.

JY: Vamos sai daqui.

SL: Vamos.

Faz 5 dias que rodamos essa floresta e nada de bandeira.

SL: Leia o bilhete de novo, quem sabe ele deixou uma pista.

JY: Não quero ver aqueles erros de português estúpidos de novo.

SL: Agora que você falou... O tio Rain sempre tira notas boas no colégio.

JY: Em que colégio ele estuda?

SL: Não sei.

JY: Espera um pouco... Deixe-me ver o bilheite de novo. — Ele pegou o bilhete e me mostrou.

"Enkontrar na flórexta uma bandeira com sinalizadores. (Tempo: 1 Semana, se não conseguirem morrerram de fomê e sede ou devorados por animas selvagens)

Objetivo: Sobrevivenciâ, Inteligencia e Foça."

JY: K Ó X Ê I Â R

SL: Kóxêiâr? O que é isso?

JY: Não fasso ideia.

SL: Quem sabe ele mudou as letras de posição.

JY: E que palavra dá pra formar com isso?

SL: Sei lá, ajente devia ter ficado na cachoeira mesmo.

JY: Cachoeira?... Não acredito nisso... Filho de uma...

SL: Calma o que houve?

JY: A bandeira ta na cachoeira.

SL: Como assim?

JY: K (ca) X (ch) Ó (o) Ê (e) I (i) R (r) > cachoeira.

SL: Isso é deprimente.

JY: Sabe voltar?

SL: Não, mas as marcas sabem.

Seguimos as marcas nas árvores e chegamos na cachoeira, entramos nela e vimos uma badeira com uma caixa colorida.

SL: Mais uma missão concluida.

JY: Estou bem preocupado com a próxima.

Esse foi os nossos primeiros treinamentos, eu e o Sol ficamos inseparaveis, ele virou meu melhor amigo e um irmão. 6 meses se passaram e sem exageros, vivemos um inferno.

xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Quebra de tempo xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

Voltei para casa e um dia antes daquele homem e o Sol veio comigo, ele ficaria num apartemento não muito longe com o Won Bin.

HN (Hana): JI-OPPA... — Um progetil de gente veio me abraçar emquanto chorava.

JY: Hana... que saudades minha pequena.

HN: Eu pensei que você tinha nos abandonado.

JY: Eu jamais faria isso com vocês. Como está as coisas por aqui.

HN: Estão tranquilas. Mas... Ji-Oppa, o que houve com seu cabelo.

JY: Eu pintei de vermelho... ficou bonito?

HN: Sim, eu tenho o irmão mais lindo do mundo.

JY: E eu a irmã mais fofa do mundo. — Ela sorriu, mas seus olhinhos ficaram trsite por um momento.

HN: Ji-Oppa... Ele volta amnhã.

JY: Não se preocupe... Ele não fará mais nada, eu prometo. — Nunca mais ele vai te machucar, eu te garanto isso Hana.

HN: Sério?

JY: Claro, eu já menti para você.

HN: Não.

JY: Então... Confie em seu irmã, eu sei o que digo.

Cumprimentei minha mão com um abraço e um beijo e tivemos uma tarde muito divertida, ele estranhou meu cabelo vermelho e roupas pretas, mas achou bonito. Admito que estou irresistivel assim. A noite elas foram dormi e de manhã Hana foi para o colégo e minha mão foi fazer compras, estava no sofá esperando aquele homem.

AH (Aquele homem) — Ora, ora o que temos aqui.

JY: Chegou cedo, pensei que chegaria a noite.

AH: Tive alguns imprevistos... Você está bem diferente. — Me levantei e fiquei na sua frente.

JY: Sério? Como estou?

AH: Está muito mais gostoso... Não sabe como eu senti saudades de te foder garoto. — Me aproximei dele sensualemente, subi uma perna pelo seu corpo até a cintura e sussurei em seu ouvido.

JY: Está com saudades do meu gemido... Appa?

AH: Não me provoque muleque.

JY: E se eu provocar?

Ele me agarrou e me cumeu ali mesmo no sofá.

xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Quebra de tempo xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

Depois dele ter me fudido até não aguentar mais, fui até a mobilia da sala e peguei um pequeno objeto monstrando para ele.

JY: Você sabe o que é isso?

AH: Algum brinquedinho para a gente se diverti? — falou dando umsorriso debochado.

JY: É uma camêra. — O sorriso dele logo se desfez.

AH: Não brinque comigo muleque.

JY: Não estou brincando... Sabe onde essa camêra está conectada? — ele ficou calado — A casa de um amigo meu, que guardará esse momento com muito cuidado.

AH: O que?

JY: A parti de hoje, você não encostará nem mesmo um dedo em qualquer pessoa dessa casa, se não esse video será divulgado. O que você acha que dirão de um chefe de policia ser um pedofilo?

AH: Muleque irritante — Ele se levantou para me bater, mas nocaltiei ele facilmente.

JY: Eu não sou mais o mesmo muleque que você conhece. — Puxei seu cabelo para cima fazendo-o me encarar. — Escute bem o que vou te falar, se encostar um dedo em mim, na minha mãe ou irmã, além de te denunciar, eu acabo com sua raça.

Vi o medo estanpado na sua cara, tive aulas com o Rain de como meter medo e isso concerteza funcionou.

A parti daí nunca mais ele bateu ou abusou de mim, minha mãe e irmã acharam estranho, mas como estava bom assim, não questionaram. Quando entrei no ensino médio, Rain me botou nos seus négocios, não era que botasse minha vida em risco, mas era ilegal. Eu vendia drogas, identidades flasas e armamentos, mas não provei nada disso. Sol estava sempre ao meu lado como um grande aliado, apesar de ser um grande amigo, nós meio que mantiamos uma relação bem intima. Quando consegui dinheiro para uma casa e sustentar minha familia, nos mudamos e nossas vidas nunca foi tão boa. Lembro me dele implorando para que minha mãe não o deixasse, mas ela nem pensou duas vezes ao ir embora.

Ela não sabe como consegui o dinheiro, mas pedi que confiasse em mim e ela não reclamou e agora vivemos bem mais felizes.

Lembraças OFF

SL: JiYong quanto tempo vai ficar ai parado. — Estava no apartament de Sol, olhando-o cozinhar, como prometi o ensinei a ler e a escrever e ele me levou no cinema.

JY: Desculpe, mas você sabe que não sei cozinhar.

SL: Se não cozinhar vai ficar com fome.

JY: Como se você tivesse coragem de me deixar com fome.

SL: Me dê um bom motivo para não te deixar com fome.

Dei um sorriso sapeca e me aproximei sensualmente fazendo-o recuar, pulei em seu corpo entrelaçando minhas pernas na sua cintura e sussurei com uma voz rouca e sexy no seu ouvido.

JY: Por que se não, nunca mais abro minhas pernas para você.

SL: Esse é um bom motivo.

JY: Sabe Sol, eu tenho fome de outra coisa agora.

Sem demoras, ele me jogou na mesa e me deu um beijo desesperado e selvagem, ficou em cima do meu corpo esfregando nossas ereções me fazendo gemer entre o beijo, quando o ar fez falta ele começou a marca meu pescoço. Eu amo a boca desse moreno, ao invez de tirar minha blusa, ele a rasgou, mas pouco me importe. Aboncanhou um dos meu mamilos com a bouca e ficou brincando com o outro, deixou uma trilha de saliva pelo meu abdome até chegar no cox da calça, e como sempre rasgou minha calça. Acho que para ele é muito mais difil tirar a calça, se bem que eu gosto deste lado selvagem.

Massageou meu membro ainda coberto pela cueca e me beijou, um beijo insano cheio de desejo.

JY: Sol, não me provoque.

SL: Por que tantapressa JiYong? Nem parece que transamos feito loco a algumas horas atraz.

JY: Tenho culpa se é tão bom?

Ele começou a tirar suas roupas e em pouco segundos estava os dois nús em cima da mesa se beijando selvagemente. Ele roçou seu membro na minha entrada e me penetrou sem dó, eu adoro quando ele faz isso. No começo senti sor, mas com o tempo fui me acostumando e comecei a gostar somente assim, acho que virei masoquista. As estocadas eram violentas e profundas que me levavam ao extase total, em pouco tempo gozamos e tivemos que arrumar a bagunça para comer. Mesmo que isso acontessa entre ajente, nós não sentimos nada elém de uma forte amizade.

Mas o que eu não saiba é que esse felicidade logo acabaria.