Verdadeiro Amor - JuRol
69 Capítulo 69
Notas iniciais
No mês seguinte...
Na noite anterior ao seu casamento com Júnior, Carol estava em casa, extremamente ansiosa, sem conseguir dormir, sentada no sofá pensando em sua vida, enquanto Sofia dormia no quarto e Beto e Dani estavam com Clarita no cinema. Ela estava pensando onde Júnior estaria naquele momento, não sabia se os amigos dele haviam planejado uma despedida de solteiro ou se ele estava em casa, pois não havia avisado nada a ela. De repente a campainha tocou. Mesmo estranhando que alguém fosse a sua casa àquela hora da noite, ela foi abrir a porta e se deparou com Júnior:
C: Júnior? O que você está fazendo aqui?
J: Vim certificar que a Clarita não te levou pra uma despedida de solteira. Brincadeira... Eu vim te ver!
C: Você sabe que o noivo não pode ver a noiva no dia do casamento.
J: Eu prometo que vou embora antes da meia noite.
C: Tá bom, então entra.
Os dois se sentaram no sofá e ficaram se olhando:
C: O que foi?
J: Acho que eu nunca vou me cansar de olhar pra você. E vou morrer de saudades amanhã até a hora do nosso casamento.
Júnior acariciou o rosto de Carol e depois a beijou.
J: Nem acredito que finalmente vamos nos casar, depois de tudo que passamos!
C: Nem me fale! Parece um sonho! A gente já passou por tanta coisa.
J: Parecia que o mundo todo conspirava contra o nosso relacionamento, primeiro meu pai, depois minha tia, a Maria Cecília, a Eduarda...
C: A Andréia, o Fernando, o Arthur, até a Dani por um tempo!
J: Mas nosso amor prevaleceu.
C: Mesmo a gente brigando de vez em quando e você quase se casando com outra, nós nunca deixamos de nos amar.
J: Carol, eu sei que mesmo depois de casados, vamos nos desentender as vezes, vamos discordar um do outro em algumas coisas, mas nada que não possamos superar, porque eu te amo muito e nós vamos ficar juntos pra sempre!
C: Eu te amo tanto, Júnior. E mesmo se o mundo todo ficar contra nós dois, vamos enfrentar juntos e nosso amor vai durar para sempre, eu sei que vai.
Os dois se beijaram e sentiram o coração bater mais forte, uma felicidade interior e a certeza de que foram feitos um para o outro, o que acontecia toda vez que estavam juntos.
J: E pensar que aquele cara chato e aquela moça desastrada que se conheceram no elevador iriam acabar se amando!
C: Acho que no fundo, nós já sabíamos que isso ia acontecer.
Continua?
Fale com o autor