Notas iniciais
Bom dia, pessoas! Eu acordei cedo hoje, porque é dia das mães e é claro meu pai me acordou pra dar parabéns! Então, se você se esqueceu, não esqueça de dar parabéns para a SUA mãe também! Se você não gosta dela, ou não a tem mais, eu sinto muito mesmo! Se você não se importa com esse fato, ignore isso... Acho que eu devia ter colocado isso no começo, né?
AVISO: ESSE CAPÍTULO CONTÉM LEMON (é pois é...)

Quando o próprio Zoro começou a sentir sono, ele decidiu levar Luffy para dentro do navio. Afinal, Luffy poderia pegar um resfriado estando ali fora. Já Zoro nem se importava mais.

Chegou à parte de dentro do navio, com Luffy em seu colo, e percebeu que nem Robin nem Nami estavam dormindo em suas camas. Ele se perguntava o porquê quando viu um pequeno papel em cima da cama de Nami.

“Zoro,

Hoje eu e Robin não vamos dormir nas nossas camas. Pode usá-las como quiser. Só tome o cuidado de limpar tudo depois!

Nami e Robin.”

–O que será que elas acham que eu vou fazer...? – Disse com seu habitual tom irritado. Colocou Luffy deitado na cama de Nami e deitou-se na cama de Robin.

–Zoro...

Ao ouvir a voz de Luffy, o espadachim levantou-se e foi até o garoto. Luffy estava dormindo profundamente. Ou pelo menos aparentava estar.

–Luffy...? Você está dormindo?

Como Luffy não respondeu, Zoro virou-se para ir embora.

–Zoro... Não me deixe aqui... Sozinho...

Zoro suspirou e deitou-se ao lado de Luffy. O garoto se encostou no maior.

–Obrigado, Zoro. – Disse virando-se para encarar o outro.

–Oe, Oe... Você tava acordado?

–Mas é claro! Eu não consigo dormir com o Zoro por perto!

Zoro corou e abraçou Luffy.

–Nee, Zoro... O que a Nami quis dizer com aquele bilhete?

–N-nada... Luffy... – Respondeu corando cada vez mais.

O capitão olhava em seus olhos. Zoro sentia que Luffy podia enxergar através de todas as suas mentiras. Não que fosse difícil perceber que Zoro estava mentindo, mas como o mais novo era um idiota o espadachim acreditava que poderia livrar-se das perguntas inconvenientes sobre o bilhete de Nami.

–Zoro... Por que você está mentindo pra mim? – Disse Luffy em seu tom infantil.

Se Luffy soubesse o que aquilo fazia com seu espadachim, talvez tivesse ficado quieto. O garoto sentiu algo tocando suas partes íntimas.

–Oe, Zoro! Por que sua mão está aí? – Perguntou um pouco corado.

Viu Zoro atingir um tom de vermelho vibrante. Algum by Text-Enhance\">tempo depois percebeu que as duas mãos de Zoro estavam bem longe de sua calça.

Luffy levou uma de suas mãos até o que estava lhe tocando, e assim acabou por descobrir que era o membro de Zoro.

–Z-z-zoro...

–Luffy... Bem... – “Bem, ele é o Luffy... Provavelmente nem sabe o que é isso.” Pensou infeliz só de se imaginar tendo que explicar a Luffy o que estava sentindo. – Você sabe o que é is-

Ele foi interrompido quando Luffy, de repente, apertou com força seu membro, apesar da dor que sentiu, Zoro não poderia afirmar que foi de todo ruim.

–Zoro, você está excitado? Comigo?

Zoro corou. Ele não esperava que Luffy soubesse essas coisas.

–Mas é claro que é com você... Se eu dissesse que te amo, mas me excitasse com outra pessoa tendo você aqui... Assim... – Zoro olhou para Luffy que estava com o corpo encostado ao seu. – Enfim, ia ser estranho, não concorda?

–B-bem... Sim.

–Mas o mais importante é... Como você sabe disso?

–Ah... Essa é uma história meio... Constrangedora. – Disse Luffy desviando o olhar.

–E eu com isso? Pode contar, Luffy!

–Bem... Sabe... Tudo que eu sei sobre essas coisas foram Ace e Shanks que me ensinaram. Eu aprendi isso... Quando eu era criança... E vi o Ace se... – Ele corou. – Masturbando. Então eu perguntei pra ele o que ele estava fazendo e ele me contou.

–Entendi. Se você sabe disso, melhora muito minha situação. Agora com licença que eu tenho que ir ao banheiro... Acho que não preciso te explicar por que.

Zoro ia se levantar quando Luffy apertou seu membro novamente. O espadachim arfou.

–O que você está fazendo, Luffy?! – Perguntou nervoso, tentando se livrar das mãos do menor.

–Você bem que podia transar comigo pra se livrar disso... Assim nós dois podemos sentir prazer. – Sugeriu Luffy, mesmo que a ideia tivesse sido dele e o agradasse muito, ele não pôde deixar de corar e desviar os olhos de Zoro ao pronuncia-la. Afinal, não era nada fácil para ninguém dizer esse tipo de coisa em voz alta. Mesmo que a pessoa fosse um completo idiota, como Luffy.

–L-Luffy... Você... NÃO FALE ESSAS COISAS DE BRINCADEIRA! Depois eu perco o controle e você passa a me odiar!

–EU NÃO TO BRINCANDO, ZORO! NUNCA BRINCARIA COM UMA COISA DESSAS!

–E-e-ent-tão... Eu... Posso?

–Pode sim, Zoro.

Depois da confirmação, Zoro nem considerou mais o caso de Luffy estar apenas brincando. Até porque a situação em si não era aberta à brincadeiras de mal gosto como aquela. Isso se aquilo fosse uma brincadeira. É verdade que Luffy era um grande idiota, mais inocente que uma criança de 8 anos e o tipo de pessoa que não levava nada a sério, mas para aquele tipo de coisa... Ele não agia assim.

Naquele momento, o capitão falava muito sério. Apesar do medo que sentia, já que nunca havia feito nada parecido... Mal sabia ele que aquela seria a primeira vez de Zoro também. A última vez que o espadachim se apaixonara foi quando era apenas uma criança. Um amor platônico, que ele nunca considerou em hipótese alguma admitir.

Quando era apenas uma criança, Zoro era apaixonado por Kuina. A pessoa que era o extremo oposto de Luffy. Ele nunca cogitou a ideia de apaixonar-se novamente depois de Kuina morrer. Nunca imaginou que se apaixonaria por um homem. E mesmo depois de conhecer Luffy, nunca se imaginou apaixonado por ele.

Tinha certeza de que, se pudesse voltar no tempo e contar a si mesmo o que estava sentindo, ele não acreditaria em hipótese alguma. Mas agora que já estava apaixonado por Luffy, era tarde para tentar negar alguma coisa ou tentar mudar os próprios sentimentos. Luffy era o tipo de pessoa cativante, não importava a idiotice que ele fazia, ainda assim Zoro só o amaria mais e mais.

Luffy escondeu seus olhos com seu chapéu. Não conseguiria olhar para Zoro. O espadachim não gostou muito da ideia de não poder olhar para os olhos de Luffy. Sentou-se na cintura do garoto.

–Luffy... Tire o chapéu, com ele assim eu não consigo ver seus olhos...

–É por isso mesmo que ele tá assim.

Zoro deu um leve sorriso e retirou o chapéu de palha da cabeça de Luffy, colocando-o com cuidado no chão. Tudo muito devagar, considerando que aquele era o tesouro de Luffy e que o que menos queria era que o garoto sentisse ódio pela sua pessoa, por um segundo que fosse.

–Eu sei que ele é muito precioso pra você, mas só por um tempinho... Você poderia ficar sem ele? – Perguntou o espadachim apreensivo.

–E-eu... Ele pode ser precioso pra mim, mas você é muito mais precioso pra mim que meu chapéu. Eu só preferia que você não pudesse ver meus olhos, porque isso é muito constrangedor.

Zoro arregalou os olhos e corou violentamente. “Eu sou mais precioso pro Luffy que o chapéu?!” Pensava incrédulo. O garoto sempre dissera que seu maior tesouro era seu chapéu de palha, para dizer algo como aquilo para Zoro, o espadachim devia ser muito importante para si.

–Luffy...

–Zoro... Antes de qualquer coisa, talvez eu devesse te contar que... Eu te amo. Muito mesmo. Muito mais que tudo! Zoro, eu te amo mais até do que amo carne!

Zoro riu da declaração de Luffy. Não um riso debochado, mas o garoto não percebeu a diferença.

–QUAL É A GRAÇA, ZORO?! – Gritou, sentindo-se extremamente mal e tentando se livrar de Zoro que ainda estava sentado em cima de seu corpo.

–Ah, é mesmo! – Disse Zoro parecendo se lembrar de alguma coisa. – Me desculpe por ter rido. Eu esqueci que você não entenderia. Eu não estou rindo de nada engraçado. Estou rindo porque estou feliz. De um jeito estranho, você amar alguma coisa mais que carne é quase amar mais que tudo. Se bem que para pessoas normais, isso nem declaração de amor é.

–Ah... Entendi! Mas não é “quase” amar mais que tudo... Eu te amo mais que tudo, Zoro!

Zoro sorriu, aproximando seu rosto do rosto do menor.

–Que bom, Luffy.

–Você não vai me responder?

Zoro se fez a mesma pergunta e chegou à uma resposta muito divertida, só para ele mesmo.

–Vou, mas não agora. Se eu não te deixar curioso, você não vai nem ligar pra resposta.

–ZOROOOOO! EU QUERO SABER!

–Agora não, Luffy!

Zoro beijou a testa do garoto. E depois levou seus lábios à orelha dele.

–Eu posso mesmo continuar? – Sussurrou e depois mordeu levemente o lóbulo da orelha de Luffy, fazendo o coração do menor disparar.

–P-pode...

Zoro sorriu e lambeu a orelha de Luffy, levando sua boca até a de Luffy, deixando um rastro de saliva. Lambeu os lábios de Luffy

–Tem certeza? Não quero que faça algo e se arrependa depois...

–Tenho. O engraçado é que você fala essas coisas, mas não para em momento algum...

–Ah... Assim eu não me arrependo também...

Zoro deu um selinho nos lábios de Luffy e voltou a descer um pouco, alcançando o pescoço. Mordeu levemente aquela área, já que tinha decidido ser gentil e paciente com o garoto. Mas o gosto de Luffy era tão agradável, tão viciante, que o espadachim decidiu deixar essa história de gentil para mais tarde. Sugou a pele do mais novo com toda sua força.

A pele de Luffy era branca e sensível, por isso assumiu um tom vermelho com os toques de Zoro. Com certeza deixaria marca.

O espadachim lambeu toda a extensão do pescoço de Luffy, deixando algumas marcas fortes. Desceu um pouco sua boca e mordeu de leve a clavícula do moreno, enquanto com uma das mãos desabotoava a camisa dele.

Após desabotoar os botões, ele segurou Luffy pelo pescoço levantou-o um pouco, por isso teve facilidade para retirar a camisa do garoto. Voltou a deitar o menor na cama e olhou as partes do corpo que agora estavam à sua vista.

Como queria aquele corpo para si. Queria tanto... Há tanto tempo... A esse ponto já estava rezando que se aquilo fosse um sonho, ele queria morrer aquela noite mesmo. Assim não teria que encarar uma realidade onde Luffy não tivesse sentimento algum pela sua pessoa além da amizade.

Pousou um dos dedos sobre um dos mamilos de Luffy. Apertou levemente a área, só para conseguir assistir a reação do garoto. E não se arrependeu de ter feito isso.

–Zo...Ro. – Falou o moreno arfando. Luffy já estava bem corado antes, mas depois disso ficou ainda mais.

Até mesmo Zoro achava que estava torturando demais Luffy, mas ele nem ligava. Gostava do que estava fazendo e sabia que Luffy estava gostando mais ainda.

Levou seus lábios ao mamilo do menor e lambeu ao redor do local. Mordeu levemente a ponta arrancando suspiros de Luffy. Não conseguia deixar de sorrir ao ouvi-los e sorria ainda mais ao lembrar-se de que era ele quem estava causando-os.

Enquanto brincava com um dos mamilos usando a boca, apertava o outro suavemente com uma das mãos. Sentia os dois mamilos se eriçarem.

–Zoro-

Zoro mordeu o mamilo um pouco mais forte.

–Arg- Zoro!

–Foi mal... É só que é difícil resistir à você.

Luffy timidamente levou suas mãos à barra da camiseta de Zoro e puxou-a levemente, com vergonha de continuar e com medo de estar fazendo algo que desagradasse Zoro.

O maior sentou-se sobre os quadris de Luffy e olhou em seus olhos, fazendo o menor corar. Tirou a própria camiseta. O garoto levou uma de suas mãos à cicatriz que o Mihawk havia feito. Deslizou sua mão por toda a extensão da cicatriz.

–Zoro... Doeu?

–Sim... Mas tanto faz. Passado é passado! Vamos nos concentrar no presente e no futuro, Rei dos Piratas. No momento, o presente é o que mais viver.

Zoro levantou-se da cintura de Luffy e levou sua mão ao botão do short do garoto desabotoando-o. Voltou sua boca para a barriga de Luffy, lambendo-a até chegar ao zíper da roupa. Abriu-o com a boca e puxou o short junto com a cueca do menor.

Jogou ambas as peças no chão e olhou para o membro ereto de Luffy, que agora estava bem à sua frente.

Luffy sentou-se na cama e cobriu-se com o cobertor.

–Zo-zo-zoro!

–Luffy... Me desculpe... Eu acho que realmente era cedo demais pra você. – Disse preparando-se mentalmente para levantar-se e ir dormir.

–NÃO! Só acho que não é justo assim, você fazendo tudo e eu parado!

–Ah... Então é isso? Não precisa se preocupar, Luffy – Disse Zoro, engatinhando, até que seu rosto ficasse próximo do de Luffy. – Você fará sua parte logo!

Zoro delicadamente soltou as mãos de Luffy do cobertor e deitou-o novamente na cama, voltando à sua posição anterior, novamente de frente para o membro de Luffy.

Ele passou a língua por toda a extensão do membro.

–Ahnnnn... Zoro! – Gemeu Luffy, abrindo involuntariamente as pernas.

O espadachim colocou a glande na boca e chupou-a de leve, recebendo gemidos mais altos como resposta. Luffy mordia seu próprio lábio tão forte, para que não saíssem gemidos tão altos, que sentia gosto de sangue. Realmente havia mordido tão forte que seu lábio estava sangrando. Por isso teve que parar de morder e seus gemidos ficaram consideravelmente mais altos.

Isso só deixava Zoro feliz, nem ligava se os outros do bando estivessem ouvindo, eles provavelmente já sabiam que isso estava acontecendo mesmo.

O mais velho colocou quase todo o membro de Luffy em sua boca e começou a mover-se para frente e para trás, sentindo o pedaço de carne quase atingir sua garganta.

Usou uma de suas mãos para massagear os testículos de Luffy e começou a aumentar a velocidade gradativamente até que em certo ponto ouviu Luffy dizer:

–AHNNN, Zoro... Eu... Ahnn... Vou...

Nesse mesmo momento passou levemente os dentes pelo pênis de Luffy e voltou a deixar só a glande em sua boca, para depois sugá-la com força, fazendo com que o menor derramasse-se em sua boca.

Engoliu todo o líquido viscoso que pôde, ainda assim um filete acabou escapando e escorrendo pelo canto de sua boca. Impulsionou-se para conseguir ficar de cara a cara com Luffy e viu o sangue na boca do garoto. Em um primeiro momento ficou preocupado, mas depois pensou: “Esse é o Luffy, ele supera”.

Luffy levou uma de suas mãos ao pescoço de Zoro e puxou-o para baixo. Lambeu o filete de líquido que estava escorrendo pelo canto da boca do outro, assim provando de seu próprio gosto.

Zoro lambeu os lábios de Luffy para tirar o pouco de sangue que sobrara ali. Luffy já estava excitado novamente.

Logo separaram-se, pelo fato de suas ereções estarem se roçando e nenhum dos dois estar aguentando aquela provocação.

O maior levantou-se e tirou a própria calça, voltou a se deitar sobre Luffy e colocou-se entre suas pernas.

–Luffy... Vai doer. Você sabe disso, não é?

–Sei.

–Eu posso parar por aqui se quiser... – Disse Zoro, quase soando arrependido.

–NÃO! Zoroooo, continua, por favor.

Zoro deu de ombros e lambeu três de seus próprios dedos. Depois de deixá-los suficientemente molhados, levou sua cabeça à entrada de Luffy e lambeu-a também. Ouviu Luffy dar gemidos tão altos que quase chegava a gritar. Isso só se intensificou quando o espadachim adentrou Luffy, um pouco receoso, com sua língua.

Afastou-se do moreno e penetrou-o com um dedo. Por ser de borracha, Luffy não sentia muita dor com o que Zoro fazia. Começou a sentir-se incomodado quando o espadachim colocou o terceiro dedo e começou a mexê-los dentro de si.

Ouviu Zoro dar um longo suspiro.

–Me desculpe, Luffy... Tem que ser agora. – Disse posicionando seu membro na entrada de Luffy, ainda sem penetrá-lo.

Luffy assentiu com a cabeça e sentiu Zoro penetrando-o. Deu graças a “qualquer um” por ser de borracha. A qualquer um porque estava traumatizado com Deus, já que havia acabado de derrotar com Enel. Com certeza teria doído muito mais se não fosse.

Zoro acabou de penetrá-lo por completo deixando um gemido escapar de seus lábios. O interior de Luffy era tão quente, apertado... Tão gostoso.

–Zoro, se... Mexa! – Disse Luffy, pouco tempo depois.

Zoro nem conseguiu questionar alguma coisa, passou a mover-se lentamente no interior de Luffy, para depois gradativamente aumentar a velocidade.

Luffy praticamente gritava de prazer, enquanto o outro gemia baixo. Os gritos mais altos de Luffy, naquela noite, aconteceram quando Zoro atingiu sua próstata. A resistência dos rapazes permitiu que aguentassem mais um pouco, mas ainda assim não durou muito.

–AHNNNNN! ZOROO, EU VOU-

–E-eu... também...

Luffy gozou em cima de si mesmo e ainda sujou o abdome de Zoro, enquanto o espadachim preencheu o interior do capitão com seu prazer.

Deitaram-se exaustos, um ao lado do outro. Zoro abraçou a cintura de Luffy.

–Luffy... Nunca poderia haver... Uma coisa que eu amasse mais que você. – Disse Zoro, mordiscando levemente o ombro de Luffy. – Essa é minha resposta.

Luffy abriu um de seus grandes sorrisos inocentes e dormiu nos braços de Zoro.

Mais tarde, depois de já terem descansado, tomado banho e se vestido, os dois estavam arrumando a bagunça que deixaram na cama de Nami.

Quando estavam colocando os lençóis limpos, ouviram um grito. Saíram correndo e encontraram Chopper em meio às laranjeiras de Nami gritando:

–ENCONTREI! ENCONTREI!

Logo toda a tripulação se reuniu ali e Chopper revelou que encontrara o esconderijo secreto de Usopp.

–OE, USOPP! QUEM DEIXOU VOCÊ USAR AS PRECIOSAS LARANJEIRAS DA BELLEMERE-SAN PRA ISSO?! – Disse Nami batendo no garoto, enquanto Usopp brigava com Chopper.

Sanji aproximou-se de Luffy e Zoro, junto de Robin.

–Luffy, você não é muito silencioso, sabia? – Comentou, fazendo o garoto corar. – Mas, kuso marimo, você é um pervertido.

Zoro murmurou algum xingamento para Sanji e ia até começar uma luta, quando Luffy segurou sua mão e disse:

–PESSOAL! EU TENHO ALGO DE IMPORTANTE A DIZER!

Todos olharam para Luffy.

–Eu amo o Zoro! Mais que carne... Mais que tudo! E por mais que ele não vá responder na frente de todo mundo, ele também me ama mais que tudo! Alguém tem algum problema com isso?

Zoro corou com a fala de seu capitão, e apesar de Chopper e Usopp terem ficado muito surpresos com a notícia, ninguém alegou ter algo contra. Nami sorriu por um momento antes de voltar a brigar com Usopp, Sanji alegou já saber disso havia muito tempo.

Robin sorriu. Afinal, seu plano de fazê-los admitir que se amavam fora um sucesso.

Zoro fez sua habitual cara emburrada.

–Como não vou responder na frente de todos? Eu posso, se você pedir. – Disse olhando para o outro, atraindo a atenção de todos no navio e deixando a maioria, menos Robin, surpresos.

–Então diga! – Falou Luffy.

–Eu... Te amo... Mais que tudo.

Notas finais
OK... O Luffy ficou meio... err... Pervertido de repente, mas fazer o que, né... Ele queria muito isso. O final ficou bem meloso, mas eu gosto de finais assim, pelo menos deixa claro que eles não terminaram. Obrigada quem leu essa fic, porque esse foi o último capítulo!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!