Ven a bailar

8 Capítulo 8 – Rock and Roll


Capítulo 8 – Rock and Roll

Yo sé que hubo un tiempo
Que no había más preocupaciones
Que dejar volar la imaginación
Y aprender
Que si sopla el viento
Hay que acostumbrarse a los temores
Y dejarse ver
Para que nos lleve a otro lugar

Y eso fue lo que pasó
Me subí a mi sueño y aquí estoy
Tocando por la vida Rock & Roll

Oh oh oh oh
Ya nunca más voy a dudar
Oh oh oh oh
Después de tanto caminar
Oh oh oh oh
Ya tengo mi oportunidad
Oh oh oh oh
No hay nada que me ponga igual

Y si estás conmigo
Yo voy a escribirte mil canciones
Que te nombrarán
Así el mundo puede entender
Que sólo contigo
Puedo describir mis emociones
Y empezar a ser
Lo que ayer me pude imaginar

Y eso fue lo que pasó
Me subí a mi sueño y aqui estoy
Tocando por la vida Rock & Roll

Oh oh oh oh
Ya nunca más voy a dudar
Oh oh oh oh
Después de tanto caminar
Oh oh oh oh
Ya tengo mi oportunidad
Oh oh oh oh
No hay nada que me ponga igual

— Canta outra!! Canta outra!! – Os fãs gritavam alucinados.

Isa riu diante da animação deles. Era o último show daquela cidade, logo estariam viajando de novo. Cantariam mais uma música e então o show estaria encerrado.

— Muito bem, pessoal. Vocês voltam e cantam mais uma pra encerrar – Zafira disse animada quando eles voltavam ao palco, sobre gritos e aplausos.

— Quem aí gosta de dançar?! – Isa perguntou, ouvindo várias exclamações em resposta.

Mas ela não pode continuar. Todas as luzes se apagaram repentinamente e por instinto ela e Alex deram as mãos. Linda e Rey fizeram o mesmo. Olhavam em volta sem entender nem ver nada. Aquilo não estava nos planos. Os fãs continuavam animados, com certeza pensando que aquilo era parte do show, mas não era, e isso afligia todos que estavam em cima do palco.

— Zafira... – Isa chamou ao afastar o microfone – Isso tava planejado?

— Não, Isa. Estamos tentando descobrir o que houve antes que as pessoas percebam que não faz parte dos planos...

De repente um barulho auto de interferência sonora fez todos taparem os ouvidos e faíscas brilharam da escuridão, vindas dos telões. O público, finalmente percebendo que havia algo errado, começou a demonstrar sinais de pânico e no pouco que podia enxergar, Isa viu vários funcionários correndo pela casa de shows para abrir todas as saídas possíveis e evacuar as pessoas.

— Miisa, vocês tão bem?!

— Sim Gordinha, mas eu não tô te vendo. Cadê você?!

— Eu não tenho ideia de onde eu tô, Isa. Só que o Rey tá aqui comigo.

— Eu não enxergo nem minhas próprias mãos! – Rey falou alto para superar os gritos de pânico dos fãs que eram levados para fora.

— Venham, vocês têm que sair também! – Alguém falou perto deles – Já desconectamos os instrumentos e vamos cuidar deles e de todo o equipamento. Venham!

— Espera! Isa! Não separa a gente! – Alex pedia a seja lá quem os estivesse guiando para fora do palco, e segurou Isa com mais força contra ele.

— Tudo bem, Alex, vamos! – O ajudante respondeu.

Finalmente alguns acenderam lanternas e eles puderam ver que estavam prestes a descer as escadas do palco. Foram levados para fora o mais discretamente possível e dentro da van todos discutiam ao mesmo tempo, espantados e frustrados.

— Calma! Vamos falar sobre o que aconteceu! – Zafira pedia – Estamos bem ao lado de onde as pessoas estão se concentrando aqui fora. O dono da casa conversou com a gente e vão dar uma satisfação aos fãs nesse exato momento. Acho que devemos ouvir.

— Boa noite a todos – puderam ouvir alguém falando com um auto-falante – Eu quero pedir desculpas pelo inconveniente. Nós ainda não conseguimos descobrir o que aconteceu, mas já estamos investigando a todo vapor. Pedimos que fiquem atentos aos seus e-mails que cadastraram na compra de seus ingressos. Todos serão compensados. Novamente, pedimos desculpas por esse triste transtorno. A produção da Isa também lamenta esse incidente e pede para avisarmos que todos estão bem. Uma equipe médica estará aqui em pouco tempo caso alguém precise de ajuda. Boa noite.

A agitação dos fãs não diminuiu, especialmente quando uma equipe médica chegou junto com polícia e bombeiros.

— Zafira, não podemos deixar isso acabar assim – Isa dizia – Eles merecem outro show.

— Eu concordo, Isa, mas não podemos decidir nada agora. Temos que primeiro descobrir o que houve, então ter certeza que isso não vai afetar o restante da agenda pra marcar outro show de compensação. O melhor agora é voltarmos ao hotel e esperarmos notícias.

— Mas Zafira, eles não podem ir embora assim, tristinhos, frustrados e preocupados. Me deixa falar com eles pelo menos.

— Não sei se é uma boa ideia...

— Zafira, por favor. Eu acho que a Isa tem razão – Alex interveio – Ainda que a satisfação não deva ser dada por nós, eu acho que não tem nada mais tranqüilizador pra eles agora do que falar diretamente com a gente.

— Nisso eu concordo com o Alex – Rey falou.

— Eu também! Hum! – Linda insistiu.

— Tudo bem... – Zafira disse após longos segundos de reflexão – Mas vamos fazer uma barreira primeiro. É gente demais pra vocês aparecerem assim lá fora – ela disse saindo da van.

Alguns minutos depois, seguranças e funcionários separavam os fãs da entrada da casa, onde o grupo subiu em um dos patamares mais altos e Isa pegou o auto-falante.

— Boa noite, pessoal – ela disse, ouvindo gritos de alegria como resposta – Eu fico tão feliz em ouvir vocês! – Ela disse sinceramente – Mas agora o que nós queremos dizer é que estamos bem e esperamos que todos vocês estejam também. Se alguém precisar de ajuda tem uma equipe médica posicionada aqui, bem aqui ao lado pra ajudar quem precisar – ela apontou a direção correta, do lado oposto da van deles – Nós pedimos desculpas por termos que interromper o show assim e ainda não temos certeza de como vão ser as coisas, mas nós queremos sim compensar vocês e assim que possível vamos nos pronunciar pela internet.

Após Isa e o restante do grupo trocarem mais algumas palavras com os fãs e consolarem algumas crianças que choravam, decepcionadas ou assustadas, a multidão estava bem mais calma. Zafira levou todos de volta ao hotel, onde já tarde da noite, estavam todos frustrados e calados jogados nos sofás da recepção. Estavam tão hipnotizados que levaram alguns segundos para perceber que ninguém menos que Raul Clavati estava diante deles junto com Zafira.

— Clavati!! – Rey se ajeitou na cadeira, assustado – O que faz aqui?

— Boa noite, meninos, meninas... Eu vim às pressas quando a Zafira me contou tudo e falei pessoalmente com a polícia e o pessoal da casa.

— E então?! – Alex perguntou.

— Fomos mesmo sabotados? – Linda perguntou.

— Raul, a Marina...

— Calma, Isa. A Marina já sabe, mas recebeu bem a notícia. Ela e seus sobrinhos estão bem – ele sorriu para tranquilizá-la, vendo Isa suspirar em alívio – O que aconteceu... É que ninguém jamais esteve em risco lá dentro. Nunca houve um curto circuito ou faíscas, nada!

— O QUE?! – Os quatro exclamaram ao mesmo tempo.

— Isso mesmo, gente – Zafira confirmou com um aceno de cabeça.

— Foi tudo uma grande sabotagem. De alguma forma, alguém alterou as programações dos sistemas que controlavam as luzes pra que elas se apagassem naquele momento. Talvez um ataque cibernético ou algum problema técnico que não foi percebido, mas provavelmente um ataque já que tudo foi muito bem revisado. E quanto às faíscas... Nenhum de vocês ou das outras pessoas notou por causa do susto e da pressa em sair, mas as faíscas eram simplesmente um vídeo – Clavati explicou, nem ele parecia acreditar no que dizia – Isso mesmo, um vídeo com uma qualidade muito boa. Nenhum risco ou foco de incêndio, nem problemas nas instalações, nada. Foi só alguém mal intencionado que quis assustar todo mundo.

— Mas quem ia fazer uma coisa dessas? – Isa questionou.

— É isso que eu queria falar com você, Isa. Tem em mente alguém que tenha motivos pra fazer o que fez? Alguém com quem se desentendeu no passado?

— Mas a Isa nunca se desentendeu com ninguém, não assim pra coisa ficar tão grave – Alex disse – A não ser... A Cristina e a Catarina. E a Isa nunca fez nada, elas é que eram malucas.

— Mas... Depois de mais de três anos não tem sentido a Cristina e a Catarina voltarem atrás de você e fazerem isso – Clavati respondeu.

— A Cristina tudo bem – Isa pensou – Sabemos que ela tá trabalhando bem longe. Mas você deve saber que a Catarina apareceu lá perto do nosso prédio naquele dia.

— Realmente... Os meninos e o Marquinhos me contaram. Mas Isa é coincidência demais, e não tem lógica. A Catarina devia sair do colégio de diretoras direto pra algum trabalho. Acha mesmo que ela tem tanta raiva a ponto de te perseguir assim?

Os quatro assentiram positivamente com a cabeça. ”Ela é louca”, Linda disse sem falar realmente enquanto gesticulava girando um dedo ao lado da cabeça, e Isa concordava com ela.

— A polícia e o pessoal da casa estão fazendo todo o possível pra identificar algum suspeito. Vamos dar a descrição da Catarina e tentar identificar se ela comprou ingresso ou esteve lá. Mas não garanto que possamos encontrar, ela pode ter comprado no nome de outra pessoa ou com outra aparência.

— Em parte eu concordo com o Raul, meninos. Talvez isso da Catarina seja só um trauma de vocês. Mas vamos fazer o possível e ser discretos.

— Mas agora a boa notícia é – Clavati tornou a falar – Que já estabilizaram o sistema, ativaram novos recursos de segurança e depois de amanhã mesmo faremos um show de compensação. E melhor ainda, não vai afetar o restante da agenda de vocês.

Os quatros pularam de alegria, tentando ser moderados com o barulho por já ser muito tarde.

— Então vão dormir, é bom que descansem muito – Zafira disse os empurrando na direção das escadas.

Todos já estavam prontos para dormir quando as meninas abriram discretamente a porta do quarto, que ficava quase de frente para o quarto dos meninos, que fizeram o mesmo, e os quatro se olharam.

— Gente... – Isa começou – Vocês tão pensando o mesmo que eu?

— Eu acho que sim, Isa – Alex lhe disse.

— Também acho muita concidência isso acontecer justamente uns dias depois de sabermos que a Catarruína tá rondando a gente.

— É coincidência, Gordilinda – Rey a corrigiu docemente – Mas não acham que ela podia ter feito isso desde o primeiro show?

— Sei não, Rey... – Alex falou – A Catarina gosta de iludir e fechar com chave de ouro. Sabotar o último show é a cara dela. E eu tenho minhas dúvidas que a polícia vá pegá-la se foi ela mesmo.

— Eu também acho, Alex – Isa respondeu – Com certeza aquela Cataclísmica já jogou algum agente do crime cataclísmico organizado pra se dar mal no lugar dela sem conseguir provar nada. E se tudo acontecer de novo depois de amanhã, gente?! – Isa se angustiou.

Antes que qualquer um pudesse abrir a boca, os quatro checavam seus celulares com alertas de mensagens anônimas.

“Isso com certeza não vai acontecer. Vão dormir pelo amor de Deus! Zafira vindo no corredor.”

— O que?! – Exclamaram baixinho.

Em menos de dois segundos puderam ouvir os passos inconfundíveis de Zafira se aproximando ao longe.

— Amanhã a gente conversa melhor sobre essa mensagem e... Tudo – Isa cochichou – Boa noite meu Cuti cuti.

— Boa noite, minha Julietisa.

— Boa noite, topete do meu coração.

— Boa noite, minha Gordilinda.

Os quatro correram na velocidade da luz para suas camas, bem a tempo de uma desconfiada Zafira aparecer em frente as suas portas e não ver ninguém, nem ouvir nada.

— Ainda bem, foram mesmo dormir. Eu tô começando a virar babá desses quatro – ela reclamava enquanto ia embora.

Os quatro suspiraram aliviados em suas camas por não terem sido pegos e até acharam a situação engraçada. Isa checou o celular ao ouvir mais um alerta de mensagem e sorriu, respondendo um “Eu te amo” ao “Boa noite, minha flor” de Alex. Antes de dormir espiou a amiga gordinha que também sorria para o telefone.

— Ai, o Rey me mandou mensagem também. Ele disse “Boa noite, minha Linda mais linda do mundo” – ela riu – “Eu te amo, meu Galán” – ela respondeu – Amiga... – a gordinha se virou para o lado da cama de Isa – Tá tudo indo tão bem com nossos namorados, com os shows... Apesar do que houve hoje. Não podemos permitir que a Catarruína destrua tudo de novo.

— Não mesmo, Gordinha. Mas primeiro precisamos descobrir se é mesmo ela. Não temos provas.

— Espero que a polícia identifique logo esse saboteador das sabotagens! Hum!

— É sabotador, Gordinha. E é melhor a gente ir dormir de verdade antes que a Zafira resolva arrombar a porta pra verificar por si mesma.

— Tá bom. Boa noite, Miisa.

— Boa noite, Gordilinda.

— Tic tic tic, umaaá!

******

— Eu um dia disse e repito. A amargura de todos esses anos você vai me pagar mil vezes Isabela Pasquali! – Uma certa pessoa dizia para si mesma – E esse foi só o começo!! – Ela sorriu malvadamente.

— Você nem ficou pra ver o que aconteceu depois.

— Eu tinha que sair depressa, Valdo! Aquela pizzaiola parece ter uma força de segurança armada entre os fãs. Eles conhecem a minha cara, podiam arrancar meu disfarce. O importante é que tudo deu certo e nós estragamos o final do show da pizzaiola – ela riu.

— Você estragou. Eu só aceitei isso porque me aproximando de Isa Pasquali talvez eu possa me aproximar de Ágatha Montenegro. Sei que são boas amigas e se falam até hoje. Meu primo Vladimir não teve paciência pra aturar o lado alegre de Ágatha, mas ela é linda demais pra se perder assim. E ainda tem um lado gótico escondido bem lá no fundo, e se o que meu primo relatou da última vez que a viu for verdade, eu vou trazer a antiga Ágatha de volta! – Ele dizia empolgado.

— Mas pise em ovos, querido. E não pense que vai ser fácil, Ágatha está na Venezuela, mas não está aqui com a Isa. E se algum deles descobrir que você fez isso e que é você quem estará fazendo tudo mais daqui pra frente, pode dizer adeus à Ágatha e a sua reputação, porque se você naufragar, não pretendo afundar junto.

— Estou disposto a correr esse risco.

— O seu primo Vladimir sabe que você está aqui?

— Não. Ele continua enfiado nas sombras do colégio. Sabe que estou fora e bem longe, mas não onde ou porque.

— E é melhor que continue assim.

— Você quer que eu atrapalhe só com a Isa? Não seria conveniente deixá-la com raiva do namorado também? E talvez dos amigos?

— Deixa que disso cuido eu – ela sorriu maleficamente outra vez – E com os amigos nem precisamos nos preocupar. Se separarão naturalmente. Se separarmos os dois casaisinhos eles logo não farão mais turnês juntos e ainda que dois ou três continuem amiguinhos, cada um vai pra o seu lado! – Ela bateu palmas satisfeita com suas armações – E eu... Eu vou lutar pelo “meu” Alex – ela riu.

“Se mentira fosse coelho, a sua não seria o Pernalonga, amiga. Ha ha.”

— O que foi, que cara espantada é essa?

— Uma mensagem anônima estranha chegou no meu celular...

— “Eu não tenho a mínima ideia do que você quer, nem me interessa saber quem é, só digo que quem ri por último, ri melhor” – ela respondeu.

— Não pode ser aquela sua amiga que fazia isso no colégio...? Aquela modelo internacional... Ricalde?

— A Cristina?! Não é possível, eu tenho certeza que está trabalhando bem longe e como poderia saber do que estamos fazendo? É tudo culpa sua, Valdo! Deve ter deixado alguma brecha na segurança e alguém nos rastreou! Agora está brincando com a gente. Vai logo descobrir o que foi isso! E se for alguém das autoridades, dá um jeito de descobrir e cair fora bem depressa!

— Com calma, princesa. Eu sou um hacker, mas não sou um deus da internet.

— Não me chama de princesa!!! – Ela gritou jogando uma almofada nele.

******

— Olá, pessoal!! Bom dia a todos!! – Uma animada Isa falava para a câmera do quarto do hotel.

Estavam todos arrumados e reunidos no quarto das meninas. Isa estava a frente, com Alex, Linda e Rey em volta dela.

— Primeiro tornamos a dizer que todos nós estamos muito bem, e esperamos que todos vocês também estejam. Ainda não foi esclarecido tudo o que aconteceu, mas já está tudo bem e nós queremos convidar vocês pra se encontrarem com a gente de novo no show de amanhã, no mesmo local e horário! E quem não pode ir ao show de ontem, pode ir no de amanhã se quiser. Não esqueçam de verificar seus e-mails e nós esperamos vocês!

Ao final todos mandaram um beijo para os fãs e publicaram o vídeo no web site de Isa e da banda.

— Eu fico até nervoso de pensar em amanhã – Rey falou.

— Não fica assim, meu Rey. Temos que ter pensamento positivo. Vamos lá na cozinha do restaurante. Eu pedi pra eles me emprestarem um pouquinho do espaço pra eu fazer um bolinho pra você hoje – a gordinha sorriu, vendo Rey fazer o mesmo – Nos vemos depois pessoal – ela falou antes de sair junto com Rey.

— Espero que dê tu certo dessa vez – uma Isa entre ansiosa e angustiada dizia para Alex quando deram as mãos.

— Vai dar sim. Você vai ver – ele beijou as mãos da amada, vendo-a sorrir – Isa... Eu queria falar uma coisa com você.

— O que?

— É que... O que a gente conversou anteontem. Eu tava pensando... Que eu não queria passar mais nenhum segundo longe de você. E que quando essa turnê acabar, a gente podia...

— O que?! – Isa perguntava ansiosa e feliz.

Mas a conversa não continuou. O celular de Isa começou a tocar, eram Carminha, Jennifer, Antônio e Júlio, preocupadíssimos. Queriam saber detalhes sobre os acontecimentos da noite anterior. Isa encarou Alex, com um olhar que pedia desculpas.

— Tudo bem... A gente conversa depois, tá?

Ele beijou a testa da namorada e sentou-se numa das cadeiras da mesinha que havia ali, quando seu celular também tocou. Era Stela, com as mesmas preocupações de Carminha.

Notas finais
Sei que há leitores lendo. xD Espero que estejam gostando da história. Mas eu adoraria ver alguns comentários de vez em quando. Saber o que vocês estão achando, se têm sugestões, o que acham que acontecerá daqui para frente. Vocês não imaginam como a opinião de vocês é importante pra impulsionar a história. ♥