Enquanto a menina comia, Dmitri fazia perguntas. Seu nome, seus pais, de onde ela vinha. Mas ela era excelente em ignorá-las. Se não o encarasse com suspeita toda vez que ele falava, Dmitri pensaria que era surda.

— Não é mera opsimatia minha. Não posso ajudá-la sem saber essas coisas.

Ela baixou os olhos para o prato de caldo, hesitante, mas apenas continuou comendo.

Dmitri preparou um catre com algumas mantas para ela e voltou para a própria cama. Deitado de costas para o fogo, por fim, ouviu:

— Sveta.

Ele sorriu para si mesmo.

— Prazer conhecê-la. Tenha uma boa noite, Sveta.

Notas finais
Problema: a Dima: eu vo durmi