Vectors Of Life
1 Cap. 1 - Eu abdico da minha vida!
Arthur acabara de completar 16 anos, seus poucos amigos ligavam para parabeniza-lo, não haveriam festas nem presentes, pois este foi seu pedido. Era este dia, um sábado, um sábado triste e chuvoso, e o garoto estava deitado em sua cama ouvindo algumas musicas que havia, mais cedo, colocado em su velho e inseparavel MP4, quando sua mãe o chama:
– Arthur! Desça aqui!
– Estou descendo! — Grita o garoto em resposta.
Descendo, Arthur avistou sua mãe, sempre arrumada, com cabelos negros e olhos castanho claro, ela realmente chamava atenção pela sua beleza. Victória, segurava em suas mãos uma caixa, e disse:
– Acabou de chegar esta encomenda pra você.
Pegando a caixa ele indagou:
– Quem enviou?
– Não sei, é estranho, mas o remetente está em branco. — Responde Victória.
Curioso, o garoto abre a caixa. Dentro da mesma, havia um báu, entalhado em uma madeira muito semelhante a madeira de carvalho, porém, sua cor era escura, quase preta, na parte da frente do baú, uma inscrição em baixo relevo se destacava: “Yr wyf ildio'i fy mywyd” . Havia também, na caixa, um bilhete que dizia: “Arglwydd Arthur Gwynn, yr oeddech yn galw i'r frwydr gyntaf ar gyfer yr orsedd teyrnas Annwn, mae gennych dri diwrnod, bydd eich presenoldeb yn anhepgorol! ”
– Mas, que idioma é esse? — Pergunta o garoto à ninguém em especial.
– Nunca vi. — Diz Victória.
– Porque não procura na internet? — Sugere
– Boa ideia, farei isso agora mesmo. — Responde o aniversariante.
Mais que depressa Arthur subiu as escadas em direção ao seu quarto, chegando, ele liga o computador e vai com o cursor ao icone do navegador e abre-o com um duplo click, digitando na caixa de buscas a inscrição contida no báu, logo na primeira opção estava o link do Noogle tradutor, e abrindo, o garoto lê a tradução em baixo tom:
– Da minha vida eu abdico.
Imediatamente ouve-se um estalo, e o báu, que estava lacrado se abre, cautelosamente, Gwynn abriu-o:
– Uma carta?
Dentro do baú, havia uma carta, cujo tamanho se aproximava ao de uma carta de baralho comum, e ao centro da mesma, uma imagem, varias setas, de tamanhos e larguras diferentes saiam da parte inferior da carta, com movimentos verticais e/ou horizontais, e seguiam para nenhum lugar especifico, e em seu topo estava escrito: “Sagitarius Vector”, naquele exato instante, em um milesimo de segundo, uma daquelas setas saiu da carta, atravessando a cabeça do garoto.
Arthur acabara de completar 16 anos, seus poucos amigos ligavam para parabeniza-lo, não haveriam festas nem presentes, pois este foi seu pedido. Era este dia, um sábado, um sábado triste e chuvoso, e o garoto estava deitado em sua cama ouvindo algumas musicas que havia, mais cedo, colocado em su velho e inseparavel MP4, quando sua mãe o chama:
– Arthur! Desça aqui!
– Estou descendo! — Grita o garoto em resposta.
Descendo, Arthur avistou sua mãe, sempre arrumada, com cabelos negros e olhos castanho claro, ela realmente chamava atenção pela sua beleza. Victória, segurava em suas mãos uma caixa, e disse:
– Acabou de chegar esta encomenda pra você.
Pegando a caixa ele indagou:
– Quem enviou?
– Não sei, é estranho, mas o remetente está em branco. — Responde Victória.
Curioso, o garoto abre a caixa. Dentro da mesma, havia um báu, entalhado em uma madeira muito semelhante a madeira de carvalho, porém, sua cor era escura, quase preta, na parte da frente do baú, uma inscrição em baixo relevo se destacava: “Yr wyf ildio'i fy mywyd” . Havia também, na caixa, um bilhete que dizia: “Arglwydd Arthur Gwynn, yr oeddech yn galw i'r frwydr gyntaf ar gyfer yr orsedd teyrnas Annwn, mae gennych dri diwrnod, bydd eich presenoldeb yn anhepgorol! ”
– Mas, que idioma é esse? — Pergunta o garoto à ninguém em especial.
– Nunca vi. — Diz Victória.
– Porque não procura na internet? — Sugere.me
– Boa ideia, farei isso agora mesmo. — Responde o aniversariante.
Mais que depressa Arthur subiu as escadas em direção ao seu quarto, chegando, ele liga o computador e vai com o cursor ao icone do navegador e abre-o com um duplo click, digitando na caixa de buscas a inscrição contida no báu, logo na primeira opção estava o link do Noogle tradutor, e abrindo, o garoto lê a tradução em baixo tom:
– Da minha vida eu abdico.
Imediatamente ouve-se um estalo, e o báu, que estava lacrado se abre, cautelosamente, Gwynn abriu-o:
– Uma carta?
Dentro do baú, havia uma carta, cujo tamanho se aproximava ao de uma carta de baralho comum, e ao centro da mesma, uma imagem, varias setas, de tamanhos e larguras diferentes saiam da parte inferior da carta, com movimentos verticais e/ou horizontais, e seguiam para nenhum lugar especifico, e em seu topo estava escrito: “Sagitarius Vector”, naquele exato instante, em um milesimo de segundo, uma daquelas setas saiu da carta, atravessando a cabeça do garoto.
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