Vampiros e Uísque
4 Uma típica festa na casa dos Lockwood.
Notas iniciais
Eu gostei muito de escrever esse capítulo, principalmente uma parte que Bonnie... Ah leiam e descubram o que acontece hehe. Sem mais delongas, boa leitura c:
Mais uma das grandes festas dos Lockwood, que sempre abriam as portas para os cidadãos e faziam grandes eventos. E que na maioria das vezes, havia um melodrama de vampiros ou qualquer coisa sobrenatural.
Entrei na casa que já estava cheia de pessoas e outros seres.
Rapidamente, encontrei Stefan e Elena conversando. E também Klaus e Caroline que pareciam está discutindo. Andei pela casa, e encontrei a Delegada e a prefeita.
— Alaric, como vai? – A prefeita perguntou sorrindo.
— Ótimo – Disse como de costume – E a senhora?
— Ótima – Mentiu. Claro que não estava bem, acabara de descobrir que o seu filho era um hibrido.
— Prefeita! – Uma velha mulher loira disse abraçando a prefeita.
Aproveitei o momento para sai dali, e fui para os fundos.
— Ser não é o Caçador de Vampiros... – Disse Rebekah por trás do meu ombro.
— Como vai, vampira mais velha do mundo?
— Não sabe o quanto é indelicado chamar uma mulher de velha? — Disse passando os dedos em meu ombro. – Principalmente, uma mulher que pode matar — ló enquanto dorme.
Eu ri.
— Por que voltaram?
— Estávamos com saudade de Mystic Falls, principalmente meu irmão que tem uma queda pela aquela vampira loira sem graça – Bufou.
— Rebekah! – Damon exclamou – Quanto tempo! Parece que foi um século...
— Como vai, Damon?
— Estaria melhor se soubesse o que os Originais fazem aqui?
— Por que ninguém acredita que estávamos com saudade de Mystic Falls?
— Talvez por que seja mentira – Damon sorriu de lado – Os originais não são muito sinceros.
— Mas não estamos mentindo!
— Vocês viram a Elena? – Caroline perguntou olhando para mim, e logo viu que estávamos com Rebekah e olhou com desdém para ela – Oi Rebekah! – Abriu um sorriso falso.
— Como vai Caroline?
— Poderia está melhor... Onde está Elena? – Perguntou novamente para mim.
— Ela estava com o Stefan.
— Ótimo! – Disse nervosa, e saindo.
— Está pior que eu... – Comentou Rebekah.
— Chega de melodrama vampiresco, felizmente eu ainda sou humano. Então vou conversa com humanos normais – Disse me retirando.
— Boa sorte com isso! – Rebekah gritou.
Dei uma volta pela casa dos Lockwood procurando algum ser humano normal que eu pudesse conversar. Tirando pessoas extremamente chatas e tediosas, eu não havia ninguém, nem um humano normal para conversar. Na entrada encontrei Bonnie e Matt, juntos no carro. Os dois saíram juntos e entraram na casa. Matt foi junto com Tyler deixando Bonnie sozinha, ela ficava observando a pessoa e parecia um pouco constrangida por está lá. Sem hesita, fui até ela.
— Bonnie! – Exclamei me aproximando dela.
— Oi Ric – Murmurou tomando um gole de algo que estava na garrafa em sua mão – Festa agitada, hein!?
— Mais do que imagina – Ironizei — O que está bebendo?
— Vodca – Murmurou.
— Posso? – Perguntei esticando meu braço para pegar a garrafa.
Ela hesitou por dois segundos, mas logo me entregou.
— Cl-claro.
Bebi um gole.
— Que festa hein? – Damon disse exausto – O que está bebendo?
— Vodca – Disse.
— Me dê um pouco... – Disse pegando a garrafa da minha mão.
— Não Damon! – Bonnie exclamou – É muito forte pra você – Disse com um sorriso arteiro no rosto.
Damon olhou para ela com um certo desdém, e abriu um sorriso de lado. Ignorou o que Bonnie disse e bebeu a Vodca.
Assim que bebeu, ele cuspiu. E começou a torci.
— Verbena! – Disse fuzilando Bonnie com os olhos.
— Eu disse que era forte – Bonnie abriu um sorriso inocente no rosto.
Eu e Damon nós olhamos por alguns milésimos de segundos, fazendo a mesma pergunta ‘ porque Bonnie estava bebendo verbena?’ Sem hesita, Damon a segurou pelo braço e a levou para a sala da prefeita, eu o segui.
— Por que estava bebendo verbena? – Damon perguntou irritado.
— Com uma cidade cheia de vampiros, quem não beberia?
— Como você sabe... Ah é claro, bruxa!
— Bruxa? – Bonnie perguntou confusa.
— Sabemos que é uma bruxa, Bonnie – Disse sentando.
— Como vocês...? Ah, é claro, vampiro! – Imitou o Damon.
Damon revirou os olhos.
— No entanto, eu não sou bruxa... Eu era, mas como posso dizer...? Pedi os meus poderes.
— E como você sabia que eu sou um vampiro?
— Minha avó me contava várias histórias de terror sobre os irmãos Salvatore, e eu sempre achei que era lenda. Mas eu já era ciente sobre a existência de vampiros, e já sabia como me “proteger” de um, caso encontrasse... E já encontrei e matei alguns... Mas isso não vem ao caso... Eu só soube que você era realmente um vampiro, ontem... Quando tentou me hipnotizar... E eu pensei que o Ric também fosse...
— Eu? Por isso que me deixou beber a verbena?
— Eu só queria ter certeza... E é eu pensei. O seu anel é do tipo que os vampiros usavam para andar a luz do sol... – Comentou.
— A bruxinha sem poderes sabe demais...
- É...? – Bonnie perguntou – Acha que eu darei com a língua entre os dentes?
- Sim, acho...
— Você acha Ric?
— Não... – Falei automaticamente – Damon, Bonnie não falará nada... Não precisa se preocupa...
— Espero que não... Mas se caso acontece, eu te mato – Ameaçou.
Meu corpo estremeceu um pouco. Vê Damon ameaçando Bonnie, foi aterrorizante. Uma enorme vontade de pegar uma estaca e enfiar no coração dele, me dominou. Mais espantoso ainda foi eu me sentir assim, querer matar o meu melhor amigo, por causa de uma garota que mal conheci. Percebi o quanto Bonnie tinha poder sobre mim.
Fale com o autor