Notas iniciais
Desculpa a demora, eu estava sem tempo e só tive inspiração hoje, e voltei com tudo uahsha.

Estava na casa dos Gilbert assistindo o jogo de Beisebol com Jeremy; Elena estava na cozinha preparando o jantar. Damon entrou e nos saudou.

— Pode entrar – Jeremy disse sarcasticamente.

— O que faz aqui Damon? – Elena perguntou.

— Tenho assuntos com o Ric...

— Comigo?

— É, esqueceu? O anel – Fez uma careca.

— Que anel? – Elena perguntou.

— Nada que lhe interesse! – Damon disse rigidamente.

Elena revirou os olhos, deu de ombros e voltou para a cozinha. Damon e eu fomos para a varanda.

— Aqui está! – Damon me entregou uma caixinha preta de veludo.

Abri e deslumbrei o anel com uma pequena pedra azulada. Bonnie com certeza amaria.

— É lindo – Murmurei.

— Pare de ser gay! – Damon resmungou. – Só que tem um problema, não sei se o anel é 100% confiável... Como você sabe, Bonnie era uma bruxa, um ser sobrenatural... E o anel não funciona em seres sobrenaturais...

-Compreendo – Murmurei. – Mas é um risco a ser toma... E afinal, esse anel... É mais que uma precaução... É um modo de dizer que a amo... – Desabafei sem querer.

Damon me fitou, e disse em um tom fanfarrão:

— Gaaaay!

Revirei os olhos.

— Obrigado pelo anel!

— Não por isso...

Damon e eu entramos novamente na casa, e assistimos ao jogo de Basquete. Assim que acabou fui para o meu apartamento.

*Uma semana depois.

Há um bom tempo eu tentava dar o anel para Bonnie. Mas eu não conseguia. Tenho que admiti que tenho um certo medo que ela me rejeite. Acho que seria o meu fim, se caso ela me rejeitasse.

Eram duas horas da tarde de um sábado ensolarado, eu estava em casa com All My Life do Foo Fighters no ultimo volume, eu cantava loucamente preparando meu macarrão instantâneo. Até que alguém bateu na porta. Bufei; desliguei o som, abaixei um pouco o fogo e fui atender á porta. Não liguei por está apenas usando uma calça jeans, afinal, ninguém me incomodaria no meu apartamento, apenas o Damon.

Abri a porta, e me surpreendi.

— Bonnie?

— Oi ursão – Disse me abraçando.

— Oi – Disse ainda surpreso – Como soube que eu moro aqui? – Eu nunca havia trazido ela aqui, e nem falado onde morava.

— Cheguei em má hora?

— Não, claro que não... E que eu não sabia que você sabia que eu morava aqui.

— E que você não atendeu o celular e seu telefone está fora de serviço; ai eu fiquei preocupada e perguntei pro Damon – Sorriu meigamente.

E ficou me olhando, esperando que eu a convidasse para entrar.

— Ah, entre... E não repare a bagunça...

Fechei a porta atrás dela.

Ela ficou observando o apartamento e eu, tentando, arrumar o apartamento, que estava realmente bagunçando. Roupas jogadas pelo chão, papeladas – trabalhos escolares, provas e documentos históricos espalhados em cima da minha mesa – junto com copos de café usados.

— Nem reparei – Ironizou. – O que está fazendo?

— Miojo – Respondi voltando ao fogo.

— Alaric Saltzman coma algo descente... Miojo não enche barriga! – Disso como se fosse minha mãe.

— Desculpa mamãe – Ironizei.

— Veremos o que temos aqui – Disse abrindo a geladeira e virou-se para me olhar assim que viu o que tinha – Sério, Ric? – Perguntou mais brincalhona do que indignada – Hm, uma dúzia de cerveja, dois ovos e a metade de um limão... Ah, e um tomate podre – Disse pegando-o e fazendo uma careta. – É melhor comer o miojo mesmo – Riu.

Gargalhei alto e concordei.

Sentamos no sofá, e liguei a televisão. Bonnie não quis comer – então, apenas sentou se ao meu lado com a cabeça encostada no meu ombro. Passei os canais, e parei no SPORTV, estava passando futebol, Barcelona v.s Madri – Clássico! Bonnie não protestou, assistiu o jogo junto comigo e torceu pro Barcelona junto comigo também.

Assim que terminei de comer, fiquei sentado abraçadinho com Bonnie. Estava tudo perfeito! E percebi, que por mais que não fosse romântico, estávamos ali juntos... Era a hora de eu dar o anel para ela.

Peguei o anel e coloquei no meu bolso, e sentei-se novamente ao lado dela. Quando deu o intervalo do jogo, disse normalmente:

— Eu acho que te amo...

Ela me olhou, surpresa. E abriu um largo sorriso.

— Eu nunca fui... Bem, um cara romântico... – Confessei — E é meio complicado para mim, demonstrar os meus sentimentos... E, eu... Queria lhe dar esse anel – Mostrei o anel para ela – Como prova do meu amor... Enquanto você usar esse anel, sempre terá uma esperança para nós dois.

Bonnie estava com os olhos cheios d’gua, fazendo esforço para não chorar.

Ela me abraçou forte e murmurou no meu ouvido:

— É linda, Ric... Eu... Eu te amo muito.

Eu abri um sorriso, e coloquei o anel em seu dedo.

Ela sorriu e beijou-me, apaixonadamente.

Respondi o beijo.

Nossas línguas batalhavam, numa sintonia perfeita. Ela segurou minha nuca, e eu passei as mãos em suas costas. Sem ao menos percebemos, já estávamos em pé, despido-se. Bonnie tirou vestido que estava usando, ficando apenas de roupa intima preta, e tirei apenas minha calça ficando de cueca box. Fomos para a minha cama, e nós beijamos mais. Beijei o corpo dela inteiro, dos pés a cabeça. Ela beijou meu pescoço e o chupou. Finalmente, fiquei por cima dela e tirei sua calcinha, a penetrei, com movimentos lentos – a ouvi geme meu nome, uma ou duas vezes – e depois fiz movimentos mais rápidos. Nossas mãos estavam entrelaçadas, e eu a fitava maravilhado. Chegamos ao ápice juntos. Deitei ao seu lado, e a abracei.

- Eu te amo, ursão

- Eu te amo Bonnie.

Notas finais
Eu sei, eu sei... Cena de sexo uma merda né? Mas eu nunca escrevi uma. Eu já li várias, mas não conseguir fazer uma mais aprofundada. Mas logo logo pego o jeito, e teremos cenas melhores.