Vampiro de Londres
4 Uma nova esperança...
Notas iniciais
ate que minha imaginação serve pra algumas coisa...
proximo cap ate final de semana que vem desculpem a demora ok... É que tive so festa esse findi ai fiquei sem tempo de escrever, obrigadoh por lerem o/ espero que gostem.
Estava na hora de começar uma nova vida, vampiro ou não eu ainda estava vivo. E ainda tinha um objetivo: lutar, lutar para que nenhuma vida mais seja destruida como a minha foi.
Eu queria começar do zero, ter uma familia, enfim sai do esgoto e com o dinheiro que me restava que peguei quando sai de casa, comprei novas roupas e tentei achar um lugar para ficar. Não tinha muito o que fazer estava com pouco dinheiro precisava arrumar um emprego noturno em alguma boate como barmen ou segurança, algo assim, era a unica opição que eu conseguia pensar nesse momento.
Depois de uma semana, vivendo a minha nova vida, conheci uma mulher chamada Alexis. Ela era linda, com um olhar penetrante que me lembrava algo, mas não conseguia distinguir o que era, quase a minha altura poucos centimetros mais baixa, cabelos pretos como a noite, uma pele branca que dava um destaque lindo com seus olhos negros, seus labios eram finos mais muito bem desenhados pintados com um leve tom de vermelho sangue, sim corpo com curvas insinuantes, magra, vestindo um vestido justo vermelho sangue que deixava boa parte do seu seio amostra com aquele decote.
Eu a conheci em uma festa, na boate Cripty onde eu trabalhava. Depois de conhece-la melhor, resolvemos ir para um lugar mais calmo então ela me convidou para conhecer sua casa.
Chegando lá ela me beijou loucamente, me levando para o quarto, tirou minhas roupas, logo após descobri que ela era uma vampira. Quando ela tentou me morder mostrei minhas presas e a empurei, depois de algum tempo com ela me olhando com cara de medo acocada proxima a parede eu me aproximei.
— Não vou te machucar ok? não precisa ter medo de mim...
Enfim achei alguém que poderia viver ao meu lado. Também descobri que aquela boate era um ponto de encontro para digamos criaturas noturnas como ela dizia. Ou no meu vocabulario vampiros mas não sei se ela se referia a mais algum ser da noite.
Ficamos juntos, começamos a namorar, casei me com ela, me acostumei com o fato de matar pessoas. Eramos uma otima dupla, ela seduzia os homens e eu os matava, sedutura e fatal, a mulher na qual todo o homen se rendia a seus encantos.
Nós começamos a não só nos alimentar, mas também a procurar pessoas ricas, que constituiram fortuna digamos de formas duvidosas, começamos a roubar usando a ganancia delas contra elas mesmas. Queriamos fama, prestigio, uma casa, riqueza, queriamos tudo que o mundo podia nos oferecer.
Um dia sem querer descobri um segredo sobre meu sangue, eu e Alexis estavamos brincando e ela me arranhou e uma gota do meu sangue caiu em sua boca, o sangue de vampiro mataria outro vampiro, me desesperei comecei a chorar como nunca chorei antes, ela ficou de cama, muito mal com febre alta e dores de cabeças, vampiros nunca ficam doente tem uma alta imunidade, comecei a estranhar depois de dois dias a febre começou a passar ela começou a recuperar a coloraçao normal de uma pele humana, seus olhos voltaram a ter um tom castanho claro,e perderam o brilho, enfim percebemos que ela havia voltado a ser humana.
— Amor o que aconteceu? Eu voltei a ser humana, não quero ficar assim me transforme em vampira, por favor quero estar ao seu lado para sempre e não ter q te ver eternamente jovem esperando pela minha morte como uma velha senil.
— Se acalme Alexis, tudo vai voltar ao normal, vamus tentar não sei ainda quais os efeitos que o meu sangue pode causar ao te transformar em vampira ok? Quer tentar mesmo assim?
— Quero, vamos. Se tudo falhar e eu morrer quero que siga sua vida, mas se lembre de mim em seu coração.
Naquele momento ela me beijou como nunca havia beijado antes, era uma despedida com uma pontinha de esperança que poderia nos fazer felizes para sempre.
Nesse instante eu peguei a faca que estava proxima a mesa da cozinha e dei um pequeno corte em minha mão, deixando algumas gotas de sangue cair em sua boca, ela desmaiou, eu a peguei no colo e a coloquei na cama esperando algum resultado ela se contorcia e gritava a noite, mas não despertava fiquei esperando por dois dias até ela acordar e poder ver que havia dado certo minha amada voltara a ser vampira. Precisavamos guardar em segredo este fato sobre meu sangue, senão seriamos perseguidos pelos vampiros de toda a europa.
Nós iamos a jantares da sociedade e escolhiamos a nossa vitima, digamos que funcionava mais ou menos assim, Alexis escolhia e o seduzia, levava-o para casa e colocava uma gota de sangue em seu rum ou seu whisky, isso os transformava em vampiros depois apareciamos oferecendo a cura por algum montante em dinheiro, e dai desapareciamos por algum tempo e ele simplesmente aparecia morto, eu juro que não tinha nada a ver com isso, hahaha mintirinha. Alguns eu até sentia pena e oferecia a cura verdadeira, meu sangue.
Começamos a ficar conhecidos pelos vampiros como o casal Sanguinaire (sanguinario). Começamos a acumular uma fortuna de aproximadamente 27 milhões de dolares, era pouco mais estavamos começando. Compramos uma casa simples em um bairro nobre de paris pagamos pouco mais de 12 milhões, como eu disse era uma casa simples, com 22 comodos, píscina, quadra de tenis, salão de festas, ah enfim depois de tanto trabalho duro, acho q eu e Alexis mereciamos desfutrar de uma vida calma.
Alexis depois de 1 anos engravidou, e eu enfim tive a chance de recomeçar minha vida com minha filha na qual deu o nome de Alessa, nascida vampira, criada para matar e aproveitar tudo que a vida poderia oferecer a ela. Seus olhos tinham um tom diferente Alessa tinha os olhos cor violeta, cabelos tao negros como os da mãe, logo que ela nasceu eu chorei de felicidade e tristeza ao mesmo tempo me lembrando de Juliane, ninguém sabia sobre meu passado e o manteria preso para sempre somente em minhas lembranças.
Não queria que minha filha cometesse o mesmo erro que eu, me escondendo, temendo a mim mesmo. Eu havia matado minha familia, mas ela não havia nada do que se culpar.
Ensinei então a ela desde pequena todos os segredos que havia aprendido sobre nossa existencia. Desde como matar um vampiro até como transformar uma pessoa em um.
Eu, Alexis e Alessa eramos uma familia, eramos ricos, respeitados, e temidos. Conhecidos em todo Londres como a familia Sanglant, não deixaria ninguém machucar minha pequena Alessa.
Fale com o autor