Vampires: The Darkness
1 O inicio do fim
“A escuridão sempre equivale ao mal, assim como a luz sempre equivale ao bem”
Era uma noite fria e escura, o vento soprava forte e balançava os cabelos negros de uma jovem mulher. Havia um forte cheiro de peixe no ar e não havia mais ninguém nas docas de Norfolk na Inglaterra, apenas ela. Sua pele era branca como a lua, seus olhos negros e sem brilho.
Seu nome era Kate McKellen, tinha 27 anos e nenhum motivo para viver.
Algumas lágrimas rolaram por seu rosto, brilhando com a luz da lua, e Kate pensava em tudo que havia acontecido com ela desde sua infância. Ela morava com os pais e as duas irmãs mais novas, Katlyn e Emmy, Katlyn tinha 10 anos e Emmy 7. Seu pai era muito rico e influente na cidade, mas ele bebia muito e batia na mulher e nas filhas. A mãe de Kate morreu quando ela tinha apenas 12 anos, e Kate teve que cuidar da casa, das irmãs e do pai, que após a morte da mulher se tornou ainda mais agressivo, principalmente com a filha mais velha.
Quando fez 15 anos, Kate e as irmãs comemoravam sozinhas em casa enquanto o pai não chegava do banco, onde trabalhava ocupando um cargo muito importante, mas quando o relógio da torre da cidade bateu meia-noite, o pai das garotas chegou. Ele estava mais bêbado do que de costume e estava molhado por causa da chuva. Mandou então as duas filhas mais novas dormir, elas hesitaram, chorando por ter que deixar Kate sozinha; sabiam que o pai iria bater nela, mas a mais velha convenceu as duas a subirem para o quarto, não queria que elas também apanhassem.
Kate ficou sozinha com o pai que a arrastou para o quarto. Ele a olhava de uma forma diferente. Todas as vezes que batia em Kate, ele a olhava com ódio e dizia que ela merecia apanhar, sem se quer explicar o motivo. Porém agora seu olhar não era o mesmo, ele se aproximava da filha dizendo que ela se parecia muito com a mãe e que ele sentia falta da mulher.
O homem agarrara-se ao corpo de Kate violentamente, arrancando suas roupas com extrema rapidez. Ela tentava escapar, mas não tinha força suficiente para isso; seu pai a jogou na cama de bruços e quando ela tentou fugir sentiu o peso do corpo maior sobre o seu. Ele lambia e beijava seu pescoço e costas, fazendo-a sentir nojo do pai. Pedia para que ele parasse, contudo suas suplicas eram inúteis e ela sentia um volume incomodo entre suas pernas. Finalmente ele saiu de cima da filha e começou a tirar suas roupas que exalavam um forte cheiro de álcool.
Kate tentou correr até a porta do quarto, porém foi segurada pelos cabelos sem nenhuma delicadeza, seu pai a abraçou por trás, explorando cada pedaço de seu corpo com aquelas mãos imundas. Ele a jogou na cama novamente e se aproximou com seu membro enrijecido, deitando-se sobre a filha, abrindo as suas pernas e se encaixando entre elas. Ele a invadia com força, Kate gritava, porém o pai ignorava seus pedidos, até que batidas na porta fizeram com que ele parasse: As duas filhas ouviram os gritos da irmã e estavam muito assustadas.
O homem deu um forte tapa no rosto de Kate, dizendo que se ela gritasse mais uma vez ele faria o mesmo com as duas mais novas. A garota não podia imaginar suas irmãs sofrendo daquele jeito e então segurou o choro, virou a cabeça para o lado e fechou os olhos, apertando-os com força, esperando que tudo aquilo parasse.
Seu pai gritou com as mais novas, mandando-as para o quarto e voltou sua atenção para Kate. Ele segurava os braços da filha com força, lambia e mordia seus seios com cobiça. Voltou a invadi-la sem piedade alguma, enquanto ela chorava baixinho. A dor era tanta que Kate achou que morreria enquanto sentia o membro de seu pai investindo dentro dela com brutalidade. Ela desejava morrer, assim tudo acabaria logo, mas não acabou e para ela parecia que aquele momento de sofrimento seria eterno.
Fale com o autor