Vampire Host Club

10 10ª Lição: Dia dificil? Imagina... (Parte 3)


Notas iniciais
Olá! finalmente a ultima parte desse dia conturbado de yuuki, kaname e outros-qq
yuuki narra^^
boa leitura^^

(Yuuki)

Depois de ter comido minha maça que havia escondido naquele vestido de pregas, deitei na grama um pouco molhadinha da geada e fiquei lá... Tentando cochilar, mas era impossível com as risadinhas irritantes daqueles dois babacas!

-Aff, esses bakas... – murmurei sozinha. Do nada, ouço só alguém caindo na grama. Fudeu, eles estão se beijando! Olhei de canto da árvore e vi que não era um beijo, e sim que Kaname estava descontrolado! – droga...

Só via as presas e Kaname indo em direção do pescoço de Sara, que por mais estranho, estava MUITO calma, MESMO!

-KANAME! – gritei, o segurando por trás. Ele nem se moveu e vi que Sara fez uma cara feia. Só vi Kaname com olhos vermelhos, flamejando sede por sangue e me empurrou forte, que voei uns dois metros.

Droga... O que fazer?! Já sei!

-ZEROOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!!! – gritei o mais alto que pude. Tentei ir segurar Kaname para não ser tarde, mas só vi um vulto segurando Kaname pela gola do pescoço.

-Tsc tsc... Menino mal... – era Zero, sendo bem malicioso em suas palavras, mas parecia irritado. Ele só olhou Kaname, que desmaiou no ato. Fiquei estática. Ele me olhou por trás e riu, vindo até mim. Eu deveria estar vermelha.

-Q-Que rápido você veio! – falei inocente, ele riu.

-Você gritou como uma gralha e achei estranho e vim devagar, só para sua informação! – ele respondeu ríspido. Fiquei emburrada, mas ele me levantou rapidamente. Olhei para Sara que ainda estava deitada no chão.

-AH! Será que Kaname a mordeu e á matou?! – fiquei assustada. Zero riu novamente.

-Se bem que você não iria sentir falta... E nem eu. Mas por sorte, ela está viva, só desmaiou de nervoso... – Zero falou num tom bem... Sarcástico e fomos ver ela, que estava de olhos fechados.

-Cadê Kaname?! – perguntei mais nervosa. Ele havia sumido?

-Ali, encostado na árvore. Ele anda com muita sede hein... – Zero ficou pensativo e olhando Sara, ele riu vitorioso. – claaaro que ele estava descontrolado, Sara se corou e deixou seu sangue praticamente á mostra. É como doce parta criança! – ele filosofou.

-KANAME! – gritei, indo a sua direção. – Kaname, está tudo bem, hein? – falei preocupada, tentando fazê-lo acordar. Ele foi abrindo os olhos, recobrando sua consciência. – ufa... Está tudo... Ah! – só o senti tentando voar no meu pescoço, mas fui protegida por um braço, que sofreu as conseqüências.

Olhei para cima e vi que era Zero, com uma cara de dor tremenda.

-Filho da P... Deixa pra lá... – erro quase falou algo bem feio. – vê se toma mais cuidado tábua, ele acabou de sair de um momento difícil para um vampiro.

-Z-Zero... – falei corada. Ele me protegeu! Então depois de alguns segundos, Kaname se afastou do braço machucado de Zero e encostou-se à árvore. Ele estava arfando, com sua boca ensangüentada. Não era uma cena muito interessante de se ver.

O nada, Zero me solta e faz-me cair com a cabeça na grama.

-AI! – reclamei da dor. Ouvi uma risada abafada. Levantei o olhei Zero que já não estava mais entre nós.

-Y-Yuuki...? – Kaname falava sem fôlego.

-K-KANAME! – falei aliciada. – você está bem? Tá doendo algo? – perguntei sem ponto nem vírgula. Ele riu.

-N-Não, está tudo bem... Mas se não fosse você e o cavaleiro alado do Zero, você e Sara estariam fritas comigo... Desculpe... – Kaname se culpou. Sorri meio amarga, mas ajudei-o a levantar.

-É! Você tem que ter mais... Autocontrole Kaname! – reclamei, ele bufou alto. – m-mas... Se quiser ajuda, posso lhe ar meu sangue... – do nada ele se afasta bruscamente de mim, fazendo cara do ódio.

-Você está louca?! Nunca! Yuuki, nunca vou tocar em você, prometo! – Kaname se rebelou do nada, fazendo minha cara ficar roxa de vergonha.

-Não prometa o eu não pode ser comprido Kaname-san. – ouvimos uma voz atrás de nós. Era Aidou e os outros.

-U-Ué? E as clientes? – perguntei.

-Nós falamos que precisávamos fazer uma coisa e elas foram embora... Fiquem tranqüilos... – Shiki explicou. Respirei aliviada. Olhei para o chão e vi que Sara ainda estava lá.

-AH! E o que faremos com Sara? – perguntei.

-Aidou e Kain a levaram para casa e apagaram suas memórias de hoje! – Takuma explicou.

-Ah... – fiquei mais aliviada ainda.

-Bem, vocês devem estar exaustos não? – Takuma perguntou. Eu e Kaname assentimos totalmente desmelinguidos. – podem ir para casa, nós cuidamos de tudo e... Yuuki, obrigado pela sua coragem hoje! – Takuma sorriu, me deixando sem jeito.

-D-De nada... – falei meio sorridente.

-Eu a levo. – Zero falou já me pegando pelo braço.

-HÃ? – falei sozinha.

-Takuma, leve Kaname para a casa dele. – Zero ordenou e Takuma assentiu.

-E-Ei, não quero ir com você! – reclamei. Ele nem olhou no meu rosto.

-Não deveria reclamar das caronas sabia? Um dia você irá precisar! – ele respondeu frio. Fiquei emburrada, não adiantada ir contra a corrente.

Ele me pôs no banco da frente de seu carro Veloster da Hyundai preto e entrou com tudo no banco do motorista. Ele começou a dirigir e ficamos em silêncio.

-E-Ei... – quebrei aquele silêncio. – por que está sendo legal comigo...? – perguntei ingênua. Mas eu não sabia mesmo o motivo, ainda mais vindo do Zero. Ele ficou mudo e eu sem resposta.

-Chegamos. – ele falou, parando o carro na frente de minha casa. Fiquei parada. – não vai sair? Tenho muitas coisas a fazer! – ele reclamou quase me dando um chute na bunda. Olhei seu braço que ainda estava ferido.

-Ei, seu braço ainda esta ferido! – falei preocupada. Ele bufou.

-Ele cicatriza sozinho... – ele respondeu irritado. Bufei.

-Venha comigo, agora! – mandei.

-Por quê? – ele perguntou presunçoso.

-Porque sim oras! Venha! – retruquei o empurrando do carro. Ele cedeu mesmo muito irritado.

Entramos em casa, que estava vazio. O diretor deveria estar no colégio e não tínhamos empregadas porque eu me virava sozinha, então, por mais desconfortável, estávamos sozinhos.

-Hey, o que pretende fazer comigo sua tarada? – Zero brincou malicioso. Nada respondi. Segurei sua mão e o puxei para a copa.

-Espera ai. – falei, indo buscar as coisas de primeiros socorros. Voltei e lá estava ele, imóvel.

-O que é isso? Veneno? – ele perguntou e o olhei sem feição, o fazendo ele rir baixo. – tirei o algodão e o álcool da malinha e, dando um banho no algodão com álcool, coloquei forte no machucado de Zero (que era dois furos, mais alguns aranhados que as presas de Kaname fizeram). – AAAAAI! – ele gritou de dor. Ri baixo. – você é bem cruel sua pirralha! – ele reclamou.

-Huhu. – ri. – e eu achando que você não sentia dor... – retruquei passando agora de leve o algodão.

-É, posso ser vampiro, mas não sem sensibilidade! – ele retrucou. Eu ri mais alto agora. Peguei uma gaze e passei três voltar no braço alvo e tornado de Zero. Seus músculos eram bem rígidos, com as veias pulsantes.

-Prontinho! – sorri. Ele olhou com nojo.

-Que trabalho porco! – ele reclamou, me fazendo bater no peito dele. – ei! Você é abusada hein?!

-AFF! Só reclama! – esbravejei. Ele riu e colocou sua mão em minha cabeça, fazendo meu cabelo se bagunçar.

-Obrigado Yuuki. – ele falou com um sorriso tão doce, que dava vontade de tomar-lhe um beijo...

Fitamos-nos alguns segundos, o fazendo ficar sério e eu corada. Ele veio se aproximando cada vez mais do meu rosto. Nossa respiração foi se fundindo, meu coração foi acelerando, ele era muito bonito, exalava elegância e malicia, deixando-me excitada.

Quando estávamos perto de nos beijar...

-Yuuki! – o diretor havia chegado a casa. Zero e eu nos afastamos tão rápido quanto à velocidade do som.

-D-Desculpe Zero! Meu pai chegou! – falei baixo, guardando as coisas de primeiros socorros.

-Eu vi. Fique tranqüila. Adeus pirralha pervertida. – ele brincou e num piscar de olhos, havia sumido da minha vista.

-Hum? Yuuki? – o diretor falou meio preocupado. – está tudo bem ai? – ele perguntou. Eu deveria estar com uma cara de medo...

-T-Tudo oras! Eu vou subir certo? – falei catando todos os algodões sujos de sangue, a caixa, subindo as escadas rapidamente.

-Certo... Daqui a pouco faço o jantar! – ele falou meio desconfiado, mas deixou para lá.

-Tá! – gritei de cima e tranquei minha porta, deitei na minha cama e fiquei lá, imaginando o rosto de Zero se aproximando do meu. – AAAAAI! – gritei tampando meu rosto, de tão envergonhada. – não Yuuki! Esse daí só quer te pegar e depois jogar fora, como ele faz com as outras que ele cata! Não se iluda! – falei comigo mesma.

É isso mesmo! Era ora de acordar! Peguei um pijama bem quente e tomei um banho rápido e guardei a caixa de primeiro socorros.

Liguei a TV e tentei ver, mas não conseguia. Não conseguia parar de pensar nele...

-AH! O Kaname! Vou ligar para ele! – decidi. Peguei meu celular e disquei para o Kaname. Tocava, tocava e ele não atendia... – ué... Ele não atende... Ah! Ele deve estar dormindo!

-Yuukii!! – o diretor gritou lá debaixo. – jantar!

-Certo! – gritei e me dirigi para baixo. Jantei rapidamente a sopa que ele havia feito e lhe dei boa noite.

Subi e tranquei meu quarto, desliguei a luz e me escondi entre as cobertas quentes. É, que dia...

Fui fechando os olhos e adormecendo... É hora de dormir!

Notas finais
gostaram? sim? não? escrevam reviews!!
finalmente, a hisotria está tomando rumo*---*
bjs e até o prox. cap.^^