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Ao tocar a pele de Alec foi á pior coisa do mundo, um calafrio tenebroso passou dos pés a cabeça da vampira que logo apagou. Na sua mente imagens passavam como vultos, ela via pessoas vestidas de capa preta que tinham olhos vermelhos, eles travavam uma batalha, de um lado havia um Clã com 7 vampiros de um lado, e do outro tinha 9 vampiros, Victória se via ao lado de um homem alto e musculoso de cabelos pretos e olhos vermelhos, seu rosto era delicado e expressava ódio, ele avançava em alguém mais não dava para ver que era. Com um vulto a cena mudou, umas cem pessoas seguiam um casal que carregava um embrulho, era o mesmo homem que estava na batalha, e ao lado dele tinha uma mulher, ela tinha cabelos dourados e olhos da mesma cor, a pele era coberta por um sobretudo vermelho sangue, seu rosto estava triste e seus lábios curvados.

— Philip não quero fazer isso – se agarrou ao embrulho –

— Temos que fazer, ela é a herdeira, eles virão atrás dela – disse o homem –

— Por favor, Philip podemos escondê-la – a mulher miava –

— Sayllor, facilita. Não esta sendo fácil pra mim também – bufou – Ela é minha filha, estamos fazendo isso para o bem dela – pegou o embrulho das mãos e sumiu –

— NÃO – ecoou na mente de Victória –

E mais vultos passavam, dessa vez ela via o casal preso em um lugar escuro e frio, dava para ouvir goteiras, e uivos.

— Hoje ela completa 17 anos – Victória ouviu a voz da mulher – Minha pequena Victória – suspirou –

Aquela era sua mãe?

— Não tem como sair, a jaula está cercada de lobos – reclamou Philip –

— Como será que ela esta?

— Sayllor para de sonhar e me ajude – o homem pediu impaciente –

— Estamos presos aqui á dezessete anos Philip, nunca conseguimos sair – suspirou – Estamos fracos, não vai ser agora que conseguiremos sair – fechou os olhos –

— Jorge? – Victória ouviu uma voz se aproximar –

Era um homem, ele lembrava alguém, seus olhos azuis estavam um pouco avermelhados ao redor da íris, seus cabelos louros estavam sujos e bagunçados, suas roupas estavam sujas e rasgadas, ele tinha uma expressão Débil. Ele vinha com uma lanterna nas mãos.

— Diga Felix – disse um homem aparecendo do lado de Victória -

— Eles completaram a transformação Jorge – disse o louro preocupado –

— Droga – socou a parede – Quando aconteceu?

— Á duas horas atrás – murmurou – Vim o mais rápido que pude – se explicou – Oque faremos agora?

— Ela irá para o Saint Fleur Dominiqué – Jorge riu – Deixe agora com os meninos.

E isso foi á última coisa que Victória ouviu. Que meninos? Quem era Jorge? E porque o tal Felix lembrava tanto alguém?

No campus.

— OQUE VOCÊ FEZ? – Charlotte berrou correndo e jogando o professor longe –

Após Victória tocar a mão do professor a menina começou a se debater e logo desmaiou, oque era raro vampiros não desmaiam.

— Vic – Taylor batia levemente nas bochechas da menina –

— NÃO MECHA NELA – ouviu um gritou –

Um vulto preto parou ao lado de Taylor era Nicholas o diretor do Clã Romanov.

— Oque houve aqui? – perguntou Gabreel, o diretor do Clã Treville –

— Ele – Charlotte apontou para o professor que agora caminhava até eles –

— Oque você fez Alec? – perguntou Luc -

— Nada, apenas a ajudei a levantar – deu de ombros –

— ESTÁ MENTINDO – Jullie gritou desesperada – Ele lutou com ela – suspirou nervosa – E derrubou ela – murmurou –

— Ele ergueu a mão para ela levantar e quando ela o tocou começou a se bater – Taylor continuou – Foi como se ela tivesse tendo um ataque epilético – gemeu – E desmaiou.

Silêncio. Os diretores se olhavam constantemente mais ninguém agia.

— Poynter – Gabreel chamou o garoto –

— Sim diretor – Dougie apareceu em segundos ao lado de Gabreel –

— Leve-a para a enfermaria – pediu –

O garoto assentiu e pegou a vampira com os braços fortes, suspirou e olhou para Charlotte que o olhava desconfiada.

— Vamos com ele – disse séria –

Ninguém protestou, Charlotte andava na cola de Dougie que segurava Victória calmamente. O caminho até a enfermaria foi irritante, Charlotte fitava Dougie e Taylor e Jullie rosnavam.

— Será que dá para vocês duas pararem? – pediu irritado – Eu estou fazendo isso obrigado, não é como se eu tivesse me oferecido – bufou –

— Quieto Poynter

O garoto rolou os olhos e entrou na enfermaria, pousou o corpo de Victória em uma maca e olhou para as três.

— Fui

“Vai tarde” pensou Taylor. Que gente mais mal agradecida. Sendo assim, voltou para o campus onde a aula circulava normalmente, como se Victória não tivesse desmaiada na enfermaria.