Notas iniciais
Bom dia minhas leitoras favoritas do nyah!
Tudo bem?
Queria agradecer a todos os coments e em especial, minha nova recomendação. MUITO OBRIGADA A TODOS VOCÊS!!!! Estarei respondendo os reviews na medida do possível. Tenho uma montanha deles, mas estou sem muito tempo agora. MAS estejam certas que eu leio todos!!!!
Bom...Segue mais um capítulo como prometido.
QUERO ANIMAÇÃO PARA OS QUINHENTOS COMENTÁRIOS, ANTES QUE TERMINE A FIC!!! Também não faria nada mal uma nova recomendação! LETS GO GIRLS!!! =).
Se vocês comentarem para me deixar contente, hoje tem mais post.

Dimitri saiu cedo. Disse que precisava ligar para Daniella e tentar saber mais informações, sobre quem na verdade, eram os Strigoi que matamos. O deixei ir, uma vez que precisava ficar um tempo sozinha. Aquelas mudanças drásticas em minha rotina habitual, acabaram por me sobrecarregar. Mas felizmente, em alguns aspectos muito bons e apreciativos. Minha noite com Dimitri, havia sido fantástica e eu ainda tinha dores pelo meu corpo e alguns pontos roxos também. Um sorriso infantil cruzou meus lábios, sem que eu pudesse se quer controla-lo. Meu pior medo estava confirmado e agora, eu não sabia muito bem, o que fazer em relação a isso. Eu estava apaixonada por Dimitri. Sim. Incontestavelmente e completamente apaixonada, por aqueles olhos chocolate.

Mas por agora, precisava perdidamente conversar com Lissa e saber como estava seu progresso com o espírito. Também é claro, precisava contar a ela a novidade, sobre eu ir a Corte Real para as festas de fim de ano.

Ah, as festas de fim de ano. Nunca realmente dei muita importância para essas datas comemorativas, mas eu as apreciava, pelo simples fato de poder passar um tempo a mais com a minha melhor amiga. Não era sempre que viajávamos. Mas na verdade não importava muito. No ano passado por exemplo, eu, Lissa, Christian e Mason, havíamos improvisado uma festa particular em uma antiga cabana de vigilância Dhampir, em St. Vladimir. Compramos alguns comes e bebes como pães sortidos e vinho, para no final das contas, acabarmos dormindo no tapete do chão. Eram definitivamente bons tempos.

-Alô? – Lissa atendeu ao telefone. Eu estava agora em um dos campos abertos de grama verde, lutando para que o sinal do telefone, funcionasse ali.

-Liz? – Mal consegui conter a felicidade, por ouvir sua voz sã e salva.

-Rose! Que saudade! — Ela parecia tão feliz quanto eu, pela nossa conversa. –Como está tudo ai?

-Está tudo bem...Cansativo mas bem – Virei os olhos, me lembrando da noite passada. – Eu matei um Strigoi. – Comentei vagamente, torcendo para que ela não levasse a fundo, sua especulação.

-Sério? Mas o que houve? – Sua voz era uma mistura de interesse e medo.

-Fui com Dimitri e o grupo dele, para uma missão em um bar – Comentei, enquanto encarava minhas unhas.

-Você já está até saindo para missões – Lissa parecia realmente surpresa por aquilo, mas algo no tom de sua voz, era sombrio e estranho.

-Ficar assistindo televisão é que eu não posso – Ironizei e ela riu. –Mas te liguei para falar outra coisa. – Dei uma pausa, enquanto pensava em minhas próximas palavras

-O que foi? – Ela me perguntou com cautela. Ouvi Christian gritando alguma coisa, que não consegui entender muito bem –Cala a boca Chris! – Lissa perdeu a paciência com ele e eu ri, tapando o bocal. – Christian fica reclamando o tempo todo agora. – Ela parecia exausta e irritada. Era algo bastante novo para mim, ver esse tipo de reação nela. Com toda a certeza, Ozera deveria estar passando das contas.

-O que houve? – Perguntei.

-Ele cisma com Adrian e qualquer coisa que eu faço. Parece um bebê chorão – Ela bufou e outra reclamação sem sentido de Christian, foi ouvida a distância. Não me forcei para entender. Eu não precisava.

-Eu te falei que ele era chato – Observei algumas pessoas passando por mim e indo em direção ao prédio do refeitório. Lembrei-me que eu não havia comido nada ainda. –Mas como estão os progressos com o espírito?

-Tudo mais ou menos igual. – Novamente seu tom estranho. Era como se ela me contasse as coisas com cuidado, para não falar demais. Antes que tivesse a chance de protestar, Lissa voltou a falar -O que você ia me dizer? Estou ansiosa – Lissa me tirou dos devaneios e fome.

-Ah sim. – Voltei minha atenção para ela. — Eu vou te ver na Corte no Natal – Esperei por um grito de felicidade seu, mas a ligação ficou muda. Era como se a tivesse pego de surpresa.

-Está falando sério? – Lissa perguntou de uma forma tão estranha, que minhas orelhas começaram a pinicar.

-Qual o problema? – A questionei desconfiada – Não está feliz com a minha visita no natal? – Ergui uma sobrancelha desconfiada.

-Não é isso Rose... é que eu tinha outros planos – Eu quase pude ver Lissa, passando suas mãos nervosamente pelo seu cabelo platinado. Alguma coisa ali, definitivamente não estava cheirando nada bem.

-Qual seu plano? – Fui direto ao assunto. – Se isso envolver guardiões desacordados e queimaduras de terceiro grau, já te aviso que estou saindo daqui agora! – Subi um pouco meu tom de voz. Mais um pouco de silêncio e dessa vez, ouvi a risada de Christian Ozera, próxima do telefone. Lissa tentou abafa-la, mas foi tarde demais. – Conte a Rose sobre seu plano doido e vamos ver o que ela acha – Ele continuou falando. Meu sangue ferveu, quando ela pediu que ele ficasse quieto.

-Vasília Dragomir! Não me diga que você ainda não esqueceu, a ideia de fugir dai! Diga-me agora que estou errada! – Eu gritei tanto contra o telefone, que minha respiração se tornou irregular.

-Pare de gritar – ela fungou um pouco, mas era como se estivesse irritada demais para faze-lo — Eu apenas queria, que agente viajasse junto nas festas de final de ano. – Lissa estava jogando fodidamente, contra mim. Seu tom dramático, tomou vez e eu já podia vê-la simular um choro de lágrimas de crocodilo.

-Não! – Me poupei de mais um sermão. – Você não queria ficar na Corte? Agora você vai ficar na Corte e vai me esperar ai! Ouviu bem? – Fechei meus olhos, enquanto tentava controlar minha indignação. Lissa estava passando dos limites, com aquela ideia absurda de fuga. Eu teria que tomar medidas drásticas logo. – Não vou mais ouvir essas porcarias todas! Está um verdadeiro caos aqui e você só consegue pensar em coisas tão superficiais que me deixam maluca! – Voltei a gritar e dessa vez, um tremor horrível começou a passar pelo meu corpo. Encarei minhas mãos e notei que eu mal conseguia controlar meus dedos de tremerem.

-Meu Deus! – Repeti conforme um nó na minha garganta e uma tremenda falta de ar, me impediam de respirar. Ajoelhei no chão, soltando meu celular sem força para segura-lo. Minhas mãos instintivamente foram para a minha garganta, em busca de ar.

Eu queria. Eu precisava gritar por socorro, mas a inconsciência veio, sem me dar tempo de protestar.

Notas finais
Ahhh
A rose caiu =X
Algum palpite?
Besos