Vampire Academy - (Terra das Sombras)
39 Capítulo 39 - Uma Noite Especial - (POV Dimitri)
Notas iniciais
Tudo bem???
Estou novamente cumprindo com minha parte e postado um super capítulo.
Cadê meus comentários???? Rumo aos quinhentos heim meninas!!! o vamos todos comentar dai eu posto mais um hoje! E quem ainda não recomendou Terra das Sombras, eis uma ótima oportunidade rsrsrrsr. Para quem recomendou: OBRIGADAAA A TODAS E UM AGRADECIMENTO ESPECIAL PRA ROXY QUE MANDOU TAMBÉM SUA RECOMENDAÇÃO! BEIJO FLORR!!!
Aviso sobre o cap: Tirem as crianças da sala rsrsrsrsrs
Bom, chega de falar
BOA LEITURA =)
Mais uma recomendação vai??? Me façam inspirada :)
Eu apenas a observava, incapaz de tomar qualquer atitude, por menor que fosse. Rose estava concentrada na pequena mistura que estava fazendo, com os medicamentos da enfermaria. Havíamos chegado ali a pouco mais de cinco minutos, e como a enfermeira estava ausente, ela mesma tomou partido, em cicatrizar meu ferimento facial.
-Pode arder um pouco. – Seus olhos marrons, me fitaram com uma mistura de culpa e cautela. Mesmo suja e cansada como o resto de nós, ela conseguia ser a pessoa mais linda de St. Chekhov.
-Tudo bem – Sussurrei e ela então, depositou a gaze molhada em meu rosto. Reprimi a urgência de me afastar, pela ardência em minha pele. Rose notou minha pequena mudança de humor.
-Eu sei que arde – Ela fez uma careta. Não consegui segurar um sorriso. –Eu me lembro de quando cheguei à Rússia. – Ela não precisava continuar. Rose estava se referindo ao seu primeiro contato direto, com Strigois. Uma parte bem mesquinha dentro de mim, ainda me culpava por isso.
-Então concorda comigo que isso não é nada, e que não precisa se preocupar – Arrisquei, mas ela virou os olhos, de uma forma que a deixava ainda mais irresistível.
-Eu não vou brigar agora. Estou cansada demais, para fazê-lo. – Rose tirou a gaze do meu rosto e começou a tapar o ferimento, com a ajuda de uma fita adesiva e mais gaze. Seu rosto concentrado, estava ainda mais próximo do meu. Sentimentos de antecipação, se faziam ainda mais presente agora, que a adrenalina pela luta, estava se dissipando. A urgência por toca-la, estava se fazendo insuportável.
-Está certa – Disse, tentando controlar a nuvem que já estava se formando em minha mente. Rose finalizou seu curativo improvisado e antes que virasse, levantei um pouco mais meu rosto para o seu e a beijei. Reconheci instantaneamente aquele sentimento de antecipação, se formando ainda mais forte dentro de mim, conforme suas duas mãos, vinham para trás da minha nunca, me puxando totalmente para ela. Em um impulso voraz e louco, puxei Rose para o meu colo, passando suas duas pernas, uma de cada lado do meu corpo, tomando cuidado para não tocar na mesa, em que eu estava agora sentado.
-Eu acho que é melhor sairmos daqui – Ela murmurou próximo demais da minha orelha esquerda, enquanto eu distribuía beijos pelo seu pescoço. Apertei seu quadril com fome.
-Tem algum preconceito com enfermarias? – Perguntei anestesiado demais, para me permitir se mexer do lugar. Rose riu baixo e eu encarei seus olhos marrons. Ela agora, tinha suas duas mãos em meu rosto e estava totalmente suspensa em meu colo. Minhas pernas a mantinham firme no lugar.
-Eu tenho um preconceito com certas peitudas, que iriam adorar gritar para todos os cantos, que estávamos aproveitando a ausência das enfermeiras. – Pela expressão do seu rosto, notei que ela falava de Selena. Rose havia criado uma antipatia grande por ela, desde que notou sua aproximação e amizade comigo. Selena as vezes era oportunista demais, mas era uma guardiã fiel.
-Esqueça Selena – Comecei a mexer em seu cabelo, mas Rose ainda mantinha a expressão carrancuda.
-Não é tão simples assim. – Era como esses momentos, que ela aparentava ser ainda mais nova do que já era. –Selena já deixou bem claro, que me odeia.
-Vou te fazer esquecer ela – Voltei a puxa-la para um beijo. Ela abriu seus lábios e nossas línguas, começaram a serpentear por domínio, enquanto minhas mãos foram para o zíper da sua calça. Rose automaticamente interrompeu o beijo e me distanciou com suas mãos em meu peito.
-Wow camarada – Ela buscou por ar e controle, enquanto encarava meus lábios. – Eu não posso.
-Não pode? – Um frio na espinha, automaticamente percorreu todo meu corpo, quando me lembrei de nossa última noite juntos. Eu havia a tornado mulher. Minha mulher e não havia nem se quer perguntado, se ela estava bem, depois que a deixei no quarto para me trocar as pressas – Machuquei você? – Pergunte ansioso. Rose me encarou confusa durante uma batida de coração, mas logo entendimento cruzou suas feições.
-Não. É claro que não. – Seu rosto adquiriu uma nova coloração escarlate. – Estou bem. – Ela desviou um pouco o olhar e notei, que esse assunto ainda a deixava tímida e receosa.
-E então? – Perguntei ansioso.
-Olhe bem para mim – Rose voltou a me olhar e eu notei que ela já havia se recomposto, enquanto apontava suas roupas sujas. – Preciso urgentemente trocar isso, antes de continuar com qualquer coisa. – Ela parecia irritada consigo mesma, conforme observava suas roupas. Alívio se apossou do meu corpo, enquanto eu empurrava para longe, meus receios e medo por ela de repente, ter se cansado de mim. Eu não sabia explicar, mas era como se dependesse dela, cada gesto meu, cada atitude minha. Era por causa dela que eu me tornei tão receoso e queria que a qualquer custo, ela se mantivesse a salvo. Era como se de uma forma estranha e um tanto bizarra, estivéssemos conectados por um fio invisível.
-Dimitri? – Espantei minha nuvem de pensamentos e notei os olhos curiosos de Rose me encarando com expectativa. –Está tudo bem?
-Vamos então, tomar um banho. – Mudei de assunto, enquanto me colocava de pé, com ela ainda em meu colo.
-Wow camarada, não vamos brincar de cavalinho. – Rose olhou o chão com pesar e eu sorri.
-Eu soube que você não gosta de altura. – Comentei me lembrando do comentário de Selena, quando ainda estávamos no carro voltando. Rose tinha acabado de adormecer eu meu ombro.
-Se você comentar mais uma vez dessa broaca, vou trancar você para fora do quarto e não estou brincando. – Rose cerrou seus olhos para mim, de uma forma bastante intrigante, brava e única, demonstrando todo o seu ciúmes.
-Não falo mais nada – Mordi meus lábios e ela sorriu vitoriosa, enquanto a depositava no chão com cuidado.
-Assim está melhor. – Rose buscou minhas mãos, mas eu rapidamente passei minha mão pelas suas costas, antes de começarmos a caminhar. Ela me olhou sorridente, pela minha atitude. Seguramente, ela também não queria mais manter nossa relação às escondidas. Eu devia isso a ela.
Assim que ela finalmente abriu a porta do seu quarto e tirou os sapatos, me acomodei sentado em sua cama cheirosa, apenas a observando. Rose tirou sua blusa branca e também sua calça jeans.
-Ainda bem que não perdi minha jaqueta – Ela resmungou para si mesma, enquanto observa sua aparência no espelho. –Santa ideia do Ian em deixa-las no carro.
-Nós também não esperávamos uma luta – Comentei vagamente, quando meus olhos, estavam entretidos demais com seu corpo. Rose notou meu desconforto.
-Vou te dar um babador de natal – Ela fez uma piada e eu não consegui evitar rir, enquanto a observava caminhar de roupas íntimas até o banheiro. –Você vai ficar ai só olhando, ou vai vir junto? – Ela piscou maliciosamente, quando alcançou a porta e eu a segui, puxando minha blusa pela cabeça.
Rose sentou na beirada da banheira e abriu cuidadosamente a torneira, fazendo com que vapor quente, começasse livremente a tomar lugar no pequeno cômodo. Ela posicionou alguns vidros coloridos próximo da borda da banheira e amarrou seu cabelo em um improvisado rabo de cavalo.
-Eu ainda não engoli muito bem essa história. – Rose falou baixo e eu fitei seus olhos. Sua atenção ainda na banheira.
-Qual história? – Perguntei curioso e com receio, que ela novamente tocasse no assunto anterior, que eu estava evitando a todo o custo. Vasília Dragomir.
-Sobre os Strigoi – Suas sobrancelhas se juntaram, como que confirmando sua confusão interior.
-Nós vamos descobrir quem está por trás disso. – Tentei parecer mais otimista, do que eu realmente estava. Rose apenas gesticulou com sua cabeça, enquanto sorria.
A agua foi enchendo rapidamente a banheira e quando ela achou estar cheia o suficiente, fechou a torneira e resolveu tirar o resto de suas roupas, com uma demora provocante. Logo em seguida, entrou na água. Desviei o olhar, quando notei minha respiração e coração acelerados. Não demoraria muito, para que tudo saísse de controle. A pulsação em minha calça, já estava começando a incomodar.
-Eu realmente gosto desse banheiro maior – Rose sussurrou e eu voltei a olha-la. Seu corpo estava quase que totalmente imerso na agua espumante. Seus olhos levemente cerrados, enquanto a sensação confortante se apossava de seu corpo. Aquilo foi demais para mim. Terminei de tirar minhas roupas e fui de encontro a ela na banheira. Sentei no outro extremo da banheira e Rose sentou.
Sem aviso prévio ela começou a engatinhar em minha direção. Quando seu rosto ficou a centímetros do meu, a puxei para um beijo faminto. Ela se posicionou sentada no meu colo, com suas duas pernas passadas uma de cada lado do meu corpo, trazendo uma leve e doce pressão entre nossos corpos. Automaticamente, meus lábios desceram famintos para os seus seios e sua cabeça foi jogada pra trás, conforme ela segurava com força meu cabelo.
-Tem alguma contra indicação? – Rose perguntou de repente e eu ergui meu rosto para encara-la.
-Como? – Minhas mãos pousaram na curva do seu quadril, enquanto eu a olhava com expectativa.
-Você sabe hum.... – Seu tom gracioso e tímido, voltou a aparecer. Um leve palpite, passava pela minha mente.
-Eu sei? – A instiguei a continuar, enquanto novamente a puxava para mais perto de mim, fazendo com que o atrito entre nossos corpos, se tornasse ainda maior. Comecei a deslizar minhas mãos demoradamente pelo seu ventre. Rose mordeu o lábio, quando me sentiu próximo demais, de seu sexo.
-Você não está ajudando meu raciocínio – Ela fechou os olhos e eu tomei seu pescoço, dando leves mordidas.
-Hum? – Desci mais minha mão e dessa vez, encontrei sua fenda. Rose começou a respirar pesadamente. Levantei minha cabeça e encontrei seu rosto entregue. Seus olhos fechados com força. Introduzi um dedo dentro dela e busquei seus olhos. – Abra seus olhos. – Mordi seu queixo. Suas pálpebras pesadas abriram relutantemente e eu vi desejo ali. Mais uma vez, lutei por controle, enquanto começava e mover um segundo dedo dentro dela. A puxei para um beijo faminto, ao mesmo tempo em que começava a aumentar a pressão e velocidade dos meus dedos. Rose se pôs ofegante em pouco tempo. Minha boca desceu novamente para os seus seios. Comecei a suga-los com força, enquanto ela mexia seus quadris.
-Dimitri... – Ela soltou um som embriagado pelo orgasmo e eu perdi o controle. Tirei meus dedos de dentro dela quase tão rápido, quanto a penetrei. Rose gemeu alto, se acomodando melhor em cima de mim. Minha visão nublada, me proibiu de notar que talvez, penetra-la naquela posição, fosse ainda desconfortável, para uma segunda vez. Seus olhos castanhos quentes se abriram e ela começou a se mover em cima de mim. Apertei seus quadris, enquanto ela guiava os movimentos. Eu estava a cada segundo perigosamente perto da liberação. Meu membro palpitava dentro dela a ponto de explodir.
-Roza... – Implorei, quando percebi que ela estava diminuindo a velocidade, dos seus movimentos. Sua boca começou a descer pelo meu peito, parando para mordiscar um ponto e outro. –Não pare. –Segurei seus dois braços e ela, sorriu maliciosamente, voltando a se mover.
-Sabe que você é chato, por não me deixar conhecer seu corpo – Ela comentou ofegante, enquanto eu investia com força contra seu corpo.
-Você terá muito tempo para conhecer meu corpo. – Comentei com dificuldade, já sentindo que o orgasmo estava próximo. Nossos gemidos se tornaram cada vez mais intensos e não demorou muito, para que Rose arranhasse minhas costas com força, denunciando sua liberação. Continuei investindo contra ela e logo, me derramei em seu interior.
-Isso responde minha pergunta – Rose sorriu vitoriosa e exausta.
-Responde? – Me senti confuso e um tanto intrigado. Minhas mãos começaram a acariciar suas costas.
-Sobre transar na banheira. – Seu rosto tinha traços rubros, mas grande parte de sua timidez, estava vencida.
-Essa era a sua dúvida? – Franzi o cenho, entretido demais com aquilo.
-Eu achei que fosse sei lá, desconfortável – Rose fez uma careta e eu mordi seu queixo coberto agora em certas partes, com sabão. – Mas acabou sendo bom. Muito bom. Em um gesto rápido, mudei nossas posições e Rose caiu de costas na água, fazendo com que eu ficasse de joelhos na banheira. Um grande volume de água, caiu para fora da banheira cheia.
-Isso não tem graça – ela sentou espantada, com seu cabelo agora totalmente molhado pelo banho. Não contive minha risada, diante da cena.
-E olha que eu nem comecei a achar engraçado – Fingi ingenuidade e Rose me lançou um jato de água com uma de suas mãos.
Notas finais
O que acharam? =)
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