Notas iniciais
Boa noite gente!
Tudo bem com vcs?
Estou quebrando o galho e postando dois em um dia só heim!!! Quero só ver os comentários! ;)
Gente queria avisar uma coisinha sobre recomendações: Eu sei que tem varias pessoas que me disseram ter enviado recomendação mas não recebi várias. Então entrei em contato com a moderação e elas me disseram que não se pode escrever palavras com várias letras repetidas e afins... como: aiiiiiiiiiiiiii que legalllllllllllllll e pelo menos 250 palavras :(
Sei que é uma burocracia danada, mas se não for abusar, vocês poderiam tentar me enviar uma recomendacaozinha né??
Segue o cap
LEIAM AS NOTAS FINAIS
Beijos e adoro vcs!!!

Ian claramente odiava minha ideia, mas não iria protestar mais. Ele soltou um longo suspiro, antes de começar a se mover inquietamente, no lugar.

-A responsabilidade é toda sua – Ele murmurou mal humorado, enquanto pegava sua pistola detrás do banco do motorista, onde ele havia sentado anteriormente e junto dela, um pequeno estojo marrom. Com habilidade, abriu a arma e começou a inserir algumas balas prateadas e levemente brilhantes, do estojo.

-Tem mais disso ai? – Sugeri, enquanto o observava faze-lo. Preferi ignorar seu comentário.

-Pegue – Ian me empurrou o pequeno estojo e eu tentei imitar, o que acreditava ter aprendido.

-Isso mata um Strigoi? – Fiz a pergunta, mesmo tendo meu palpite, sobre a resposta.

-Não vai mata-lo, mas irá atordoa-lo. – Ele me fitou rapidamente – Isso é o suficiente para nós.

-E os humanos? – Perguntei aflita, enquanto olhava com pesar, as pessoas passando pela rua. O fluxo agora, não era dos mais complicados, mas mesmo assim, era constrangedor pensar, nas pessoas que estivessem fora, na hora errada.

-Preste atenção em duas coisas – Ian comentou sem me olhar, ignorando minha pergunta anterior. Sua atenção era total na arma que ele analisava cuidadosamente. Empurrei meus pensamentos. — Evite o confronto direto a todo custo – Seus olhos esverdeados, encontraram com os meus no processo. –Não queremos mais confusão, do que já temos. Por isso, saia da visão das bestas.

-Você disse duas coisas – Forcei um sorriso irônico, enquanto ignorava seu comentário anterior. Eu estava aflita demais para pensar e mais ainda, para sair do carro. Ian soltou um som exasperado.

-A segunda é que eu gostaria muito que você ficasse atrás de mim, mas juntos chamaremos mais a atenção. – Ian pegou minha arma e resolveu colocar ele mesmo, a munição. –Então encontre Dimitri e saia de lá o mais rápido que puder. Você é pequena e mais discreta do que eu. – A forma como ele havia dito isso, me fez cerrar um pouco os olhos, mas ignorei me voltando ao modo negócios.

-Okay – Puxei minha arma de suas mãos e ele olhou ao redor. –Mas e você? – Perguntei de repente, sentindo como se eu não estivesse totalmente a par do plano.

-Eu vou estar perto, mas se a bomba estourar, irei ter que distrair os sangue sugas – Ian fez um som enojado e eu engoli seco. Ele estava se oferecendo de bom grado, para ser a isca.

Quando tudo estava conferido pela segunda vez, Ian e eu descemos as pressas do carro e nos posicionamos na agora, minúscula fila. Meus dentes, estavam batendo um no outro, tanto pelo frio, quanto pela ansiedade e nervosismo.

-Se controle um pouco mais – Ian sussurrou perto do meu ouvido. Sua postura estava calma demais para o meu gosto.

-Estou virando uma pedra de gelo aqui – Resmunguei, passando minhas mãos agora sem luvas, pelo meu jeans.

-Tente parecer calma. Os humanos conseguem perder totalmente a noção de tudo, quando estão perto, de uma mulher bonita. – Ele piscou e eu tive a nítida impressão, de que o recado não era somente referente aos humanos.

-Vou ignorar suas besteiras – Cerrei um pouco os dentes, enquanto lançava adagas pelos meus olhos, na direção dele. Eu não queria nem estar na pele dele, quando Dimitri soubesse de suas cantadas suicidas. Ele havia se demonstrado bastante ciumento antes e isso piorou ainda mais, quando viu os dois novatos me admirando mais cedo. Ian abriu a boca para falar algo, mas suas palavras ficaram presas em sua garganta, quando notamos, ter chegado a nossa vez.

Como ele havia dito, os humanos de ternos pretos, não fizeram muita questão de conversar conosco e muito menos, nos revistar. Os olhares nojentos deles, estavam em meus seios, por debaixo de minha fina blusa branca. A risada irônica e baixa, o suficientemente alta, para eu ouvir de Ian, estava me irritando de uma maneira única e cada vez menos, me fazendo sentir culpada, por ele ser a isca. Talvez ele e Selena, finalmente tivessem achado uma utilidade no mundo, ao não ser cantar pessoas que estavam envolvidas com outras.

Eles logo abriram espaço para nós passarmos e eu tive que me controlar, para não inaugurar minha arma nova, na cabeça de um deles. Paramos na recepção em balcões diferentes, onde uma humana que cheirava a cigarros, começou a nos fazer perguntas básicas, como nome, idade e telefone. Quando finalmente terminei meu suposto cadastro. Busquei ao meu lado Ian, que enrolava um pouco mais a atendente no balcão. Quando seus olhos encontraram finalmente os meus, ele piscou discretamente e eu entendi o recado. Essa era a minha deixa. Respirei fundo, enquanto empurrava as pesadas cortinas pretas, para que eu conseguisse passar.

-Apenas encontre Dimitri e caia fora – Repeti para mim mesma.

O lugar era um verdadeiro labirinto de pessoas. As fracas e coloridas luzes, faziam do lugar, algo parecido com um depósito macabro. Como eu havia visto anteriormente na planta, longas escadas de ferro, dividiam o ambiente escuro, em três andares. Automaticamente, tentei me focar na imagem da planta, onde eu e Ian, havíamos concordado serem banheiros e saídas de emergência. Se a coisa realmente ficasse feia, eu teria que saber acha-las, antes que um Strigoi, descolasse minha cabeça, do meu corpo.

O som alto, me fazia querer gritar, de tanto que incomodava mais ouvidos. Ignorei o máximo que pude, a fraca vertigem, tentando atrapalhar meu desempenho. Diferente de lá fora, a temperatura era bastante alta, facilitando o uso das micro saias pelas mulheres e pouca roupa, para outros convidados. Vários garçons, usando somente calças pretas e gravatas, exibiam seus físicos precários, enquanto distribuíam bebidas pelo local. Aos poucos, fui tentando caminhar sem ser notada e o mais importante, tentando ver algum Strigoi, antes que ele mesmo me visse.

-Aceita bebida? – Um garçom, com uma pronúncia embriagada, se esbarrou em mim e eu tive que me segurar, para não desembainhar minha estaca.

-Não, obrigada – Respondi para ele, usando meu falso russo. Quando ele finalmente me deixou sozinha, voltei a caminhar. Meus olhos embora atentos, não estavam conseguindo nem encontrar Dimitri ou Selena, nem encontrar os Strigois. Tentei acalmar minha respiração, conforme dava meus próximos passos. Um pequeno grupo de jovens no canto direito, me chamou a atenção. Eles riam muito alto e tapavam um pouco da visão, do que estava acontecendo no centro do círculo privado, formado por eles.

Automaticamente, meu sistema de alerta soou e eu tentei me manter o mais longe possível deles. Segui para próximo de uma escada que levava para o segundo andar mas mesmo assim, não conseguia ver nada, além do jovens bêbados. Uma mão firme em minha cintura, me fez segurar um grito, ao mesmo tempo em que me virava alarmada, em sua direção.

Notas finais
Aiii quem será que cutucou a rose no meio daquela confusão???
Façam suas apostas :)
E ahhhh: Vamos fazer um trato. Se vocês comentarem bastantão hoje para me ajudar a chegar nos 400 coments e pelo menos uma recomendação, irei postar hoje ainda o 3º
Beijosssss