Notas iniciais
Oi gente!
Tudo bem?
Segue mais um capítulo mas, conforme me pediram na outra fic e para não repetir a mesma coisa nessa, estou informando que esse capítulo contem cenas quentes e esperadas pelas leitoras HAHAHAHAHA
Vocês por favor avaliem e me informem se preciso alterar a idade para maiores de dezoito okay? Quero evitar novas advertências.
Tenham um lindo final de semana e muitos suspiros
Aguardo os comentários heim!!!!! E também alguma recomendação!!! Vocês estão muito quietinhas!!!!
Beijossss

Seguimos pelo corredor deserto do prédio, lado a lado. Dimitri estava concentrado apenas em caminhar. Enquanto eu, estava para ter a qualquer momento, um ataque cardíaco, de tanto que meu coração palpitava em meu peito. O sono de minutos atrás, ia se dissipando a cada passo e dava lugar, a uma adrenalina louca pela antecipação.


Passamos por alguns guardas no primeiro andar e Dimitri, fez questão de cumprimenta-los, com um aceno de cabeça. Quando alcançamos o jardim, o vento frio me atingiu e eu agradeci mentalmente, embora não contivesse um arrepio involuntário.


–Está com frio? – Dimitri me perguntou, enquanto ainda caminhávamos. O prédio dos dormitórios estava a apenas alguns passos de nós.


–Deve ser reflexo do cansaço – Comentei, ignorando seu olhar.


–Estou preocupado – Dimitri comentou vagamente e eu encontrei seus olhos, enquanto abria a porta para mim.


–O que houve? Se for sobre Daniella, eu acredito realmente que pode lidar com ela – Sorri para ele, que me encarava de uma forma diferente. Em seus olhos, um brilho novo no olhar.


–Eu posso lidar com a Moroi – Dimitri virou os olhos, ao mesmo tempo em que me acompanhava para subir as escadas. – Estou preocupado com o caos, que isso pode se tornar.


–Está preocupado em como as pessoas reagirão a isso? – Arrisquei e recebi seu aceno em concordância.


–Não vê como eles estão tensos? – Dimitri apontou para um grupo de três Dhampirs, que passaram depressa por nós nas escadas.


–Eles têm que lidar com isso. – Aproveitei que estávamos sozinhos, para me aproximar mais dele. Dimitri envolveu seu braço na minha cintura, enquanto caminhávamos até a porta do meu dormitório.


–Eu sei Rose, mas às vezes é difícil – Paramos em frente a minha porta e a forma como ele me olhou, me fez somente abraça-lo. Pela força com que ele retribuiu, percebi que ele precisava disso. Dimitri estava absorvendo as coisas de uma forma muito acelerada. Seus músculos estavam tensos e relaxaram um pouco, conforme eu acariciava suas costas.


–Vem, vamos entrar – Sorri para ele, enquanto puxava sua mão e fechava a porta atrás de nós.


Dimitri nem se quer me esperou falar alguma coisa. Ele tirou seus sapatos e se jogou de cara em minha nova cama.


–Hey camarada – Apontei rindo, enquanto observava a cena. Grande parte da minha tensão de antes, havia se tornado ternura. Eu estava preocupada demais com ele, para me permitir ter um ataque infantil. –Cuidado com os lençóis. – Pisquei e Dimitri virou de barriga para cima na cama. Em seus olhos, eu pude notar seu imenso cansaço, enquanto ele bocejava.


–Nem preciso dizer para que fique a vontade – Virei de costas, enquanto buscava em meu armário alguma coisa para vestir. Nada do que estava ali, parecia apto a ocasião.

Um pijama curto demais ou minha camiseta rasgada, faziam parte da minha escassa escolha.


Contei até três e escolhi de olhos fechados uma das duas peças, rezando para que Dimitri estivesse ocupado demais com minha cama, para notar meu conflito mental. Quando me virei, vi seus olhos cansados e quase se fechando, enquanto ele observava meus movimentos. Sua cabeça estava parcialmente afundada no travesseiro macio.


–Os cobertores ficam ali do lado – Comentei, enquanto caminhava até o banheiro.


Encarei meu reflexo durante um longo tempo, no espelho do banheiro. Meu cabelo estava totalmente desalinhado e minhas roupas de moletom, estavam amassadas.


–Que belo visual – Ironizei para o meu reflexo, enquanto começava a tirar minhas roupas. Rapidamente, coloquei minha camiseta de dormir e escovei os dentes, antes de voltar para o quarto. Dimitri agora estava sem sua jaqueta de couro, deitado de costas para mim. Seu lindo cabelo marrom, despejado e mechas pesadas do meu travesseiro.


Aproximei-me com cuidado da cama, enquanto me lembrava de como era respirar. Um novo pânico agora, se formando dentro de mim. Pânico por fazer tudo errado, em uma hora tão perfeita dessas.


–Hey – Disse a ele, antes de sentar ao seu lado. Mesmo cansado como ele estava, Dimitri ainda me observava. Comecei a passar meus dedos, vagamente por seus cabelos. Dimitri bateu sua mão direita na cama, pedindo para que eu me aproximasse. Respirei fundo e o fiz.


Deitamos frente a frente um do outro. Nossos rostos quase se colando. Dimitri tocou meu rosto com suas mãos, sem dizer absolutamente nada. Suspirei, me deliciando com o toque.


–Como consegue ser tão linda? – Ele murmurou, franzindo um pouco o cenho.


–Você que me acha linda – Ergui minha mão para também tocar seu rosto. Dimitri apenas fechou seus olhos.


–Você é linda Roza – Ele sussurrou depois de uma breve pausa. – É a mulher mais linda que eu já conheci. – Seu tom doce e seus olhos queimando dentro de mim, me fizeram tomar minha próxima atitude suicida. Eu o beijei.


Não era um beijo inocente ou até mesmo inexperiente como eu temia. Eu o beijei com tudo o que tinha. Prendi-me a ele, como se resolvesse assumir de uma vez por todas, que ele era minha única salvação do meio de tudo aquilo. Dimitri era meu instrutor, meu amigo e agora mais do que nunca, meu amante. Meu porto seguro.


Como se ele compartilhasse dos mesmos pensamentos que eu, me abraçou com força, enquanto deitava sobre mim na cama. Seus beijos profundos e famintos, conforme suas mãos vagavam pelo meu corpo. Eu suspirei a cada murmúrio, a cada palavra não dita. A cada ato de seu corpo, junto com o meu.


Quando o beijo foi interrompido para que pudéssemos respirar, Dimitri deitou em meu peito, ainda em cima de mim. Voltei a mecher em seus cabelos e ele colocou suas duas mãos em volta do meu corpo, me abraçando.


–Eu gosto de estar assim com você – Sussurrei e ele levantou sua cabeça para me olhar. Seus olhos agora ardiam com desejo e suas mãos, passavam livremente, pelas laterais nuas do meu corpo, como se estivesse distribuindo desenhos invisíveis pela minha pele sensível.


Dimitri sorriu e voltou a me beijar. Dessa vez, suas mãos habilidosas se dirigiram a barra da minha camisa de dormir, fazendo uma leve pressão com seus dedos, para puxa-la para cima da minha cabeça. Quando a peça foi finalmente tirada, levei minhas mãos tremulas até sua camisa branca e tentei repetir o gesto, sem deixar de beija-lo.


Dimitri sentou na cama se desprendendo de mim e tirou com uma calma que eu não tinha, sua camisa pela sua cabeça. Seu cabelo castanho agora estava solto e caia livremente sob seus ombros nus. Nem em meus melhores sonhos, envolvendo homens bronzeados e praias, eu poderia se quer sugerir uma ideia dessas. Dimitri era absurdamente e incontestavelmente perfeito e lindo.


Sem esperar por mais alguma coisa, colei seu corpo ao meu e voltei a beija-lo, não me importando que eu estivesse quase nua pela primeira vez e perto de um homem. Com todo o cuidado, fui deitada na cama de costas, enquanto Dimitri se colocava em cima de mim. Ele separou minhas pernas e quando investiu seu corpo novamente contra o meu por instinto, senti a dureza da sua ereção. Abri meus olhos em protesto, mas tudo foi interrompido quando Dimitri tocou meus seios. Sua mão quente e grande, se fechou perfeitamente em um dos meus mamilos. Arfei ao toque e fechei meus olhos. Dimitri se aproveitou para levar sua outra mão à peça mínima que eu estava usando. Seus dedos brincando no cós da minha calcinha.


Qualquer ideia que eu tivesse sobre sexo, estava se superando a cada segundo. Dimitri me beijava com volúpia, enquanto suas duas mãos, exploravam meu corpo sem piedade. Em um ato louco, fechei minhas pernas ao redor de sua cintura e ele gemeu baixo entre meus lábios.


Sem aviso prévio, começou a descer seus lábios pelo meu ventre, dando pequenas mordidas pelo caminho de fogo. Segurei firme seu cabelo, enquanto me concentrava em respirar.


–Você é muito perfeita Roza. – Ele comentou entre uma mordida e outra. Minha cabeça dava voltas e mais voltas.


–Que bom que acha assim – Soltei um suspiro e Dimitri subiu pelo meu corpo, até que alcançou meu rosto. Seus olhos estavam mais escuros do que o habitual e ele sorria de uma forma linda.


–Eu acho que já sei a resposta.... – Dimitri começou a tocar meu rosto. – Mas mesmo assim, vou perguntar.


Minha temperatura quente, alternou para fria imediatamente, após sua declaração. Meus olhos, continuavam presos nos dele, como se estivéssemos ligados há algo muito maior. Tentei disfarçar, mas Dimitri notou meu desconforto. Mesmo assim, forcei minhas mãos a permanecerem quietas no lugar.


–Você nunca esteve com um homem antes? – Prendi a respiração, enquanto ele me analisava com cautela.


Fiquei muda, esperando que uma resposta convincente surgisse em minha mente branca. O calor do seu corpo no meu, estavam por nublar todos os meus sentidos. Automaticamente, milhares e milhares de questões, começavam a surgir, no lugar das perguntas. “Se eu contar que sou virgem, será que ele ainda terá o mesmo interesse?” “Será que posso mentir sobre isso?” “Vai doer tanto quanto Lissa falou?”

–Rose? – Eram tantas perguntas sem respostas, que eu sai da minha realidade. Dimitri me olhava curioso e um pouco divertido. Precisei forçar meus reflexos uma segunda vez, para tentar entender sua reação. –Está voando? – Dimitri mordeu meu queixo e eu suspirei aliviada por não ter acabado com tudo.


–Literalmente – A palavra saiu por minha boca, sem que eu tivesse controle.


–E então? – Ele insistiu em sua pergunta para o meu constrangimento.


–Eu...Sou virgem – Desviei o olhar do dele, mas Dimitri me fez voltar o rosto em sua direção novamente, com seus dedos quentes. Depois da minha declaração patética,

como que eu pensava que Dimitri fosse se interessar por mim? A palavra inexperiente, estava tatuada em minha testa. Se eu ainda tivesse alguma sorte, ele poderia fingir não ter ouvido nada e ir embora.


–Eu já sabia – Dimitri me analisou por um longo tempo. Eu não sabia ao certo, como definir seu olhar sobre mim. Era uma mistura de avaliação e apreciação.


–E? – Não aguentei e perguntei. Minhas mãos desceram das laterais do seu corpo e pararam em cima da cama. Dimitri percebeu meu pequeno movimento, pois a mão que estava em meu rosto, desceu e entrelaçou com a minha. Sensações diversas, passavam por mim nesse momento, enquanto um frio percorria a minha espinha em antecipação.


–Você está certa sobre isso? – Sua voz era um sussurro. Ele não precisou continuar a pergunta. Eu sabia sobre as reações dos meus atos. Dimitri ainda tinha seus olhos quentes e escuros, queimando nos meus, mas ele me dava à escolha. No final das contas, ele não estava me julgando.


Respirei fundo, antes de assinar minha sentença.

–Sim, estou certa sobre isso. – Apertei mais sua mão na minha e ele sorriu, para contrastar com minha recente aparência apavorada. Não consegui segurar por muito tempo, meu próprio sorriso de aparecer. Finalmente eu teria histórias com homens, para contar para a minha melhor amiga e não seria mais a virgem.


Dimitri me beijou e dessa vez, eu sabia que não tinha mais volta. Dessa vez, eu não tinha mais receio ou medo, de que ele pudesse pensar alguma coisa sobre mim. Ele apenas sabia.


Logo Dimitri se livrou de sua calça e quando investiu contra o fino tecido da minha roupa de baixo, arfei. Seus lábios eram famintos em meu pescoço. Minhas mãos, passeavam livremente por suas costas, conforme a necessidade que eu tinha dele, crescia.


–Roza... – Ele murmurou enquanto puxava meus quadris para mais próximo de seu corpo, fazendo com que nossos membros roçassem com força.


–Estou pronta – Sussurrei em seu ouvido e pareceu ter sido o suficiente para Dimitri. Com um golpe rápido, ele rasgou minha calcinha.


–E se eu só tiver essa? – Puxei seu cabelo solto, para que ele me encarasse, enquanto me fingia de ingênua. Dimitri sorriu maliciosamente.


–Não use nada – Dimitri afundou novamente seu rosto em meu pescoço e eu arranhei suas costas, conforme o sentia próximo da minha entrada. –Eu te compro outras, se quiser.


–Acho melhor falarmos de compras depois – Fechei meus olhos, enquanto o sentia abrir minhas lentamente. Quando se colocou no meio delas, Dimitri começou a respirar com um pouco de dificuldade.


Uma de suas mãos, começou a descer pelo meu corpo, chegando perigosamente perto do meu sexo. Abri os olhos em alerta, mas Dimitri não parou com o movimento. Quando alcançou a parte interna da minha coxa, fechei os olhos e ele começou a deslizar um dedo pela minha entrada.


–Se continuar rígida desse jeito, não vai aproveitar nada – Abri os olhos e dei de cara com Dimitri me observando. Seus lábios estavam maiores e bem mais rosados. –Não vou machucar você. – Sua voz sensual e quente, me fizeram pensar o quão idiota eu estava soando.


–Está certo – Me forcei a me manter de olhos abertos, o encarando e ele sorriu. Dimitri separou um pouco mais minhas pernas com a mão e inseriu um dedo dentro de mim. Arfei instantaneamente, embora o sentisse somente próximo da minha entrada. Assim que Dimitri percebeu que estava tudo bem, o aprofundou mais e eu não consegui conter um gemido alto. Dimitri murmurou pesadamente alguma palavra em russo, cujo eu estava entorpecida demais para tentar entender.


Dimitri começou a dar mais precisão para seus movimentos, conforme colocava e tirava seu dedo dentro de mim. Se acomodando um pouco melhor, começou a beijar e atormentar meu seio com uma mão, enquanto com a outra, continuava firme em seus movimentos, agora com dois dedos. A liberação não demorou muito a chegar e eu gritei anestesiada pelo prazer, conforme ele me consumia em ondas e mais ondas de desejo pelo corpo de Dimitri.


Quando me liberou de seus dedos, Dimitri ficou de joelhos na cama, em frente as minhas pernas abertas. Seus olhos agora estavam tão nublados como os meus e não precisávamos mais de palavras. Encarei seu membro por um longo segundo, conforme tentava imagina-lo dentro de mim, quando eu não acreditava realmente, que ele entrasse.


Com habilidade, Dimitri puxou minhas pernas para cima das suas dobradas e se colocou pronto em minha entrada.


–Há duas maneiras de fazer isso Roza... – Ele sussurrou quase que audivelmente. Sua voz embriagada pelo desejo.


–Seja rápido – Foram minhas únicas palavras, quando me lembrei das palavras de Lissa sobre sua primeira vez. Outro fator importante, era que eu já suspeitava seriamente, que Dimitri não conseguisse aguentar por muito tempo. Seu membro estava pulsante em minha entrada e seus olhos selvagens de forma que eu nunca vira.


Sem uma segunda sugestão, Dimitri puxou meu corpo no mesmo instante em que empurrava com o seu. O choque foi absurdamente doloroso, embora eu me sentisse úmida por dentro. Dimitri deitou em cima de mim, enquanto continuava a se mover. Lentamente dessa vez. Meus olhos permaneciam fechados.


–Se eu parar, acredito que não melhore muito pra você – Abri meus olhos e encarei seu rosto. Embora ainda ele investisse contra meu corpo, eu pude notar sua preocupação.

–Estou bem. Continue – Fechei minhas duas mãos em seu rosto e selei nossos lábios.


Dimitri aumentou o ritmo, enquanto puxava meus quadris para mais perto de seu corpo, para aumentar o contato. Fechei meus olhos, enquanto tentava ignorar a dor. Conforme suas investidas aumentavam, a dor foi sendo substituída por algo crescente. Algo crescente e quente se transformando dentro de mim. Levei minhas duas mãos até suas costas e comecei a arranha-las desenfreadamente, conforme sentia que o orgasmo estava bem próximo.


Quando a liberação chegou, mordi o ombro de Dimitri com força, ao mesmo tempo em que o sentia esvaziar dentro de mim, seu membro pulsante. Ele gemeu alto e quanto tudo estava acabado, deitou sua cabeça em meus seios. Sua respiração acelerada pelo esforço, se unindo a minha descompassada.


–Isso foi bom – Comentei sem ar, enquanto mexia em seus cabelos. Senti Dimitri rindo, contra minha pele.


–Não te machuquei muito, machuquei? – Ele franziu o cenho, enquanto me analisava com seus olhos escuros. Era definitivamente, uma visão perfeita.


–Estou bem. Sou durona – Sorri e ele me beijou.


–Vai se sentir um pouco desconfortável, quando acordar – Ele me apertou em seu abraço, enquanto ainda brincava com suas mechas soltas.


–Eu vou sobreviver. – Voltei a beija-lo.


Notas finais
Uiii e ai?!?!?!?!
Se vocês forem boazinhas posto outro amanhã!!! Mas cooperem!!! :)
Comentários & recomendações ;)
Besos