Notas iniciais
Olá gente!!!
Tudo bem com vcs?
Segue mais um cap... o maior que já fiz!!! Estou postando mais rápido entãoooo dessa vez, espero meus coments e recomendações. SEM DESCULPAA ¬¬ ou vai ter greve de posts!!!! ÚLTIMA CHANCE!!! Os leitores cresceram significamente!!! Sem leitores fantasmas por favor! ;)
De mais...Gostaram da capa?
Beijos e boa leitura

Deparei-me em frente a uma imensa porta de metal. De acordo com as coordenadas da recepcionista, não poderia ser em outro lugar, que não fosse aquele. Respirei bem fundo, antes de empurrar a pesada porta. Ainda era dia, portanto alguma claridade passava pelos vidros grossos do ginásio. Tudo ali estava completamente deserto, exceto pelo som bem distante de uma canção brega. Era algo como música de cowboys.

–Olá? – Falei baixo, mas foi o suficiente para o eco espalhar minha voz, para cada canto daquele lugar.

Não houve resposta alguma. Somente a velha canção no rádio.

–Essa merda de lugar deve estar mal assombrado, isso sim – Virei os olhos, cruzando os braços no peito. Dei mais uma olhada ao redor. Nada. Somente bancos levemente sujos de poeira, o que denunciava o pouco uso do local. Quando estava prestes a ir embora, escutei um riso vindo de longe. Meu sangue gelou no mesmo instante. Aquela merda de lugar deveria realmente estar assombrada.

–Estou indo embora, okay? – Falei para meu suposto fantasma. – Pode ficar você e sua música bonita aqui. Eu acho que errei de lugar mesmo. – Me senti uma completa tonta por estar falando sozinha, mas a música e as risadas, não colaboravam nem um pouco com minhas pernas trêmulas.

Dei alguns passos em direção à porta, mas a risada dessa vez se tornou mais audível e próxima de mim. Forcei-me a parar no lugar, enquanto abria e fechava os olhos freneticamente. Eu estava fazendo o papel mais ridículo do mundo ali.

–Se acalme Rose... Isso deve ser algo como uma boa vindas – Me foquei no recado da recepcionista, repetindo essas palavras para mim mesma, mas algo me dizia que eu devia ter errado de rota em algum período. Isso sem dúvidas era um ginásio, mas parecia estar fechado há séculos. O que diabos meu suposto instrutor iria fazer aqui?

–Tem medo de fantasmas Rose? — Uma voz bastante divertida, soava atrás de mim. Foi ai que todos os meus medos caíram por terra.
Eu conhecia aquela voz. Conhecia muito bem aquela voz. Só poderia ser de uma pessoa.

–Dimitri! – Me virei tão rápido que senti meu mundo rodar um pouco. Mas nada disso importava. Dimitri estava parado na minha frente, usando apenas uma camiseta branca e calças de moletom cinza. Seu cabelo, estava preso em um curto rabo de cavalo, com algumas mechas caídas em seu rosto. Sua aparência era tranquila e ele sorria de uma forma, que fez meu coração instantaneamente começar a bater freneticamente no peito. –Eu não tenho medo de fantasmas – Virei os olhos, tentando me recompor e disfarçar minha admiração louca por ele.

–Mentirosa – Dimitri sorriu maliciosamente pra mim. – Você estava prestes a correr daqui.

–Eu...estava verificando o lugar – A cada resposta que eu dava, me sentia mais estúpida ainda. Tudo era culpa dos malditos hormônios.

–Claro... – Dimitri ironizou de uma forma linda e mais uma vez, tive que me segurar para não pular nele.

–O que diabos você faz aqui? – Me vi perguntando curiosa. – Era para eu encontrar com.... – Comecei a falar, mas na mesma hora pausei em pânico. Entendimento passou por mim. – Você é meu instrutor? – Perguntei incrédula e com medo.

Dimitri apenas me encarou, ainda com seus olhos marrons misteriosos. Seus braços estavam cruzados relaxadamente em seu peito esculpido e seu rosto, ainda tinha uma expressão relaxada.

–Você não me disse que era guardiã de Vasília Dragomir. – Como eu esperava, Dimitri desviou do assunto, mas algo nesse tópico me chamou a atenção. Lissa.

–Você também não me disse que trabalhava aqui – Respondi com outro comentário, trazendo um franzir de cenho, da parte de Dimitri.

–Como você também não me disse, o porquê vir para a Sibéria – Ele estava jogando baixo.

–Isso não conta! – Protestei fazendo bico. – Você descobriu isso logo – Era um fato. Dimitri sabia muito mais de mim, do que eu queria que ele soubesse, ou eu pudesse controlar.

–Mas me esconder que era Guardiã de Vasília está acima disso. – Dimitri se aproximou alguns passos de mim, diminuindo nossa distância. Seu rosto também, não estava lá tão animado. Ele estava preocupado.

–Será mesmo? Eu duvido que você não soubesse. Lissa está ligada a mim e eu a ela. É basicamente muito difícil as pessoas não saberem disso, quando se diz meu sobrenome. – Sim, eu estava sendo uma vaca mas Dimitri não estava facilitando. Tínhamos segredos um para o outro e isso precisava acabar.

–Eu não gosto de fofocas. – Dimitri se aproximou mais um passo, perigosamente de mim. Engoli em seco.

–Não parecia, quando comentou sobre Janine. – Por que diabos eu estava tão na defensiva? Não conseguia controlar.

–Janine é um caso a parte Rose... Sua mãe é guardiã – Sua mão direita foi para o meu rosto e eu não o parei. Dimitri aconchegou minha face com dedos quentes, embora estivesse sem roupa alguma para se proteger do frio.

–Vasília é a última Dragomir – Virei os olhos, mas meu protesto não era mais tão nítido. Seu toque estava me deixando maluca.

–E é por isso que ela merece os melhores ao seu lado. – Dimitri cortou a distancia de vez e beijou o topo da minha cabeça. – Eu estava preocupado com você. – Seu interesse e mudança abrupta de assunto, me fizeram ceder.

–Eu sou forte camarada. – Me deixei levar e o abracei. Fechei meus olhos, me deleitando com o calor do corpo dele. – Como você consegue?

–Consigo o que? – Dimitri tinha a voz relaxada novamente. Eu poderia apostar que ele estava sorrindo.

–Consegue ser tão quente, sendo que está tão frio lá fora. – Franzi o cenho e encarei seus olhos. Dimitri riu dessa vez. Uma baixa e doce risada.

–Sempre fui quente. – Ele disse e minha dupla interpretação em suas palavras, me fez corar. Segurei-me para não pular nele e descobrir mais pontos de calor do seu corpo.

–Não duvido – Desviei o olhar e ele gargalhou dessa vez. -Pare de rir de mim – Dei um leve soco em seu peito, protestando sem vontade. Dimitri me apertou mais contra ele. – Então quer dizer que você é meu novo instrutor? – Disse sabichona e consegui um concordar de sua parte. – Por que não me disse? – Franzi o cenho.

–Por que não era para ser assim. – Dimitri me encarava de uma forma calorosa. – Eu tive que fazer alguns ajustes. – Seu tom era culpado e dessa vez, eu ri. – Eu também não fazia ideia, que você seria transferida pra cá.

–Ajustes? Digamos que nem eu fazia ideia disso, há alguns meses atrás. – Olhei ao redor um pouco aborrecida. – Lissa precisa de mim lá e eu a abandonei. – Confessei a ele minha atual angústia.

–Não foi culpa sua. Pelo que ouvi, estão fazendo um tipo de teste. – Dimitri disse e eu voltei a buscar seu calor em seus braços. – E além do mais, ela tem os melhores com ela enquanto você não está lá.

–Eu tenho até medo das coisas, que chegaram ao seu ouvido – Fechei meus olhos me sentindo envergonhada. Um cheiro de pós-barba me invadiu. Dimitri estava extremamente cheiroso. – Ela está na Corte Real com Christian Ozera – Eu não sabia se aquele era o momento certo para contar a ele certas coisas, mas eu estava exausta com aquilo.

–Não se preocupe com o que eu sei Roza. – Suas mãos afagaram meu cabelo escuro e desalinhado, pela umidade. – E também não se preocupe com Vasília. Sua mãe me contou. Reforçamos a segurança dela. Ela não vai escapar de nós.

Sua declaração era uma promessa, percebi. Encarei seus olhos gentis e marrons, transbordando simpatia e carinho por mim. Eu não sabia explicar por que diabos eu estava agindo daquela forma. Tão ligada a ele. Por que eu havia me conectado a Dimitri Belikov daquela maneira. A melhor parte daquilo era que ele parecia estar sentindo exatamente as mesmas coisas que eu sentia. Meus toques em sua pele causavam sensações similares as que ele me causava. Parecia ser tão certo
estarmos juntos ali.

–Da onde está saindo essa música horrível? – Me forcei a mudar de assunto, quando novamente percebi a música de fundo.

–Não gosta? – Dimitri beijou o topo da minha cabeça e eu me arrepiei.

–É tipo... Música de fantasmas e velhos – Fiz minha melhor cara ingênua e Dimitri riu.

–Não é tão ruim assim – Ele parecia quase ofendido. Era como se eu tivesse ferido seu ego, ou algo que ele gostava muito.

–Não faça drama, camarada. Eu tenho problemas maiores. — Uma pontada de desgosto, passou por mim.

–O que quer dizer? – Dimitri parecia curioso e entretido.

Você não sabe as novidades? – Sorri sem vontade – Minha mãe resolveu não ir embora com Abe.

–Sua mãe não gosta muito de mim – Dimitri disse em ar pensativo. – Quando ela soube que eu havia resolvido ficar e ser seu instrutor, notei ela e Abe corarem como pimenta.

–Não me fale de Abe Mazur – Fechei os olhos em raiva. – Ele está achando que só por que dorme com Janine, pode opinar alguma coisa.

–Será que é só isso mesmo? – Dimitri me lançou essa pergunta, ainda pensativo – Eu às vezes acho que ele é muito preocupado com você.

–Vamos esquecer ele hum? – Me ajeitei no lugar, me desfazendo do seu abraço. Uma onda de mau humor, estava voltando com força. Dimitri notou isso.

–Tudo bem... Já conheceu seu quarto? – Ele mudou de assunto e eu agradeci mentalmente.

–Já sim... É bem maior do que St. Vladimir. – Sorri

–Aqui os quartos geralmente são maiores. – Dimitri constatou. – Vai gostar daqui Rose...

–Não é dos piores... – Fiz drama e ele franziu o cenho, mostrando que eu estava sendo absurda.

–Eu prometo que vou te ajudar com o que eu puder Roza... – Ele segurou meu queixo e novamente, meu mundo começou a flutuar.

–Eu vou acreditar em você camarada – Segurei sua mão em meu queixo. -Não que eu realmente goste dessa história de instrutor e aluno, mas vou gostar de passar um tempo com você – Realmente à ideia de eu e Dimitri juntos, era bastante agradável.

–É ai que você se engana Guardiã Hathaway – Dimitri se afastou alguns passos de mim. Seu tom decidido, mudando de quente para totalmente gelado e sério.

–O que quer dizer? – Perguntei meio perdida.

–Quer dizer que sim, eu gosto de estar dessa forma com você. Eu realmente gosto. Mas como seu instrutor, não posso deixar as obrigações de lado. – Dimitri estava usando seu tom de Guardião frio. O tom que eu temia.

–Isso quer dizer que acabou? – Perguntei com um enorme pesar, sem ao menos saber o que eu estava perguntando. Eu não queria acreditar no que eu estava ouvindo. Há algum tempo atrás, estávamos nos amassando no sofá do meu antigo quarto. Agora, eu já não fazia mais ideia.

–Claro que não Roza... – Dimitri me olhou exatamente da mesma forma, quando eu estava sendo absurda. – Apenas não vamos deixar as responsabilidades de lado.

–Isso quer dizer sem beijos durante o trabalho? – Dei um passo em sua direção, me sentindo um pouco feliz com aquilo. Eu já estava sentindo falta de beija-lo.

Dimitri apenas sinalizou com sua cabeça negando.

–Nem escapadas românticas? – Dimitri negou novamente – Nenhuma? – Fiz um som miserável e ele gargalhou.

–Vamos ter nossas folgas para sairmos e nos relacionarmos. – Bufei pelo seu som tão natural. Seria bastante difícil manter a postura quando eu queria agarra-lo o tempo todo.

–Você faz parecer tão fácil – Murmurei de mal humor.

–E você faz parecer impossível. – Dimitri me apertou em seus braços. Seu rosto, centímetros do meu.

–Não acho nada fácil ignorar você. – Fiz manha e Dimitri me apertou ainda mais. – Hey camarada! Vai me esmagar os ossos. – Fingi dor.

–Se está tão frágil assim, vamos ter que pegar ainda mais pesado nos seus treinos. – Dimitri mordeu de leve meu pescoço.

–Você não está ajudando no meu controle. – Fui sincera e Dimitri riu ainda mais.

–Você já limitou demais o meu Rose. – Dimitri me encarou daquela forma de fazer ceder meus joelhos.

Antes que eu pudesse comentar qualquer outra coisa, seus lábios encontraram os meus. Enrolei meus braços em seu pescoço, o puxando para mim. Dimitri aprofundou o beijo e eu arfei. Sem nenhum incentivo, ele me levantou em seu colo, enquanto eu enlaçava minhas pernas em sua cintura. Quando nos separamos por ar e encarei seus olhos, eu vi todo o desejo que ele estava sentindo por mim.

–Controle hum? – Ironizei e Dimitri ainda me segurava com força em seus braços, como se eu não pesasse quase nada. Passei uma de minhas mãos, delicadamente por seu cabelo, fazendo com que algumas mechas caíssem ainda mais, fora do elástico. Seu sorriso aumentou ainda mais, me vendo toca-lo.

–Rose...Aconteça o que acontecer, simplesmente não dê muita atenção a algumas pessoas. – Seu tom era sério dessa vez.

–O que quer dizer? – Perguntei o encarando.

–Estamos passando por alguns momentos complicados em St. Chekhov. – Dimitri tentou esclarecer – As mortes de Moroi ainda estão com muita frequência e isso aqui, esta quase sempre um caos.

Desfiz-me do seu abraço e desci do seu colo. Dimitri puxou minha mão e me guiou até alguns colchonetes gastos no canto.

–Nenhum suspeito? Nada? – Perguntei quando já estávamos sentados um de frente para o outro.

–Os Strigoi estão mais astutos e espertos. Estão cada vez mais se reunindo em grupos para atacar – Ele parecia bastante cansado com aquilo. Peguei suas mãos e entrelacei nossos dedos.

–É muito difícil acreditar que seres tão sedentos de sangue e desorganizados, estejam se juntando em grupos... – Refleti. Não era nada normal essa atitude. Strigoi agiam sozinhos. Eram tão arrogantes que matavam uns aos outros por sangue. Principalmente de Morois.

–No começo também achamos isso. Mas todas as evidencias e algumas testemunhas, apontam para um grupo de Strigoi, que está agindo na cidade.

–Conseguiram interrogar algum? – De repente, me senti interessada demais por mais informação.

–Ainda estamos trabalhando nisso. – Pelo jeito que Dimitri mencionou, não tinham tido muitas felicidades no assunto.

–É isso o que vocês fazem aqui? – Olhei ao redor. Ele estava apertando com carinho meus dedos.

–Também temos outras atividades. – Dimitri piscou para mim. – Trabalhamos com Moroi, por exemplo.

–Você quer dizer, em batalha? – Me peguei surpresa e bastante interessada. Lembrei-me da conversa de mais cedo, com a Moroi da entrada de Sr. Chekhov. Ela trabalhava ali e havia comentado algo, sobre Moroi no Campus.

–Exatamente. – Dimitri sorriu com meu interesse. – Temos alguns usuários de água e fogo aqui conosco.

–Christian Ozera é usuário de fogo. – Me vi refletindo. Eu me lembrava dele nas aulas de magia com Lissa.

–Natasha Ozera, sua tia, também – Dimitri comentou e me virei para ele.

–Você a conhece? – Me vi curiosa. Eu só conhecia Natasha Ozera por nome. Ela e seu sobrinho eram bastante famosos em nosso meio, por causa dos pais de Christian terem se tornado Strigoi.

–Conheço Tasha á anos. Ela é uma excelente pessoa. – Uma pontada de algo que eu desconhecia até então, se formou em meu estômago.

Ela deve ser uma velha horrorosa – Repetia para mim mesmo em minha cabeça.

–Rose? – Dimitri me tirou do meu transe. Voltei a olhar para ele.

–Me desculpe... Acho que foi muita informação para mim. – Menti de certa forma. Eu estava ainda um pouco abalada com toda aquela informação.

–Você tem razão... Eu devia ter contado isso com calma pra você – Seu sorriso vacilou um pouco, mas eu não permiti.

–Hey....Estou adorando saber as novidades – Soltei uma de nossas mãos e toquei seu nariz. – Quando é mesmo que vamos começar a treinar? – Pisquei para Dimitri

–Agora mesmo. – Dimitri levantou e me puxou para se juntar a ele.

–Estou de jeans camarada – Apontei minhas calças.

–Se você estiver na rua, vai ter que lutar com a roupa do corpo. – Ele tinha um ponto.

–Menos mal então...Eu poderia estar de saia. – Dei de ombros. Foi o tempo suficiente de eu me esquivar do caminho. O pé de Dimitri, passou a centímetros do meu rosto. – Hey camarada! – Protestei um pouco assustada. Adrenalina correndo por minhas veias. – Quase me deixou sem meia dúzia de dentes.

–Está com bom reflexo – Dimitri apontou, sem dar muita importância ao meu comentário.

–E você apenas julgou isso? – Comecei a me movimentar, eu sabia que ele iria tentar de novo.

–Se conseguiu um diploma, ao menos reflexos bons, você tem. – Dimitri começou a me circular, assim como eu o espelhava.

–Obrigada mesmo pelo voto de confiança – Murmurei irônica, mas não tive muito tempo. Dimitri investiu novamente contra mim, mas dessa vez eu estava esperando. Esquivei-me com um giro rápido.

–Excelente Rose – Dimitri apontou sorrindo.

–Mais uma dessas e eu perco minhas calças. – Resmunguei, tocando minhas pernas em busca de algum rasgo.

–Vocês mulheres, usam calças apertadas demais. – Dimitri comentou, ainda em movimento.

–Está reparando bastante hum. – Sua concentração vacilou por um momento e foi ai que eu agi. Tão rápido quanto ele foi, me concentrei em um golpe no canto de sua cabeça. Dimitri foi mais rápido, me jogando com força no chão, enquanto esquivava de mim. A força do impacto, fez com que eu fizesse um som estrangulado. Dimitri caiu em cima de mim, mas curiosamente seu peso não estava totalmente depositado sobre meu corpo. Suas mãos estavam colocadas nas minhas laterais e ele sorria vitorioso.

–Ganhei, hum? – Dimitri sorriu e eu arfei.

–Sorte de principiante – Vireis os olhos, mas seu sorriso nunca vacilou.

–Vou te dar um tempo para socializar, enquanto vejo algumas coisas – Dimitri levantou e me ajudou novamente. Fiquei de pé e limpei minhas calças.

–O que quer dizer com socializar? – Franzi o cenho.

–Quero dizer que te deixo livre hoje, para conhecer os outros, conhecer melhor o Campo. – Ele me explicou, enquanto limpava suas próprias calças. – Vejo você mais tarde.

A ideia de abandona-lo não era a das melhores, mas mesmo assim, sinalizei com a cabeça em concordância. Havíamos conversado a pouco sobre certas regras que iriamos seguir. Antes que se fizessem mais segundos desconfortáveis, virei de costas e comecei a andar em direção a porta.

–Rose! – Dimitri gritou meu nome

–Sim? – Me virei para ele ainda cautelosa.

–Você é linda — . Seu sorriso nunca vacilara e isso me fez corar instantaneamente.

–São seus olhos, camarada – Pisquei para ele, tentando empurrar minha vergonha. Funcionou, pois ele novamente estava rindo.


Notas finais
E ai oq acharam?!
Beijos