Vampire Academy - (Terra das Sombras)
10 Capítulo 10 - Buquê De Flores E Alguns Imprevistos
Notas iniciais
Tudo bem com vcs?
Segue mais um cap pra vcs! Espero que gostem... tá bem grandão tbm ^^
Obrigada pelo comentários e continuem comentando!!! Dai eu posto rapidão prometo
Desculpem pelos errinhos mas digitei na total pressa
Um beijo e COMENTEMMMMMMMMMMMMMMMM E RECOMENDEMMMMMMMMMMMM
O dia não demorou muito a passar. Passei a maior parte do dia arrumando minhas coisas e vendo os noticiários, em busca de alguma coisa sobre as pessoas desaparecidas e os possíveis autores dos crimes. Muitas coisas em minha opinião, ainda estavam bastante estranhas. Até agora, o que eu sabia era que rostos desaparecidos coloriam diariamente, os tele jornais de Novosibirsk. Quando dei por mim, eram cinco da tarde e eu, estava terminando de pintar minhas unhas de vermelho. Eu não fazia idéia, de que horas Dimitri apareceria ali, mas eu gostaria de estar bem apresentável, quando ele resolvesse me fazer uma visita.
O toque do telefone do quarto quase me fez derrubar a acetona, no lençol branco da cama.
–Alô? – Me apressei a perguntar, quando uma parte bem humilde de mim, achava que pudesse ser Dimitri.
–Srta. Hathaway? – Uma voz feminina e com um sotaque quase infantil, estava tentando uma comunicação em inglês comigo.
–Sim – Respondi, aguardando o motivo da ligação.
–O Sr. Mazur, passou rapidamente pela recepção e deixou um recado para a Srta.
–Sr. Mazur? – Perguntei rapidamente e por empolgação, mas logo me redimi. – Abe Mazur. O que ele queria?
–Avisar a Srta. Que o jantar está marcado para as 19:00 no salão do hotel.
Aquela informação, veio como um baque surdo em meus ouvidos. Eu havia esquecido totalmente do jantar com Abe Mazur, meu patrocinador oficial. O meu maior problema, era que mesmo que eu quisesse desmarcar com Dimitri, eu duvidará que eu pudesse encontrar seu cartão com seu número, na minha bagunça particular.
–Srta. Hathaway? – A voz da mulher voltou a me chamar, me tirando dos meus devaneios.
–Ok. Obrigada pela informação – Me apressei a dizer e logo desligar o telefone.
Eu precisava pensar. O que diabos eu iria fazer com dois compromissos em uma noite só? Pelo horário, eu tinha algum tempo para pensar. Mas, enquanto eu pensava, opinei por tomar uma ducha rápida. Quando finalmente terminei meu banho, ainda de toalha peguei meu telefone e disquei os números, que eu já conhecia de cor. A única pessoa no mundo, que iria me ajudar com aquilo.
Lissa atendeu no segundo toque.
–Alô? – Sua voz era cansada. Uma segunda olhava para o relógio, me fez lembrar que ela possivelmente, ainda estava dormindo.
–Liz me desculpa amiga – Virei os olhos, me esquecendo completamente que nosso horário, era agora, diferente.
–Tudo bem Rose... Já estou acordada – Sua voz soou um pouco melhor dessa vez. Ouvi uma voz resmungona de longe, que Lissa logo apartou. – Faça silêncio Christian. Estou falando com a Rose.
–Fala para ele calar a boca – Esqueci os bons modos – Pelo jeito funcionou nossa conversa.
–Rose! – Ela me reprimiu. – O que aconteceu? – Perguntou ela, enquanto voltava para o assunto original.
–Lembra sobre o assunto... hum – Eu não sabia como perguntar aquilo.
–Sobre Dimitri? – Ela disse de uma forma natural. Lissa pelo visto, estava lidando com isso de uma forma boa.
–Sim. Eu não sei o que fazer – Cocei minha cabeça e ajeitei a toalha em volta de mim.- Infelizmente, tenho um jantar chato com Abe, que me resgatou e Dimitri me disse que viria aqui e presumo, que seja no mesmo horário do jantar. – Suspirei aborrecida.
–Não vejo muito problemas nisso. – Pela primeira vez, Lissa me surpreendeu com sua atitude.
–Como não vê? Abe não pode conhecer Dimitri e honestamente eu não estou afim de ir no jantar chato dele – Respondi fazendo um som de nojo.
–Apenas apareça por educação e simule uma dor de cabeça Rose...Você cansou de me ver fazendo isso, quando eu não queria ir ao compromisso. Eu nunca deixei de ir, mas não precisei aturar por muito tempo – Ela deu um longo suspiro como se sua resposta fosse óbvia e realmente era. Parando para pensar, Lissa estava falando a verdade. Eu já cansei de vê-la usando essa tática antes.
–Você é um gênio – Comecei a distribuir beijos freneticamente pelo telefone. – Eu te amo Liz!
–Eu sei disso e eu também – Ela riu um pouco – Aproposito acho melhor você se apressar em comprar algo para Dimitri comer. Causa uma boa impressão se vocês pretender ficar no apartamento. Se eu bem te conheço, só devem existir bolachas e refrigerantes em seu frigobar.
–Merda, você está certa – Assumi ainda de bom humor. Eu havia acabado de achar uma solução para os meus problemas. – Acho que tenho algum tempo para comprar algo. O que você sugere? – Me vi derrepente bastante interessada em qualquer coisa, que ela pudesse me falar. Eu não tinha muita experiência com homens, visitando meu dormitório. Muito menos, meu quarto de hotel.
–Ah Rose...Compre um foundie – Ela disse simplesmente e eu ouvi uma risada ao seu lado. Com toda a certeza, aquele cabeça de fósforos estava me aloprando. Decidi ignorar.
–Por que um foundie? – Me vi curiosa o suficiente.
–Rose! – Sua voz aguda, me fez tirar rápido o fone do meu ouvido. – Você não é nada romântica mesmo — Sua risada me fez quase tirar o fone do ouvido novamente.
–Ah que seja Liz! – Virei os olhos – Vou comprar o foundie para quando ele aparecer.
–Compre algumas frutas também – Lissa continuou com sua receita.
–Estou anotando tudo – Fiz um som dramático – Mais alguma coisa?
–Um vinho seria bom – Ela disse e eu concordei.
–Agora tenho que desligar por que está anoitecendo muito rápido aqui – Lancei um olhar preocupado para a janela. – Dimitri e Abe não querem me ver na rua, quando estiver escuro lá fora. – Assumi com pensar. Eu odiava me sentir a dama indefesa.
–Eles estão certos – O tom de voz de Lissa se tornou um pouco preocupado. – Talvez você devesse deixar o foundie para depois.
–Eu vou fazer o foundie e vou desligar, para correr ao supermercado. Te amo – Me apressei a dizer, enquanto procurava por algo para vestir em uma das minhas malas.
–Use preservativo – Lissa disse por fim e eu não consegui deixar de rir.
–Ele não me convidou para ir para a casa dele mocinha – Respondi rindo.
–É claro. Você o convidou antes de ele ter chance. – Sua declaração me fez corar instantaneamente.
–Besta – A xinguei sem perder o bom humor, mas logo desliguei o telefone.
Me troquei rapidamente e dei uma última checada em minhas unhas vermelhas. Coloquei em seguida, minha estaca de prata na bainha, por debaixo da roupa e logo segui para a rua. Parei um taxista e perguntei sobre um mercado e entrei no taxi. O transito, se tornou insuportável, conforme íamos mais para perto do centro. A noite estava chegando e eu não poderia esperar por muito mais. Eu precisava estar com tudo pronto, para quando Dimitri chegasse. Inclusive, uma desculpa esfarrapada sobre Abe. Perguntei para o homem em um russo horrível, se haveriam outros supermercados no local. Ele concordou para meu alívio com a cabeça, mas disse que seriam um pouco mais seriam um pouco mais longe. Aceitei mesmo assim. Eu não poderia me dar ao luxo, de ficar parada ali, no meio do nada. O taxista cortou caminho, e seguimos para uma zona um pouco menos movimentada da cidade. Quando avistei o supermercado, pedi que ele parasse e me aguardasse por um momento no taxi. Eu não pretendia demorar. Desci do carro, e notei que a noite estava chegando depressa. Com muita sorte, eu teria alguns minutos lá dentro.
Entrei rapidamente na loja, que parecia estar fechando e peguei um pacote de algo parecido com chocolate e alguns morangos e algumas framboesas, antes de seguir rumo ao caixa. Parei na sessão de pizzas congeladas e peguei a primeira que vi na frente, sem me atentar ao sabor. De qualquer forma, eu duvidará que as pessoas fizessem pizzas boas naquele lugar, isolado do mundo. Paguei as compras com um pouco de custo e segui em direção ao taxi. A cena que eu vi ali, fez meu sorriso morrer de uma forma sombria.
A porta do taxi estava escancaradamente aberta e o taxi, que antes estava bem na porta, fora arrastado para mais perto do escuro, onde uma lâmpada estava queimada. Um frio percorreu minha espinha e eu não esperei mais. Tirei minha estaca de debaixo do moletom e olhei em volta. Minha sacola foi depositava com cuidado no chão, enquanto eu seguia para perto do taxi. Senti uma urgência animalesca de começar a chamar pelo homem, mas percebi que o silêncio poderia ir ao meu favor. De certa forma. Não precisei dar dois passos, para ver a cena mais chocante de toda a minha vida. Mais para frente da onde o carro estava estacionado, era uma rua sem saída. Um corpo muito alto e muito pálido estava espremendo o corpo já sem vida do motorista na parede de concreto. Um som animalesco de algo sendo estraçalhado e devorado soou em meus ouvidos. Um grito se formou dentro de mim, enquanto eu apenas soltei minha respiração estrangulada. Isso foi o suficiente para o alto pálido virar em minha direção e eu ver seus olhos, para confirmar o meu maior medo. Strigoi
Tudo aconteceu como um borrão partir dali. O monstro viu em minha mão a estaca que eu apertava com tanta força, que fora um milagre meus dedos não terem quebrado e largou o corpo do homem sem vida para vir em minha direção. Seus passos eram certos e precisos e eu vi um deslumbre de um sorriso malicioso em seus lábios. Seus caninos ficaram a mostra com esse pequeno gesto e eu vi sangue em seus lábios arroxeados. Muito sangue. Era um homem. Percebi isso, quando ele se aproximou mais de mim. Seu cabelo era de um preto azeviche bem escuro, mas eu apostava que ele era um Moroi, quando ainda tinha vida. Sua altura e graciosidade, não eram do tipo que se apagavam assim.
Mesmo sabendo que Strigoi eram monstros, a similaridade era chocante. Agora eu entendi o quão difícil deveria ser, quando um ente próximo a você ter se tornado um monstro como aquele. A aparecia era basicamente a mesma, tirando é claro, as pupilas vermelhas de uma tonalidade assustadora de vermelho vivo e a pele, mais branca do que de costume.
Aproveitando minha análise ele atacou. Eu agradeci aos meus anos de treinamento, pois por mais que nunca tivesse encontrado um Strigoi antes, eu consegui desviar. Suspeitava também, que esse seria um recém-nascido. Seu modo era bem grotesco e sua aparência horrível e cheia de sangue. Strigoi poderiam ser monstros sanguinários, mas eles também não gostavam de muita atenção para si. Seja lá quem for que estivesse por trás dos recentes atentados que Dimitri comentará comigo, deveria ser do mesmo grupo desse maldito, parado na minha frente.
Não se contentando com o erro, o Strigoi tentou investir novamente contra mim. E dessa vez, acabou me acertando em cheio, um soco no rosto. Isso sem dúvida me deixaria um hematoma enorme no dia seguinte. Se eu sobrevivesse ao dia seguinte é claro. Se aproveitando da minha confusão, ele pegou meu pescoço e me colou junto a parede de cimento com muita força. Eu soltei um grito estrangulado, quando tive a impressão de algo ter partido dentro de mim.
–Esta tudo perdido. – Repetia em minha mente. A peste estava a apenas poucos centímetros do meu rosto. Mesmo com a visão um pouco turva, eu podia ver perfeitamente seu rosto sombrio. Ele cheirava a sangue seco e tinha um aspecto nojento e medonho. Mais uma vez, a suspeita de ser um recém-nascido ferveu em minha mente.
Tentei mais uma vez investir contra meu agressor, mas ele não se moveu um centímetro sequer. Eu estava totalmente perdida. Como a minha vida iria acabar assim? Dessa forma? Lágrimas começaram a rolar pelos meus olhos feridos. Lancei um olhar desesperado para o corpo morto ao meu lado. Em poucos segundos, eu estaria como ele. Talvez pior. O monstro se aproximou de mim e começou a cheirar meu cabelo, enquanto falava em uma língua que eu desconhecia. Provavelmente, ele seria um viajante.
Uma ânsia tomou conta de mim e eu tive que lutar para me controlar na frente dele. Fechei os olhos e lembranças começaram a passar por mim.
O rosto feliz de Lissa, os traços fortes e decididos da minha mãe e ele. O sorriso tímido e singelo de Dimitri. Isso iria acabar? Eu não poderia deixar isso acabar.
Juntei todas as forças que tinha, enquanto o monstro estava distraído com o meu cabelo e tentei alcançar minha estaca, a fechando melhor entre meus dedos. Na empolgação do golpe, o monstro havia esquecido dela, ou talvez, estivesse pensando que ela tivesse caído no meio do processo. Esse foi seu erro. Firmei a estaca entre meus dedos e em um golpe de misericórdia empurrei a besta o suficiente, para feri-la com a estaca. O golpe foi bem desajeitado, mas consegui acertar seu peito em um corte horrível. Sangue jorrou para os lados, mas eu não me atrapalhei dessa vez. Preparei-me para outro golpe, enquanto a besta me olhava sem entender. Provavelmente, subestimou o meu tamanho, que era metade o dela. Mais sangue voou quando consegui acerta-lo novamente. Dessa vez, bem mais próximo do coração. Ele gritou e eu reprimi uma urgência de tapar meus ouvidos, mas me mantive firme. Ficamos andando em círculos, apenas esperando o movimento do próximo. O cheiro de sangue era muito forte e meu estomago estava revirando com tudo aquilo. Um barulho próximo de nós me fez virar em direção. E esse foi meu erro.
O Strigoi se aproveitou e caiu em cima de mim com toda a sua força. Eu gritei por causa da dor, mas consegui acerta-lo mais uma vez. Eu estava rezando a Deus, para que aquilo acabasse logo. Geralmente, guardiões eram treinados para situações extremas, mas eu já estava pensando seriamente sobre alguma fratura ou costelas quebradas. Depois de mais algumas tentativas frustradas, eu finalmente consegui acerta-lo em seu coração.
Levantei com muito esforço do chão e com a força que eu não tinha, arrastei o corpo inerte do Strigoi, para trás de um imenso container de lixo, próximo de nós. Logo quando amanhecesse o corpo iria desaparecer. Passei uma de minhas mãos pelo meu nariz e mais sangue tingiu meus dedos trêmulos.
–Oh meu Deus – Fechei os olhos com força, enquanto me forçava a pensar em algo. Um murmúrio baixo e determinado me chamou a atenção.
–Senhorita? Está bem? – Um rapaz de traços indígenas e cabelo comprido, estava me chamando.
–Você precisa sair daqui agora – Lancei um olhar preocupado para próximo de nós.
O homem estava com um telefone em mãos e parecia estar me entendendo o que eu estava dizendo.
–Chame a policia e uma ambulância – Lancei um olhar pesaroso ao taxista morto.
O indígena começou a conversar freneticamente com alguém e eu não esperei por mais alguém chegar. Guardei minha estaca ensanguentava no bolso e comecei a caminhar na direção oposta deles. Minha cabeça estava explodindo e eu tinha certeza, que tinha alguma coisa quebrada dentro de mim. Minha respiração era pesarosa e dolorida, conforme eu andava para mais longe.
Quando vi uma luz na calçada escura, me ataquei na frente dela e forcei o carro a parar. De dentro, saíram um casal e a mulher estava grávida. Não ouvi muita coisa, ao não ser a preocupação palpável deles com o meu estado. Encostei minha cabeça no banco do carro e tentei respirar. Fiquei repetindo o tempo todo para me levarem no endereço do hotel, mas não tive certeza se eles haviam escutado certo, até que o carro parou em frente ao meu hotel. Eles continuavam a insistir para que eu fosse para um pronto socorro, mas apenas me despedi deles e agradeci pela ajuda.
Tentei me recompor o máximo que pude, mas sem muito sucesso e logo em seguida entrei no grande salão do hall. Ignorei ao máximo o olhar curioso das pessoas e fui direto aos elevadores. Se eu tivesse muita sorte, as pessoas iriam pensar em uma briga criativa da estrangeira com algum gangster local. Quando cheguei ao meu andar, abri a porta graças ao cartão de entrada ter sobrevivido em meu bolso trazeiro. Minha respiração era difícil, mas mesmo assim me forcei a deitar na cama. Eu não sabia quanto tempo eu teria, até que alguém resolvesse bater na porta.
Não sei por quanto tempo, eu estive de olhos fechados, mas uma batida insistente em minha porta me fez sentar na cama.
–O que diabos? – Minha cabeça estava explodindo tanto. Segurei-me nas paredes enquanto caminhava. Girei a maçaneta. Um par de olhos castanhos me encaravam com preocupação e espanto aparente.
–Roza... – Dimitri com seu olhar, percorreu meu corpo. – O que aconteceu?
–Strigoi – Isso não o surpreendeu, percebi. Seus olhos eram selvagens. Minhas pernas bambearam um pouco e foi o suficiente, para ele me pegar no colo e me levar até a cama.
Quando finalmente eu estava depositada ali, Dimitri pegou seu telefone e começou a dar ordena a alguém em russo. Eu estava cansada demais, para tentar entender qualquer coisa.
–Roza... Por favor fique acordada – Sua voz era insistente, enquanto ele fechava o aparelho. Seus olhos nunca desgrudaram de mim no processo. – Você não pode dormir está bem? – Seus dedos longos e gentis, estava tirando meu cabelo suado e ensanguentado da minha testa.
–Me desculpe – soou mais com um sussurro, enquanto lágrimas de formavam em meus olhos.
–Me desculpe pelo que? – Ele me deu um sorriso gentil e triste.
–Por eu ter desobedecido e saído quando já estava escuro. – Peguei sua mão na minha bochecha.
–Está tudo bem agora...Tudo irá ficar bem. – Ele continuou sorrindo e foi quando um vislumbre de alto vermelho e volumoso, me chamou a atenção do meu lado na cama. Era um lindo buque de rosas vermelhas. Dimitri havia trazido para mim e eu havia estragado tudo.
–Que merda – Disse mal humorada enquanto apertava meus olhos com força.
–O que foi? – Ele chegou mais perto de mim na cama, enquanto seu estado alerta, havia retornado.
Não tive tempo de responder. Abe Mazur, quase explodiu a porta ao lado de Ian, quando resolveu entrar. Ele estava mais branco do que de costume. Dimitri somente relaxou ao meu lado, quando reconheceu os arrombadores de portas. Eu não sabia se isso eram bom, ou ruim.
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