Vamos à praia!
1 Aventuras na praia
Notas iniciais
Era um lindo dia de sol em uma cidade convenientemente não nomeada do litoral brasileiro. Um senhor motorista de uber estava tendo uma viagem ligeiramente desconfortável.
— Ichi-nii, olha ele — Jiro resmungou no banco de trás.
— “Ichi-nii, olha ele”— Saburo repetiu com a voz fina e esganiçada
— Para de provocar seu irmão. — No banco da frente, Ichiro suspirou, notando o olhar de julgamento do senhor motorista. Ele tinha que lembrar de dar uma gorjetinha pra ele quando a corrida acabasse.
Como presente por Jiro ter passado de ano pegando recuperação só em três matérias em vez de todas, Ichiro resolveu levar seus irmãozinhos para passar uns dias na praia. Ele juntou seu dinheirinho suado fazendo qualquer porra de trabalho que o Ichiro faça e alugou um quarto no airbnb pra todo mundo.
A casa era uma casa de praia comum, grande, com o reboco descascado de leve do lado de fora. A mulher veio recebê-los usando um vestido de oncinha e óculos escuros da chili beans.
— Oi meu anjo, tudo bem. — Ela falou com a voz rouca de fumante e deu um beijinho na bochecha de Ichiro. — Toma aqui uma chave da casa e a chave do seu quarto, vem cá que eu vou te mostrar onde fica.
A casa era muito grande, tinha vários quartos e banheiros e estava arrumadinha. O filtro tinha uma capinha de crochê lilás que combinava com a capinha do bujão de gás e os tapetinhos.
O quarto que eles iam ficar tinha duas beliches e era meio apertadinho, mas dava pra ficar. Ichiro botou as suas malinhas no chão.
— Tem que tirar o lixo terça e quinta, os telefones que você precisar estão na porta da geladeira e a senha da internet também.
Nessa hora Jiro e Saburo saíram e foram pra cozinha com seus celulares pra pegar a internet.
— Eu fico num apartamento aqui perto, o telefone também tá lá qualquer coisa é só chamar
— Ah, achei que a senhora morasse aqui.
— Não, é que essa casa era do imprestável do meu ex marido e aí ele se engraçou uma francesinha de 24 anos e se mudou pra França com ela e largou a casa aqui, então eu peguei pra alugar.
— Ah…. Bacana… — Disse Ichiro.
— Viver só da aposentadoria não é fácil não — Ela deu uma risada de fumante. — Enfim, tem mais um pessoal que vai ficar nos outros quartos aqui, daqui a pouco eles chegam.
— Tá, beleza.
De repente, eles ouviram palmas muito altas vindo lá de fora.
— Falando no diabo. Fica a vontade aí querido.
Ichiro obedeceu a senhora e começou a arrumar as coisas dele. Até que ele ouviu Jiro gritar “Que que você tá fazendo aqui?” de fora do quarto e saiu pra ver o que estava acontecendo.
Lá foram estavam ninguém mais ninguém menos do que Samatoki-sama da kisama wa dare da.
— Que que você tá fazendo aqui??— Disse Ichiro apontando pra Samatoki que nem aquele meme do homem aranha.
— O que que tá acontecendo aqui? — DIsse a dona da casa que se chama Jurema. Não era a era Jurema de Yuri on Carrefour era outra Jurema, favor não confundir.
— Ele é meu inimigo número um Samatoki Aohitsugi!! — Disse Ichiro indignado. — Ele vai ficar aqui??
E então Ichiro percebeu que Samatoki tav acompanhado dos seus amigos da Mad trigger Crew.
— Eu não quero ter que ver esse pirralho, eu vim aqui pra relaxar
— Como assim relaxar. — Disse Jyuto horny on main, mas todos o ignoraram
— Cala a boca, Jyuto, pelo amor de deus. — Samatoki estava PUTO. — Eu não quero ficar com criança de Ikebukuro, eu exijo que você tire ele daqui.
— Fodase mermão — Disse Jurema— Contrato é contrato, ‘cês concordaram em dividir a casa agora vão ter que dividir.
— Mas-
— Se tiverem algum problema falem com meu advogado— Em algum lugar em Nagoya, Hitoya Amaguni espirrou — Eu to indo pq marquei de fazer a unha com a Cidinha. Toma sua chave aí, seu quarto é o segundo da direita. Falou.
E nisso Jurema foi embora muito tranquila arrastando suas havaianinhas cor de rosa pela calçada
— É parece que vamos ter que dividir a casa — Disse Saburo.
Samatoki não falou nada, só entrou puto em casa sendo seguido por Jyuto e Riou.
Enquanto isso a alguns quilômetros dali, havia um congestionamento gigante e tinha um ônibus parado lá no meio.
— Caralho eu vou mijar nessa garrafa — disse Dice segurando uma garrafinha vazia de Gatorade.
— Por favor, não. — Disse Gentarou
— Por que esse ônibus não tem banheiro?? Eu preciso mija.
— Dice, se acalme e não pensa nisso, já estamos chegando.
— Meu deus do céu eu vou explodir eu preciso mija
Sentado no banco na frente deles, Ramuda dormia pacificamente usando uma mascarazinha cor de rosa combinando com aquelas almofadinhas de apoiar pescoço. Ele tinha batido um papo com a mocinha sentada no assento ao lado, o que rendeu mais um número de zap na lista de contatinhos dele.
— Estamos parados aqui já faz um tempo, será que se eu pedir pro motorista ele deixa eu descer pra mija?
Gentarou não falou nada, somente tentou voltar a ler o livro que estava lendo antes da situação caótica com a vontade de mijar do Dice começar. Ele estava muito cansado da viagem de ônibus até a praia. Ramuda tinha convidado eles pra ir sem mais nem menos e falou que arcava com todas as despesas e aí ele resolveu ir tb pra pegar inspiração de escritor olhando pro mar e pra dar uns rolê legal com seu boyzinho Arisugawa Dice, que agora estava indo falar com o motorista sobre a possibilidade de descer do ônibus pra dar uma mijadinha na beira da estrada.
Enquanto isso, havia um carro parado no mesmo congestionamento. Dentro do carro, tocava a nona sinfonia de Beethoven.
— Sensei, posso aumentar o ar condicionado? — Hifumi perguntou, abrindo mais um botão da sua camisa estampada com listras verticais amarelas e pretas comprada na Renner, o uniforme registrado de toda gay.
— Já está no máximo, Hifumi-kun. — Jakurai respondeu com toda a sua paciência de santo.
Um vendedor de amendoim parou ao lado do carro e mostrou sua latinha fumegante pro motorista, que recusou educadamente erguendo a mão.
— AMENDOIM TORRADO. — O moço gritou, e no banco de trás do carro, Doppo acordou num pulo e bateu a cabeça no teto.
— Já chegamos? — Ele perguntou, coçando o olho.
— Não, Doppo-kun, ainda estamos no congestionamento. — Jakurai começou a bater o dedinho indicador impacientemente no volante. — O que o GPS diz sobre o tempo que falta para chegarmos?
— Hm… Três horas e quarenta minutos. — Respondeu Hifumi
Doppo grunhiu e encostou a cabeça na janela.
Naquela tarde, os Buster Bros foram se aventurar na praia, correr atrás de siri e comer milho verde cozido com margarina. O Mad Trigger Crew, por outro lado, tinha seus próprios afazeres, que envolviam lavagem de dinheiro, propina e caçar no mato.
Foi uma tarde muito animada para todos, especialmente para Jiro e Saburo, que tomaram um monte de caldo das ondas por serem piás de prédio que quase nunca iam pro mar.
Quando chegaram em casa, salgadinhos e com as costas ardendo de sol, os três irmãozinhos Yamada encontraram outro escarcéu.
Como se não bastasse o Mad Trigger Crew estar na mesma casa que eles, agora também estavam lá Fling Posse e Matenrou batendo boca na sala da casa.
— O que tá acontecendo aqui? — perguntou Jiro.
— Essa molecada é animada, hein. — Sentada no sofá, dona Jurema riu e deu play em um áudio muito alto do zap, que só se misturou ao bate-boca que se desdobrava ali. — Já falei. Contrato é contrato, vocês vão ter que dividir a casa.
— Não acredito que fizeram essa sacanagem com a gente só pra ser conveniente pro enredo. — Saburo pôs a mão na testa, muito inconformado. — Não me digam que a galera de Osaka e Nagoya vai aparecer aqui também.
— Não, quem tá escrevendo isso aqui não vai dar conta de tanto personagem. — Disse Ichiro. — Fora que a casa só tem quatro quartos.
— Faz sentido.
Os Buster Bros, então, começaram a prestar atenção na discussão.
— Eu acho um ABSURDO nós pagarmos tão caro assim pra eu ter que olhar pra cara dessa gentinha. — Ramuda estava chupando um pirulito muito puto.
— Não acho que seja de todo mal assim. — Gentaro murmurou, muito cansado. Ele só queria botar suas malinhas no quarto, mas infelizmente a chave se encontrava na mão do pivete de cabelo rosa.
— Concordo com o que o Yumeno-san disse. — Respondeu Jakurai, tão educado que usava honoríficos mesmo falando em português. — Não passaremos tanto tempo assim nessa casa, de qualquer forma.
A última frase fez Doppo se sentir ainda mais cansado, e ele foi se sentar no sofá junto com dona Jurema, que começou a mostrar vídeos de oração no zap pra ele.
— Mesmo assim, Sensei! — Hifumi estava exaltado. — Eu não quero ficar debaixo do mesmo teto que essa poc recalcada!
— O que que é poc?— Jiro perguntou para seu irmão mais velho discretamente.
— É uma gíria que—
— Saburo, eu perguntei para o nii-san! Cala a boca!
Emburrado, o caçula se calou, deixando seu irmão mais velho em um aperto e tanto. Ichiro não fazia ideia do que significava poc.
— É uma gíria…
— E o que significa?
Ichiro pensou por alguns instantes, e finalmente resolveu que o melhor seria inventar qualquer coisa que fosse:
— Significa evangélico.
— Nossa, não sabia que o Ramuda era evangélico.
— Nem eu. — Disse Dice.
A discussão acabou no momento em que Riou saiu da cozinha com uma panela enorme nas mãos e gritou:
— Tá pronta a janta!
A revolta podia ser grande, mas a fome era maior. Todo mundo ficou quieto e foi comer, menos Samatoki e Jyuto, que deram um miguézão e escaparam.
Tinha umas cinco panelas em cima da mesa de jantar, então todos pegaram seus pratinhos e se serviram. Ninguém conversou muito porque todo mundo estava cansado, só a dona Jurema que ficou conversando com o Riou e trocando receitas com ele, exibindo suas lindas unhas pintadas de esmalte cor de vinho com uma florzinha branca desenhada no canto.
— Minha nora me deu um pacotão do tempero da Ana Maria Braga, vou colocar um pouquinho num potinho pra você, me lembra hein. — Ela deu sua risada de fumante e comeu mais uma garfada de carne. — Ai, quem me dera ter casado com um cozinheiro assim que nem você, o imprestável do meu ex marido só sabia reclamar.
Todos jantaram com muito gosto e alguns até repetiram o prato, inclusive Dice, que se encarregou de raspar as panelas escondido na cozinha. Depois de lavar a louça e arrumar a cozinha, todos os conflitos foram esquecidos.
— Com licença, se não se importarem, já vou me deitar. — Jakurai estava muito cansado de ter dirigido por duzentas horas até lá.
— Eu também já vou indo. — Dona Jurema levantou da cadeira soltando um “AH!” e botando a mão na lombar. — Qualquer problema é só ligar, garotada, ou mandar um zap.
Todos foram dormir tranquilos sem saber a origem daquela carne que comeram na janta.
No dia seguinte, os primeiros a se levantarem foram os amigos da divisão de Shinjuku. Jakurai se levantou às 4 da manhã para ir pescar, levando Hifumi junto com ele. Os dois foram piedosos o bastante para deixar Doppo dormindo.
Conforme o dia amanheceu, todos na casa de levantaram aos poucos. Riou saiu logo cedo pra procurar alguma coisa para o almoço, logo depois foi Doppo, eternamente acostumado com a rotina de trabalhar no escritório. O último a se levantar foi Ramuda, lá pelas 11 horas. O líder da divisão de Shibuya passou pela mesa de café da manhã, onde Gentaro e Dice comiam mamão e bolacha Trakinas, respectivamente, e pegou uma banana.
— Quais são os planos? — Gentaro perguntou, limpando a boca com um guardanapo.
— Praia, é óbvio! — Dice exclamou, espalhando migalhas pela toalha de plástico adornada com galinhas. — Né, Ramuda?
O celular de Ramuda soltou um “plim”.
— Espera aí… — Ele mexeu no celular um pouquinho. — Eu vou almoçar com uma gatinha, vocês podem ir na praia, se quiserem.
Dice e Gentaro se entreolharam e deram de ombros.
— Volta aqui, Jiro, eu não terminei! — Ichiro saiu do quarto atrás do irmão com um tubo de protetor solar nas mãos.
— Já tá bom, não precisa passar mais.
— Desenha uma piroca nas costas dele, Ichi-nii. — Saburo gritou de dentro do quarto.
— Vai se fuder, Saburo.
— Jiro! — Ichiro puxou o cabelo dele.
— Que boa ideia. — Dice riu com a boca cheia de bolacha, cuspindo farelo pela mesa.
Gentaro suspirou. Ele não ia deixar Dice passar protetor solar nas suas costas.
Quando deu uma hora da tarde, a casa estava deserta e todo mundo estava se esbaldando na praia.
Jakurai, Hifumi e Doppo pescavam isolados em cima das pedras. Jiro e Saburo brincavam de coxinha empanada, rolando pela areia. Gentaro tentava convencer Dice a não jogar no jogo do bicho. Riou se espreitava na matinha do mangue com um arpão na mão. Apenas mais um dia comum na cidade convenientemente não nomeada do litoral brasileiro.
Ichiro foi a um mercado comprar uma coca de 2 litros e aproveitou para comprar uns pastéis para seus irmãozinhos na volta. Enquanto estava na fila, ouviu um “tch” mal-humorado vindo de trás. Ele percebeu que atrás do garoto que estava atrás dele, estava ninguém mais ninguém menos do que Samatoki.
— O que foi? — disse Samatoki.
— Nada. Cuida da sua vida aí, otário.
— O que disse?!
Intimidado, mas com fome demais para abandonar seu lugar na fila do pastel, o garoto que estava entre eles começou a chorar baixinho.
— Não basta ter que ficar na mesma casa que vocês, ainda tenho que te ver aqui pela praia! Não tem outro lugar pra ir, não?
— Moço, tá na sua vez… — O garoto murmurou.
— Deixa o pastel pra depois! Vamos resolver isso aqui! — Ichiro e Samatoki saíram da fila, para o alívio do garoto, que só queria um pastel de pizza e nada mais.
Os dois sacaram seus hypnosis microphone, enfiaram os dedos na boca e deram aquele assobio altão.
Jiro e Saburo chegaram na mesma hora, um pouco chateados por terem interrompido sua gravação de tiktoks. Riou e Jyuto vieram logo depois. Uma multidão se reuniu ao redor deles para ver aquela grande batalha de rap hipnótico.
Do meio da multidão, surgiu Fling Posse, com Gentaro arrastando Dice, que chegou muito perto de pegar dinheiro emprestado com um agiota, e Ramuda, ansioso para mostrar suas habilidades de rap para a gatinha que ele conheceu no tinder. Matenrou apareceu logo em seguida, depois de Jakurai confiar seu balde com as duas unidades de peixe que eles pegaram em seis horas de pescaria à senhora da barraca de pastel.
— Então vocês vão fazer uma batalha? — Ramuda disse em tom provocador.
— Isso aí! — Respondeu Samatoki. — Vamos aproveitar e resolver o negócio da casa com isso!
— É! Quem vencer fica com a casa! — Disse Hifumi.
— Rapazeada, eu já expliquei, contrato é contrato, vocês vão ter que ficar até o dia combinado. — Dona Jurema gritou do meio da muvuca.
Ignorando Dona Jurema, todos sacaram seus microfones hipnóticos e se prepararam para a batalha. Entretanto, antes que pudessem começar a cantar, um trovão soou alto, fazendo com que metade daquela multidão saísse correndo da praia.
— Olhem lá! — Gritou o garoto que comia um pastel de pizza. — Tem uma coisa saindo do mar.
Todos pararam para ver o que saía do meio das águas turvas: Era um enorme tubarão branco.
Para a surpresa geral da nação, o tubarão saiu da água, acompanhado de quatro adolescentes vestindo trajes futuristas, e foi até onde os rappers hipnóticos estavam reunidos.
— Mas o quê…? — Disse Ichiro.
— É o… — Disse Ramuda.
— Tutubarão. — Disse Jakurai.
— Tutu o quê? — Sussurrou Jiro, levando um tapa de Saburo por ter estragado o clima da cena.
— Sim, sou eu, o Tutubarão. Venho aqui com uma mensagem para a geração atual.
— Eita porra, ele fala. — Sussurrou Jiro mais uma vez, levando outro tapa, dessa vez de Ichiro.
— Essa geração atual só quer saber de animes e tiktok, ninguém mais assiste os maravilhosos clássicos desenhos Hanna-Barbera. Aposto que a maioria das pessoas aqui, inclusive as que estão lendo essa fanfic, nem sabem quem eu sou.
— Ok, boomer. — Disse Saburo.
Tutubarão e seus amigos sacaram seus hypnosis microphone, que tinham formatos de coisas do fundo do mar.
— Eu desafio vocês para uma batalha de rap! Vamos ver quem é melhor: Animes, ou desenhos Hanna-Barbera!
— Mas a gente nem tem anime ainda, tio. — Disse Jiro.
— Ainda, mas daqui a pouco sai. — Dice respondeu, empolgado com a ideia de batalhar contra um tubarão.
Outro trovão soou pelos céus, e de repente um silêncio mortal tomou aquela praia. Todos se encaravam, só esperando para ver quem tomaria a iniciativa de começar aquela batalha pela honra de diferentes tipos de desenhos animados.
Como o que chamou todos para a briga, Tutubarão resolveu assumir esse papel. Entretanto, assim que ele abriu a boca para tomar fôlego e começar o rap, um canudo que veio voando com o vento entrou em sua garganta e ele começou a engasgar.
Desesperados, os amigos o arrastaram correndo de volta para o mar, deixando todos que esperavam ansiosamente por aquela fervorosa batalha com cara de bunda. Riou abaixou seu arpão, chateado. Se ganhassem a batalha, aquele seria o prato perfeito para o jantar.
Decepcionados com a falta de criatividade da autora, todos os personagens resolveram deixar suas rivalidades de lado e aproveitar para curtir o feriadão na praia em paz e harmonia.
E no meio dessa confusão toda, uma nova espécie de poliqueto foi descoberta na areia da praia. Era igual a um poliqueto normal, mas tinha a cara do Flávio B****naro.
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