Notas iniciais
como já tenho boa parte da historia pronta, postarei logo o cap. 2
qualquer dúvida é só comentar qu eu respondo
boa leitura.

BIP. BIP!

__Sebastian! Vem abrir a porta, querido.

Era a voz da minha mãe, mas como? Eu olhei ao meu redor e estava no meu quarto, na minha cama, e no colchão no chão estavam o Albert e o Junin, eu me levantei e dei uma olhada em volta, a porta estava inteira, a janela estava fechada, e não havia nenhum sinal de que um monstro tinha estado ali.

__Sebastian! Anda logo!

__Já vou, mãe.

Meu grito fez o Albert e o Junin acordarem num susto, eles me olharam com cara de dúvida, e o Albert disse:

__Cara, eu tive um sonho muito louco...

__Eu também- disse o Junin- tinha uns monstros, e a gente fugiu...

__Peraí, você sonhou com isso também?

__É, e eu também, Albert. — fomos interrompidos por uma batida na porta do quarto- Quem é?- o Ulisses respondeu:

__O bicho papão- e logo foi abrindo a porta- tem uma doida chamando você lá fora.

__Mais respeito, idiota, esperem aí que eu já volto.

Eu fui atender minha mãe, e ela perguntou:

__Por que demorou tanto?

__Acabei de acordar.

__Filho, são onze horas da manhã! Você ficou acordado até tarde?

__Não mãe, é que meus amigos vieram dormir aqui e eu não quis acordá-los cedo.

__Quem te deu ordem pra trazer amigos na minha ausência?

__Fala baixo, mãe, eles estão no meu quarto!

__ta bom, fale com eles pra esperarem que eu vou preparar o almoço, não é hora mais pra café da manhã.

Eu voltei pro quarto, e o Kelvin Já foi me perguntando:

__Aí está ele... Ô Sebastian, com o que você sonhou essa noite?

__Peraí, vai dizer que nós todos tivemos o mesmo pesadelo... Cara, isso ta estranho...

__E bota estranho nisso- completou Ulisses- Vamos tomar café, depois agente raciocina sobre isso, de barriga cheia.

__Minha mãe disse que vamos almoçar, e olha, eu não falei pra ela que ficamos acordados até tarde, então confirmem a mentira.

Fomos almoçar, e na mesa falávamos de diversas coisas futebol, carros, motos, filmes, games, coisas que gente da nossa idade falava, até que o Junin deixou escapar uma:

__Dona Adelaide, a Sra. tem alguma pomada pra machucado?

__Você está machucado, Junin?

__Eu machuquei a perna ontem à noite enquanto corr. — ele pôs a mão na boca, pois tinha percebido a mancada que deu, e os outros abaixaram a cabeça, e eu tentei completar...

__Enquanto corria pela casa, brincando- e os outros confirmaram:

_É, brincando de pega-pega.

Mas minha mãe não era boba, e nos olhou séria, e falou:

__Não são um pouco velhos pra brincar de pega-pega?- tentamos tapear, mas ela disse; — vou perguntar só uma vez: ficaram acordados até tarde?

Não dava pra mentir pra minha mãe, então eu abaixei a cabeça e disse:

__Sim, ficamos vendo filmes de terror.

__Tá, mas como o Junin se machucou? Ele disse que estava correndo...

__Olha, mãe, acho que você não vai acreditar se agente contar, nem eu estou acreditando...

__Desembucha menino...

__Ontem à noite nós fomos perseguidos por uns monstros estranhos, um até entrou aqui no meu quarto, e nós corremos pra rua.

Enquanto eu narrava a história pra ela, sua expressão foi mudando, ela foi ficando preocupada, e nervosa, então ela disse:

__É, ninguém vai acreditar em vocês, acho melhor pararem de assistir filmes de terror, ta começando a subir pra cabeça, e o Junin deve ter dormido de mau jeito e ficou com a perna doendo, continuem almoçando...

Sei não, aquilo tava estranho, a impressão que dava era que minha mãe sabia alguma coisa e não queria nos contar, e, eu como sempre fui insistente, perguntei:

__Mãe, o que acontece nas ruas à noite?

__C-Como as- sim?

__É, dona Adelaide- disse o Kelvin- fica um nevoeiro e as casas ficam diferentes...

__Isso é coisa da cabeça de vocês, Vamos, terminem de almoçar!

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.