Vai Que...
22 Capítulo 22
Notas iniciais
Então, tenho que fazer um desabafo.
Eu estou perdida, muito perdida. Eu não faço a menor ideia de como continuar a escrever essa fic, metade das coisas que eu queria dividir com vocês e vou cortar. Talvez a fic só tenha poucos capítulos a mais e então é fim.
Minhas desculpas, mas é que eu me perdi na própria história e não acho justo fazer isso com vocês.
Eu não vou parar de escrever, de modo algum. Pretendo (e tenho muitas ideias)para uma nova fanfic. Por isso estou a fazer um apelo: Please, se alguém aqui gosta de fazer capas entre em contato comigo e se tem alguém aqui interessado em parceria em fic ou apenas ser conselheiro( do tipo sem compromisso, dá um palpite, grita quando eu não escrever) é só mandar um bela MP pra conversamos,ok? Beijos e boa leitura.
Caroline ouviu muitas vozes perto de si e não gostou. Sua cabeça estava perturbada e barulho não ajudava muito. Respirou mais forte e abriu os olhos.
Seu anjo particular pairava acima dela.
-Você fica muito sexy com esse olhar preocupado. — disse e viu a expressão dele relaxar.
Só que ficou constrangida ao ouvir risinhos. Então percebeu que não estavam mais no avião e estavam acompanhados.
Olhou ao redor e percebeu que estava em uma mansão. O teto parecia distante e a pouca visão que tinha das coisas confirmaram que estava na mansão dos Mikaelson.
-Sexy não é a palavra apropriada. — disse alguém se aproximando. — Perigo, talvez.
Caroline olhou para o falante e seu cérebro que ele era encrenca. E provavelmente, se ela não fosse casada, seria muito bom ter uma aventura com ele.
-Kol querido, não assuste sua cunhada. — disse uma mulher próxima a Caroline. Era alta e tinha uma boa aparência, a mãe provavelmente. — Sou Esther Mikaelson, sua sogra.
Caroline levantou para cumprimentá-la e percebeu que havia outras pessoas na enorme sala. Finn, o irmão mais velho acenou com a cabeça e Rebekah deu discreto( e cheio de significado oculto) sorriso. Kol abraçou Caroline estusiasticamente e a rodou no ar. Algo que só piorou o mal estar dela.
-Se você não estivesse grávida do meu irmão eu tentaria te conquistar, acho que eu teria uma chance- disse ele ao colocá-la no chão.
Caroline se desequilibrou e sentiu braços fortes sustentando seu peso.
-Vem amor, vamos lá para cima. — disse Klaus em seu ouvido. Aquilo só a deixou mais mole ainda.
Klaus a ajudou a andar e subir as escadas e ela se sentiu envergonhada por aquilo. Não estava incapacitada de andar, o desmaio era algo comum quando ela andava de avião e logo se recuperava. Mas os braços de Klaus eram reconfortantes e ela não queria perder isso.
Ela não percebeu muita coisa da casa, afinal eles eram podres de rico, descrever qualquer coisa assim seria impossível com Klaus e seus fortes braços.
-Eu não estou grávida. — Caroline disse assim que eles entraram no quarto. — É algo que acontece quando entro em avião.
Klaus sorriu e a ajudou a deitar na cama, Caroline não queria perder o contato dele por isso o segurou antes que ele se afastasse.
-Obrigada. — sussurrou encarando aqueles profundos olhos verdes.
Então Klaus sorriu, o sorriso raro que ele tinha. Foi como se tudo de ruim na Terra tivesse desaparecido e no momento a única coisa que importava eram os dois.
Caroline não resistiu a tanta proximidade e a tanta eletricidade, Puxou o rosto de seu esposo para si e o beijou. O beijo foi intenso, havia desespero ali, algo que ambos seguravam a muito tempo. Klaus pousou mãos firmes na cintura da esposa e logo a paixão os consumia.
Pelo modo como o beijo acontecia dava para ver a relação do casal. Caroline era a provocativa e leviana, seus lábios brincavam com os de Klaus e sorriam sempre que ele os capturava. Klaus era o cara que fazia tudo o quê Caroline queria, mas que sem dúvida era o controlador da relação. A boca dele subjulgava a de Caroline, enlouquecendo-a, no entanto ele parecia perceber cada vontade de Caroline e a satisfazia.
Ele a ajudou a tirar roupa e fez o mesmo com a própria roupa. Klaus não queria ficar em silêncio, mas não conseguia encontrar o quê dizer. Caroline era perfeita, o corpo era delicado e seu rosto parecia brilhar como alguém no auge da sua glória.
-Klaus. — Caroline falou e a voz dela estava cheia de paixão. — Eu te amo.
*****
Caroline estava deitada no peito de Klaus e contorna a tatuagem que ele tinha com os dedos. Estavam cobertos com um fina manta e ambos apreciava o contato com o corpo do outro.
-Você é tão presente. — Caroline disse e Klaus não pareceu entender, então ela explicou: — Quando você está aqui tudo é como deveria ser, e quando não está... é diferente.
Klaus entrelaçou os dedos com os de Caroline.
-Quem diria que estaríamos assim, tão próximos e...
Klaus não terminou de falar porque foram ouvidos gritos vindo de baixo. Parecia que Rebekah estava tendo algum tipo de crise.
-O quê faz aqui? — ela gritava loucamente. — Eu não quero ver a sua cara. Vadia.
Caroline nunca imagina como pessoas finas se comportavam, mas provavelmente em sua imaginação elas não falavam palavrão.
Klaus bufou.
-Eu vou ver o quê está acontecendo.
Ele beijou novamente Caroline e sorriu. Os pareciam tão certo ali, tão pertencentes um ao outro que ele não teria ido para fora se os gritos de sua irmã não estivessem se tornando tão estridentes.
-Eu volto. — ele disse e selou os lábios da esposa com os próprios.
Klaus saiu do quarto e Caroline sorriu. Sentiu a alma livre, o corpo leve e parecia que cada minuscula parte estava impregnada de Klaus, mas ela queria mais. Se fosse possível ela queria uma overdose de Klaus. Tudo de Klaus.
Saindo de seu transe percebeu que os gritos de Rebekah ficaram piores com a chegada de Klaus.
-Como você pôde fazer isso, Klaus? — perguntou ela.- Você é um nojento.
Caroline ficou intrigada e vestiu a camisa de Klaus e se encaminhou em direção a sala. Sua perna fisgava a cada passo, mas ela sorria pois era uma lembranças dos momentos que dividira com Klaus.
Todos os Mikaelson estavam na sala e pareciam estar prestes a calar Rebekah pela força física quando avistaram Caroline, a expressão de todos sombrearam de pena. Menos a de Kol que declarou:
-Talvez tenhamos uma chance agora. — e parecia muito satisfeito.
Caroline analisou melhor a cena. Havia alguém que não era da família. Hayley, a vadia das relações públicas. E aquele vaca segurava a mãe de Klaus sobre a própria barriga.
-Caroline. — Klaus murmurou e ele parecia ser uma vítima de guerra.
Hayley no entanto estava radiante.
-Eu estou grávida. — murmurou ela com lágrimas nos olhos. — Eu estou grávida de você Klaus.
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