Vai Que...
5 Capítulo 5 Aposta.
Notas iniciais
Alguém sabe de alguém que faz capa?
Caroline não acreditava que estava fazendo aquilo. Estava com duas malas postas no meio de uma sala que a partir daquele momento seria sua. Bonnie estava ao lado da melhor amiga. Caroline havia a chamado para ajudá-la nessa nova fase de sua vida. A loira não havia chamado Liz Forbes pois zelava pela segurança de sua mãe, intimamente Bonnie ficou magoada pela amiga não se incomodar com sua segurança. Mas todo o ressentimento havia sido esquecido devido a cobertura em que as garotas se encontravam. O prédio em sim era um luxo, mas a cobertura parecia uma casa feita para não ser habitada e apenas admirada. Desde o chão, os móveis(tudo muito sóbrio, que dava um tom meio cinza para as coisas, desanimador e opressor) tudo irradiava elegância e by Text-Enhance\">dinheiro. Bonnie se jogou no sofá de coura preto e sentiu um leve perfume. O marido de Caroline, deveria ser muito cheiroso.
-Caroline, agora entendo o porquê de você concordar com tudo isso. — exclamou entusiasmada. — O cara é podre de rico.
Caroline sorriu.
-Não estou nessa pela grana. — respondeu. — Vi que Damon estava muito ferrado e sei lá, pela conversa que tivemos não é como se eu pudesse desisitir. Estamos trabalhando nisso, quer dizer, Damon. Bonnie fungou. -Damon te ferrou e você confia nele? — perguntou Bonnie exasperada. — Você é mulher casada agora e parece que não é com qualquer homem.
Nesse momento, pela grande porta da cobertura chegava um Damon satisfeito.
-Moreninha, relaxa. Caroline vai tirar de letra.- ele disse esbanjando charme
. -O quê está fazendo aqui? — perguntou Bonnie levantando.
Damon a desagradava. Damon a olhou surpreso e olhou para Caroline confuso.
-Caroline vai morar aqui agora. — declarou. — Você precisa de carona para voltar pra casa.
Bonnie olhou indignada para a amiga. Mas antes de culpá-la pela traição, percebeu que sua amiga começava uma fase da vida que quanto menos críticas melhor. Ela abraçou a amiga e saiu esbarrando em Damon. Caroline sorriu. Os dois teriam um caminho longo pela frente e seu próprio destino era incerto. Damon colocou o tipo de música que Bonnie não suportava, com conotação sexual, ambiguidade e provavelmente, um pai de família não ouviria aquilo no carro.
-Pode abaixar, por favor? — pediu soando rabugenta.
Damon sorriu.
-Claro que posso. — respondeu e ergueu o volume mais uma vez. Bonnie bufou.
Damon era irritante, desagradável e havia ferrado com a vida de sua amiga. Não gostava do fato de estar no mesmo carro que ele. Não gostava das insinuações em seus olhares, em sua boca, em sua voz...
-Pensando em mim? — perguntou Damon finalmente abaixando o volume.
-Não. — respondeu. — Pensando nas coisas horríveis que fez para minha amiga.
-Horríveis? — perguntou indignado. — Eu a deixei milionária!
Bonnie bufou novamente.
Damon sorriu.
-Aposto que Caroline é mais fraca do que Klaus. — provocou. — Ele vai deixá-la louca, enfraquecida, quebrada.
-Não. — discordou Bonnie. — Caroline é mais forte, ela vai mudá-lo, ela sempre muda as pessoas com quem convive.
-Ótimo, então temos uma aposta. — disse Damon. — Temos seis meses e se Klaus mudá-la eu ganho e você vai ter que fazer qualquer coisa que eu quiser, se Caroline mudá-lo eu realizo um desejo seu.
Bonnie sorriu pela primeira vez.
-Feito. — concordou. — Vamos selar essa aposta com sangue?
Damon sorriu divertido.
-Meleca é mais divertido. — e deu um sorriso infantil.
Bonnie percebeu tarde demais quando Damon enfiou o dedo no nariz e o aproximou dela. O restante do caminho foi feito sob uma chuva de impropérios da parte da morena.
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