Vai Que...

11 Capítulo 11 Put Your Graffiti On Me...


Notas iniciais
Hey galera. Estou enbanjando Bamonidade.]
O título desse capítulo é nome de uma música da Kat Graham e os trechos que aqui aparecerem são da música.
Beijos.
Vou alterar a classificação indicativa.

Bonnie olhava fascinada Damon comer sua pizza. Ele distraído e por isso se atreveu a olhar para ele com mais atenção. Ele tinha o maxilar forte, a boca sexy, Os olhos, ah meu Deus, olhos eram perigosos, misteriosos, sedutores. Bonnie levou a taça aos lábios ainda observando Damon e ficou vermelha ao notar que ele havia notado que ela o estava notando.
-Admirando a vista? — ele perguntou sorrindo sensualmente.
Bonnie baixou os olhos timidamente.
Damon gostava de garotas que falassem bastantes, impertinentes e bobas. Bonnie era o oposto disso, ela era quieta, calma e inteligente. Corada ficava uma delícia de se ver.
Ela contornava a borda da taça calmamente, mal imaginando o efeito que aquilo provocava no corpo de Damon.
Ele levantou-se da mesa e aproximou-se dela que estava encostada no balcão.
-Por algum motivo, acho que você está atraída por mim. — disse Klaus sedutoramente.
Bonnie recuou um pouco. Damon estava causando sensações estranhas em seu corpo. Sensações que ela estava adorando.
Contornou ele disposta a ir embora, mas ele segurou seus braços e a empurrou até uma parede de uma forma muito grosseira e ela gostou disso.

Be your bad habit
Throw me up against the wall first
(Seja grosseiro
Jogue-me contra uma parede, primeiro)

-Você está me deixando louco, sabia? — ele perguntou roçando seus lábios no ouvido de Bonnie.
Aquela situação era mais forte que ela.
-Damon, por favor...
Mas seu sussurro foi interrompido pelos lábios de Damon. Ele começou mordendo levemente, prensando seu corpo contra o dela, moldando seu corpo no dela.
Colocou a língua de forma calma entre os lábios e Bonnie. Suas mãos percorriam a cintura da garota.
Separou os lábios dela.
-Por favor Damon...
Ele a interrompeu novamente. Agora sua mão estava dentro da camiseta dela acariciando sua barriga, queria enlouquece-lá assim como ele estava.

-Bonnie, por que você não aproveita o momento? — perguntou beijando o ombro da garota.

Bonnie arfou e abriu os olhos. Quando ela abriu a boca Damon teve certeza que seria dispensado.

-Damon, por favor. — ela sussurrou. — Não pare.

E Damon se sentiu o cara mais realizado do momento.

I take advantage of you

You take advantage of me

(eu tiro vantagem de você

você tira vantagem de mim)

Bonnie o queria. Damon a consumia, a tinha como ninguém. Ele a beijava, a deixava sem ar e aquilo parecia certo. Passou os braços ao redor do pescoço dele e o beijou.

Sentiu-se ser levantada e entrelaçou a cintura de Damon com as pernas.

Então seu celular tocou. Aquele toque que ela havia selecionada para quando o pai dela ligasse e foi como um balde de água fria. O quê ela estava fazendo?

-Damon, pare com isso. — exclamou soltando-se dele.

______________________

Caroline abriu a porta da cobertura sorrindo. Klaus não era uma péssima companhia, poderia ser ruim, mas não péssima. Acendeu a luz e foi até a cozinha, ao esticar uma mão para abrir a geladeira viu o brilho de sua aliança;

-Muito linda. — exclamou aproximando a mão para ver melhor.

Klaus não estava tão risonho. Estava com uma puta dor de cabeça e uma desconfortável dor nas costas. Caroline deve ter notado, pois fez uma careta.

-Eu não devia ter batido em você com um taco de baisebol, npeh? — perguntou inocentemente.

-Acho que não. — respondeu Klaus de mal humor.

-Ele parecia ser de brincadeira. — defendeu-se Caroline. — Foi a única forma que tive de ver se era de verdade ou não.

Klaus não respondeu. A dor não era tão grande assim, ele estava gostando de ver Caroline morder os lábios em sinal de arrependimento.

Eles haviam ido comprar a aliança deles em uma loja especializada. Levaram pouco tempo, pois alianças são todas iguais. Ela era grossa, de ouro e eles não quiseram o nome gravados nela.

-Vai deitar. — pediu Caroline. — Depois eu vou fazer uma massagem em você.

Klaus assentiu fazendo uma careta e foi em direção ao quarto.

Assim que ele virou as costas Caroline sorriu. Aquele filho da mãe mentiroso, ela nem havia batido nele com força. Era tudo fingimento, Caroline percebeu isso quando ele começou a reclamar de dor no local errado.

Klaus talvez não fosse tão mal assim. Era só uma versão menos sofisticada de Caroline. Ele havia sido carinhoso durante todo o dia e Caroline contra gosto teve que confessar que ele era um ótimo par. Quase, quase se sentiu tentada por ele.

Resolveu inverter a situação.

__________________

Caroline saiu do banheiro em seu quarto enrolada em uma toalha azul. Foi até seu closet e escolheu uma lingerie especial: vermelha.

Colocou uma pequena camisola rendada da mesma cor por cima e foi até o quarto de seu esposo. Ele estava deitado com as costas para cima, o filho da mãe.

-Você demorou. — ele cobrou sem olhar para ela.

-Desculpe, fui tomar banho. — ela disse e subiu na cama dele. — Preparado?

Klaus balançou a cabeça em afirmação. Caroline, provocativamente subiu nas costas deles, um joelho para cada lado e começou a massageá-lo inocentemente.

-Me desculpe mesmo. — ela pediu mais uma vez.

Klaus continuava com os olhos fechados, mas assentiu.

Caroline deslizou as mãos pelas costas dele, subindo, fazendo círculos e descendo. Continuaram em silêncio por um longo tempo.

Klaus deslizou os braços para se ajeitar melhor e acabou esbarrando nas pernas de Caroline.

-Não está com frio? — ele perguntou franzindo a testa.

Um puta frio, seu filho da mãe. E você nem para olhar.

-Não. = respondeu Caroline. — E você?

Klaus negou com a cabeça. Aquela inércia dele a estava irritando.

-Melhorou? — ela perguntou baixo.

-Um pouco mais para cima. — ele pediu.

Ótimo, Caroline pensou. Era péssima em seduzir os outros.

Teria que ter algumas aulas particulares com Damon.

Ela se moveu um pouco para cima e chutou o pau da barraca. Inclinou o corpo em cima de Klaus e perguntou em seu ouvido:

-O quão pra cima?

Klaus abriu os olhos no mesmo instante. Caroline sorriu e voltou a ajeitar o corpo e continuou a massageá-lo, só que mais insinuantemente.

Klaus não acreditava. Manteve-se de olho fechado o tempo todo em que ela estava em cima dele para não deixar transparecer nenhuma emoção, e ela de repente coloca tudo isso a perder.

A sensação do corpo dela em cima dele, tão quente o deixava louco. E quando sua mão relou na perna dela perdeu o juízo e se segurou. Mas depois daquela indireta que ela havia dado, ele não se segurava mais.

Levou as mão em direção as coxas de sua esposa e começou a acaricia-la. Pode ouvir sua esposa rir e ela inclinou-se novamente em direção a ele:

-Tenho certeza que isso ficará mais fácil se estiver de frente para mim. — e então mordeu a orelha dele.

Klaus seguiu seu instinto. Virou-se e em cima de si pairava a figura mais linda que já vira.

Caroline estava com o cabelo molhado grudando no rosto e costas, vestida de vermelho e um brilho erótico nos olhos. Pura sedução.

Ela se inclinou e seus lábios ficaram a centímetros do de Klaus.

-Acho que passou da hora dessa união ser consumida. — disse sedutoramente.

Klaus riu.

-Acho que você quis dizer consumada. — e antes que ela revidasse a beijos e inverteu a posição entre ambos.

________________

Caroline não sabia onde aquilo iria parar antes. Mas teve certeza do que faria quando ficou por baixo de Klaus. Ele era puro músculo, todo malhado e certo do que fazia. Caroline sentia-se presa, mas a sensação era gostosa.

Abriu as pernas por baixo dele para terem um contato mais íntimo. O que sentiu a deixou desnorteada.

Sabia que estava perdida e não estava nem aí. Cravou as unhas nas costas de Klaus e o beijos convulsivamente, seu quadril subia toda hora e adorava seu corpo contra o dele. Arrancou a camisa que ele usava para poder senti-lo melhor e logo a calça dele voava pelo quarto.

Klaus parou o beijo e começou a explorar o pescoço de Caroline e aquilo a estava matando, ele era homem feito, Sabia o quê fazer, não era como Tyler que achava que as bocas tinham que ser mantidas grudadas o tempo todo.

Klaus rasgou sua camisola sem dó nem piedade e depois foi a vez do sutiã. Ele parecia fascinado, mas ergueu os olhos para encarar Caroline.

-Por que está fazendo isso? — ele perguntou.

Caroline havia entendido muito bem.

-Eu gosto de provocar você, ver quem está no controle, mas nesse momento estou gostando disso. — disse levando a mão ao membro rígido de Klaus.

Ele gemeu e continuou explorando Caroline. A consumindo. Depois de deixa-la vermelha na parte de cima ele foi indo cada vez mais para baixo, até arrancar sua calcinha.

A provocou com os dedos primeiramente, enquanto a ouvia gemer, depois decidiu usar a língua para deixa-la cada vez mais molhada.

-Klaus, eu juro que se não colocar agora eu explodo — disse Caroline entre gemidos.

Então ele arrancou a própria cueca e assim que entrou um pouquinho nela, viu o corpo de Caroline arquear. Uma corrente elétrica percorreu a ambos e Klaus a penetrou.

Caroline havia sido feita para ele, seus corpos se completavam e a cada investida ela gemia.

-Meu. Nome. — ofegou Klaus.

Caroline pareceu não ter ouvido, por isso ele tirou dela.

-O quê você está fazendo? — ela perguntou. — Você está...

-Meu nome. — repetiu ela.

-Não.

Klaus voltou com a mão para a intimidade dela, mas não era o suficiente para Caroline. Não era o suficiente para Klaus também, mas ele queria que ela gritasse o seu nome.

Ele voltou a beija-la mesmo com protestos e a provocou. Mordeu o pescoço dela, apertou-a em todos os lugares possíveis.

-Por que? — ela perguntou derrotada e então como se estivesse segurando murmurou: — Klaus, Klaus... Klaus...

Klaus voltou a penetra-la e como daquele vez ela gemia seu nome não interrompeu. Chegaram ao clímax ao mesmo tempo e ele sentiu-se satisfeito ao ouvir seu nome sair em um grito da boca de Caroline.

Ele deitou sobre ela. Sua testa pousada sobre a dela. Ambos estavam suados .

Ele escorregou para o lado e continuou beijando o pescoço dela.

-Não ache que eu vou fazer isso novamente. — alertou Caroline.

-O quê? — perguntou. — Dormir comigo?

-Não, chamar seu nome. — respondeu ela. — Da próxima vez vou chamar o nome de outra pessoa.

Klaus sorriu.

-Então haverá uma próxima vez? — pergunto mordendo a orelha dela.

Caroline o encarou longamente. Os olhos azuis dela estavam brilhando.

-Não sei. — respondeu e virou para o lado oposto. — Agora me cobre, por favor.

Klaus sorriu e se encostou nela. Ele adorava dormir de conchinha e Caroline não protestou quando ele enlaçou sua cintura.

Pela primeira vez em muito tempo, Klaus sentia calor que não fosse fornecido pelas cobertas.

Notas finais
e o que acharam?
cenas assim não são o meu forte!