Vagalumes Passageiros
2 Vagalumes Passageiros
Notas iniciais
O problema que mais me impediu de escrever foi a preguiça & os trabalhos escolares.
Mas hoje consegui arranjar um tempo a mais & terminar o cap. & postar.
Não ficou tão boa quanto outras fics do Concurso, mas mesmo assim gostei, porque é minha primeira fic Original
Espero que também gostem.
E que não chorem -q [/zoa
Sem mais delongas, á fic õ//
PS.: Sim, eu tinha esquecido completamente de postar a fic .-. Perdoem-me >
Os raios e trovões fortes daquela manhã chuvosa foram quem me acordaram. O céu estava completamente negro e a chuva estava muito forte. Parecia que minha pequena e humilde cabana sairia do lugar com aquele vento de não sei quantos km por hora. Era uma tempestade de dar medo a qualquer pessoa.
Pude testemunhar árvores caindo, alguns pequenos animais sendo arrastados pela ventania, galhos voando para lá e para cá. A montanha parecia estar em caos. Parecia que um furacão de nível máximo estava passando por lá e destruindo tudo que via pela frente.
Assim que a tempestade cessou, sai de casa e vi tudo bagunçado. Pequenas árvores caídas no chão, assim como velhas árvores. Pássaros mortos, lebres mortas, filhotes de lobos mortos... Tudo devastado. Uma pena.
- Tomara que venham...
Adentrei minha pequena cabana, que também havia sofrido um pouco com os ventos fortes: o telhado do começo da pequena sala tinha sido levado embora... Eu teria que arrumar depois... Deitei na minha cama e fiquei pensando... Pensando até adormecer novamente.
Acordei com fortes batidas na porta. Demorei uns cinco minutos para levantar e mais cinco minutos até chegar à porta e abri-la. Mas assim que o fiz, deparei-me com uma garota ofegante de tanto bater na porta, suada, preocupada e triste. Choraria a qualquer instante.
- Haru-chan... – abracei-a.
- Hotaru-chan... Você me assustou...
- Estava dormindo, perdão...
- Tudo bem... Já estava pensando no pior...
- Nunca pense no pior, Haru-chan...
Sasaki Haru era a única amiga verdadeira que eu tinha. Podia confiar nela para tudo e em qualquer hora. Podia aparecer em sua casa de repente e eu sabia que ela me receberia de braços abertos. Cabelos castanhos, olhos claros, beirando o azul, pele alva, baixa, magra... E muito, muito tranqüila.
- Que horas são Haru-chan? – perguntei sentando-me no sofá.
- Uma hora. – respondeu sentando-se ao meu lado.
- Obrigada. – agradeci e ela sorriu levemente. – Alguma novidade?
- Nada de novo... E você?
- Meu telhado foi levado... – dei uma risada abafada. – Terei que arrumá-lo ainda hoje, pode me ajudar? – indaguei abusando da boa vontade dela.
- Claro! – sorriu.
Assim que levantei do sofá, senti uma leve tontura, mas mesmo assim cai de volta no móvel. Haru me olhou preocupada e pediu para que eu descansasse, e disse que consertaria o telhado. E eu, teimosa, não permiti que ela fizesse tudo sozinha. Levantei-me novamente e a tontura passou. Pegamos algumas telhas que estavam no porão da cabana e uma escada.
Haru subiu primeiro. Joguei as telhas para ela que as deixava em um lugar que não cairiam. Logo, eu comecei a subir, mas no meio da escada, senti uma tontura um pouco mais forte que a anterior, o que me preocupou também. Deitei a cabeça levemente na escada e respirei fundo. Desci e desculpei-me com minha amiga, que disse que não havia problema.
- Descanse Hotaru-chan... – sorriu lá de cima.
- Hai...
Adentrei minha cabaninha e deitei no sofá mesmo... Passaram-se dez minutos e começou a chover. Corri para fora, levando uma lona para Haru, que a colocou cobrindo o telhado inteiro. Pensando pelo lado bom, não teria nem goteira! Mas na lona ainda tinha um pequeno buraco, bem onde o telhado estava quebrado... Azar o meu...
- Gomen, não consegui arrumar direito... – Haru desculpou-se.
- Você já fez demais, Haru-chan... Obrigada... – falei num sussurro. – Pode ficar aqui...
- Arigatou, Hotaru-chan. – deu um leve sorriso. – Agora descanse...
- Tudo bem... Se eu permanecer dormindo até a noite... Poderia me acordar às vinte horas? — Não será nenhum problema.
- Obrigada. – rumei ao meu quarto. Deitei na cama. Adormeci.
- Hotaru-chan... Já está na hora de acordar.
- Haru-chan? – murmurei sonolenta, sem abrir os olhos.
- Sim?
- Eles vieram?
- Eles quem?
- Hotaru...
- Hotaru?
Vagarosamente abri os olhos e levantei-me. Fiquei sentada na cama durante alguns minutos e logo corri para a sala. Abri a janela mais próxima da clareira e esperei. Esperei... Esperei... E esperei...
- Eles não vieram... – sussurrei.
- Hotaru-chan...
Senti uma forte pontada no peito repentinamente.
- Você está bem, Hotaru-chan? – desesperou-se.
- Estou bem... Eu acho...
- Vamos rápido para um médico.
- Não... Estou bem...
- Não, não está! – ela disse.
- Claro que estou... – cai no chão.
- Vamos logo! Você precisa ir logo para um médico Hotaru-chan... Está ficando pálida... Não está... – eu parei de ouvir sua voz.
Na minha mente a única coisa que havia era escuridão. Meus olhos continuavam abertos, mas não viam nada. Eu estava gelada e pálida. A última coisa que pude dizer para Haru foi:
- Quando a luz do vagalume se apaga... Ele morre...
E foi assim... As luzes de todos os vagalumes se apagaram... Eles morreram...
Notas finais
Ruim? O-o
Péssima? O-O'''''
Matem-me se ficou tão ruim assim -q
Espero que a fic consiga uma boa colocação *---*
Deixem comentários, onegai
Mata ne õ//
Kisus ;**
~KawaiHikari~
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