O braço com veias escuras agarra Luiza pelo pescoço, usa sua força sobrenatural para estalar o osso, como se fosse de vidro.

Com o corpo sem vida, a besta entalha um símbolo em sua testa enquanto sussurra o cântico maldito, um conjunto de palavras do Alfabeto Infernal capaz de invocar o que desejasse.

Luiza renasce, entretanto, na forma de sua consorte: Lilith.

A porta do sobrado é destruída com violência, dando passagem aos soberanos, ambos com cascos nos pés e garras nas mãos, as vestes foram arrancadas, deixando o corpo animalesco à mostra.

A seita observa a cena em completa hílare.

Notas finais
Dia 30: Hílare. "1. alegre, contente. 2. que denota alegria, contentamento." AAAAA, nem acredito que o próximo já é o último!