V1 - Vingança Suprema

12 Epilogo: Surpresas


Notas iniciais
O ultimo capitulo. Aproveite para deixar aqui a sua review, dizendo se gosta ou nao da historia!!!

Claridade. Uma coisa estranha. Por que temer a claridade? Por que a luz me fazia tremer e ficar confuso? Tirar meus sentidos? Fazer-me correr de medo? Eu não sabia as respostas e nem queria sabê-las porque tinha tudo o que eu queria. Eu tinha a minha própria escuridão.

A sentia correr em minhas veias. Eu gostava de Azharar e com ele viveria até o fim dos meus dias. Pensava sobre isso enquanto o dia quente de verão ficava lá fora e isso me deixava muito menos confiante, com menos vontade de sair para fazer algo.

- Você tem visita. – Dissera Angela pela porta do meu novo quarto.

- De quem? – Perguntei. Não havia ninguém para me visitar.

- Claudia está lá. – Um sorriso involuntário nasceu no meu rosto. – Tem uma senhora lá em baixo do orfanato.

Meu corpo se congelou, enrijeceu-se de pânico só de pensar naquele lugar. Bem, agora que eu já tinha 18 anos eu não precisava me preocupar certo?

- Tá bom. Já estou indo.

Deixei minha tela de visão, estava vendo tudo pela janela e desci as escadas correndo.

- Oi. – Disse Claudia timidamente.

- Olá. – Disse uma mulher de óculos, uma típica pessoa da “justiça”. Eu acho.

- Olá. – Disse alegremente pela visita de Claudia, mas meus olhos dispararam desconfiados para àquela mulher estranha.

- É... – Começou ela tirando a minha atenção que estava em Claudia. – Eu tenho algo para você. – A curiosidade se apossou do meu rosto. – Desde que seus pais morreram... – As palavras morte e pais sempre me faziam gemer de dor. – Eu venho esperando você completar seus 18 anos para que enfim pudesse te entregar seu testamento. Aqui está.

Peguei o papel velho e de cor marfim e abri até que a folha estava aberta em minhas mãos. Vi detalhadamente a letra da folha. Era a letra de minha mãe.

Declaro que, nós, Harry Devon e Lucie Devon, deixamos todo o nosso dinheiro e pertences para Zac Devon, nosso filho, e digo que ninguém poderá tocar em seu testamento até que ele complete 18 anos.

Ass: Lucie e Harry Devon.

- Isso é uma brincadeira? – Perguntei, não estava acreditando naquele papel.

- Não. – Respondeu-me a mulher seriamente.

- E... – Estava com vergonha de perguntar, mas eu tinha que fazê-lo. – De quanto estamos falando exatamente?

- De 13 milhões. – Me vi engasgando e Claudia engasgou comigo. – Bem. Você só precisa assinar aqui e tudo será passado para se nome. – Me falou seria como sempre e me passou um papel e uma caneta.

Olhei para ele e o li rapidamente e assinei nos devidos lugares. Entreguei-o a ela e assustada seu rosto corou. Eu ri. Claudia não parecia muito à vontade com essa situação, bem ela nunca estava à vontade com situação nenhuma.

- Não vai ler? – Perguntou a mulher assustada.

- Já o li. – Disse num sorriso debochado.

- Tudo bem. Foi bom te ver Zac. Eu senti sua falta... – Ela me conhecia de algum lugar, mas eu não me lembrava dela. – Foi muito bom te ver de novo. – Assenti.

- Volte quando quiser. – Disse, mais por educação do que por vontade.

- Tudo bem. — Disse-me ela num sorriso educado e tímido, saindo pela porta da sala arejada.

Sentei-me ao lado de Claudia, só para fazê-la corar de vergonha. Afundei-me no sofá laranja de Angela.

- Eu estou rico. – Urrei de felicidade.

- Estou feliz por você. – Disse ela, escondendo o rosto no cabelo negro e afastando-se um pouco.

- Hey. – Disse eu numa ideia repentina. – Vamos viajar por aí? – Estava doido para que ela aceitasse.

- Eu não sei; eu... – Começou ela se evadindo do meu convite. Pensei em Azharar e logo pedi sua ajuda.

Ele se apossou do meu corpo numa velocidade incrível e esse contato dele não mais me machucava.

- Sakuya?! – Disse ele numa voz sedosa.

- Sim? – Respondera ela numa voz mais atraente ainda.

- Vamos viajar por aí? – Eu estava adorando a cena.

- É claro que sim.

Meu corpo ficara imóvel até o momento em que o dela voara para cima de mim. Os dois deitados no sofá de Angela. Os olhos se encarando furiosamente, outro tipo de sentimento, algo que eu nunca sentira.

Os lábios quase unidos, a centímetros um do outro. Um minuto de olhares de desejo e enfim os dois lábios se tocaram. Eu não sabia que demônios também se apaixonavam. Mas eu assistia esse amor de camarote, o via da minha escura e sombria sala VIP.

FIM...

Notas finais
ashaushash...
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!