Sanji subiu a escada, movido pela ideia de seguir seus sentimentos. Chegou rubicundo ao ninho do corvo, e ainda nem havia olhado para o espadachim deitado sobre a esteira de bambu.
Zoro abriu o olho bom, encarando confuso o loiro afrouxando a gravata.

— Tudo bem? – sentou-se de pernas cruzadas. – Precisa de algo?

— Não. – Sanji avançou pela sala. – Preciso de você.

Dizendo isso, lançou-se sobre o colo de Roronoa, beijando-lhe os lábios com uma urgência que nunca havia tido antes. Foi correspondido por mãos grandes que acariciavam suas costas. Arrancou a própria camisa, estourando alguns botões. Queria sentir aquilo na pele.