Zoro normalmente era infausto, mas naquele dia a sorte parecia ter lhe dado uma chance. Segurando o cozinheiro contra a escrivaninha, vincando as coxas alvas que lhe contornavam a cintura.

Sanji respirava pesadamente, o suor escorrendo pelas costas, uma mão masturbando o pênis de ambos.

Roronoa se afastou, pressionando a glande contra o traseiro do loiro.

— Espera... — o cozinheiro umedeceu os dedos e se penetrou demoradamente.

O espadachim mordeu os lábios, excitado. Ajoelhou-se, separou as nádegas do loiro e se pôs a lubrifica-lo com a língua. Sanji arranhou o móvel, se contendo ao máximo. Aquilo era um verdadeiro êxtase.