Duas macas com corpos preenchiam o pequeno espaço da enfermaria. Mizuki analisava uma lâmina transparente através de seu microscópio, procurando um patógeno com formato de zagaia. Depois de alguns minutos, ela ergueu os olhos e suspirou.

— Mesma substância. Se nenhum de nós três somos os autores, provavelmente o Anderson é o assassino.

— Eu não consigo acreditar. E por qual motivo ele faria isso? – Gerald parecia incrédulo.

— Ele pode ter se matado para levar essa resposta para o túmulo. – Mikkel falou, pensativo. – Uma missão política? Espionagem?

— Melhor deixar isso com a Interpol. – disse Mizuki, se preparando para fechar a sala.