Augusto estava irado, depois de ver o irmão sequestrar a pequena Clarissa, Augusto se torna um vulto azul e voa descontroladamente atraz do irmão e da menina. Mas quando chega no lugar onde o castelo do pai devia estar, Augusto encontra um campo vazio.

O menino pousa e instantaneamente sente a dor na perna quebrada e acaba caindo.

Frustrado, Augusto começa a esmurrar o chão e se culpar pelo sequestro de Clarissa.

O Garoto pega um pouco de terra e atira para onde devia estar o castelo. Misteriosamente a voltou, como se tivesse se chocado com uma parede.

Augusto se levanta com dificuldade e estende a mão direita para o lugar onde deveria estar a porta e se concentra.

O palacio ficou visível de repente e a porta se escancarou. Revelando um Alberto espantado e uma Clarissa feliz devorando uma maçã.

A visão de Augusto fica turva e ele sente dor e tontura, mas a raiva lhe dá forças para caminhar até o irmão.

–Apple Arbor Praesent- grita Augusto, fazendo macieira se enroscar nos braços e pernas de Alberto

Augusto chega bem perto do irmão e lhe dá um soco na cara.

Clarissa espantada com a reação de Augusto deixa a maça cair

Depois de se recuperar do choque, Alberto se solda dos galhos da árvore e empurra o irmão. A perna quebrada de Augusto fraqueja e ele cai no chão novamente.

Em quanto os irmãos se distraiam brigando, Clarissa tentou pegar a sua maça do chão, mas sem perceber ele pega outra maça, uma das envenenadas e dá uma mordida com força.

Ela mal come a maça e cai desmaiada no chão, em quanto a maça rola pelo salão, mas os meninos estavam ocupados demais brigando para perceber.

–Seu idiota, eu vou te matar!- gritou Augusto

–Não se eu te matar primeiro- diz Alberto tentando laçar objetos no irmão com a força da mente, mas era uma tentativa inútil

Duas Horas depois a briga continuava, Augusto pega a espada e crava no chão, a terra começou a tremer e a rachar.

Alberto tenta tirar o irmão de perto da espada com feitiços de afastamento, mas ele errava a mira por muito.

Então Alberto se joga na direção do irmão, finalmente parando os terremotos e as rachaduras. Alberto se levanta e chuta a espada para lonje, depois se senta na perna quebrada do irmão, que uiva de dor.

Augusto joga o irmão no chão e tenta esmurrar seu rosto, mas quando seu punho está a 5 centímetros do rosto de Alberto, Augusto olha para o lado e vê uma menina caída e ao lado da menina uma maça mordida

–Clara?- perguntou Augusto

Ele não podia acreditar no que tinha acontecido