Alberto chegou ao ex-castelo do pai e observou um vulto azul pousar a sua frente.

Alberto andou até a macieira que um dia já foi Amma e Augusto o seguiu em silêcio.

–Oque você quer de mim?- pergunta Augusto

–Não é obvio? Vigança.- diz Alberto sorrindo

–Oque eu te fiz?- diz Augusto

–Você roubou a vida que era para ser minha. Você é um príncipe e eu sou orfão- diz Alberto

–Eu tinha 5 anos..- diz Augusto

–Não adianta inventar desculpas!- berra Alberto- Eu já me vinguei do velho e agora é sua vez!

–Ah é verdade, eu soube que você matou o nosso pai. Seu monstrinho- diz Augusto

–Quem falou em matar?- Alberto levanta a mão direita e o espelho mágico surge- Diz oi para o Augusto papai.

–Olá Augusto meu filho- diz o pai tristemente

–Pai? Oque você fez com ele?- pergunta Augusto

–Eu fiz ele se tornar um bom pai! Agora além de me ajudar e me apoiar ele sempre vai estar comigo- diz Alberto

–Você é louco! Vamos acabar logo com isso- Diz Augusto

–Com todo prazer . Apple Arbor Praesent- os galhos da macieira que estavam atraz se Augusto se amarraram aos seus braços e pernas, impossibilitando que Augusto sacassa sua espada-Você é uma piada

–Você está de vestido e eu sou a piada?- diz Augusto

–É uma capa- diz Alberto ficando vermelho

–Pois para mim parece um vestido!- diz Augusto

Alberto aperta os nos dos dedos e os galhos apertam Augusto e se enroscam em sua boca

–Assim está melhor- Diz Alberto sorrindo

Então os galhos que amarravam Augusto se arrebentaram na cara de Alberto, fazendo um pequeno corte em seu rosto

–Mas como?- questiona Alberto

–Pelo visto eu não sou tão fraco assim. E aliás, obrigado por me ensinar um feitiço novo. Apple Arbor Praesent- os galhos passaram por cima de Augusto e se prenderam em Alberto

–Tabescet- Alberto se tornou liquido, fugindo dos galhos. Depois voltou a ser sólido.

–Quae quoniam in locum illum occidere- Augusto azarou Alberto, todos os objetos da sala sairam voando e atingindo a cabeça de Alberto.

–Desine- todos os objetos que batiam freneticamente na cabeça de Alberto pararam e cairam no chão

–Oque foi irmão está com medo de mim?- pergunta Augusto

–Nunca! -Alberto começou a atirar bolas de fogo em Algusto, mas o menino defendeu todas com a espada

Augusto lançou a espada na direção de Alberto, mas o garoto se tranformou em um vulto negro e fugiu para bem longe do irmão

Quando estava a uma distancia segura do palacio Alberto pousa em uma rua e verifica se não estava sendo seguido, e não estava

Alberto levanta a mão direita e o espelho magico aparece diante seus olhos

–Espelho, espelho meu porque o meu irmão retardado é mais forte do que eu?- pergunta Alberto

–Augusto não é retardado, muito menos mais forte que você. Ele só tem um ... Incentivo- responde o pai

–Ora mais eu também tenho!- diz Alberto

–Mas seus incentivos são egoistas e mesquinhos- diz o pai

–Olha como fala de mim!Eu posso te enterrar, aí você nunca mais vai ver nem a cor do sol- diz o menino irritado

–Eu só queria dizer que o menino luta pela família e pelo bem estar do reino, mas você luta por vingaça- diz pai

–Você devia ter pensado nisso antes de nos amaldiçoar!- diz o garoto

–Não me julgue, eu era velho, cansado, sentia falta de minha esposa e ainda tinha que aturar uns diabos, você faria a mesma cois...- tentou dizer o pai

–Cala a boca! Eu nunca abandoria dua crianças de 5 anos. Você sabe oque eu passei?- grita o menino

–Eu sei que errei mas...- o pai tento completar sem sucesso

–Que bom que sabe- diz Alberto fazendo o espelho desaparecer

O menino se encostou em um muro e começou a chorar, ele chorou muito até as lagrimas secarem

Então uma pequena mãozinha encosta no ombro de Alberto

–Porque você está chorando?- pergunta uma menininha de uns 10 anos, com cabelos negros e pela palida

–É porque minha família me abandonou- diz Alberto

–Eu tenho um amigo que perdeu a família também, o nome dele é Augusto! Ah, a propósito meu nome é Clarissa, mas pode me chamar de Clara.-diz a menina

Então Alberto levanta a cabeça e percebe que pousou ao lado do Castelo Real

Ele não podia acreditar na sorte que ele teve

–Prazer, eu sou Alberto o irmão de Augusto

Os olhos da menina se enchem de medo

–Mas você não era um bruxo do mal?- ela pergunta

–Mas eu sou!- diz Alberto sorrindo maliciosamente