Up All Night - One Shots
7 Capítulo 7- Steal My Girl.
Notas iniciais

She's been my queen since we were sixteen
We want the same things
We dream the same dreams, alright, alright
I got it all cause she is the one
Her mom calls me love, her dad calls me son
Alright, alright
I know, I know, I know for sure
*****
POV Misto. (Klaus e Davina.)
Olhei o relógio mais uma vez; droga, ia me atrasar. Quem eu sou? Sou Klaus Mikaelson e sempre passo para buscar minha bonequinha, Davina, para irmos juntos para o colégio. Davina é minha amiga (sim, só amiga), a muito tempo. Adoro passar o tempo com ela, ela é maravilhosa. Virei a esquina e parei na casa dela. Bati na porta.
— Pera ai!- Gritei para Klaus. Eu sabia que era ele. Terminei de me arrumar, coloquei um perfume, peguei a mochila e desci, abrindo a porta e saindo.- Hey, bom dia.
— Hey boneca.- Disse.
Beijei ele na bochecha.- Meus pais já tinham saído.- Fechei a porta.
— E nós estamos quase atrasados.- Disse.
— Então vamos.- Disse.
— Já pegou tudo?- Questionei.
— Hã... Nik, você está dormindo? Eu estou com a mochila e fechei a casa, então sim.- Disse.
— Acordei em cima da hora e não tomei café.- Disse.
— Qual foi a garota da vez?- Questionei.
— Porque tem que ter sido uma garota?- Abri a porta para ela.
— Porque que eu saiba você não transa com homens. Ou tem transado ultimamente?- Entrei no carro.
— Davina Claire!- Fechei a porta e dei a volta, entrando.
— O que?- Perguntei.
— Só não respondo como deveria por ser você, se não ouviria algo que não iria esquecer.- Disse.
— Ah é? Tipo o que? Fala.- Disse.
— Não.- Dei partida e saímos.
— Niklaus, desembucha.- Disse.
— Não vou falar desse jeito com você Dav.- Disse.
Bufei e cruzei os braços.- Ok então.
— Isso mesmo, se conforme. Estudou para a prova?- Questionei.
— Sim.- Disse.
— Ok e hoje me espere para o almoço, o pessoal do time vai chegar e sabe como eles são. Não quero você sozinha.- Disse.
— Eu sei me virar.- Disse.
— Eu estou aqui para isso.- Disse.
— Tá.- Na verdade eu gosto bastante dele me proteger de tudo. Agora estou fazendo jogo duro porque ele não quis me responder. Ele ainda me paga.
— Porque se um daqueles merdinhas se meter a mexer com você, vai ficar sem jogar por um tempo.- Disse.
— Você não pode agredi-lo.- Disse.
— Quem vai me impedir?- Questionei.
— Sei lá.- Disse.
— Então pronto.- Passei o braço ao redor dela.
— Ok.- Disse.
Segui até o colégio e chegamos na hora. Entramos.- Já vai para a sala?
— Sim. Você não vem?- Questionei.
— Vou pegar um café. Quer alguma coisa?- Questionei.
— Não, obrigada.- Disse.
— Eu já volto então.- Disse.
— Ok.- Disse.
Dei um beijo nos cabelos dela e sai, indo na lanchonete do colégio. Comprei um café e fui tomando para a sala. O tempo pareceu se arrastar até ao almoço, quando sai e procurei a Dav que achei com um cara cercando ela no armário dela. Eles nunca aprendem?
— Não preciso de ajuda, obrigada.- Disse.
— Tem certeza? Posso te ajudar em muita coisa.- Ele disse.
Peguei ele pelo colarinho.- Acho que não ouviu o que ela disse.
— Klaus, deixa ele.- Disse.
— Ela é alguma coisa sua? Que eu saiba ela é solteira.- Ele disse.
— Se eu ver você se chegando, querendo, se esfregar nela de novo, vou te arrebentar de um jeito que não vai esquecer, entendeu?- Forcei ele contra o armário, o que fez algumas pessoas olharem, não me importei.- Agora some daqui.- Disse o empurrando.
— Klaus, você não pode ficar fazendo isso. Ainda vai ser expulso por isso.- Disse.
— Que nada, o diretor me adora. Você está bem?- Questionei.
— Sim.- Disse.
— Ótimo, vamos almoçar.- Disse.
— Ok.- Disse.
Fomos para o refeitório e depois de pegar a comida, seguimos para a mesa dos nossos amigos.
— Oi gente.- Disse.
— Oi Dav.- Tyler disse.
— E ai.- Stefan disse.
Me sentei e comecei a abrir meu hambúrguer.
— Onde ficou o seu discurso de comida saudável?- Stefan questionou.
— Na minha bunda, coxas e barriga. Melhor ter pneus e ser feliz.- Mordi o hambúrguer.
— Essa garota é demais.- Ri e beijei a bochecha dela.
— E que bunda.- Tyler disse.
Comi uma batata, passando no cheddar.- Obrigada, eu acho.
— E ai povo.- Kol veio e sentou.- Dav, vai com calma, ele não vai fugir.
— Eu estou com fome.- Tomei do refrigerante e limpei a boca com o guardanapo.
— Deixem ela comer em paz.- Comia do almoço. Preferi comida mesmo.
— E vamos com cuidado que ele entrou no modo escudo.- Tyler disse.
Comi uma batata.- Como foi o jogo?
— Ótimo, ganhamos.- Tyler disse.
— Por pouco.- Stefan disse.
Rebekah chegou até a mesa.- Dav, festa da lingerie da minha casa sexta. Passa lá.- Ela deu folheto.
— Opa, festa de lingerie lá em casa?- Kol questionou.
— Vou voltar a morar lá.- Disse.
Ela suspirou.- Não é para você Kol. Só é uma evolução da festa do pijama.
— Até porque seria estranho você de lingerie.- Stefan disse.
— Stefan!- Kol jogou uma bolinha de papel.
— Não sabia desses interesses irmão.- Disse.
Ri e mordi o lábio.- Ok, eu vou sim Rebekah. Mas é só meninas né? Nada de stripper ou cosia do tipo?
— Claro que não! Somos menores de idade, bobinha. E meus pais vão estar em casa.- Ela disse.
— Ok, ótimo. Com você tem que confirmar.- Disse.
— Kol, vou para sua casa.- Stefan disse.
— Eu vou também.- Tyler disse.
— Melhor eu ir antes que surja mais plateia.- Disse.
— Hey, vocês não vão me ver só de sutiã e calcinha.- Disse.
— Não estraga a imaginação.- Tyler disse.
Ri.- O bom é que nem querem.
— Eu mostro as passagens secretas.- Kol disse.
— Que passagens?- Questionei.
Ela riu.- Vocês são loucos.
— Pode deixar que faço sua segurança boneca.- Falei para Dav.
— Nossa, obrigada Nik.- Ela disse.
— Se quiser faço a sua Rebekah. Corpo a corpo.- Stefan disse.
— Olha, todo assanhado, vou cortar suas asas Romeu.- Kol disse.
Ela riu.- Não, obrigada Stefan.
— Se deu mal.- Tyler disse.
— Bem, vou indo falar com mais meninas. XoXo.- Ela atirou beijos e saiu.
— Sua irmã é doida.- Tyler disse.
— É de família.- Disse.
— Verdade.- Disse.
— Quando vai ter festa hein?- Kol perguntou.
— Parece que estão marcando uma. Ai você vai né Dav?- Tyler perguntou.
— Vou sim.- Disse.
— Vai?- Questionei.
— Sim.- Disse.
— Vai dizer que não vai deixar ela ir?- Stefan questionou.
— Ele não manda em mim.- Disse.
— Ui, ele não curtiu.- Tyler disse.
— Ué, não namoramos e ele também não é meu pai, então...- Disse.
— Eu não mando nela, eu protejo ela, são coisas diferentes. Se eu fosse mandar nela, ela ia me mandar para o inferno, não é boneca?- Questionei.
Ri.- Talvez.
— Viram.- Disse.
— Se acham que é só isso...- Kol disse.
Apenas sorri e voltei a comer.
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*****
POV Klaus.
Terminamos o almoço e hoje eu e a Dav tínhamos duas aulas juntos, o que eu adorava. Na verdade eu adoro ela de todas as formas e minha vontade era de a agarrar toda vez que estávamos juntos, mas sei que não a mereço. Não sou uma boa pessoa para ela. Dav é pura, linda e acho que a melhor pessoa que já conheci na vida, então a protejo de toda essa sujeira. Sim, eu sei que os garotos só querem estar perto dela para ter sexo e cair fora, ela não é para isso. Depois da aula a levei para casa e fui para minha. Só para explicar; eu moro sozinho desde que fiz dezoito anos, mas por insistência da minha mãe o apartamento é perto da casa da minha família, então estou sempre passando por lá. Depois de tomar banho e fazer minhas lições, revisei uns planos de aula. Sim, aula. Há algum tempo, três vezes na semana, dou aulas de desenho num curso. É bom porque ai tenho uma renda extra, fora a dos meus pais. Depois de tudo, fui para o computador e vi a Dav on.
— Oiiiiii.- Mandei para ela.
— Meu Deus, que oi animado.- Ela disse.
— Sempre sou animado com você.- Disse.
— Sei.- Ela disse.
— Vai mesmo na festa da Rebekah?- Perguntei.
— Sim, vou.- Ela falou.
— Então vou mesmo passar essa noite lá.- Disse.
— Você é um tarado.- Ela disse.
— Eu?- Perguntei.
— Sim.- Ela disse.
— Estou indo para ninguém atacar você.- Disse.
— É só meninas.- Ela disse.
— E acha que o Kol não vai levar os meninos para lá para dar uma espiada? Duvido.- Disse.
— E você junto.- Ela disse.
— Eu sei respeitar.- Disse.
— Aham, ok.- Ela disse.
— Sério linda. Acha que não consigo resistir a uma gostosa de lingerie?- Questionei.
— Com certeza não. Vai ficar babando nas meninas lá.- Ela disse.
— A questão era sobre você.- Disse.
— Ah sim.- Ela disse.
— Por mais que seja a mais gostosa que já vi.- Disse.
— Para com isso Nik. Não exagere.- Ela disse.
— É sério Dav, você é linda e gostosa.- Disse.
— Você é bem louco mesmo e meio cego.- Ela disse.
— Cego? Não mesmo, vejo muito bem.- Disse.
— Tá, não vou discutir.- Ela disse.
— Tá vendo o que?- Perguntei.
— Um programa qualquer.- Ela disse.
— Coloca no 153.- Disse.
Depois de uma fração de segundo, ela mandou...- Niklaus! Porque me mandou colocar nesse canal!?
— Para você ver que é melhor que essas falsas.- Disse.
— Nem todas devem ser “falsas”.- Ela disse.
— Só de olhar dá para saber.- Disse.
— Ok, senhor experiente.- Ela disse.
— Nisso eu sou 3J .- Disse.
— Estou vendo.- Ela disse.
— Ainda está vendo?- Perguntei.
— Claro que não. Eu não moro sozinha e também, é estranho e muito... barulhento. Ela parece mais com dor do que qualquer outra coisa.- Ela disse.
— kkkk Você é ótima para conversar essas coisas.- Disse.
— Se você diz...- Ela disse.
— Você consegue ser fofa até falando de sexo.- Disse.
— Acho que isso não é muito bom então.- Ela disse.
— Porque?- Perguntei.
— Porque nenhum garoto quer uma garota “fofa” no sexo.- Ela disse.
— Isso dizem os safados que só querem te levar para cama.- Disse.
— Tá, essa conversa já está indo longe demais. Eu vou ir dormir. Boa noite.- Ela disse.
— É cedo.- Disse.
— Não é não.- Ela disse.
— Então tá. Quem sou eu para estragar seu sono de beleza.- Disse.
— Tchau. Até amanha.- Ela saiu.
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POV Davina.
O dia passou normalmente e quando deu a hora da tal festa da Rebekah, arrumei minhas coisas, me despedi dos meus pais e sai para a casa dela. Não era muito longe da minha.
Kol abriu a porta.- Oi.
— Oi.- Disse.
— Entra.- Ele deu passagem.- Achei que era para já virem de lingerie.
— Eu não ia andar pelada na rua.- Disse.
— Já está aqui dentro.- Ele disse.
— E nem na sua frente.- Disse.
— Não acaba com a graça Dav.- Ele disse.
— Onde sua irmã está?- Perguntei.
— No quarto dela.- Ele disse.
— Com licença.- Subi as escadas e fui para o quarto de Rebekah.
— Chegou mais uma.- Rebekah disse.
— Hey.- Disse.
— Pode se trocar logo, ai já vamos entrando no clima.- Rebekah disse.
— Ok, já volto.- Fui no banheiro, tirei a roupa e voltei.
— Essa cor ficou linda em você Dav.- Caroline disse.
Sorri.- Obrigada.
— Eu prefiro vermelho, sempre fica bom, mas não tem com te imaginar com outra se não rosa Car.- Rebekah disse.
— É pink esse.- Caroline disse.
— E o lilás combina com você Dav.- Rebekah disse.
— Verdade.- Bonnie disse.
— Falta só a Elena para começarmos.- Rebekah disse.
— Sim, vamos espera-la.- Bonnie disse.
Arrumamos o quarto e logo Elena chegou.
— Por onde começamos?- Caroline perguntou.
— Não sei.- Disse.
— Pelos jogos claro.- Ela baixou a luz do quarto.- O clássico; verdade ou consequência.- Bebeu do suco que tinha ali.
— Poderia ter pegado pelo menos um vinho para dar uma animada.- Caroline disse.
— Somos menor de idade, não tem como comprar.- Elena disse.
— Aqui em casa não falta bebida.- Ela sorriu.
— E seus pais deixam?- Bonnie perguntou.
— Claro que eles não vão saber.- Caroline disse.
— Não vamos ficar bêbadas, só para dar um clima. Querem?- Rebekah questionou.
— Se você se garante com eles, tudo bem.- Bonnie disse.
— Assim que se fala e vocês duas?- Rebekah perguntou.
— Pode ser.- Elena disse.
— Eu não bebo.- Disse.
— Ah Dav, vamos, uma taça.- Caroline disse.
— Não. Não sei da minha tolerância.- Disse.
— Uma taça é pouquinho. Você vai aos poucos e se sentir diferente, você para.- Rebekah disse.
— Eu não quero.- Disse.
— Então tá, não vamos te forçar.- Caroline disse.
— Claro que não.- Ela pegou o roupão.- Já volto meninas.- E saiu.
POV Misto. (Klaus e Davina.)
Cheguei na casa dos meus pais e jantei com eles. Sabia que a Dav estava lá em cima, então enquanto conversávamos disse que ia no banheiro e bati na porta do quarto.- Dav, tudo ok?
— Hã... Sim.- Disse.
— Tá, qualquer coisa estarei no meu quarto.- Disse.
— Ok.- Disse.
Caroline riu.- Posso ir no lugar dela?
— Não Caroline.- Disse.
— Olha, ele negar garotas é novo.- Disse.
— Nik, eu quero entrar, sai dai.- Rebekah disse.
— Calma Bekah, o que tá levando?- Perguntei.
— Nada que deva saber, some.- Ela disse.
— Ok. Tchau garotas e juízo.- Ri e sai.
POV Davina.
— Conseguiu?- Bonnie perguntou.
— Claro.- Ela mostrou a garrafa.- Vinho branco delicioso.
— Eu amo branco.- Caroline disse.
Bonnie suspirou.- Isso vai dar merda, estou sentindo.
— Que nada.- Rebekah pegou o saca-rolhas e abriu, tomando.- Delicia.- E passou as amigas.
— Vamos fazer o que?- Elena perguntou.
— Vamos jogar logo.- Caroline disse.
— Isso vamos.- Rebekah disse.
Nos sentamos em círculo.
— Vale tudo?- Caroline perguntou.
— Tudo o que?- Perguntei.
— Calma Dav, nada ilegal, ou que não queira, é só modo de dizer.- Caroline disse.
— Vocês já estão fazendo uma coisa ilegal, então isso não vale muito.- Disse.
— Isso não vai fazer a gente ser presa.- Rebekah disse.
— Ok meninas, vamos chega de papo.- Caroline disse.
*****
— Caroline para Rebekah.- Elena disse depois de algumas rodadas.
— Verdade ou consequência?- Caroline perguntou.
— Verdade.- Rebekah disse.
— Você teve ou não um caso com aquele amigo do Elijah; o Marcel?- Caroline perguntou.
Rebekah pensou.- Claro que tive. Apesar de todos acharem que minha primeira vez foi com o Matt, não foi não.
— Credo. Ele é velho.- Bonnie disse.
— Que velho o que. Ele é gostoso, muito gostoso. Paciente e com mãos firmes, sabe bem o que faz. Muito melhor que se tivesse sido com um garoto afobado.- Rebekah disse.
— Nem me fale disso.- Caroline disse.
— Ok né.- Bonnie disse.
— Como foi com você Elena? Afobado ou Expert?- Caroline perguntou.
— Eu não prevejo o futuro.- Elena disse.
— Oh sim.- Caroline disse.
— O que iria preferir Dav?- Rebekah perguntou.
— Que seja com alguém que eu ame.- Disse.
— Own, você é tão fofa.- Caroline disse.
— Dá vontade de apertar.- Rebekah foi para o lado da amiga, a apertando.
Ri.- Ok, vamos continuar. Você que gira Rebekah.
Rebekah voltou ao lugar e girou.- Ótimo, eu para você. O que quer?
— Consequência.- Disse.
— Ai, pega leve Rebekah.- Caroline disse.
— Ok, ok. Te desafio a... Já sei; te desafio a tirar uma foto no colo do Nik do jeito que está.- Rebekah disse.
Franzi o cenho.- Ok. Alguém chama ele então.
— Você vai lá. Pode ir de robe, não queremos Kol te atacando por ai.- Rebekah disse.
— Eles não vão sair do quarto para eu tirar foto com o Klaus.- Disse.
— Amor, o quarto dele é a terceira porta do corredor.- Rebekah disse.
Dei de ombros.- Então tá, mas se eles não saírem, não vou tirar a foto.- Sai dali, indo para o quarto.
POV Misto. (Klaus e Davina.)
Estava no meu quarto. As vezes em jantares ou festas ficava tarde e ficava por ali mesmo, então ainda parecia meu. Assistia TV e acabava pensando na Dav... Não, eu não devia mais pensar nela assim, não vai rolar mesmo. Estava meio que cochilando quando a porta bateu. Despertei e olhei.- Dav?
— Te acordei? Desculpe, volto amanha.- Voltei a sair do quarto.
— Davina.- Pulei da cama.- O que foi minha linda?- Cheguei junto dela. Não pense em como ela tá gostosa.
— Hmm... Eu fui desafiada a tirar uma foto no seu colo.- Disse.
Sorri.- Que bom que foi comigo, se fosse com outro eu mataria ele e quem desafiou.
— Pobre Rebekah.- Disse.
— Ah, foi ela, bom saber. Tenho outra irmã, ia ser suficiente.- A levei para minha cama.
— Ok.- Peguei o celular, tirei o robe e sentei no colo dele.
— Puta merda.- Prendi minha respiração. Ela não estava gostosa, ela estava de calcinha e sutiã (sexy por sinal), toda fatal no meu colo. Já tinha a visto de biquíni, claro, mas nesse instante é diferente.
— O que foi?- Perguntei.
— Você está muito mais gostosa que imaginei.- Passei o braço pela cintura dela.
Ri.- Sei.- Preparei a câmera.- Faça um pose legal.- Fiz uma careta, mostrando a língua.
— Vamos fazer isso direito.- A levantei, a fazendo sentar de frente para mim e os peitos roçaram no meu peitoral. Não pensa, não pensa, antes que seja tarde, mas ela é tão... Merda Dav, eu tinha que querer tanto você?— Me dá o celular.
— Não tem como tirar foto assim.- Disse.
— Claro que tem- A segurei com um braço e segurei o celular com a outra mão.- Olha para lá, primeiro sério e depois fazemos caretas.
— Tudo bem.- Fiz o que ele disse.
Tirei a foto, rezando que ela não sentisse que eu estava ficando excitado. A minha vontade era joga-la nessa cama e a fazer minha.
Dei um beijo na bochecha dele e levantei, colocando o roupão.- Valeu. Isso paga a minha prenda. Vou indo. Boa noite.
— Sinta-se a vontade Dav, quando precisar.- A olhei.- Você sabe.
Sorri.- Eu sei. Só espero que vestida. Durma bem anjinho.- Acariciei os cabelos dele e sai.
Me joguei na cama. Cacete, eu tô muito ferrado. Lembrar dela, como estávamos... Só me fez ficar mais excitado ainda, então fui tomar um banho frio, mas não ajudava, então bati uma. Claro, pensando que tínhamos continuado ali. Merda, essa garota vai me fazer perder o juízo.
POV Davina.
Entrei no quarto.- Pronto.
— Sério? Me mostra.- Rebekah disse.
Dei o celular a ela.
— Uau.- Rebekah disse.
— Deixa eu ver.- Caroline pegou.- Deus, vocês são perfeitos juntos.
Ri.- Até parece.
— Sério que não acha?- Rebekah perguntou.
— Ah, sei lá. Somos amigos.- Me sentei novamente.
— Porque não param de palhaçada e se pegam logo?- Caroline perguntou.
— O que?- Perguntei.
— Não é como se meu irmão fosse o pior cara para se ficar, ele é perfeito.- Rebekah disse.
— Eu sei que ele é. Afinal somos melhores amigos, meu pai e minha mãe amam ele.... Mas sei lá, nunca aconteceu e nem nunca rolou clima. Então é amizade.- Disse.
— Depois disso você diz que não rolou clima?- Caroline levantou o celular na foto.
— Ui, ficou sexy.- Bonnie disse.
— Capa de revista pornô.- Elena riu.
— Ai credo!- Balancei a cabeça e peguei o celular.- Vamos voltar ao jogo.
— Ok, vamos.- Rebekah disse.
*****
Na na na na na na (oh yeah)
Na na na na na na (alright)
Na na na na na na
She belongs to me
*****
POV Misto. (Klaus e Davina.)
Aquela noite foi um inferno e no outro dia dei carona a ela para ir pra escola. Cada vez que a olhava, queria mais a pegar, beijar e fazer minha mulher. Isso estava me pirando nos dias seguintes, tanto que fui parar na direção do colégio quando um garoto passou a mão na bunda dela. Bem, eu só arrebentei a cara dele. Quando sai da sala do diretor, ela estava lá.- Você está bem?
— Se eu estou bem? Klaus, você precisava fazer isso tudo?- Questionei.
— O cara passou dos limites. E se não estivesse por ali? Sabe-se lá o que ia fazer.- Disse.
— Estamos no colégio, não ia fazer nada.- Disse.
— Não duvide.- Disse.
— Você é maluco. Não devia fazer essas coisas.- Disse.
— Se for por você, não tem problema.- Disse.
Respirei fundo.- Eu vou para casa.
— Eu te levo. Agora estou com tempo mesmo.- Disse.
— Ok.- Disse.
A levei até o carro e depois para casa.- Está mesmo bem?- Toquei o rosto dela, mesmo com a mão machucada.
— Sim.- Peguei a mão dele e dei um beijo de leve no machucado.- Desculpe por isso. Não queria que se machucasse.
— Eu estou bem, só ficaria mal se acontecesse algo com você.- Disse.
— Sei, não se faça de durão. Você não tem cara de durão.- Disse.
— Claro que tenho.- Disse.
— Tem nada.- Disse.
— Então tenho cara de que?- Perguntei.
— De bebê.- Disse.
— O que? Não mesmo.- Disse.
— Tem sim.- Disse.
— Tenho nada, bonequinha.- Disse fazendo cosquinha nela.
— Cuida a estrada, Klaus. Cuidado.- Disse.
— Pode deixar meu amor.- Sorri e voltei a olhar para a pista.
Sorri também e me acomodei no banco.
Chegamos na casa dela e a levei até a porta.- Então, vai na festa sábado?
— Sim.- Disse.
— Ok, venho pegar você então.- Disse.
— Ok e meu pai te convidou para vir ver o jogo domingo. Talvez você possa dormir de sábado para domingo aqui.- Disse.
— Excelente ideia. Como vou negar dormir com você?- Questionei.
Ri.- Ok.
— E amanhã a tarde venho por aqui pegar as matérias.- Disse.
— Ok.- Disse.
— Tenho que ir. Daqui a pouco minhas aulas começam.- Disse.
— Ok, boa aula.- O beijei na bochecha.
— Tchau minha linda.- Sorri e sai dali.
*****
Kisses like cream, her walk is so mean
And every jaw drops
When she's in those jeans
Alright, alright
I don't exist if I don't have her
The sun doesn't shine, the world doesn't turn
Alright, alright
But I know, I know, I know for sure
*****
A semana passou tranquilamente, tirando o fato da briga do Klaus, mas o resto da semana foi normal. Quando o horário da festa chegou, tomei banho e me vesti, colocando essa roupa: http://www.polyvore.com/look/set?id=197217830 . A roupa era bem “despojada”, afinal a festa não é chique né? Fiz uma maquiagem super leve, fiz chapinha no meu cabelo, coloquei um perfume e desci. Logo Klaus chegou e fomos para a festa.
— Vai ser hoje que arrebento mais um.- Disse quando chegamos e tomei o lado dela.
— Porque?- Perguntei.
— Você linda e gostosa demais.- Disse.
Sorri.- Não exagere.
— Não? Vai ver.- Disse.
Ri.- Como anda o trabalho?
— Ótimo, eles estão querendo que eu pegue a semana toda.- Disse.
Sorri.- Isso é ótimo.- Me escorei no balcão.
— Sim. Refri?- Perguntei.
— Sim.- Disse.
— Uma cerveja e um refrigerante.- Pedi e me voltei para ela.- E quanto mais trabalhar, menos vou precisar dos meus pais.
— Você ai se tornando um homem, pronto para casar, e eu ainda sou uma menina que mora com os pais. Acho que você avançou demais.- Disse.
— Você avançou também Dav. É uma mulher de opinião e princípios, isso vale demais.- Disse.
— Sou uma garota ainda, não uma mulher. Mas tudo bem, não me importo com isso.- Disse.
— E o que falta para mudar isso?- As bebidas chegaram.
— Eu começar a trabalhar, sair de casa... Essas coisas.- Disse.
— Ah sim.- Bebi da cerveja.- Vai querer dançar?
— Agora não. Pode ir.- Disse.
— Não tô vendo nada que me interesse, fico onde tem.- Disse ficando mais perto dela.
O olhei. Eu estava escorada no balcão e ele estava razoavelmente perto. Ele é bem maior que eu, o que me fazia me sentir segura quando estava perto dele. Por algum motivo maluco desejei que ele estivesse mais perto. Isso é loucura.- Ok.
Alguns colegas passaram por a gente, conversamos com eles que me chamaram para uma partida de sinuca. Eu fui, mas a Dav ficou perto e podia olha-la dali. Ia tudo bem até um cara chegar nela, o que já me fez chegar tenso.- Dav, vem cá.
— Ok.- Fui até ele.
O cara vinha atrás dela e o olhei.- Ela está ocupada, pode sair.- Disse a botando na minha frente.
— Nik...- Disse.
— Ela não disse que tinha namorado.- O cara disse.
— Some.- Ele a olhou e saiu.
Jer fez a jogada.- Vocês estão namorando? Até que fim.
— Acho que o colégio todo esperava por isso.- Matt disse.
— O que? Nós não estamos namorando.- Disse.
— Que isso amor, não precisamos mais esconder.- Sorri.
Sorri.- Nik.- Dei um cutucão de leve com meu cotovelo na barriga dele, já que estava de costas.
— Ah, isso é uma pena. Eu já estava prestes a passar pela sua barreira para chegar nela.- Jer disse.
— E ficar sem uns dentes, não é?- Questionei.
— Ui, mas você demorou cara. Qualquer um achava que não ia rolar mais, ou que você é fraco nisso.- Matt disse.
Ri.- Homens.
— Quer aprender?- Perguntei.
— Quero.- Disse.
— Então vem.- A inclinei um pouco para a mesa e a ajudei a pegar o taco.
Fiz como ele disse.
O perfume dela me invadiu e fora o fato dela estar toda contra mim. Hoje eu perco a cabeça de vez.- Mira onde quer acertar. Escolhe a bola e o buraco.
— Ok.- Escolhi.- Pronto.
— Agora é só bater. Não muito forte, para não matarmos ninguém.- Disse.
— Ok.- Fiz o que ele disse.
Ela bateu bem, mas não suficiente.- Bom começo.
— Isso tá parecendo o inicio de um porno.- Matt disse.
— Querem ficar sozinhos?- Jer perguntou.
Ri.- Que horror! E não estamos namorando meninos.
— O que?- Matt perguntou.
— O que ouviu.- Disse.
— Klaus, não sabia que era tão bunda mole para chegar em alguém.- Jer se aproximou dela.
— Como é que é Jeremy?- Questionei.
— Ok, parem com isso.- Disse.
— Quer ir beber alguma coisa Dav?- Jer questionou.
— Ela está ocupada comigo. Não percebeu?- Questionei.
Sorri.- Depois eu vou Jer.
— Não vai poder segurar ela sempre Klaus, uma hora ela vai ter que viver sozinha já que você tem tanto medo. Vai ser um prazer Dav.- Ele sorriu e saiu com o amigo.
— Bem, eu vou ir no banheiro.- Disse.
— Tudo bem, vou ficar aqui.- Disse.
— Já volto.- Sai.
Ela foi e a olhava. Merda, eu a quero tanto. Pensava apenas nisso quando Kol entrou na minha frente.- Cacete, que susto Kol.
— O que tá fazendo?- Kol perguntou.
— Estava jogando.- Disse.
— Vai dormir na casa da Dav mesmo?- Ele questionou.
— Vou. Porque?- Perguntei.
— Só para saber o quão bêbado posso ficar.- Ele disse.
— Não vai poder ficar na minha hoje e se for para casa a mãe arranca a sua pele fora. Então é melhor maneirar.- Passou uma garota mexendo comigo, mas eu queria saber é porque a Davina estava demorando.
Ele suspirou.- Ok né.
— Que milagre, ainda não está agarrado a alguém.- Disse.
— Milagre para você.- Ele disse.
Davina finalmente saiu e sorri no automático. Parece que tinha algo diferente hoje; ela estava mais linda e mais gostosa, sei lá.
— O que estão fazendo?- Perguntei.
— Conversando.- Passei o braço ao redor dela.- Demorou.
— Klaus não aprendeu que não se diz isso para quem saiu do banheiro.- Kol disse.
Ri.- Estava cheio.
— Ou aquele cara poderia ter seguido você, sei lá.- Dei os ombros.
— Deixa de ser paranoico, Nik.- Disse.
— Ih, difícil, mais fácil o Kol sair sóbrio daqui hoje.- Disse.
Ri.- Pois é.
— Vamos dançar?- Perguntei.
— Vamos.- Disse.
— Ótimo. Se cuida irmão.- Ri e fui com ela para onde tinham colocado uma pista.
Começamos a dançar.
Puxei ela para mais perto e nossos rostos estavam colados, seria tão fácil beija-la.
Ri.- Eu sou pequena perto de você.
— Melhor para te ter assim.- Passei os meus braços ao redor dela.
Sorri e passei minhas mãos pela cintura dele, encostando minha cabeça no peito dele. Sem um salto não alcançava no pescoço dele e estava de all star, então...
— O que acha de todo mundo ficar falando da gente?- Perguntei.
— Bem...- Mordi meu lábio.- Não sei e você?
— Seria o cara de mais sorte no mundo.- Disse.
— Bem, eu não duvido que vamos acabar juntos.- Disse brincando.- Afinal, você não me deixa ter contatos com garotos.
A olhei.- Você acha o que?
— Que seria provável ficarmos juntos.- Disse.
— Você tem certeza? Eu não sou o tipo de cara que merece você.- Disse.
— Porque não?- Perguntei.
— Porque eu sou assim. Não sou esse tipo educado, arrumadinho, me meto em brigas sem pensar... Essas coisas.- Disse.
— Bem, eu gosto de você assim.- Disse.
— Gosta como amigo, eu sei.- Disse.
— Sim...- Me afastei.- Eu vou ir tomar uma água.- Fui para o bar.
O que eu estou fazendo? Tive segundos para pensar... Se isso estragar nossa amizade, não vou me perdoar. A segui.- Uma cerveja.- Pedi ficando ao lado dela e a trazendo para mais perto de mim.
— O que foi?- Perguntei.
— Nós podemos fazer isso.- Disse.
— Isso?- Perguntei.
— Ficar juntos.- Disse.
— Klaus... Eu...- O olhei.- Você acha?
— Eu só preciso do seu sim.- Disse.
— Sim.- Disse.
Não esperei ela pensar melhor e a beijei.
Fiquei sem reação. Como eu ia beijar se nunca beijei? Sim, eu nunca beijei. Quando eu e Klaus nos conhecemos eu estava na sétima, tinha 12 anos e nem pensava em beijar. E depois ele nunca mais me deixou sozinha com um garoto, então nunca tive oportunidade.
Ela não retribuiu e me afastei.- O que...? Ah meu Deus; você nunca...?
— O culpado é você.- Disse.
Sorri.- Isso só está ficando melhor.- Toquei o rosto dela e sabia como ela gostava das coisas, então depois de chegar aos seus lábios e toca-los, a beijei de novo.
Deixei ele fazer, afinal não sei nada de beijo.
Senti ela relaxar e pedi espaço para a minha língua passar. Era louco imaginar que ela era só minha.
Deixei ele continuar e segurei na camisa dele, porque era onde eu alcançava e acariciava seu peito.
A colei mais em mim e a outra mão subiu até a sua nuca, acariciando ali.
Parei o beijo e escondi meu rosto no peito dele.- Melhor não fazermos muito isso em publico, fico envergonhada.
— Oh, tadinha.- Ri, a abraçando.
Apenas sorri.
*****
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*****
Ficamos na festa mais um pouco, dançamos e quando ela se cansou fomos para a casa dela. Os pais dela me recebiam muito bem e nem ligavam de eu dormir com ela. Tomei um banho e fui para o quarto.
Sai do banheiro vestindo uma camiseta velha e somente calcinha por baixo. Meu cabelo ainda estava úmido. Tinha suado e fiquei com agonia de não lavar.
— Você consegue ficar sexy até usando uma camisa velha.- Disse.
Sorri.- Obrigada.
— Vem para cá.- Indiquei o lugar na cama ao meu lado.
Fui para a cama.
— Agora sim.- A beijei.
Retribui o beijo.
Ela é inexperiente, mas eu não me importava de ensinar. Mostraria a ela tudo o que quisesse, tudo o que sei. Até fica mais gostoso assim, com o pensamento que ela só foi tocada por mim.
— Acho que devíamos dormir.- Disse.
— Já? Não quero que essa noite acabe rápido assim.- Disse.
— Vamos fazer o que?- Perguntei.
— Vou deixar a senhorita praticar mais comigo e eu aguento o sacrifício de ser beijado por você.- Ri.
Sorri.- Ok então.
— Vem cá.- A puxei rindo e a beijei. Cada vez ela ficava melhor e depois de um bom tempo o sono alcançava ela. Fui parando o beijo e agora ela estava deitada entre meus braços.- Será que aguento ficar deitado assim? Qualquer coisa que sentir pela manha...- Sorri.
— Klaus!- Ri.
— O que? Antes eu tinha que sair de fininho para não assustar você.- Disse.
O olhei.- Você não precisa se esconder de mim.
— Não queria que achasse que era seu amigo só para outras intenções.- Disse.
Toquei o peito dele.- Temos que ser sempre amigos em primeiro lugar. São relações assim que dão certo e nada me deixaria mais orgulhosa e feliz do que ser sua mulher um dia.
— Isso também me deixaria muito feliz. Tipo, sempre pensei nisso, mas achava que você ia arrumar um cara que roubasse você de mim de uma vez sem eu conseguir impedir.- Disse.
Mordi meu lábio e beijei seu queixo. Não sei como desenterrei esse sentimento só agora. Agora me sinto melosa, mas tinha que me controlar na fofura, ele não é esse tipo de garoto.- Não se preocupe.
— Se alguém tentar, vai arrumar uma briga feia.- A segurei forte.
*****
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*****
Aquela noite foi a primeira de estarmos assim e depois dela tudo pareceu melhorar. Contamos a todos que estamos juntos e quase sempre ouvimos aquele "até que enfim". Meus pais adoram a Dav e ficaram super felizes, assim como os dela, então estávamos todos bem. Os meses foram passando e a falta de sexo começava a me angustiar, por mais que nunca fosse confessar isso a ela ou forçar a barra, mas está ficando difícil quando o clima esquenta e eu tenho que esfriar a cabeça, literalmente. Já temos seis meses juntos e acredita que ainda tem gente no colégio que mexe com ela? Hoje não foi diferente e acabei na secretaria por quebrar o nariz de um cara que falou uma putaria para ela no corredor. Como se eu fosse deixar isso acontecer. Sai de lá e a minha garota me esperava.- Pronto boneca.
— Você está se metendo em muita briga.- Disse.
— O que posso fazer? Eles não sabem respeitar uma garota.- Disse.
Suspirei e balancei a cabeça.
— Não se preocupe linda, eu estou bem.- Disse.
— Ok. Ah, você vai no acampamento de uma semana nas férias de verão do colégio?- Questionei.
— Estou querendo ir e você?- Perguntei.
— Ah, eu vou. Afinal é o ultimo momento com nossos colegas, depois só a formatura.- Disse.
— Finalmente vou me formar.- Disse.
— Ah, você repetiu só um ano e fico feliz por isso. Afinal, te conheci.- Disse.
A parei, a encostando num armário.- Foi a melhor coisa da minha vida.
Sorri e o beijei delicadamente.
— Mas tem uma coisa que não sabe.- Disse.
— O que?- Perguntei.
— Eu só repeti para ficar perto de você.- Disse.
O olhei.- Sério?
— Sim, seria mais fácil ficar junto de você sendo do mesmo ano. Mesmo que isso me atrasasse um pouco.- Disse.
Ri.- Você é louco.
— Sempre fui por você.- Disse.
— E eu só tinha 12 anos.- Disse.
— E eu 13, mas você me fascinou loucamente e só pensava; tenho que ficar perto dessa garota.- Disse.
Ri e o beijei.- Agora você está.
— Do melhor jeito possível.- Chegamos ao pátio.- Já recebeu a carta da universidade?
— Sim. Fui aceita em Stanford.- Disse.
— Stanford?- Me alarmei.
— Sim.- Disse.
— Temos problemas então. Esperava que fosse para a UCLA comigo.- Disse.
— Bem, vamos dar um jeito. A internet está ai para isso.- Disse.
— O que? Ficar longe de você não é uma opção.- Disse.
— Klaus, não tem o que fazer. Eu não vou abrir mão de Stanford. Meus pais deram duro a vida toda para conseguir pagar essa faculdade em especifico. Não vou fazer isso com eles. Você não sabe disso porque os seus são ricos. Pode fazer quantas faculdade quiser.- Disse.
— Não é isso, passei para as duas.... Meu pai vai me matar por isso.- Disse.
— Você não tem que basear suas decisões pensando em mim Klaus. Faculdade é coisa séria e um sonho. Mas a UCLA não chega na poeira do gramado de Stanford. Não tem impacto dizer que estudou na UCLA.- Disse.
— Não é pelo curso, é por toda a minha família ter estudado lá. Não tem problema, me resolvo com ele. Vou para Stanford com você.- Disse.
— Já disse que não tem que fazer nada pensando em mim. Não quero ser responsável por nada. Isso é assunto sério, Klaus. Não é questão de namorado. Você tem que pensar por você sozinho.- Disse.
— Esta decidido Dav. De repente meu pai fica um pouco feliz comigo.- Disse.
Suspirei e não falei nada. Não ia adiantar mesmo.- Vou para casa. Nos vemos amanha.
— Já?- Perguntei.
— Não tenho mais aulas.- Disse.
— Pode ficar comigo.- Disse.
— Quero passar no shopping.- Disse.
— Ah sim. Eu tenho mais um tempo daqui a pouco.- Disse.
— Ok. Até amanha então.- Sai.
Estranho ela reagir assim, achei que ia gostar de ir com ela. Matei o tempo até a aula desenhando e depois fui para a aula que faltava. Quando cheguei em casa, esperei meu pai chegar e conversei com ele que não gostou da ideia, mas tendo em vista meu histórico ficou satisfeito de ter conseguido algo bom. Esperava que a Dav gostasse também.
*****
Na na na na na na (oh yeah)
Na na na na na na (alright)
She knows, she knows
That I never let her down before
She knows, she knows
That I'm never gonna let another
Take her love from me now
*****
Depois que Maio chegou, não demorou nada para as férias chegarem e antes de entrarmos oficialmente tínhamos uma semana no acampamento e a noite da formatura. Agora é 6:00 da manha do domingo. Íamos sair cedo para chegar lá antes do almoço. Todo mundo colocou suas coisas no ônibus e ele partiu.
Quando chegamos, descemos e começamos a andar pelo lugar.- Gostei daqui.
— Verdade, é gostoso o clima.- Kol disse.
— Sim, é.- Elena disse.
— Stefan, para você que gosta de mato é uma boa.- Disse.
— Gosto da natureza mesmo. Algum problema? A Dav também gosta, não é?- Stefan questionou.
Sorri.- Sim, eu amo.
— Viu?- Ele passou o braço por ela.- Então só cuidado que você pode encontrar uma cobra por ai.
Afastei ele dela.- Obrigado Stefan, eu cuido disso e se aparece alguma cobra estranha tenho um porrete preparado para ela.
— Ok, ok. Acalmem suas cobras e eu pretendo não ver nenhuma cobra nesse lugar.- Disse.
— Ih irmão, se ferrou.- Kol disse.
— Alguém não vai brincar de esconder a cobra.- Stefan disse.
— Santo Deus, eu me esqueço que não dá para conversar com garotos.- Peguei meu celular e comecei a olhar o instagram.
— Quer dar uma volta?- Perguntei.
— Hmm... Vamos aproveitar com o pessoal. Praticamente é a ultima vez que estamos juntos.- Disse.
— É cara, desgruda um pouco. Parece que só tem namorada e não amigo.- Stefan disse.
— Acho que o professor quer falar.- Disse.
— Pessoal, pessoal.- Ric chamou atenção.- Vamos fazer as barracas aqui na clareira, podem tomar banho na lagoa e a noite faremos uma fogueira. Nada de se afastarem e se precisarem de algo avisem.
— Eu preciso de companhia para dormir.- Kol disse.
— Você não tem o Stefan?- Questionei e todos riram.
— Depois podíamos jogar “Eu nunca”.- Bonnie disse.
— Boa Bon.- Matt disse.
— Sim, é bem divertido.- Disse.
— Vai ser com tequila?- Kol perguntou.
— Não Kol, sem bebidas.- Ric disse.
— Pode ser com Vinagre. Quem não conseguir mentir, toma vinagre.- Disse.
— Credo.- Stefan disse.
Ri.- Pois é.
— Não queremos ninguém com dor de estomago, então usem suco ou refrigerante.- Ric disse.
— Ai não tem graça e ninguém fica com dor de estomago por causa disso. Isso é coisa de gente fresca que sente dor por qualquer coisa.- Elena disse.
— Verdade, nada a ver.- Disse.
— Qual é professor, deixa ai.- Kai disse.
— É.- Kol disse.
— Ok, estão por conta de vocês.- Ric disse.
— Tudo bem.- Rebekah disse.
— Agora arrumem logo as barracas e...- Ric olhou.- Klaus e Stefan venham buscar madeira comigo.
— Ok.- Stefan disse.
Dei um selinho em Klaus.- Vou arrumando nossa barraca.
— Ah, esqueci de avisar; nada de casais na barraca.- Ric disse.
— O QUE?- Questionei.
— Hmm... Achei que a escola não tinha mais nada a ver com o acampamento. Afinal as aulas já acabaram.- Disse.
Ele riu dos protestos.- Tinha que ter filmado a cara de vocês.
— E a lá, o professor trolando geral.- Jer disse.
— Eu não me importo de dormir com as meninas, mas estou acostumada a dormir com Klaus.- Disse.
— Ui, só dormir.- Matt disse.
— Quem te viu, quem te vê em Klaus; mansinho e domesticado.- Kai disse.
— Quer testar o domesticado Kai? Acho que não.- Disse.
— Amor, não dá bola para eles.- Toquei o peito dele e lhe dei um selinho.- Fica calmo e não mate o professor e Stefan quando for pegar lenha.
— Vou tentar, mas não prometo.- Disse.
— Melhor não deixar o machado na mão dele.- Stefan riu.
Ri.- Talvez ajude.
Ri.- Vamos logo.
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A tarde passou bem agitada; arrumas as coisas, jogamos vôlei e queimada, tomamos banho e agora estávamos em um roda ao redor de uma fogueira. Estava tudo preparado; marshmallow, chocolates, amendoins, Pringles e etc. Assim como o vinagre.
— Vai jogar também, professor?- Elena perguntou.
— Não, vou ficar rindo de vocês.- Ric disse.
— Você é zoero demais professor.- Kol disse.
— Quem começa?- Perguntei.
— O mais velho. Klaus.- Elena disse.
— Ui, ok. Deixa eu ver... Eu nunca bebi ao ponto de não me lembrar o que fiz.- Disse.
— Merda.- Kol bebeu.
— Sério, só nós?- Kai bebeu.
— Nem todo mundo é pinguço.- Matt disse.
— Próximo.- Jer disse.
— Eu nunca...- Bonnie pensou.- perdi uma aposta.
Caroline bebeu.- Eu sou péssima com apostas.
Matt bebeu.- Terrível também.
— Tá esperando o que Kol?- Perguntei.
— O que?- Kol questionou.
— Você já perdeu várias.- Disse.
— Tem que beber.- Bonnie disse.
— Droga.- Kol bebeu.
— Próximo.- Stefan disse.
— Eu nunca... Usei salto alto.- Kai disse.
Todas as meninas beberam, menos Davina.
— Que tipo de salto? Aquele bem fino?- Questionei.
— Salto é salto.- Kai disse.
— Acho que nunca usei não. Até hoje pelo menos.- Disse.
— Impossível.- Matt disse.
— Gosto de tênis e botas sem salto.- Disse.
— Isso é verdade. Encerrado, próximo.- Disse.
— Eu nunca vomitei em publico.- Disse.
— Ihh.- Tomei e vi Stefan, Matt e Kai tomando também.
Rebekah riu.- Eu nunca fui beijada na chuva.
Bebi.- Nunca fui, mas queria.
Caroline, Bonnie e Elena tomaram também.
— Pode deixar que vou providenciar boneca.- Disse.
Stefan e Jeremy beberam.
— Eu nunca joguei strip poker.- Matt disse.
— Ihh.- Bebi. Vi Kai e Stefan beber.- Você Stefan?
— Meu irmão está na universidade e ele tem amigas...- Stefan disse.
— O que é isso?- Perguntei.
— Sério que não sabe Dav?- Questionei.
— Sério.- Disse.
— Klaus, o que você anda ensinando essa menina?- Stefan perguntou.
— A brincar de boneca.- Kai riu.- Strip Poker é um jogo que quem perde a rodada tira uma peça de roupa e vai até provavelmente parar em cima da mesa que estava jogando.
— Da mesa? Aff, na cadeira que estava sentado é melhor.- Disse.
— Ah, estranho.- Dei de ombros.
— Sério meninas? Nada?- Kai perguntou.
— Temos 17 anos, não 22.- Rebekah disse.
— Aff, ok.- Kai disse.
— Ok gente, vamos suavizar isso, é uma brincadeira. Eu nunca beijei alguém com bafo.- Jer disse.
— Sortudo.- Tomei.
Elena bebeu.- Uma vez e foi terrível.
— É horrível demais.- Kol disse.
— Eu nunca peguei alguém que alguém da minha família tenha pegado.- Stefan disse.
— Ihh...- Kol bebeu.
— Essa ferrou.- Bebi também.
Matt bebeu e os amigos olharam.- Longa história.
— Eu nunca sai, para qualquer lugar, sem usar calcinha ou sutiã. Ou os dois ao mesmo tempo.- Caroline disse.
— Culpada.- Bebi.
— Sério?- Perguntei.
— Sim.- Disse.
— Depois quero sabe como.- Disse.
— Que nada, conta agora.- Kol disse.
— Como o que?- Perguntei.
— Que situação foi isso?- Kol perguntou.
— Eu quando vou na padaria nunca coloco sutiã e teve uma vez quando tive um... Problema mais intimo que não podia colocar calcinha, pois incomodava.- Disse.
— Nossa que situação.- Jer disse.
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Ri e jogamos mais um pouco, depois entrando no ritmo de contar histórias que já tínhamos passado, micos e tal. Era gostoso estar assim. Já era tarde quando Dav e eu fomos para a barraca. Não estava frio então fiquei de calça e sem camisa.
Coloquei um short e uma blusa de pijama e me deitei.
A puxei para mim.- Está tão gostosa assim.- Disse subindo a mão pela perna dela.
Sorri e beijei seu queixo.- Obrigada amor. Você também está assim.
— As vezes eu tenho a sensação que se não fosse como sou, os meninos iam cair matando para tentar ter você.- Disse.
— Porque?- Perguntei.
— Eu conheço bem a diferença de brincadeira e indireta. Kol e Jeremy são loucos para pegar você.- Disse.
— Klaus... Que isso. É impressão sua.- Disse.
— É sério.- Beijei o pescoço dela.- Mas nunca vou deixar eles conseguirem.
Sorri.- Eu sei.
— Eu te amo Dav.- A olhei.
— Eu também te amo.- Disse.
A beijei. Cacete, a desejo tanto... Minha mão corria a sua lateral e se pudesse tirava aquela roupa, a possuiria logo ali... Era só o que faltava para sermos completos.
Retribui o beijo e acariciava seus cabelos.
Para quem não era acostumada a beijar, ela está o fazendo muito bem e me deixa louco com eles. Puxei a perna dela para a minha cintura e apertei sua coxa.
Minha mão descia pelo abdômen dele. Nesses momentos eu sempre o sentia excitado, mas já estava acostumada e não me importava mais de sentir.
Nos virei e fiquei por cima dela. O beijo ficava mais urgente e não me segurei em pegar no peito dela.
Parei o beijo e o olhei.- Podemos continuar isso, avançar mais e toques mais íntimos, mas não vamos chegar ao ato em si, ok? Aqui não é o lugar.
— Dav, eu te desejo tanto.- Suspirei, encostando a minha testa na dela. Eu estava com tanto tesão acumulado que sentia que podia explodir.
O olhei.- Eu sei amor e sei que é difícil para você.
Respirei fundo para me acalmar e acalmar meu corpo, deitando ao lado dela.
Pensei que ele tinha entendido, mas acho que não. Ou ele não gostou da ideia. Me virei para ele.- Desculpe.
— Não, tudo bem. Só a parte de baixo estava falando mais alto.- Beijei ela.- Você falava de mais intimo... O que está pensando mocinha?
— Ah, nada, deixa. Não quero que piore sua situação.- Puxei as cobertas.- Vamos dormir, é melhor.
— Não.- Disse com a minha mão por debaixo das cobertas e entrando pela blusa dela.
Peguei a mão dele e me virei de lado.- É sério Klaus, eu sei o quão difícil vai ser para você não continuar e como não entendo nada disso, não me liguei o quão ruim seria essa ideia. Agora esquece isso, ok?- Lhe dei um selinho e me virei de costas para dormir.
— Dav...- A puxei.- Vai me dar as costas assim?
— Para dormir.- Disse.
— Eu não quero dormir. Quero ficar aqui de amasso com você.- Disse.
— Você está se torturando.- Disse.
— Eu tô bem.- Na verdade a ereção contra a roupa que estava, estava incomodando, mas eu aguentava.
— Tudo bem então.- Disse.
— Ótimo.- A beijei, nos deixando de lado.
Retribui o beijo.
Peguei a mão dela que estava no meu peito e a levei até por cima da minha calça. Eu precisaria de muito controle agora.
Logo em seguida fiquei sem reação e mordi meu lábio.- Não sei se sei fazer isso.
— Quer que eu continue tocando você?- Perguntei.
— Isso não responde minha duvida.- Disse.
— O que quer minha boneca?- Perguntei, beijando o pescoço dela.
— Nada, vamos só continuar em beijos.- O beijei.
Deixei o beijo rolar e não ia parar não. Voltei a tocar seu peito mesmo por cima da blusa.
Deixei ele continuar e envolvi meus braços em torno do pescoço dele.
Suspendi a blusa um pouco e os toquei diretamente, isso era muito bom.
Suspirei contra os lábios dele, mas sem deixar de beija-lo.
Apertei eles um pouco e brinquei com os mamilos, era ótimo poder ter mais dela.
Parei o beijo.- Ok, não vamos exagerar demais. Vamos devagar.
— Já?- Perguntei.
— Sim.- Disse.
— Mal começamos.- Disse.
— Eu sei.- Disse.
Sorri.- Você é tão linda.- Comecei a beijar a barriga dela e fui subindo. Depois desse esquenta ia continuar em mim, mal podia esperar pelas mãos delicadas dela me tocando.
Me arrepiei e suspirei pesadamente.
— Gosta da minha boca assim?- Questionei.
— Claro.- Disse.
— Vai gostar mais disso.- Disse tomando o seio dela com a boca.
Suspirei pesadamente e acariciava seus cabelos.
Suguei e fazer aquilo ali me deixava mais excitado, afinal podia chegar alguém. Sorri e continuei, depois fazendo o mesmo no outro. Dav estava vermelha; esperava que fosse do prazer e não de vergonha.
Puxei-o para cima e o beijei novamente.
Enquanto a beijava, levei sua mão até minha calça novamente. Essa noite estava muito melhor do que imaginei.
Mesmo receosa, o toquei ali.
Gemi e nos deixei de lado, para ficar mais fácil.
Continuei tocando-o.
— Isso amor.- Disse entre o beijo e afastei um pouco a calça.
— Você usa o pijama sem cueca? Tá explicado porque eu consigo te sentir tão bem.- Disse.
— É mais confortável.- Disse.
Ri.- Posso imaginar.- O beijei e voltei a toca-lo.
As mãos dela eram boas... O que tinha de delicada tinha de firme, e excitado do jeito que estava me dava mais prazer ainda.
Baixei mais um pouco a calça dele para poder toca-lo melhor.
Se ela não estivesse me beijando, teria gemido alto. Toquei pelas costas dela e isso estava muito bom.
— Hã... Gente.- Jer chamou do lado de fora.
Parei o que estava fazendo e puxei a calça de Klaus para o lugar.- Sim?
— Eu posso dormir ai? Com quem eu ia ficar furou e todas estão cheias e a de vocês é de quatro pessoas.- Jer disse.
— O que? Não mesmo.- Não ia deixar ele estragar nossa noite.
Me virei de costas para Klaus, assim ficamos de conchinha.- Claro que pode Jer, não vamos deixar você sem lugar para dormir. Entra.
— Ah, valeu.- Ele disse abrindo o zíper e entrando.- Nossa, tá um forno aqui.
— Verdade.- Disse.
— Vocês estão bem? Davina, você está vermelha.- Ele disse.
— Estávamos nos beijando.- Disse.
— Ah sim, desculpe.- Ele disse rindo e deitando virado para ela.
— Tudo bem.- Disse.
— Está gostando daqui?- Ele perguntou.
— Estou e você?- Perguntei.
— Adorando. Vou aproveitar bem essas férias.- Ele disse.
Sorri.- Sim.
— Você veio aqui para dormir não foi, então vá dormir.- Disse e mudei de lugar, a botando no canto.
Ele o observou.- Oh, desculpe cara.- E riu.
— Klaus, não precisa ser mal educado. Ele não tem culpa de ter acontecido um imprevisto.- Disse.
— Tanta barraca e tinha que vir para cá?- Questionei.
— Calma ai, se faz tanta questão eu saio caramba.- Ele disse.
— Para Klaus.- Disse.
— Já estragou mesmo, dane-se.- Eu estava irritado, excitado e tenso, parecia que estava explodindo aqui. Merda Jeremy. Tomei um pouco de água e me deitei.
Eu morria de vergonha quando o Klaus fazia isso, não sabia onde me enfiar.- Desculpe Jer, não dá bola para ele.
— Tudo bem, sei que não é culpa sua.- Ele disse.
Sorri de leve.
— Vamos dormir Davina.- Disse.
— Boa noite Jer.- Me virei de costas, me ajeitando para dormir.
Me grudei nela e tentei relaxar até dormir.
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Na na na na na na
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Depois do acampamento (que foi muito bom por sinal) o dia da formatura chegou bem rápido. Estava extremamente feliz e ao mesmo tempo triste. Não queria me separar dos meus amigos... Suspirei. Antes de sair para a formatura, meus pais tiraram todas as fotos possíveis minha de beca, depois com Klaus, depois do Klaus sozinho, depois com eles.... E por ai vai. Eles são uns amores, os amo tanto.... E ficarei longe deles por quatro anos. Melhor não pensar nisso agora. A colação de grau, foi linda e chorei, isso é óbvio. Agora estamos na comemoração depois da formatura. Tinha professores, alunos, pais e funcionários.
— Deus, você está linda demais nesse vestido.- Disse.
Sorri.- Obrigada.
— Ai está a garota que deixa Niklaus tão maluco.- Mikael chegou junto deles.
— Pai, não fala assim.- Disse.
— Ah... me desculpe senhor.- Disse.
— Eu estou brincando. Pelo menos agora ele está mais calmo, mérito seu.- Disse.
— Ah, talvez sim.- Disse.
— Esther, vem cá.- Ele esperou ela chegar junto.- Não é verdade que Niklaus está mais calmo desde que está com essa menina linda?
— Podemos dizer que sim.- Ela sorriu.
— Viu? Eu te digo.- Abracei ela.
— Espero que coloque juízo nessa cabeça enquanto estiver longe de nós.- Ele disse.
— Vou tentar.- Disse.
— Brincadeiras a parte, estamos felizes de vocês estarem juntos. Mesmo Davina, você é uma ótima futura nora.- Ele disse.
Sorri.- Obrigada.
— Já está tudo pronto para a mudança?- Ele perguntou.
— Sim. Duas semanas antes vamos para lá ajeitar tudo.- Disse.
— Vou sentir tanta a falta de vocês. Vocês vão mesmo morar juntos em um apartamento?- Ela perguntou.
— Claro, não a deixaria morar sozinha.- Disse.
Ri.- Você é muito protetor amor.
— Sou mesmo.- Disse.
— É de família isso.- Ele disse.
— Estou vendo.- Disse.
Rimos e depois de conversar um pouco fomos para a pista.- Vai ficar lá em casa hoje?
— Vou.- Disse.
— Que bom.- Beijei o pescoço dela.
Me arrepiei e acariciava seus cabelos.
— Será que vamos conseguir manter o contato?- Perguntei.
— Como assim?- Perguntei.
— Com o pessoal.- Disse.
— Espero que sim.- Disse.
— Vou sentir falta desses chatos.- Disse.
— Eu também.- Disse.
— Mas esse ano foi o melhor de todos, ainda mais por ter você assim.- Disse.
Sorri.- Concordo.
— Hey, vem que o pessoal vai tirar foto.- Stefan disse.
— Mais fotos?- Perguntei.
— Vamos lá.- Disse.
Ele nos arrastou e tiramos mais fotos com o grupo de todas as formas que imaginaram. E depois fomos dançar. Rimos e brincamos até nossos pés doerem.- Ok, vocês sabem deixar a festa animada.
— Sim.- Disse.
— Ultima noite juntos, tem que ser inesquecível.- Kol disse.
— Ai, não vamos falar ultima.- Elena disse.
— É, vamos só curtir.- Stefan disse.
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Seu apoio é fundamental. Torne-se um herói!— Sim.- Caroline falou.
— Você ouviu eles Dav, vamos curtir juntos.- Kai a puxou.
Sorri.- Não vou dizer não a ninguém hoje. Vou sentir saudades.- Me abracei em Kai.
— Opa, quero também.- Jer a abraçou.
— Ei, vamos parar a palhaçada. Sempre dando um jeito de aproveitar.- Disse.
— Deixa eles Klaus. Afinal é a ultima vez que nos vemos por um tempo. Deixa eles tirarem a casquinha que querem.- Caroline disse.
Rimos e brincamos mais até que a festa acabou. Cada um foi para um lado e Dav veio comigo. Peguei o carro e como estava tudo vazio, andou rápido. No elevador ainda a beijei e fomos assim até chegar na porta de casa.
— É a primeira vez que venho aqui.- Disse.
— Falha minha amor.- Disse.
— Tudo bem.- Disse.
— Seja bem vinda então.- Disse depois que abri a porta.
— Seu apartamento é lindo.- Disse.
— Obrigado.- Disse.
— De nada.- Disse.
— Mas agora você pode conhece-lo depois.- Disse a pegando e a beijando.
Retribui o beijo.
Ela estava tão linda e tão gostosa que era meio difícil de resistir. A peguei e a levei até o quarto, por mais que soubesse que ela ia falar para parar, não custa tentar.
— Gostei do quarto.- Disse.
— Devia ser decorador então, acerto tudo.- Disse.
Apenas sorri.
Voltei a beija-la e a coloquei no chão. Enquanto minhas mãos deslizavam por ela, arrisquei em abaixar uma das alças do vestido.
Retribui o beijo e o ajudei no vestido.
A olhei.- Você fica demais em todas as cores.
— Obrigada.- Disse.
Ela estava com uma lingerie sexy preta que a deixou linda. Até estar com ela não prestava atenção nisso, mas depois dela, prestava atenção em tudo.
— Hmm... Eu devo ir para a cama?- Perguntei.
— Com...- A olhei.- Você está afim hoje?
— Acho que sim.- Disse.
— Tem certeza?- Toquei seu rosto.
— Não posso ter certeza de uma coisa que nunca fiz.- Disse.
— Você confia em mim para isso, é tudo que preciso.- Disse a beijando.
— Confio e te amo plenamente.- Disse.
Sorri e a levei para cama. Tirei minha camisa e logo me juntei a ela, a beijando.
Retribui o beijo novamente.
Depois daquele dia na barraca não tivemos mais tempo de ter outro "esquenta", então minha situação continua a mesma, subindo pelas paredes e louco de tesão.
Acariciava o peito e com a outra mão acariciava seu rosto.
Subia a mão pelas pernas dela, acariciando e apertando. Adorava aquelas pernas, ela por inteiro.
Me arrepiei ao toque dele e fomos nos deitar na cama.
Tirei o sutiã dela e peguei nos peitos. Hoje eu podia pegar com liberdade. Já estava excitado... Bem, isso não é novidade né?
Gemi e suspirei pesadamente.
— Você é gostosa demais.- Disse.
Sorri.- Obrigada.
Não estava me aguentando, então me afastei e tirei a calça, sapatos, cueca e peguei a camisinha no bolso da calça.- Outro dia temos mais preliminares, hoje dá não.
Sorri e o beijei.- Tudo bem meu amor.
Coloquei a camisinha e tirei a calcinha dela. Ah cacete, ela era uma perdição.
— O que foi?- Perguntei.
— Você me deixa mais excitado só de te olhar.- Disse.
Sorri.- E eu não entendo muito de anatomia masculina, mas acho que se eu fosse mais experiente e não estivesse nervosa por ser minha primeira vez, poderia dizer o mesmo sobre você.
— Eu tenho certeza, eu sou gostoso pra caramba.- Afastei as pernas dela e me coloquei entre elas.
Sorri.- Isso eu sei.
— Então relaxe minha linda.- Me deitei sobre ela e a beijei. Tinha que me concentrar para ter calma, ela merecia algo bom, não como se fosse uma qualquer e um cara afobado.
Retribui o beijo.
Me coloquei na entrada dela e comecei a entrar, mas parei para ela se acostumar.
— O que foi?- Perguntei.
— O que?- Questionei.
— É o que estou perguntando.- Disse.
— Nada. Só parei para você se acostumar.- Disse.
— Ah sim.- Disse.
Sorri e a beijei novamente, agora entrando nela sem pausas.
A parte mais “chata” foi romper o hímen. Deu uma dorzinha, mas nada demais.
Percebi estar totalmente dentro dela.- Está bem?
— Estou.- Disse.
— Qualquer coisa me diz.- Disse.
— Ok.- O beijei. Agora estava mais relaxada, a pior parte passou.
Senti ela melhor e comecei a me movimentar. Ela era apertada e conforme se contraia no meu membro, me excitava mais e o prazer aumentava.
Suspirei contra os lábios dele, mas sem deixar de beija-lo e minha mão descia pelas suas costas.
Passei o braço pela cintura dela para ajudar a pegar o ritmo comigo. Podia sentir que ela seria uma amante incrível.
Acariciava seu rosto e a outra mão entrelacei meus dedos em seu cabelo.
— Geme para mim Dav.- Disse.
Sorri e me aproximei do ouvido dele.- Nik...- Gemi no ouvido dele.
Me arrepiei completamente e suspirei, aumentando a velocidade. É, ela vai me deixar doido assim.
Gemi e suspirei pesadamente, descendo meus lábios pelo pescoço dele.
— Eu adoro isso, você sabe.- Disse.
— Eu sei.- Disse.
— Quer me provocar mais é?- Questionei.
— Isso e como é minha primeira vez, quero descobrir coisas novas em você. E não podia ser melhor do que ser com meu melhor amigo e o amor da minha vida.- Disse.
A beijei e como as coisas mudaram... Eu era louco por ela, desde de sempre, mas achava que nunca ia chegar a tê-la, que ela nunca me amaria como homem, mas esse dia chegou. E só posso ser o melhor para ela, ser o homem que a minha bonequinha merece. Apertava a coxa dela e a colava mais em mim.
Retribui o beijo e acariciava seus cabelos.
O prazer aumentava pelo meu corpo e eu a queria mais, desejava mais.- Davina...- Gemi e senti o orgasmo perto.
— Nik...- Murmurei contra seus lábios e voltei a beija-lo.
Bombei mais algumas vezes e o orgasmo me atingiu, me realizando por completo.
— Eu te amo.- Disse.
Sorri e a beijei.- Eu também te amo.- A olhei.
Apenas sorri.
Me deitei ao lado dela e tirei a camisinha suja jogando na lixeira que tinha ali perto.- Você está bem?
— Sim.- Disse.
— Se esse dia já estava bom, terminar com você deixou perfeito.- Disse.
Sorri.- Digo o mesmo.
— Só consigo pensar em como vai ser agora que vamos morar juntos.- Disse.
Me aconcheguei no peito dele.- Normal, eu acho.
— Só de te ter todos os dias assim, já está ótimo para mim.- Disse.
O olhei, analisando-o.- Você acha que não vai dar certo?
— Tô com medo de você perceber que sou um chato e me mandar para o inferno.- Disse.
— Te conheço a cinco anos, Klaus.- Disse.
— Sei lá, você pode enjoar de mim sendo seu marido.- Disse.
— Você se comporta como meu marido a cinco anos e eu te aturei, então...- Disse.
A olhei.- Você me aceita como seu marido?
— Claro.- Disse.
— Ótimo, porque já comprei as alianças.- Disse.
— O que? Sério?- Questionei.
— Sim. Eu ia esperar até que a gente chegasse na universidade, mas já que entramos no assunto...- Disse.
Sorri e o abracei.- Você é louco e eu te amo por isso.
Ri.- Que bom que gostou. Deixa eu ir pegar.
— Ok.- Disse.
Levantei e fui no meu armário, pegando a caixinha. Eram alianças de prata com uma linha em ouro e a dela tinha três diamantes pequenos. Por dentro mandei que gravassem "My girl" na dela.- Aqui.
Peguei e olhei, logo sorrindo.- São lindas.
— Deixa eu colocar.- Peguei a dela e comecei a colocar.-Eu te prometo ser fiel na alegria e na tristeza, no sono e no ronco, no suor e no perfume, no jantar fora e na comida queimada.- A olhei.- O que? Não é assim?
Ri.- Não prometo no ronco. Você ronca demais.
— Eu? É uma calunia isso.- Disse.
— Não é não.- Disse.
— Da comida queimada você não fala né?- Questionei.
— Que comida queimada? Tá louco?- Questionei.
Gargalhei.- Você é ótima.- A beijei.- Agora sério, depois de todo blá blá, eu te amo demais e prometo tentar ser o melhor que você merece. Acho que isso resume bem.
Sorri.- Perfeitamente.
— E diminuir o ronco.- Ri.
— E eu prometo queimar mais comidas.- Brinquei.
— Não.- Coloquei direito o anel e beijei, depois botando o meu.
Sorri e o beijei.
Eu não podia ser mais feliz, tinha minha família, meus amigos, ia para uma boa faculdade e tinha nos meus braços a garota que sempre amei. Sei que vai ser um desafio tudo na Califórnia, mas vou conseguir; e eu e Davina começaremos uma etapa nova da nossa vida, agora mais juntos que nunca. E para todos vocês que viviam tentando roubar a minha garota e aos novos que vamos encontrar por ai, um lembrete babacas; ela pertence a mim!
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Na na na na na na (oh yeah)
Na na na na na na (alright)
Na na na na na na
She belongs to me
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