Up All Night - One Shots
3 Capítulo 3- One Way Or Another.
Notas iniciais

One way or another, I'm gonna find ya
I'm gonna get ya, get ya, get ya, get ya
One way or another, I'm gonna win ya
I'm gonna get ya, get ya, get ya, get ya
One way or another, I'm gonna see ya
I'm gonna meet ya, meet ya, meet ya, meet ya
One day maybe next week, I'm gonna meet ya
I'm gonna meet ya, I'll meet ya
*****
POV Klaus.
Como minha vida mudou nesses quase dois anos. Suspirei, olhando a cidade da varanda do meu quarto. Desde que Katherine me deixou aquela carta e vim para New Orleans, descobrindo que teria um filho meus objetivos ficaram confusos, assim como meus sentimentos muitas vezes. Bruxas querendo a morte da minha filha, velhos amigos, problemas entre eu, Elijah e Rebekah, pessoas novas em nossos circulo foi só o começo. Então a Hope nasceu e naquele dia quando as coisas ficaram calmas e entreguei minha filha para Rebekah, senti algo a mais, aquele recém nascido tinha mexido comigo de alguma forma que ninguém mais fazia. Ai as coisas foram ficando para pior. Minha mãe voltou a vida, Mikael também e conheci meu pai verdadeiro, além de uma irmã que me constava como morta desde criança e claro; não podia esquecer a tia louca Dhalia, e a traição da Hayley querendo tirar minha filha de mim. Claro que minha retaliação e em parte plano contra Dhalia deixou Elijah contra mim e as coisas ficaram bem estranhas nos últimos meses. Nisso tudo teve Finn e Kol voltando em outros corpos, Rebekah usou um também e eles parecem gostar de serem bruxos, mas Kol morreu e Rebekah está numa missão junto com Davina para trazer Kol de volta. Freya tem se mostrado leal e gosto de ficar com ela, e conversarmos por tempos. Hope está crescendo rápido e agora que Hayley voltou e mora no prédio em frente, sinto falta dela aqui no quarto no meu corredor. Agora para completar esses anos, Tristan, Aurora e Lucien apareceram dizendo que tem uma profecia, que paira sobre nossas cabeças e que levará nossas linhagem junto, e por isso eles estão preocupados. Suspirei bebendo do meu whisky, pensando o quanto uma cabeça podia lidar. Senti alguém junto de mim.- Ainda acordada irmã?
— Com certeza.- Ela disse.
— Sem mais festas por enquanto?- Questionei.
— Talvez.- Ela disse.
Tomei um pouco mais da bebida, enchendo o copo novamente.- Servida?
— Não, obrigada. Pensei que ia sair com Lucien.- Ela disse.
— Não. E agora estou aqui analisando tudo isso.- Disse.
— Você analisa demais, Niklaus.- Ela disse.
— Mas é o que temos que fazer aqui, não? Na medida do possível pensar antes de jogar.- Disse.
Ela sorri.- Se eu não fosse sua irmã, casava com você.
Sorri.- E fugiria no mesmo dia, caso eu deixasse.
— Acho que não. Você só parece mau, mas tem cara de anjinho.- Ela disse.
— Um anjinho que já desencaminhou muitas donzelas na vida.- Disse.
— Exatamente o que me preocupa. Você não está desencaminhando mais ninguém. A muito, muito tempo.- Ela disse.
— Está querendo dizer que ando sexualmente muito quieto?- Questionei.
— Até demais.- Ela falou.
Ri.- Tenho muita coisa na minha cabeça Freya para pensar nisso. Camille é um exemplo que devo continuar focado só nisso aqui.
— Ok então.- Ela disse.
Voltei a olhar para frente.- Quando estávamos em Mystic Falls, ou antes de lá, os problemas eram tão simples de resolver. Não achei que sentiria falta daquilo.
— Claro, você que era o problema.- Ela disse.
— Mas New Orleans trás as coisas diferentes, uma equação diferente. E não gosto desse jeito.- Disse.
— Mas agora vocês tem a mim.- Ela disse.
— Uma das poucas coisas boas. Não achava que iria aguentar mais um irmão mais velha, sendo mulher então.- Disse.
— Engraçadinho você.- Ela disse.
— É um dom.- Disse.
— Sei.- Ela disse.
— Acredita nessa profecia?- Perguntei.
— Acho que não devemos duvidar.- Ela respondeu.
— Depois desses dois anos aqui; que venham então.- Disse.
Ela sorriu.- Bem, vou ir dormir. Sou humana e estou caindo de sono.
Beijei seus cabelos.- Boa noite.- Uma coisa, um cheiro na rua me chamou a atenção.
— O que foi?- Ela perguntou.
— Achei... Nada. Deve ter sido impressão.- Aquele cheiro... Seria loucura Katerina estar aqui.
POV Misto. (Katherine e Klaus.)
Respirei fundo quando vi o famoso “Quarter”. Sim, eu estou em New Orleans e sim, na frente da casa do cara que quis me matar por 500 anos. Mas o imbecil está de encontro a um carvalho branco e eu não vou morrer por causa da incompetência dele. Tentei abrir a porta, mas estava trancada, então quebrei a maçaneta e entrei.- Alguém em casa?
Em um segundo estava na sala pegando pelo pescoço quem invadia minha casa.- Katherine?
Tirei a mão dele de mim.- Pensei que Elijah que me receberia. Fiquei desapontada.
— O que está fazendo aqui? Saudades?- Questionei.
Sorri.- Sei que é seu desejo secreto que diga sim, mas não. Só se fosse de Elijah.- Andei ao redor dele.- Só admirando que o grande Klaus Mikaelson passou de ameaçar a ser ameaçado.
Sorri.- Quer testar se ainda sou ameaçador?
Cheguei perto dele, o olhando.- Quem você quer enganar? Eu fugi de você por 500 anos, você me capturou por o que? Três dias aquela vez e já acha que pode comigo?
— Foi muito divertido, não foi? Acho que seria uma boa ideia para esses dias.- Disse fazendo a linha do rosto dela com o dedo. Katherine foi uma mulher bonita (por mais que tivesse cópias), mas o século vinte e um caia bem nela.
— Minha perna agradece a você. Hoje em dia ela já foi anestesiada.- Me afastei dele.
— Não deveria estar em Mystic Falls? Junto dos seus garotinhos?- Questionei.
— Preciso garantir a minha vida protegendo você de suas insanidades e consequentemente a deles.- Disse.
— Parece que isso virou domínio publico agora.- Disse.
— Você nunca foi de instituição privada, Klaus. Soube que Lucien está por aqui também.- Disse.
— Acho que vocês combinaram uma reunião e nos avisaram de ultima hora.- Somar Katherine aquela situação com certeza não era algo bom.
Ia falar, mas ouvi passos e olhei para cima. Era um bebê.- Oh, a sua filha. É a sua cara. Só não sei se posso dizer que é um elogio.
— Bem, ela está comigo. E a sua?- Passei por ela.- Ah sim, você não faz ideia do que houve.- Subi pegando Hope no colo.
Ri.- Que fofo, você acha que me afeta isso. Minha filha já está morta e enterrada a mais de quinhentos anos. Eu sou vampira, não uma humana com sentimentos imbecis.
— Será mesmo?- A olhei lá de cima.- Sabe, as vezes escutamos muito por ai. Ainda mais quando se persegue alguém.
— Esse lugar fede a lobisomem, mas tenho a impressão que não é de você ou da mãe da criaturinha ai. Abrigando seus primos?- Questionei.
— É uma família grande.- Dei os ombros, andando pelo corredor para botar Hope de volta.
— Onde é o quarto do Elijah? Acho que ele pode gostar da lingerie que estou usando. No tempo que ficamos juntos ele era bem exigente quanto a isso e depois rasgava tudo, vai entender.- Disse.
Deixei ela falando e entrei no quarto, em minutos fazendo Hope dormir e ajeitei a grade para ela não sair de novo. Voltei.- Ah, ainda está ai achando que me provoca assim? É o que gostaria, não é?- Parei a frente dela.- Que relembrasse nossa época juntos que não suportava quando chegava perto de outro homem...- Ok, eu era ciumento com ela e ela conseguia me irritar um pouco ainda me fazendo imaginar outro a tendo, a tocando... Klaus! Não é hora para isso.
— Sei que você sempre teve uma certa posse pelas “suas cópias”, mas essa época já passou Klaus. Só quero saber onde o Elijah está.- Disse.
— Quem está desconversando dessa vez?- A prensei contra parede.- Preocupada de cair na minha?
Sorri.- Nem um pouco.
A olhei. Estava mesmo tendo que esfriar a cabeça e com Camille... Não podia a arrastar mais para isso, teria que parar antes que ela saísse machucada ou morta. Num movimento segurei os braços dela e a beijei.
O afastei.- Você está louco? A ultima vez que nos beijamos eu era humana, eu te odeio e você me odeia por motivos de garotinho mimado, mas odeia. Eu só vim aqui para dizer que você carrega milhões de vida no seu peito e não ouse dar uma de macho alfa me arriscando. Fora que eu sei da sua humana de estimação.- Ri.- O engraçado é que me lembra muito Stefan e Damon com a Elena. Pelo menos a Elena é gostosa como eu. Você acha mesmo que eu viria para cá sem pesquisar, poupe-me.
Peguei no pescoço dela.- Sabe, a mais de uma maneira de a ter para uma noite.- Apertei.- Poderíamos botar um ponto final nisso.
Fiz ele cair no chão com um movimento de perna, colocando meu salto na garganta dele.- Seu nome pode fazer os ossos tremerem, mas o meu faz o sangue ferver.- Apertei um pouco.- Eu sou Katherine Pierce, sou imune a magia de bruxas, sou resistente a verbena e sou forte, ágil e sei como usar salto de maneiras que você não imagina.
Puxei a perna dela, a fazendo cair e rolei ficando por cima dela, segurando seus braços.- E eu sou Klaus Mikaleson. Acho que deve estar esquecida do que eu sou capaz de fazer. Não me subestime Katherine, eu posso ter prioridades, mas posso arrumar tempo para acertar nossas contas.
Sorri e me soltei dele, me levantando em velocidade.- Você está fora de forma. Bem, eu vou indo então. Me chamem quando tiverem algo divertido para eu saber.- Sai dali.
*****
I will drive past your house
And if the lights are all down
I'll see who's around
*****
POV Klaus.
Mas que merda tinha acontecido ali? Não me lembrava de Katherine conhecer Lucien, mas isso era mal sinal. Fui para meu quarto e fiquei pensando sobre isso. Pela manhã desci e encontrei Elijah.- Talvez tenhamos mais um problema.
— Qual?- Elijah perguntou.
— Katerina está na cidade e provavelmente aliada a Lucien.- Disse.
— Katerina?- Ele sorriu.- Não a vejo a muito tempo.
— Continua gostosa, é um fato.- Disse.
— Até porque ela é vampira. O corpo dela é o mesmo desde de 1492.- Ele disse.
— Eu quero saber como ela e Lucien estão juntos.- Disse.
Ele tomou do café.- Provavelmente compartilharam uma cama ou algo do tipo por ai.
— Acho difícil.- Disse.
— Porque?- Ele perguntou.
— Lucien não faz o tipo dela.- Disse.
— Como sabe?- Ele questionou.
— A conhecemos Elijah.- Disse.
— Eu sei. Só acho que Katherine não tem um tipo.- Ele disse.
— Com tipo ou não, temos que ficar de olho nela.- Disse.
— Não acho que ela dará problema.- Ele disse.
— Acho o contrário; deveríamos a manter sob vigilância.- Disse.
— Eu cuido dela.- Ele falou.
— Você? Não, pode deixar que eu mesmo cuido.- Disse.
— Você tem a Camille para cuidar.- Ele disse.
— Vou providenciar um modo de a manter segura. Talvez só manter distância já ajude.- Disse.
— Agora você vai pular fora?- Ele questionou.
— Eu tenho pensado nisso Elijah, não sou tão inconsequente quanto acha.- Disse.
— Não acho isso. Só acho que você deveria ficar ao lado dela.- Ele disse.
— Eu não sei.- Disse.
— Você decide.- Ele falou.
— Bem, tenho a questão de Katherine para resolver antes. Ela se mostrou sabendo muito sobre tudo o que acontece aqui.- Disse.
— Imagino que sim.- Ele disse.
— Vou indo então.- Me levantei para sair.- A propósito fale com Hayley de se certificar de que a grande do berço está firme a noite.
— Ok.- Ele disse.
Sai de casa com o pensamento em Katherine e esse se voltando a Cami. Com ela as coisas estavam uma bagunça dentro de mim, mas precisava saber se ela estava bem. Fui até o apartamento dela e toquei a campainha.
Camille abriu a porta.- Klaus, oi.
— Bom dia.- Disse.
— Bom dia.- Ela disse.
— Passei só para saber se está tudo bem por aqui.- Disse.
— Até o momento sim.- Ela falou.
Suspirei.- Que bom. Essa cidade está cada vez mais complexa.- Disse entrando no apartamento dela.
— Entre Klaus, seja bem vindo e sinta-se em casa.- Ela ironizou e fechou a porta.
Fui até a janela olhando.- Recebeu alguma visita ou esbarrão estranho? Morena, dessa altura – indiquei -, cabelo cacheado...?
— Hã... não. Porque?- Ela questionou.
— Se encontrar, fique longe dela.- Disse.
— Hmm... Ok.- Ela disse.
Observei a rua. Nenhuma evidência de Katherine por ali. Suspirei.- Que bom.
— Klaus, o que foi?- Ela perguntou.
— Katherine apareceu; longa história, mas ela sabe sobre a profecia, sobre você, Hope... O quanto essa história está espalhada por ai?- Perguntei.
— A vampira que disse que tinha alguém conspirando contra você aqui?- Ela questionou.
— Sim.- Disse.
— Nossa. E ela é forte?- Ela perguntou.
— Ela tem 500 anos.- Disse.
— Eu perguntei se ela é forte, não velha. O que é, por sinal.- Ela disse.
— Não diga isso na frente dela, ela não aceitaria bem e quebraria a sua espinha, suas pernas, algo assim.- Disse.
— Sei.- Ela disse.
— Acho que vou pedir a Freya para colocar uma proteção aqui. Vou estar ocupado procurando essa louca e tentando descobrir se ela está mancomunada com os outros.- Disse.
— Porque não a mata logo?- Ela perguntou.
— Talvez eu goste dessa brincadeira de gato e rato. Eu gosto de ser o gato.- Disse.
— Ah sim, entendi.- Ela disse.
— Então eu já vou.- Disse.
— Tudo bem.- Ela falou.
Dei um beijo no rosto dela.- Qualquer coisa me liga.
— Pode deixar.- Ela disse.
*****
One way or another, I'm gonna find ya
I'm gonna get ya, get ya, get ya, get ya
One way or another, I'm gonna win ya
I'll get ya, I'll get ya
One way or another, I'm gonna see ya
I'm gonna meet ya, meet ya, meet ya, meet ya
One day maybe next week, I'm gonna meet ya
I'll meet ya ah
*****
POV Misto. (Katherine e Klaus.)
Sai de lá e pedi que caso Katherine fosse vista me avisassem e eu mesmo fui procura-la. Na parte da manha eu não obtive resultado, mas no inicio da tarde a viram numas lojas e segui para lá. Procurei e logo a vi. É, ela continuava gostosa, pensei a vendo de longe. Deixei ela aproveitar e ela tinha uma companhia. Quem era aquele? Ele parecia ser um serviçal dela. Logo depois minha surpresa foi maior; Elijah?
Coloquei roupas nos braços de Elijah.- Segura para mim.
— Não vim aqui para ser um cabide Katherine. Niklaus quer você presa.- Elijah disse.
Peguei uma calcinha.- Gosta dessa?
— Katherine.- Ele disse.
— Sim?- Questionei.
— Tem que pensar em algo. Klaus está mais estressado que nunca e prender você vai aliviar isso, por isso ele quer tanto.- Ele disse.
— Elijah, o Klaus que se foda. Ele é um lobinho agora, né? Ele que vá se esfregar em outro. Ele só se acha, mas tem o rabo entre as pernas agora.- Disse.
— Impossível de esquecer esse seu humor.- Ele sorriu.
— Eu sou impossível de esquecer.- Coloquei cinco lingeries em cima da pilha de roupas que Elijah segurava.
— Planejando um encontro?- Ele mexeu nas calcinhas.
— Por enquanto não e são as calcinhas que uso normalmente. Sou uma vampira, não preciso me preocupar com minha saúde genital, então posso usa-las sempre.- Disse.
— Eu lembro disso.- Ele disse.
O papo daqueles dois estava me enjoando. Quer dizer que ela acha isso? Ah Kath, mal posso esperar para botar minhas mãos em você.
— Eu me lembro de ensinar a você a usar cueca boxe.- Disse.
— Até que gostei; fazem sucesso.- Ele sorriu.
— Claro que fazem. E assim como me lembro como você me deu de presente para Klaus em 1492 e agora ele acha que é meu dono, e fica me espionando até em uma loja de roupa.- Disse.
— Você percebeu.- Ele disse.
— Vocês não são os todo poderosos não.- Peguei as roupas e fui para o caixa.- Me dê cinco sacolas.- Compeli a mulher.- E ah, eu ganhei as roupas por ser uma cliente muito querida.
— Claro senhora, é um prazer vê-la novamente.- A caixa disse.
— Sabe, as vezes você pode pagar.- Ele disse.
— Sabe, as vezes você pode não se meter nisso.- Dei a sacolas a ele e sai da loja.
— Katherine, não posso ficar fazendo compras com você.- Ele disse.
— Bem Elijah, não é o que suas cueca boxes dizem. Elas parecem animadas com as minhas calcinhas.- Parei um vendedor de rua que passava vendendo paleta mexicana, e pedi uma.
— Deixemos que minhas cuecas e suas calcinhas se resolvam outra hora.- Ele disse.
Sai de onde estava, indo ao encontro deles.- Irmão, encontrou tão facilmente quem eu procurava.
Paguei o senhor e comecei a chupar a paleta.- Olá Klaus.
— Olá novamente Katherine. Já que me poupou essa parte, vamos então.- A peguei pelo braço.
— Tudo bem, me solta. Quero comer minha paleta e já estava planejando me hospedar com vocês. Ou acham que comprei essas roupas atoa?- Questionei.
— Não sem antes saber o seu plano.- Disse.
— Klaus, não precisamos disso e no final Katherine seria uma aliada.- Elijah disse.
— Meu plano é proteger o seu peito.- Toquei onde fica o coração dele.- Não sinto nada, poderia dizer que você nem tem coração, mas essa coisa existe e se for acertada com carvalho branco me leva junto.
— Sei. Vamos.- A puxei.
— Deve ser interessante um ménage com vocês dois.- Disse.
— Niklaus, mais modos com nossa convidada.- Ele pegou no braço do irmão, o fazendo soltar.
Sorri.- Só espero que aquela criança não me faça perder o sono com choros nojentos.
— Não se preocupe. Ela mora no prédio da frente agora. Só dorme conosco as vezes.- Ele disse.
— Ótimo.- Disse.
Seguimos para casa e ela ia subindo.- Quem disse que vai subir?
— Eu.- Disse.
— Até parece, você não é hospede.- Disse.
— Klaus, vamos parar com esse joguinho de irritação. Pode ficar com o quarto Katherine.- Ele disse.
Sorri.- Pode ser no seu Elijah?
— Pode.- Ele disse.
Olhei para ele.- Ah, entendi o porque de tanta vontade disso.- Ri.
— Quem não teria?- Questionei.
— Quem diria que um dia eu veria Elijah dando troco em uma mulher. Você está a usando para assim que puder esfregar na cara da Hayley.- Disse.
— Eu não estou usando ninguém.- Ele disse.
— Isso é o que diz.- Disse.
— Hayley? Aquela magrinha, sem bunda e sem peito? Sério? Klaus tem mal gosto, ou melhor, se tem onde ele se enfia, ele tá dentro, mas você Elijah? Sério? Deus.- Disse.
— Preferiria que moderasse como fala Kath.- Ele disse.
— Hmm...- Fingi pensar.- Acho que não. Vou achar um quarto para mim então.- Peguei as sacolas e subi.
Isso vai dar problema, pensei e fui falar com Freya para colocar a proteção na casa da Cami. Conferi se tinha ficado direito e voltei para casa. Já era noite e ia tomar banho quando percebi o chuveiro do meu banheiro ligado.- O que é isso?
— Sou eu tomando banho.- Disse.
— No meu banheiro?- Perguntei.
— Algum problema?- Questionei.
A olhei de cima a baixo.- Nenhum.- Cacete, eu deveria me importar certo? Afinal lá fora tinha a Camille, mas no momento eu queria fazer aquela vadia lembrar que não devia brincar comigo.
— Ótimo. Vocês deviam abastecer melhor os banheiros de vocês. No do meu quarto só tinha sabão, nem sabonete. Aqui tem shampoo, não dos que vão deixar meu cabelo macio e brilhoso, mas por hoje dá. Amanha eu compro shampoo para mim.- Disse.
— Deveria ter ido ver com a Freya então ou os da Rebekah.- Disse.
— Tenho mais intimidade com você.- Disse.
Suspirei e tirei minha camisa. Precisava ter ideias sobre o plano da Strix, de qual arma eles poderiam estar falando e Katherine aqui estava me distraindo.
— Tudo bem?- Perguntei.
— Muita coisa para resolver.- Disse.
— Sei.- Disse.
— Ache como preferir.- Tirei a calça e a cueca, entrando no banho.
Ri.- Ok.- Tirava o shampoo do cabelo.
Deixei ela acabar para me molhar, ainda bem que meu box era grande. A minha cabeça deve estar muito ruim mesmo, a ponto de estar tomando banho com ela e não a mantendo presa no porão.
— Então quer dizer que sua filha fica com a mãe?- Passava o condicionador dele no meu cabelo. Ótimo, agora iria cheirar como ele.
— Tivemos uns problemas recentes. Depois ela volta para cá.- Disse.
— Ah sim.- Disse.
— E você? Cansou de Mystic Falls?- Questionei.
— Não estou lá desde que te mandei a carta.- Disse.
— Se deu bem, posso dizer.- Entrei no chuveiro.
— Como assim?- Perguntei.
— Uma série de confusões; cópias vs originais, uma cura, viajantes...- Disse.
— Ah sim, eu ouvi as histórias. O meu pai era um viajante.- Disse.
— Mesmo?- Questionei.
— Sim.- Disse.
— Interessante.- Tentava não me focar em como ela estava gostosa ali. Mesmo podendo ser ardilosa, ela é uma das melhores que já tive.
— Acho que vou saindo aqui.- Abri a porta do box.
Botei o braço na frente.
— O que foi?- Perguntei.
— Qual o seu jogo? Além dessa faixada de preocupação?- Questionei.
Me virei, ficando colada nele, meus seios tocando seu peito.- Só preocupação comigo.
A encostei contra a parede.- Podia cuidar dessa preocupação sem aparecer.
— Não gosta de me ter aqui?- Toquei o peito dele.
— Depende do que quer aqui.- Puxei a perna dela para minha cintura e minha ereção encostou no sexo dela.
— Já disse.- Minha mão desceu pelo abdômen dele.
— Talvez devesse testar isso.- Me posicionei, entrando nela.
Envolvi meus braços em seu pescoço.- Como se sente testando isso?
— Como se era disso que precisava.- A beijei.
Retribui o beijo e acariciava sua nuca.
Kath não era mulher de sutilezas, então não precisava me conter com ela. Me movi indo até o limite dela e ela era exatamente como me lembrava.
Suspirei pesadamente e cheguei perto do ouvido dele.- Sua humana não tirava toda essa sua tensão, não? Porque duvido que isso seja só de hoje.- Minha mão desceu pelo abdômen dele, chegando onde estávamos unidos e tocando-o.
— Ela não é minha, não assim.- Apertei os peitos dela.
— Mas você quer que seja e você quer rasgar a garganta dela e se alimentar, porque esse é o seu instinto.- Rocei minhas presas na jugular dele que nem se mexia pela falta de batimentos e fluxo de sangue.
Gemi.- Posso muito bem fazer com você.- Foi minha vez de mordiscar a garganta dela.
Gemi e suspirei.- Só se quiser que morra em agonia.
— Não vai.- Estava me deixando levar e a mordi, o que fez meu prazer aumentar. Deixava as estocadas no ritmo que eu bebia.
Gemi e suspirei, entrelaçando meus dedos no cabelo dele e acariciando ali.
Parei e lambi os lábios.- Delícia.
— Eu sou deliciosa mesmo.- Senti a mordida se formar.
Mordi meu pulso.- Beba.
Peguei o pulso dele e bebi.
A segurei com a mão livre pela cintura, nos deixando mais colados e acelerava o ritmo.
Parei de beber e voltei a beija-lo.
Os sabores se misturaram no beijo e nem quando estava com Aurora recentemente senti prazer assim. Katherine é mesmo muito boa nisso.
Envolvi mais minha perna na cintura dele, mantendo-o mais perto de mim.
Puxei o cabelo dela um pouco e o prazer tomava conta de nós dois.
Suspirei pesadamente entre o beijo, mas sem deixar de beija-lo.
Não demoramos a gozar, mas não a soltei quando nos acalmamos.
Sorri.- Agora você literalmente goza, não é?
— Sim.- Ri.- A transformação tem alguns efeitos.
— Eu percebi.- Disse.
Continuei com o rosto na curva do pescoço dela, aproveitando aquele momento, que não precisava me fingir ou conter o que eu era.
— Acho que agora é melhor eu ir.- Disse.
A beijei e estranhei a sensação boa que tive.
Sorri com o beijo e toquei o rosto dele.- Boa noite Klaus.- Me enrolei numa toalha e sai dali, indo para o quarto que estava.
*****
And if the lights are all out
I'll follow your bus downtown
See who's hangin' out
*****
Ela foi e fiquei pensando sobre o que tinha acontecido ali; era melhor que não se repetisse, mas foi tão bom... Suspirei e tomei o banho, e fui tentar descansar. Pela manhã discuti com Elijah a melhor forma de atacar aqueles três e estávamos decidindo quando Katherine desceu.
Desci vestindo apenas calcinha e sutiã, indo para a mesa.
— Isso é falta de roupa?- Questionei.
— Opção.- Disse.
— Freya, não sei se chegou a conhecer Katherine.- Disse.
— Já ouvi falar. Olá.- Ela disse.
— Oi.- Disse.
— Katherine vai ficar conosco e ajudar nessa situação que estamos. Afinal, não disse como conhece o Lucien.- Elijah disse.
Me sentei e comia um iogurte.- Nos conhecemos em um clube de stripper.
— Eu disse que eles compartilharam uma cama.- Ele disse.
— Sim, depois que eu fiz o stripper, meio que transamos.- Disse.
— Você fazendo stripper? Não imaginava que teria chegado a necessidade.- Disse.
— Por querer.- Disse.
— Você e Lucien? Não consigo imaginar.- Não queria na verdade.
— Pois é.- Disse.
— Já que você são da mesma linhagem, pode descobrir algo dele?- Elijah perguntou.
— Tenho meus meios.- Disse.
— Agora usamos "aliados" como provavelmente prostitutas para conseguir informações?- Perguntei.
— Não foi o que fez com Aurora?- Ele questionou.
— Eu me viro.- Disse.
— Eu vou também.- Disse.
— Sério que está pensando isso? Não sei se Lucien é adepto a aventuras sexuais assim.- Ele disse.
— Eu vou sozinha.- Disse.
— Acho melhor também.- Freya disse.
— Resolvido então.- Ele disse.
— Ok.- Disse.
Algo me irritava naquilo e logo depois Katherine saiu para encontrar Lucien. Freya foi tentar contato com Rebekah e Elijah algo com Tristan, e eu fiquei. Passei na Hayley para ver a Hope, apenas liguei para Cami e depois voltei para casa ficando com a parte de continuar revirando tudo que se tinha sobre a Strix. Era impressionante como nada relatava algo que pudesse ser útil e aquilo estava me irritando, deveria matar aqueles almofadinhas e pronto! A noite chegou rápido e percebi que Katherine não voltava o que me irritava mais ainda. Até que quando estava bebendo percebi a porta abrir e ela entrou.
— Boa noite.- Disse.
— Ela está volta.- Ironizei.
— Sim.- Disse.
— Conseguiu algo?- Perguntei.
— Bem, não muito. Ele é esperto.- Disse.
— Eu sei.- Disse.
— E mais forte do que eu.- Indiquei meu corpo cheio de marcas de balas e estacas, e queimaduras de verbena.
— Que diabos aconteceu com você?- Levantei, indo até ela e olhando com cuidado.
— Bem, antes, durante e depois do sexo eu comecei a perguntar.... Depois de tudo ele ficou irritado.- Disse.
— Eu disse para não ir sozinha e você transou mesmo com ele?- Questionei.
— Bem, sim.- Disse.
— Quando eu pôr as mãos naquele...- Inspirei.- Vem, você precisa se alimentar.
— Ok.- Disse.
Saímos e foi fácil achar alguém para ela se alimentar e depois de dois humanos ela parecia bem.- Melhor agora?
— Sim.- Disse.
— O que ele quis saber sobre você lá?- Perguntei.
— Não muito. Só o básico. Ele sabe que nos odiamos, então não cogitou a hipótese.- Disse.
— Não sabe que estamos trabalhando juntos então?- Questionei.
— Não.- Disse.
— Ótimo, vamos voltar então.- A peguei pelo braço e quando chegávamos de volta Hayley estava com Hope na porta.- O que houve?- Já olhei em volta procurando algum sinal de ataque.
— Pode ficar com a Hope? Preciso ir no Bayou com o Jack.- Ela disse.
— Claro.- A peguei e ela sorriu para mim.- Algo que deva acrescentar a nossa lista de preocupações?
— Não.- Ela olhou Katherine.- Não quero essa vadia perto da minha filha, entendeu?
— Pode deixar que não faço questão de ficar perto da fedorenta ai.- Disse.
— Eu tenho mais o que fazer, boa noite.- Disse entrando em casa e quando percebi que Katherine tinha entrado, me virei para ela.- Se quiser continuar viva, NUNCA MAIS fala da minha filha desse jeito, entendeu?
— Grande merda Klaus, pouco me interesso pela fedelha.- Disse.
— Não teste a minha paciência.- Disse.
Suspirei.- Molenga você ultimamente. E eu não pretendo ficar aqui mais mesmo. Essa casa é muito para minha paciência. Vou para um hotel.- Comecei a subir para pegar minhas coisas.
— Aonde pensa que vai?- Fui atrás dela.
— Pegar minhas coisas.- Disse.
— Você não vai sair dessa casa.- Disse.
— Vou sim.- Disse.
Deixei Hope no berço dela e voltei atrás de Katherine.- Se pensar em sair daqui, vai sair da sua condição de hóspede.
— Volta para a sua filhote e me deixe em paz. Sei o caminho da saída.- Disse.
— Não vai sair daqui!- A segurei.
— Tá louco?- Questionei.
— Agora está me ouvindo? Ai de você se sair das minhas vistas.- Disse.
— E porque?- Questionei.
— Por que sim! Agora bota essas coisas no lugar e...- Eu ainda a segurava firme pelos braços quando senti mãozinhas na minha perna e na de Katherine.- Hope!
A criança começou a chorar.- Ótimo, você assustou ela com seus gritos, e agora ela tá gritando.
— Culpa sua.- A soltei e peguei Hope, a acalmando.
Revirei os olhos e sentei na cama.
— Se acalma Hope, não foi para tanto.- Olhei para Kath.- Já começou a desfazer a mala?
— Você é péssimo acalmando bebês.- Disse.
Me sentei com ela e a deitei, era a única forma que sabia de acalma-la.- Nem ouse achar que vai fugir enquanto estou ocupado.
— Você é muito paranoico.- Disse.
— Esse deveria ser meu nome do meio.- Disse.
— Sem duvida.- Disse.
Distraia Hope que se acalmou.- Você vai ficar porque eu quero que fique.
— Você me odeia.- Disse.
— Na verdade depois que consegui me transformar percebi que você é uma obsessão, sempre foi.- A olhei.
— Obsessão em me matar.- Disse.
— Está viva até agora. Poderia ter deixado o veneno agir e te deixar morrer.- Disse.
— Fizemos um acordo a dois anos atrás e sua promessa era me deixar em paz, então... E também você me mataria de forma diferente, não com veneno.- Disse.
— E como seria? Estou curioso.- Disse.
— Você me torturaria. Talvez me jogar em um poço de verbena e me deixar agonizar pela eternidade.- Disse.
— Boa ideia, mas eu tenho uma melhor.- Disse.
— Qual?- Questionei.
— Você fica sob a condição de aliada plena, sem segunda e terceiras intenções. Claro, sem nos trair e estará livre.- Disse.
— Está exigindo demais. Você não me manda.- Disse.
— Ambos saímos ganhando. E ainda poderemos ter extras.- Disse.
— Extra?- Questionei.
— Você aproveitou a ultima noite tanto quanto eu.- Disse.
— Aquilo foi só ontem. Eu não quero ficar transando com um homem que pensa em outra.- Disse.
— Outra?- Questionei.
— Camille, a humana. É tão claro que você gosta dela e já me bastou o Stefan com a Elena.- Disse.
— O que? Medo de se apaixonar por mim?- Questionei.
Ri.- Pais não fazem meu tipo. Só não quero ser usada.
Hope estava distraída e me virei para Katherine.- Extras serão um discussão então. Mas não é o que mais quer? Ter a tranquilidade da sua liberdade?
— Sim, liberdade. Não presa aqui.- Disse.
— Terá isso depois.- Disse.
Suspirei.- Porque diabos vim para cá?
— Porque quer manter esse aqui a salvo.- Botei a mão no colo dela.
— Pois é.- Disse.
— Tomarei isso como um sim.- Sorri e apreciei onde minha mão estava, mas foi o som atrás dela que me chamou atenção. Hope tinha se levantado e jogou os braços ao redor do pescoço dela, sorrindo.
— O que é isso?- Questionei.
— Ela gostou de você.- Ri pela cara que ela estava.
— Gostou? De mim? O que?- Questionei.
— Icaca.- Ela ria- Ao.
— Está chamando para brincar.- Olhava ela, divertido.
— Brincar?- Perguntei.
— Sim. Demorei até entender também.- Disse.
— Ah sim.- Disse.
— Ok Hope, venha, você já assustou muito a Katherine hoje.- A peguei e mesmo no meu colo ela ficou a olhando.- E afinal, como você saiu do berço de novo?
— Vou tomar banho.- Levantei.
— Tudo bem, ficarei aqui.- Disse.
Peguei a nécessaire e entrei no banheiro.
Ela foi e fiquei com Hope que apesar do sorriso estava sonolenta. Pensei no que estava fazendo e no que tinha mudado. Nesses dias tinha visto a Cami bem menos do que de costume e não sentia tanta falta assim.
*****
I wanna hold you, wanna hold you tight
I wanna hold you, wanna hold you tight
I wanna hold you, wanna hold you tight
I wanna hold you, wanna hold you tight
I wanna hold you, wanna hold you tight
*****
Sai do banheiro pelada mesmo e me deitei na cama.
— Vai dormir assim?- Perguntei a olhando atentamente.
— Vou.- Disse.
— Interessante.- Disse.
Ia falar, mas a criança veio para cima de mim e deitando nos meus seios.
— Hey sweety, ela não é sua mãe ou suas tias para ficar assim.- Disse.
— Ela não está te ouvindo.- Disse.
A peguei, mas ela armou um escândalo.- É só ficar com sua mãe que fica assim.- Suspirei.
— Pelo menos ela gosta de coisa boa.- Sorri.- Deixa ela. Meus seios nunca foram particular mesmo. Um bebê brincar com eles vai ser uma nova experiência.
— Ela está é com sono.- Disse.
— Deu para perceber.- Disse.
Botei ela de volta e ela foi se acalmando, mas eu sabia o que faltava. Sai e peguei o soldado dela, e também um lençol. Dei a ela e a cobri.
Aquilo tudo era estranho. Não estava acostumada com cenas assim.
— Sua cara está muito engraçada.- Disse.
— Porque você não se vê.- Disse.
— Eu sei, também me assusto do meu jeito em horas assim. Nunca me imaginei nem pegando um bebê, nem cuidando de um. Tanto que quando fiquei sabendo dela disse que poderiam matar elas que não me importava, e naquele momento não importava mesmo.- Disse.
— Mas não se importava em matar uma menina de 12 anos ou uma de 17.- Disse.
— Não mesmo. Você foi alvo de uma das minhas piores fúrias que passou por cima até do que sentia por você.- Tinha me deitado ao lado dela.
— Você continua sendo responsável pela minha morte.- Disse.
— Eu sei.- Suspirei. Era estranho estar com ela ali e estar tendo aquela conversa, que por algum motivo me afetava e desejava que ela me perdoasse.
— E em algum momento da eternidade, eu esqueci isso. Esqueci minha raiva e te perdoei.- Disse.
— O que?- A olhei.
— Sim.- Disse.
— Mas ainda me odeia. Você disse isso.- Disse.
— Existe uma linha muito tênue entre o amor e o ódio.- Disse.
Mesmo com Hope sobre ela, me aproximei e a beijei. O que eu sentia me confundia, mas ressurgia como quando nos conhecemos.
Retribui o beijo.
Sim, pensei no que sentia pela Cami, mas não era como o que estava sentindo agora. Katherine e eu tínhamos uma história e o que sentíamos um pelo outro parecia voltar. Droga, como gostava de a beijar assim.
Parei o beijo e sorri.- Sou tão apaixonante que até sua filha me ama.
— Nisso eu posso concordar.- Olhei Hope que tinha apagado completamente.
Ri.- Pois é.
— Se ela não estivesse exatamente ai, eu te mostraria o quanto eu posso ser.- Disse.
Sorri.- Posso imaginar.
— Será?- Beijei o pescoço dela.
Me arrepiei.- Sim.
Mordi de leve e ela se mexeu.- Se se mexer ela acorda.
— Então para de fazer isso.- Disse.
— Não consegue se controlar?- Questionei.
— Se eu fosse mãe ou até mesmo maternal, saberia.- Disse.
— Melhor tentar.- Ri, traçando um caminho pelo pescoço dela com a língua.
O afastei.- Klaus, para.
— O que?- Questionei.
— Sua filha está no meio.- Disse.
— Ok, eu paro. Mas você não vai me escapar.- Disse.
Sorri.- Ok.
Ficamos conversando até que ela pegou no sono e fiquei a observando, assim com Hope ao lado e havia tomado uma decisão; Katherine iria ficar, não só na casa, mas sim comigo. Imaginava a reação de todos, mas não queria nem saber. Falaria com a Cami, resolveria tudo, só esperava que ela ficasse. Já que tanto tempo querendo pega-la, agora que a tenho não devo soltar, certo? Passei o braço por cima das duas e pegava no sono, e minha mente rodava nisso e na conclusão; Katherine Pierce finalmente era minha!
*****
Yeah, Teenage Kicks right through the night
C'mon
I wanna hold you, wanna hold you tight
I wanna hold you, wanna hold you tight
I wanna hold you, wanna hold you tight
Yeah, Teenage Kicks right through the night
One way or another, I'm gonna see ya
I'm gonna meet ya, meet ya, meet ya, meet ya
One way or another, I'm gonna win ya
I'm gonna get ya, get ya, get ya, get ya
One way or another, I'm gonna see ya
I'm gonna meet ya, meet ya, meet ya, meet ya
One way or another, I'm gonna win ya
I'm gonna get ya, get ya, get ya, get ya
One way or another, I'm gonna see ya
I'm gonna meet ya, meet ya, meet ya, meet ya
One way or another, I'm gonna win ya
I'm gonna get ya, get ya, get ya, get ya
One way or another
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