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4 Capítulo 4


Notas iniciais
Está um pouco confuso e embaralhado, me desculpe, sou iniciante ainda, rs.

Marie, ao sair do prédio, tirou seu moletom. Tiffany deu uma pequena olhada em suas veias e viu que estava roxa, mas ao ver que Marie a olhava mudou a direção do seu olhar e perguntou a que horas eles chegariam. Eles já buzinavam lá fora.

— Essa é a Tiffany, galera. — Marie disse dentro do carro.

Mike passou a mão pelas costas da ruiva e lhe deu um beijo vagarosamente em sua bochecha que a fez arrepiar.

— Todas suas amigas do apartamento são assim, Marie? — Tony virou-se um pouco do banco da frente para visualiza-la direito.

— Oh, claro. Mas acho que você gostaria da Lydra.

— Ela é morena?

— Ela é ele! — retrucou a ruiva rindo alto.

Mike sussurrou algo em seu ouvido que a fez rir. Ele estava se aproveitando do seu lugar no carro que era ao lado, bem apertado da ruiva.

— Mas, ei, quanto que temos hoje? — a loira disse colocando seus óculos em seu cabelo.

Nesta hora a ruiva pode notar o tamanho de suas olheiras. A maquiagem não conseguiria esconder mais.

— 250 ml de coca e o mesmo de heroína. — John deu uma pausa. — a ruivinha curte?

— Ela não curte. Disse que ia curtir a balada e que no máximo alguns copos de vodca.

— Quantos dias tá sem dormir, Marie?

— Acho que dois, por quê?

— Está com belas olheiras. — riu alto. — Mas sabe por que isto é bom? Vai ficar alta mais rápido.

— Me deixem longe do John. Pode favor. Mas, festa na casa de quem hoje?

— Hillel.

— Meu Deus, porque não me falaram antes? As festas do Hillel bomba, Tiff.

Eles chegaram a frente a uma enorme casa. Hillel era um antigo amigo dos meninos que acabara virando amigo da loira também. Ele era o mestre da heroína e das mulheres. Ao entrar, Chad foi atrás de Hillel, eles eram grandes amigos. Enquanto os outros ficaram na pista. Não demorou a Tony sair de perto para se perder com alguma garota.

Mike e Tiff estavam perto do bar, ele havia pego um copo de vodca para ela, que deixou em cima do balcão e o levou para algum canto escuro. Ele a pressionou ela na parede e lhe deu uns beijos no pescoço que a fizeram arrepiar. Instantes depois eles subiram para um quarto da casa do Hillel.

— Parece que a sua amiga já se perdeu com o Mike. — John comentou com Marie que viu os dois subindo as escadas correndo.

— Parece que sim. Vamos chapar?

— Aconteceu alguma coisa?

— Não. Vem. — ela o puxou pela mão até o quintal, onde tinha uma grama verdinha e um pouco distante uma cama elástica. — Vamos lá?

Eles sentaram na cama elástica. Marie não demorou muito a tirar sua seringa do bolso.

— Coloca para mim?

Ele pegou a seringa de suas mãos. Ficaram pelo menos umas duas horas chapando. Até que havia acabado o estoque deles. Eles se levantaram e ficaram alguns segundos fitando-se. John se aproximou novamente dela, de uma forma que conseguia sentir sua respiração ofegante. Ele pôs sua mão na cintura dela, que olhou e soltou um pequeno sorriso. Ambos estavam altos. Ambos estavam chapados. Ele se aproximou da nuca da garota e lhe deu um beijo, ela arrepiou. Ele subiu seus lábios para os lábios dela até que as duas línguas entraram numa perfeita sincronia. Ele apertou mais o corpo sela contra o seu. Ela colocou seus braços em volta do pescoço do rapaz e brincou um pouco com seus cabelos negros.