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8 I Wanna Play The Game: Parte 1


Notas iniciais
OVELHAAAAAAS!! ~foge das chibatadas~ AJSJSJAISJFAI OLÁ QUERIDAS, OLÁ! Não me matem, sei que disse que iria postar no início de dezembro e só estou postando agora. Mas eu tenho meus motivos )); Gente, vocês não tem noção... Mas enfim, não irei atolá-las com meus lamentos. Queria me desculpar, de novo. Queria informar, que numa tentativa de desabafo, essa semana ou a outra devo estar postando um one shot. Vai ser Bubbline e dramático. Fiquem de olho. Falando do cap... Resolvi dividir em dois, mas a 2ª parte não está pronta. Nem sei quando vou terminar. Desculpem. Pode demorar, pode ser rápido, enfim. Primeiro Orange que eu escrevo, então peguem leeeeve. AISIASJ Boa leitura, e perdão, novamente.

Ar. Elas precisavam de ar. Na verdade, ela precisava de ar. Bonnibel sabia muito bem que Marceline, por ser uma vampira, poderia continuar o beijo pelo tempo que quisesse, sem se preocupar em ter que encher seus pulmões do oxigênio contido no ar. No entanto, ela não tinha esse privilégio. Maldita mutação genética que ainda me fez ser dependente da respiração. A princesa pensou enquanto fitava os olhos da menina, dona do colo no qual estava sentada.

– Bonnie... — A mesma chamou, sustentando o olhar.

– Que foi?

– Você... — Marceline respondeu abaixando a cabeça envergonhada. Deu um longo suspiro antes de continuar. — Você disse sério aquilo?

– Disse o que sério? — Jujuba perguntou erguendo a cabeça da vampira segurando em seu queixo, forçando-a a olhar novamente para si.

– Que você nunca devia ter me deixado. Porque se tiver falado sério... — Marceline murmurou baixinho, esfregando seu nariz de leve no pescoço rosado que estava na sua frente, sorvendo aquele cheiro maravilhoso.

– É... — A princesa respondeu lentamente aproveitando a sensação. — Eu falei sério.

– Devia ter dito mais cedo isso... — A vampira disse contra a pele rosada, dando uma pequena mordida no local, sem furar pra tirar a cor.

– Marcy... O que você está tentando fazer comigo na cozinha do meu castelo, quase no horário dos meus súditos que trabalham aqui levantarem, hm? — Jujuba perguntou, entrelaçando os dedos de uma mão nos longos cabelos negros de sua Rainha.

– Não é o que eu estou estou tentando fazer... — Ela respondeu lambendo do pescoço até a mandíbula. — É que eu estou fazendo... — Continuou, colocando os cabelos da Princesa de lado, deixando sua nuca a mostra. — E eu acho que você sabe o que é... — Concluiu dando um beijinho na pele exposta, causando arrepios na monarca.

Ela sabia o que Marceline queria, e não podia negar, queria também. Por mais arriscado que fosse, ela não deixaria o momento passar. Sorte delas que há tempos as janelas do castelo eram formadas por um vidro com uma proteção para que a luz do sol não passasse, porque já estava quase na hora do mesmo nascer.

– Marceline... — A princesa chamou manhosa. — Aqui não. Meu quarto. Agora.

– Como quiser, Majestade. — A mais velha respondeu, pegando Jujuba no colo, no estilo de noiva. — Aproveita pra mandar aqui, porque entre quatro paredes a história vai ser diferente. — Sussurou na orelha da rosada, com uma voz cheia de malícia.

E como num passe de mágica, a vampira voou tão rápido pelas escadas e corredores, que em meros segundos estavam em frente a porta do quarto da governante do Reino Doce.

– Aqui estamos, se importaria de abrir? — Perguntou colocando Bubblegum no chão.

– Nunca mais voe tão rápido comigo se não quiser que eu vomite meus órgãos. — A mais nova respondeu destrancando a fechadura, ouvindo a típica risada da vampira.

Mal entraram no quarto e a princesa fôra empurrada contra a porta, vendo a mesma sendo fechanda e logo depois trancanda. Sem dar tempo pra qualquer reação, Marceline atacou os lábios da princesa de uma maneira feroz, como se sua vida dependesse disso. E meio que dependia, se você quer saber. Vendo que ela já estava ficando sem ar, foi se separando lentamente, dando pequenas mordidas em seu lábio inferior, descendo os beijos para a mandíbula, e então, voltando pra boca para um rápido selinho.

– Que agressividade, heim? — Jujuba constatou ofegante.

– Você ainda não viu nada. — A vampira respondeu com um risinho, passando as mãos pelos lados do corpo de Bonnibel, apertando na cintura, enquanto sua boca ia para o pescoço, dando chupões que provavelmente deixariam marcas.

Passou a mão pelo estômago dela, arranhando por cima da roupa sentindo a princesa tremer contra si. Era tão bom ver sua garota gostar de seus toques que ela mal podia esperar pra proporcionar mais prazer. No entanto, Marceline queria, sabia e iria provocar.

Virou a monarca de costas pra si, jogando seu cabelo de lado, dando pequenos beijos e fungadas na nuca, descendo até onde o vestido permitia. Sorte da vampira que dessa vez o mesmo tinha um ziper, bem fácil de ser aberto.

Ainda com as carícias na nuca, foi abrindo o fecho, deixando cada vez mais a rosada exposta para si, e por fim, tirou a peça de roupa, deixando uma Jujuba só de calcinha e sutiã rosa de rendinha. Linda como sempre. Pensou, apreciando a vista.

– Perdeu alguma coisa aqui atrás, Marcy? — Bubblegum perguntou com um risinho suspeito, virando-se, estranhando sua amada ter parado os carinhos logo após ter tirado sua roupa, e só imaginando um motivo pra tal coisa.

– Talvez eu tenha perdido, o que eu posso fazer se você é linda e... — A mais velha respondeu bem séria. — Tem isso aqui? — Concluiu apertando o "bumbum" da princesa.

– Hmm. — Bonnibel disse, corando, logo depois passando a mão pela parte da frente de seu corpo, parando em seu peito, na subida. — Mas não há nada que lhe interesse na parte frontal, Abadeer? — Perguntou recebendo um sorriso de Marceline, provavelmente pela vulgaridade de sua frase e gesto.

– Definitivamente há. — A vampira respondeu, pegando-a pelas coxas, fazendo a princesa passar as pernas por sua cintura, para ter apoio. Desse jeito, prensou-a novamente na parede, deixando-a numa altura que seus seios ficassem mais ou menos na altura de sua boca, um pouco mais baixo, para que pudesse ter mais acesso aos mesmos.

Foi dando beijos na clavícula da rosada, passando seus dentes por ali, deixando arranhões e ganhando gemidos, depois, descendo um pouco, começou a beijar abaixo da clavícula, e entre os seios, dando lambidas — mesmo com um empecilho: sutiã — vendo os sons que a princesa fazia aumentarem e a mesma começar a se arrepiar e se contorcer levemente. Pelo visto as provocações estão funcionando. Pena que eu não provoco só a ela. Porque a minha vontade de jogar ela naquela cama e fazê-la minha só aumenta...

– Marcy... Para de joguinhos, pelo amor de Glob. — Bubblegum pediu, mordendo seu lábio quando sentiu Marceline forçar seus quadris contra si, provocando um contato entre uma certa área entre as suas pernas e a mesma.

– Vou parar com um dos jogos, Majestade. — Disse tirando uma das mãos da coxa para abrir o fecho do sutiã com uma habilidade fascinante, vendo o mesmo cair pelo chāo do quarto e os seios fartos de sua amada ficarem livres, bem na sua frente.

– Alguém deve estar gostando disso tudo, hm? — Disse passando a mão pelo seio direito, sentindo um bico já durinho, enrijecer mais sob sua palma. — Você está gostando, meu bem? — Perguntou, logo abocanhando o seio livre, enquanto sua mão ainda brincava com outro, sentindo a princesa apertar mais os braços em seu pescoço, enquanto forçava sua cabeça em direção ao seus seios, segurando nos seus cabelos, soltaando um longo gemido, que era igual boa música, pros ouvidos da mais velha.

Radiante com tal reação — mesmo sabendo que isso ia acontecer — a vampira começou a brincar com o seio em sua boca, chupando-o com uma vontade enorme, sem o menor pudor, passando sua língua bifurcada de várias formas pelo mamilo, querendo provocar ou mordendo, enquanto sua outra mão apertava o outro seio, brincando com o biquinho entre seus dedos, puxando ou rodando-o com seu polegar e indicador, fazendo a princesa gemer ou pedir mais. Depois de um tempo, trocou as carícias de um seio pro outro, repetindo todo o processo.

Durante essa "brincadeira", Jujuba não sabia o que fazer. Era maravilhoso ter Marceline fazendo aquilo com ela tantas noites, só Glob sabia o quanto ela sentia falta daquela boca em si. Mas aquilo também era enlouquecedor, só a excitava mais, fazendo seu centro pulsar dolorosamente, implorando por um alívio.

– Marceline... Por favor. — Pediu com os olhos fechados.

– Por favor o que? — A vampira respondeu, libertando seus seios, agora inchados, e mais rosas do que já eram.

– Você sabe muito bem o que. — Retrucou levemente irritada. Sério que ela vai jogar esse tipo de jogo?

– Sei? — A Abadeer disse com um sorriso sádico.

– Sabe.

– Acho que não sei não, Bon-Bon. Enfim, se não quiser falar, eu posso voltar pro que eu estava fazendo...

– Você... Você não... Não vai me fazer pedir, vai?

Pedir?– Indagou dando rindo, libertando a princesa, deixando-a em pé, dando chupões e beijos molhados pelo estômago, depois mordendo a lateral de seu corpo e dando mais beijos, fazendo a mesma gemer mais alto, de novo. — Vou fazer você implorar. Vamos Bonnie, é só falar o que você quer que eu faça.

– Marceline. — Disse com os dentes trincados, tentando evitar qualquer som que pudesse sair de sua boca, por ter a vampira arranhando a parte interior de suas coxas.

– Sim, amor? — A mais velha respondeu com um sorriso, subindo com suas mãos até chegar na calcinha da princesa, observando o quão molhada a mesma estava. — Bonnie, você tá ensopada, pede logo, vai. Você não aguenta nem mais uns minutos...

– Cala a boca, Marcy.

– Hmm, okay, vou calar minha boca. — Marceline respondeu, chegando a parte de baixo da calcinha pro lado, liberando parte da intimidade da garota a sua frente. — Só não reclama depois.

Jujuba ficou confusa com essa frase, não esperava que a grande Rainha dos Vampiros fosse engolir um cala a boca. Mas tudo fez sentido quando sentiu sua roupa íntima sendo puxada pro lado, e uma língua extremamente talentosa, diga-se de passagem, deu uma lambida no local que ficava entre suas pernas.

– Hmm. — Gemeu, inevitavelmente. — Marcy... — Chamou, sem resposta. Ao invés disso, sentiu a pontinha bifurcada da língua alcançar seu clitóris, movendo-se dolorosamente em círculos pequenos, fazendo suas pernas e corpo tremerem com o maravilhoso contato. Só não era perfeito por uma coisa: Isso era uma provocação, e ela não iria aguentar por muito tempo. Não importava o quanto ela segurava na cabeça da vampira, forçando-a, querendo mais contato, ou o quanto ela pedia, gemia, empurrava seu corpo, Marceline não deixava um maior contato acontecer, e muito menos deixava a princesa chegar ao ápice. Sem muitas opções, só restava uma coisa a Bonnibel: Se render aos caprichos da sua Rainha.

– Marceline, eu não aguento. — Disse depois de ter mais um orgasmo negado. — Pelo amor de Glob. Só.. Só...

– Só o que, Bonnie? — Perguntou rindo, deixando suas presinhas a mostra.

– Só me deixe ter um contato físico maior com você, para que meu corpo me dê meu desejado alívio... Você sabe o que é!

– Eu quero ouvir você pedir... Mas eu posso esperar a noite... Quer dizer, o dia todo... — Blefou. Ela mesma estava a ponto de jogar a princesa na cama e fazê-la sua de novo. — Mas você pode?

– MARCELINE! — Gritou, cansada de joguinhos, e morrendo de vontade de ter o que queria o mais rápido possível. Porém, lembrou-se que a vampira queria que ela pedisse... Ela ainda vai se arrepender disso. — Me... Me faça sua de novo.

– Com prazer.

Com a mesma velocidade que vieram pro quarto, a vampira pegou Bonnibel no colo e deitou sobre ela na cama, observando seu rosto. A princesa estava suada, as bochechas mais rosas que o normal na altura das maçãs do rosto, o cabelo esparramado no travesseiro com alguns fios grudados na testa, os olhinhos dilatados... Linda.

– Você me fez pedir aquilo pra me deitar na cama e ficar me olhando? — Ela perguntou rindo.

– Eu não posso fazer nada se você fica linda desse jeito. — Marceline respondeu inclinando-se pra capturar os lábios rosados nos seus. E um beijo que começou calmo, como um carinho, mostrando o amor compartilhado pelas duas, se tornou algo feroz, deixando claro a necessidade que tinham uma da outra.

Sem nem perceber, Bonnibel estava sentada no colo da mais velha, arrancando sua blusa e jogando ela em algum canto do quarto real...

Notas finais
Então galera. Tá um lixo comparado aos outros, mas, na atual situação, é o melhor que eu posso fazer. Caso contrário, sabe-se lá quando vocês teriam capítulo novo. Enfim. Desculpem novamente. Bom carnaval pra quem curte. Juízo hein. Haha. Fiquem de olho na outra fic que eu comentei lá em cima. Abraços. B
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.