Notas iniciais
OI galera, turubom? Então... deixem sua opinião nos comentários suas opiniões e se gostarem desse primeiro capítulo, eu trago mais. Não se esqueçam de recomendar e favoritar essa fic. Me dedicarei ao máximo e aceitarei e tentarei adaptar as ideias de vocês. Se eu usar alguma ideia dos comentários, deixo os créditos nas notas finais. Boa leitura, aproveitem! ;D

Prólogo

POV (Draco Malfoy)

Os dias estavam ficando entediantes, sempre a mesma coisa se repetindo. De novo, de novo e de novo. Dia após dia, semana após semana. Eu acordava, fazia as minhas higienes pessoais, ia para o café, tinha aula, almoçava, tinha aula, jantava, dava um fora em Parkinson, rondava (pois era monitor-chefe) e, finalmente, dormia. No dia seguinte, acordava e repetia.

Essa era a minha vida chata e, apesar de achar graça das meninas flertando comigo e, praticamente se jogando em cima de mim, era muito entediante. Eu não havia achado a pessoa certa. A única pessoa com quem eu me importava, além da minha família, ainda que fosse considerado da família, era Blásio Zabini, meu melhor amigo.

Eu cresci com ele, estive com ele em todos os momentos da minha vida ele era o único com quem eu não me sentia intimidado de conversar. Sim, mesmo sendo um Malfoy, tinha medo dos outros Malfoy mais antigos, afinal, eram meus pais e eles não eram alguém que se queira enfrentar.

Estava andando pelo jardim florido e gramado. A frente da mansão Malfoy era imensa, assim como o jardim que lá ficava. A fachada era toda decorada de branco e preto. Quatro andares e grandes pilares em frente à casa sustentando a varanda da sala de chá. Honestamente, acho essa sala um desperdício de cômodos. Mas como temos muitas, não faz diferença. A porta era de madeira de mogno preta, assim como as janelas. O sótão tinha um pé direito alto. Fui a um dos meus lugares favoritos da propriedade, um banco embaixo de uma imensa árvore nos fundo e muito, muito longe mesmo da casa. Era o lugar em que eu achava paz e poderia pensar calmamente, sem [muita] interrupções. Era sempre assim, desde que Crabbe virou Comensal, foi enviado em uma missão e esteve por mais de seis meses e disseram estar desaparecido. Quando aconteceu, achei que ainda tinha Goyle, mas ele nem ao menos conseguia olhar para mim e se mudou para a Austrália. Fiquei só, mesmo tendo toda a Sonserina atrás de mim. Mas isso não era real. Era interesse, até demais. Eles não queriam me conhecer de verdade. Eu também não queria que ninguém me conhecesse. Às vezes era péssimo ser Malfoy. Ninguém se interessa em te conhecer, tudo o que querem é a sua popularidade, riqueza ou sucesso. Esse é o mundo em que vivemos, um mundo em que as pessoas não são os seres humanos e suas individualidades e personalidades, e sim os bens materiais que esse indivíduo possui. Pessoas hoje em dia são títulos, futilidade e artificialidade. Por isso não planejava deixar ninguém se aproximar, emocionalmente, de mim ou muito menos me conhecer. Pelo menos não alguém que fosse assim tão superficial, sem sal e sem conteúdo. Queria alguém que valesse a pena para mim e que achasse que eu valia a pena para ela. Alguém que substitua o banco embaixo de uma porcaria de árvore e seja o meu lugar de paz e tranquilidade em quem eu possa achar a paz e com quem eu possa conversar calmamente. Mas, enquanto isso não acontece, terei de conviver com a imbecilidade e, por opção minha, permanecer em minha frieza habitual para com ela.

− Draquinho!− disse (gritou seria mais apropriado) uma voz estridente− Eu preciso de você... AGORA!!!

Falando em falsidade, ela chegou em pessoa. Eu odiava quando ela fazia aquela cena toda quando eu nem ao menos ficava com ela, como se eu fosse seu, mesmo nem querendo ser.

− O que quer, Parkinson? – disse eu tentando controlar uma profunda irritação por ter perdido a linha dos meus pensamentos graças à... bem, aquilo que chamavam de garota. Devo não ter conseguido, pois ela me olhou com uma careta de desagrado e disse:

− Você pode me chamar de Pansy... Eu quero que me chame pelo primeiro nome. Demonstra... intimidade.− Com isso, ela se aproximou de mim, sentou ao meu lado no banco encostada em mim.

− Uma das muitas coisas que não existe entre nós. Desista, Parkinson, eu não vou ceder.− disse eu com frieza. Já estava cansado de ela tanto insistir.

− Mas é só um baile estúpido, nada importante. Qual o problema de você ir comigo? – Ela disse, já um tanto frustrada.

− Primeiro, se é apenas um baile estúpido, não há necessidade de ir; Segundo, não quero ir com você de modo algum. A resposta é não. – dessa vez eu estava frustrado. Pansy passou a vida toda sendo paparicada pelos pais desde que nasceu e não estava acostumada com um ‘Não’. Não estava nem um pouquinho, mesmo. Ela bufou, bateu o pé e disse:

− Draco Malfoy, se você não vai mesmo me levar ao baile simplesmente porque não quer ir ao Baile de Outono, não quero ver você com garota alguma em Novembro, ouviu?

− Ah, cale a boca, Parkinson. Dá o fora daqui. JÁ! – eu basicamente a expulsei com um grito baixo.

O baile aconteceria apenas último mês do outono londrino, que no caso é em Novembro. Como Pansy sabe que sou difícil de convencer, me convidou ainda em agosto, na véspera do 1º dia de aula do 5º ano em Hogwarts. Eu não a disse isso, mas não é que não quisesse ir ao Baile de Outono. Eu simplesmente queria ir ao baile com uma pessoa especial, mas por não a ter encontrado ainda, adquiri uma espécie de aversão a bailes de escola. Fitei o céu e percebi que já estava escurecendo. Olhei o relógio e fiz as contas, fazia cinco horas que eu estava lá fora.

Entrei e chamei Yael. A elfa apareceu imediatamente e pedia a ela que enviasse o jantar em meu quarto, pois estava me sentindo indisposto a comer na sala de jantar. Assim que a elfa sumiu, me dirigi ao meu quarto, na intenção de tomar um banho quente e espumoso na banheira para acalmar meus nervos.

Ao chegar, fiz uma leitura rápida no meu horário do dia seguinte, e entrei no meu banheiro. Me despi rapidamente e já estava na banheira. Tentei não pensar muito no dia que estava por vir, mas não pude evitar. Decidi que dedicaria amanhã e todos os outros dias necessários que se seguiriam para encontrá-la. Não pararia até achar.

Notas finais
E então, gostaram? Eu, sim, mas o que importa são vocês. Deixem os comentários e recomendem, por favorzinho. O que vocês acharam do Draco dessa fic? Eu fiz ele na melhor versão dele e nada do que escrevi sobre o jeito dele é mentira se comparado aos livros. Se tiver algum erro, sorry, não foi a intenção. Beijos!