Universo Tom
11 Capítulo 7
Fui ao banco e pra começar o dia tive problemas com aquela maldita porta giratória! "Será que até minhas calças vou ter que tirar?" Não disse nada disso, mas com certeza pensei. Se não fosse a urgência em resolver aquilo logo já teria me ido embora. Telefonei novamente para minha esposa enquanto estava na fila a dizer que era bem possível que ainda não conseguisse resolver aquilo ainda.
Enquanto eu estava na linha com ela chegou a minha vez de ser atendido pela recepcionista do banco que me disse que o agendamento para atendimento estava marcado para só daqui a dois dias. Também me entregou uma lista dos documentos que estavam faltando após conferir o que eu tinha mostrado. Saí dali frustado, mas ainda com a Rubi ao telefone.
—Amor, a mulher disse que o gerente só iria poder me atender em dois dias.
—Mas você me disse que conseguiria hoje...
—Eu sei querida, mas tinha muita gente. Peguei uma fila enorme e quando fui atendido a mulher disse que só poderia resolver daqui a dois dias. Talvez nem consiga sair com o dinheiro na hora. Não sei... É a primeira vez que faço empréstimo.
Fui pra casa da minha ex-mulher para tomar uma duche e relaxar. Na verdade por agora estava mais pra ser minha casa. Ao chegar na sala vi que a mochila da Jaz estava jogada no sofá. Tirei os sapatos para não fazer barulho e fui checar nos quartos a ver se era mesmo ela. Ela não estava em nenhum dos quartos, mas dava pra ouvir barulho de água caindo.
Eu sabia que deveria perguntar por ela primeiro, mas não resisti. Abri devagar a porta do banheiro e ela estava a cantarolar debaixo do chuveiro de olhos fechados enquanto tirava xampu dos cabelos. Parecia uma fada a se banhar num rio. Saí dali e fui tomar meu banho noutro banheiro.
"Jazmín... Quão linda estás a ficar princesa..." Minha mente ia logo pra ela enquanto minha cabeça encostava no box do banheiro e eu fazia meu trabalho manual de relaxamento. Derramei-me um pouco na parede, mas a água fez-me o favor de limpar aquilo. Menos tenso vesti um roupão de banho e saí do banheiro. Meu destino era em direção da cozinha, após ter me aliviado, mas no caminho algo me chamou a atenção. Passei em frente ao quarto da Jaz. A porta estava entreaberta e ela penteava os cabelos diante do espelho usando uma toalha apenas para se cobrir.
—Quer ajuda?
—Pai? Não sabia que estava em casa...
—E eu não sabia que hoje era dia de a senhorita chegar mais cedo.
Me aproximei dela e tomei a escola de suas mãos a pentear seus cabelos.
—Não sou mais uma menininha...
Seu sorriso era encantador e me enfeitiçava. Eu olhava seu reflexo no espelho e ficava cada vez mais hipnotizado. Seu perfume era como flor de laranjeira, agradável ao olfato. Demorei minha mão na sua face, tão macia quanto pêssego.
—Que está a fazer?
Ela perguntou e quando dei por mim já estava com meu volume a espetar ela por trás enquanto acariciava sua face.
—Pai?
—Desculpe linda...
Me afastei um pouco constrangido e me sentei na cama dela. Claramente estava ficando excitado com ela. Um lado meu queria puxar ela para cama e possuir cada parte do seu corpo, enquanto a outra parte se matirizava por isso. Para minha surpresa ela colocou a escova em cima da penteadeira e sentou ao meu lado.
—O senhor me acha bonita?
—Porque a pergunta?
—Algumas raparigas da escola estavam a me chatear... Fazem piadas comigo porque não uso maquiagem e essas coisas.
—És a miúda mais linda de todas!
Fiz-lhe cócegas para que ela ri-se e a toalha se desprendeu do seu corpo mostrando aquilo que eu tinha visto no banheiro. Ela ria calorosamente se deitando a cama e sem pensar me aproveitei disto. Rocei minha barba pelo seu ombro e por sua face, isso a deixava em mais risos alegres. Minhas mãos ásperas percorreram apressadamente de sua cintura até a sua genitália pequenina para uma mulher, mas grande para uma menina. Era rosada e mais clara que a da irmã. Ela parou de rir com meu toque se assustando.
—Que está a fazer?
—Uma massagem. Algo diferente que aprendi a alguns anos.
—Aí não...
Ela se tapou com a toalha e a destapei.
—Não te lembras que o papai te mostrou umas coisas? Então.. Digamos que quero...
—Me tocar outra vez?
—Sim querida, mas prometo ser delicado e não te machucar.
Esta brincadeira estava ficando perigosa e eu enxergava um certo medo vindo dela. Ainda mais porque a pouco sem querer rocei meu volume por trás dela. Cuidadosamente abri suas pernas e beijei sua intimidade como quem beija uma fruta suculenta. Vi que ela fincou suas mãos nos lençóis da cama e na toalha por baixo dela e soltou uns gemidos. Não satisfeito enfiei um dedo dentro dela e continuei a chupar. Ela era apertada até para meu dedo indicador.
Vi Jazmin se contorcer e gemer. Sua entrada ainda estava apertada e tentei forçar dois dedos dentro dela, mas ela começou a protestar pedindo para eu parar. Minha mente ao invés de a ouvir apenas me levou a beijar ela na boca, mas sua face fugia de meus beijos.
—PÁRA! PÁRA... EU IMPLORO...
Jazmín já estava a chorar e deu um grito de dor profunda quando entrei dentro dela com tudo forçando sua pequenina entrada. Levantei suas pernas enquanto ela usava as mãos tentando inutilmente me tirar de cima dela, mas já era tarde. Ela estava perdendo suas forças. Me demorei parado dentro dela um pouco a espera de que se acalmasse e que seu corpo tentasse se acostumar com meu membro dentro dela. Comecei com estucadas leves e depois fui acelerando. Percebi que ela tentava a todo custo reprimir os gemidos que eu tanto queria ouvir naquele momento. E parei.
—Que estou a fazer?
Saí de dentro dela com cuidado e vi sangue nos lençóis e não era pouco. Lembrei-me de nossas conversas e também da conversa que tive com Ricardo. Ela era virgem. Eu JAMAIS poderia ter feito isso, principalmente por ser minha filha. Estava a descarregar minhas frustrações na Jazmín da pior forma possível.
—Me desculpa princesa... Melhor dizendo... Me perdoa. Eu nunca deveria ter feito isso contigo...
Me ajoelhei cabisbaixo junto a sua cama com vergonha de encarar seu olhar. Ela parecia uma estátua de cera. Completamente imóvel e com olhar distante, seu rosto estava imerso em lágrimas.
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