Unidos por um laço do destino
6 Desconfiança ou intuição?
Notas iniciais
Vartann adorou ver o ciúme queimando em meus doces olhos como uma chama ardente, para ele poderia ser um progresso, mas para mim era uma ousadia:
— Eu bem que poderia já que você me disse para não mantermos mais contato!. – Ta, eu errei, mais aquela mulher era uma piruá, sou mais eu.
— Eu... você não acha que aquela mulher é muito areia para seu caminhãozinho?
— Catherine, aquela é Suzanne Marshall. Minha ex-mulher!.- Como assim ex-mulher? Ele já foi casado e com aquela mulherzinha?
— Eu não sabia que você já foi casado!
— Está com ciúmes!. — Disse ele soltando um sorriso convencido.
— Eu não...
Meu estomago começou a embrulhou, todos os três sanduíches e o copo de Milke-Shake estavam voltando, eu não pude aguentar e pus tudo pra fora em cima de Lou, sujando totalmente seu terno:
— Droga Cath!. — Disse ele se levantando rapidamente, estando completamente encharcado por vomito de uma grávida.
— Lou me desculpa eu não fiz de propósito!
— E agora, como vou fazer para pegar um taxi e voltar para o Departamento? Motorista nenhum vai querer parar para um homem coberto por vomito.
— Eu acho que posso te emprestar algumas roupas de meu falecido marido, mais acho que vão ficar um pouco largas!. — Ed era mais cheio que ele, e Vartann era muito mais alto.
— Falecido é?. — Perguntou ele com receio. – Tudo... tudo bem.
— Já sabe onde fica o banheiro.
Em alguns minutos Vartann desceu as escadas com algumas roupas que estavam bem frouxas em seu corpo, eu não me aguentou e cai na gargalhada:
— Para Cath.
— Me desculpe, eu não pude evitar.
— Certo, agora vamos falar de um assunto mais serio. — Disse ele me puxando pelo a mão e se sentando ao meu lado no sofá.
— Qual?
— O que está acontecendo com você! Você já foi ao medico saber o que está provocando essas tonturas e esses vômitos?
— Não, porque eu sei que isso é só um resfriado.
— Mas você não apresenta sinais de quem está resfriada.
— E você agora é medico?. — Perguntei com arrogância. — Olha Lou, eu não vou a medico algum por que eu sei que isso não passa de uma bobagem.
— Está bem, você quem sabe, não posso obrigá-la a fazer algo que não quer.
— Isso mesmo você não pode!
— Bem, agora eu preciso ir, devolvo depois as roupas de seu marido. — Vartann não podia mesmo me obrigar a nada, mais sabia de alguém que podia, ele não seguiu para o Departamento mais sim para o laboratório para procurar Gil.
— Hey Vartann, o defunto era maior? Onde arranjou essas roupas caras?
— Muito engraçado Brass, mas onde está o Grissom?
— Eu acho que está na sala dele. — Louis foi em direção a sala do amigo, quando o encontrou, Gil olhou assustado para as roupas que ele vestia.
— Grissom, preciso falar com você!
— Claro Louis, sente-se. O que ouve?
— Grissom, você tem que convencer Catherine a ir ao medico. Estou muito preocupado com ela. – Confesso que isso foi muito gentil da parte dele.
— E o que ela tem?
— Está sentindo tonturas e vomitando.
— Ah é verdade, ela me disse que era apenas um resfriando.
— E eu suspeito que não seja isso. Quando foi que ela começou a apresentar esses sinais?
— Acho que há um mês atrás.
— Grissom, um resfriado não dura por um mês, por favor, convença-a de ir ao medico, ela é muito teimosa e não me escuta, talvez escute você.
— É por isso que está usando essas roupas com uma numeração maior do que a sua largura e menor também do que a sua altura?. — Perguntou Gil olhando para as calças pescando nas pernas do amigo.
— Sim é, ela colocou tudo que havia comido para fora e em cima de mim.
— Está certo, eu tentarei convencê-la.
— Obrigada, agora eu preciso voltar para o Distrito e pegar meu terno de reserva no armário.
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