Unidos por um laço do destino
20 Acerto de contas...
Notas iniciais
Reunião que nada, Sam ia tratar de resolver toda essa confusão. Certo, no inicio de nosso casamento meu pai havia contratado-a para nos separar, mas agora ela não estava ao seu mandato, ou ela estaria agindo por conta própria, ou alguém estava por trás disso:
— Pode falar chefe.
— Quero que traga Suzanne até mim, imediatamente, entendeu Wolf?
— Sim senhor.
Suzanne estava caminhando na rua em direção a Strip quando um carro preto parou ao seu lado, ela continuou andando, mais o carro foi seguindo-a, em seguida baixou os vidros:
— Entre no carro Srta.Marshall! – Ordenou Wolf.
— Eu não vou entrar nesse carro com vocês!
— Olha Srta.Marshall, Sam exigiu que levássemos você até ele, mas não disse se a queria viva ou morta. Aposto que se levássemos você morta até ele, Sam nos recompensaria muito mais, já que o ódio que ele está sentindo por você é grande. E então como vai ser? Você vai conosco por bem ou preferi ir por mal e ter a sua cabeça servida em uma bandeja de prata para nosso patrão, mostrando o prato digno da vaca que você é! – Disse ele mostrando a grande Glock 45 que trazia a cintura. Suzanne não pensou duas vezes, entrou no carro e seguiu junto dos capangas de Sam.
— Aqui está ela, Senhor.
— Bom trabalho rapazes, agora sentem-na! – Wolf, junto de outro cara sentaram a mulher com brutalidade em uma cadeira. – Você se acha muito boa, não é Suzanne?
— Não sei do que está Falando Sam.
— A não sabe, então vai dizer que não sabe como foi parar na cama da minha filha com o marido dela, não é? Achou mesmo que minha Mugs não iria descobrir?
— Sam vocês entenderam errado, Louis e eu não fomos para cama.
— A não? Então quer dizer que estavam brincando de boneca? Acha que eu sou tolo sua vadia? Você está mexendo com a família errada. Vamos, diga-me para quem está trabalhando?- Disse Sam dando-lhe um tapa na face.
— Sam, eu não estou trabalhando para ninguém, acredite em mim.
— Sabe o que acontece com quem mexe com minha família?
— Por favor,dei-me a chance de acertar todo esse mal entendido!- Implorou ela. Sam se virou para um de seus capangas.
— Ela merece outra chance Wolf?
— Não mesmo senhor, enterre-a viva!- Falou Wolf dando uma gargalhada sardônica.
— E você Billy, o que acha?
— Acho que deve deixá-la amarrada nas montanhas, sem água e nem comida, até ela definhar!- As propostas eram cada vez mais horripilantes.
— Por que não alimenta os pobres abutres com os pedacinhos dela, senhor?
— Essa foi boa Ron!- Exclamou Wolf rindo e Sam também sorriu erguendo uma sobrancelha como se até agora essa fora a mais cruel solução para dar um fim nela.
— Sam por favor, me deixe resolver isso.
— Como eu sou um bom homem lhe darei essa chance, mas se você fracassar, não sobrará um fio de cabelo seu para contar história.- A mulher engoliu em seco. – Agora tirem-na de minha frente. – Os três homens levaram Suzanne até onde a encontraram e depois foram embora.
Hoje eu havia decidido que iria buscar minha filha, estava muito decidida em ir buscar e nada iria me impedir:
— Tem certeza que vai fazer isso meu bem?
— Sim mãe, tenho. – Peguei minha bolsa e fui até minha casa. Abri a porta com minha chave e dei de cara com Vartann.
— Cath... – Disse ele animado, mas eu não respondi, subi as escadas e encontrei Lindsay brincando. Linds correu e me abraçou forte.
-Oh meu anjinho, eu senti tanta sua falta!- Peguei-a no colo e desci as escadas.
— Para onde vai?
— Para bem longe de você!
— Catherine, por favor, não faça isso, você não pode levar a Lindsay, ela também é minha filha!
— Adeus Louis.
— Catherine volte aqui! – Quando dei as costas para ele a campainha tocou, fui em direção a porta e dei de cara com Suzanne.
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