Notas iniciais
Muito bem galerinha, sinto muito informar vcs, mas este é o penúltimo capitulo dessa história.

Reunião que nada, Sam ia tratar de resolver toda essa confusão. Certo, no inicio de nosso casamento meu pai havia contratado-a para nos separar, mas agora ela não estava ao seu mandato, ou ela estaria agindo por conta própria, ou alguém estava por trás disso:

— Pode falar chefe.

— Quero que traga Suzanne até mim, imediatamente, entendeu Wolf?

— Sim senhor.

Suzanne estava caminhando na rua em direção a Strip quando um carro preto parou ao seu lado, ela continuou andando, mais o carro foi seguindo-a, em seguida baixou os vidros:

— Entre no carro Srta.Marshall! – Ordenou Wolf.

— Eu não vou entrar nesse carro com vocês!

— Olha Srta.Marshall, Sam exigiu que levássemos você até ele, mas não disse se a queria viva ou morta. Aposto que se levássemos você morta até ele, Sam nos recompensaria muito mais, já que o ódio que ele está sentindo por você é grande. E então como vai ser? Você vai conosco por bem ou preferi ir por mal e ter a sua cabeça servida em uma bandeja de prata para nosso patrão, mostrando o prato digno da vaca que você é! – Disse ele mostrando a grande Glock 45 que trazia a cintura. Suzanne não pensou duas vezes, entrou no carro e seguiu junto dos capangas de Sam.

— Aqui está ela, Senhor.

— Bom trabalho rapazes, agora sentem-na! – Wolf, junto de outro cara sentaram a mulher com brutalidade em uma cadeira. – Você se acha muito boa, não é Suzanne?

— Não sei do que está Falando Sam.

— A não sabe, então vai dizer que não sabe como foi parar na cama da minha filha com o marido dela, não é? Achou mesmo que minha Mugs não iria descobrir?

— Sam vocês entenderam errado, Louis e eu não fomos para cama.

— A não? Então quer dizer que estavam brincando de boneca? Acha que eu sou tolo sua vadia? Você está mexendo com a família errada. Vamos, diga-me para quem está trabalhando?- Disse Sam dando-lhe um tapa na face.

— Sam, eu não estou trabalhando para ninguém, acredite em mim.

— Sabe o que acontece com quem mexe com minha família?

— Por favor,dei-me a chance de acertar todo esse mal entendido!- Implorou ela. Sam se virou para um de seus capangas.

— Ela merece outra chance Wolf?

— Não mesmo senhor, enterre-a viva!- Falou Wolf dando uma gargalhada sardônica.

— E você Billy, o que acha?

— Acho que deve deixá-la amarrada nas montanhas, sem água e nem comida, até ela definhar!- As propostas eram cada vez mais horripilantes.

— Por que não alimenta os pobres abutres com os pedacinhos dela, senhor?

— Essa foi boa Ron!- Exclamou Wolf rindo e Sam também sorriu erguendo uma sobrancelha como se até agora essa fora a mais cruel solução para dar um fim nela.

— Sam por favor, me deixe resolver isso.

— Como eu sou um bom homem lhe darei essa chance, mas se você fracassar, não sobrará um fio de cabelo seu para contar história.- A mulher engoliu em seco. – Agora tirem-na de minha frente. – Os três homens levaram Suzanne até onde a encontraram e depois foram embora.

Hoje eu havia decidido que iria buscar minha filha, estava muito decidida em ir buscar e nada iria me impedir:

— Tem certeza que vai fazer isso meu bem?

— Sim mãe, tenho. – Peguei minha bolsa e fui até minha casa. Abri a porta com minha chave e dei de cara com Vartann.

— Cath... – Disse ele animado, mas eu não respondi, subi as escadas e encontrei Lindsay brincando. Linds correu e me abraçou forte.

-Oh meu anjinho, eu senti tanta sua falta!- Peguei-a no colo e desci as escadas.

— Para onde vai?

— Para bem longe de você!

— Catherine, por favor, não faça isso, você não pode levar a Lindsay, ela também é minha filha!

— Adeus Louis.

— Catherine volte aqui! – Quando dei as costas para ele a campainha tocou, fui em direção a porta e dei de cara com Suzanne.

Notas finais
Isso vai dar treta néh? Comentem e descubram.