Unidos Na Guerra
6 Capítulo 6 - Historias
Notas iniciais
POV Jason
Assim que a sessão terminou todos saíram do Senado, fui em direção a meus velhos amigos do Acampamento Júpiter, depois de oito longos meses eu estava em casa novamente. Por mais que eu goste do Acampamento Meio-Sangue não posso deixar de preferir meu acampamento romano com forte guarda para monstros, os templos, o coliseu, a cidade, as cortes, as construções, os campo, o jeito formal dos campistas, os treinos rigorosos, da disciplina imposta, o rio Tibre, o cheiro... Realmente não a nada melhor do que estar em casa, agora me dei conta de como senti falta do lugar, dos campistas, dos meus amigos que continuam os mesmo.
Estava numa roda com meus amigos romanos Dakota, Hazel, Gwendolyn, Frank, faunos, campistas, lares todos me dando boas vindas, brincando, rindo como se eu nunca tivesse saído de lá estava muito feliz de estar com eles novamente com a minha 2° família. Octavian parecia estar reclamando com Reyna que estava com a maior cara de tedio. Percy falava com Annabeth, Tyson, Ella, Piper e Leo. Piper estava sorrindo, mas por alguma razão não parecia muito feliz ao contrario de Annabeth que estava mais feliz impossível.
O acampamento parecia estar em festa a cidade todos felizes brincando rindo como se estivessem festejando uma vitória. Dakota já ia me oferecer vinho quando Reyna entro na roda e falo que precisava fala comigo
– Nossa Reyna deixa ele se divertir matar a saudades da gente não precisa pega ele só pra você sabia?- Brinca um campista da Quinta Corte
– Jason você tinha que vê a Reyna quando você despereceu ela... – Diz Dakota que é interrompido
– CALEM A BOCA! Venha Jason agora – Grita Reyna puxando meu braço
Entramos no quartel- general indo direto para o piso inferior, esse lugar me traz recordações a mesa de madeira continuava como sempre cheia de pergaminhos, cadernos, adagas, tablets meio que espalhados atrás duas cadeiras de espaldar alto as cadeiras dos pretores. Reyna dirigiu-se para a dela com seus galgos e eu fui para a qual eu sempre sentava
– Depois de oito meses essa cadeira parece mais confortável do que antes – Disse praticamente jogado na cadeira o que fez Reyna solta um leve sorriso.
– Sentiu falta de tudo isso não?
– Claro que sim por mais que goste do acampamento Meio-Sangue e que possa chama de minha 3° casa, família não a nada comparado com a minha verdadeira casa aqui eu me sinto mais confortável afinal vocês sempre vão ser minha 2° família.
– Sabia que você também fez falta aqui, eu não estava mais aguentando o Octavian falando pra colocar ele como pretor, mas ai apareceu o Percy... Desculpa acha que você não esperava que ele tivesse no seu lugar...
– Tudo bem afinal eu acho que também acabei pegando o lugar dele no outro acampamento, mas o Percy... eu podia ver clara mente como gostavam dele naquele acampamento e como fazia falta os campistas sempre falavam bem dele.
– Realmente ele conseguiu conquistar muitos daqui também, mas agora me conta o que aconteceu.
Contei pra Reyna tudo mais claramente o que tinha acontecido quando acordei no ônibus da excursão – claro que evitando algumas coisas — a chegada ao acampamento Meio-Sangue, à missão, as lutas, os gigantes, o Argo II. Contei tudo o que sabia de Gaia, dos deuses o que fez com que Reyna fica-se calada. Após o silencio do final da história, finalmente Reyna contou o que tinha acontecido no acampamento desde meu desaparecimento até a chegada de Percy e da luta contra o Gigante Polibotes.
–Ah – disse me afundando no encosto da cadeira me virando para fitar Reyna – quando será que vamos ter um pouco de descanso?
– Acho que vai demora um pouco... isso é se sobrevivermos não?
– Por Júpiter, só queria dormir um pouco, sem me preocupar com nada e sem ter que agir como um líder que todos podem contar sem se desapontarem, isso cansa – esse é um lado meu que apenas Reyna conhece, pode – se dizer que toda minha bravura e formalidade meio que some quando estou com ela.
– Você não mudou nada – soltando uma risada fraca – sei bem como você se sente, tive que ser firme quando não estava aqui, acho que tudo é mais fácil quando estamos juntos.
– Verdade, lembra daquela vez que tivemos que resolver o problema de abelhas na terceira coorte...
Reyna deu uma grande gargalhada e disse:
– Ainda lembro de você andando de um lado pro outro dessa sala gritando e xingando as abelhas por terem picado meu rosto todo.. – rindo ainda mais- ...seu rosto todo vermelho e inchado...
– Pode parar de rir, não foi engraçado. Tudo que eu panejava pra acabar com aquelas malditas não funcionaram –disse num tom bravo.
– Você estava pirando por causa delas e quando eu perguntei se queria ajuda você se recusou falando que ia vencer as abelhas
– Eu não estava pirando, só estava pensando em como resolver aquilo
–Aham sei... e quando você começo a gritar que não sabia mais o que faze ai o Dakota entro na sala – disse rindo que tem uma louca – você “AH MALTIDAS ABELHAS EU NÃO SEI...” ai o Dakota entro e você “... EU SEI EXATAMENTE O QUE FAZE” — batendo na mesa de tanto rir.
– Não foi assim, mas enfim eu pedi a sua ajuda e resolvemos o problema...
Demoro um pouco até a crise de riso parar, assim que acabou ficamos nos encarando em silencio
– Você não sabe o quanto senti sua falta... – Falou Reyna meia sem jeito
– Eu também senti a sua
– Acho que não sentiu muito já que estava com aquela filha de Afrodite...
– Piper? Mas...- eu não sabia o que dizer, tinha alguma coisa acontecendo comigo e com a Piper, mas com a Reyna é diferente posso ser eu mesmo será que...
Meus pensamentos foram interrompidos quando bateram na porta
–Pode entrar- disse Reyna
Era Percy nos avisando que Grover e Rachel haviam chegado
–Interrompo algo? – pergunta Percy
–Não – responde Reyna
–Ah ok! — disse saindo da sala, mas logo volto – vocês não vem?
– já vamos – respondi
–estou indo na frente
Esperamos Percy sair e Reyna virou pra mim
– E ai, esta pronto pra voltar?
– Fazer o que, não posso fugir das responsabilidades
– É por isso que você é romano — me estendeu a mão – vem
–Vamos – segurei sua mão e fomos para nossos amigos
Pov Nico
A quantos dias estava naquele lugar, me recordava de pouca coisa. Estava em um lugar escuro, não fazia ideia de onde, reservava energia já que não me ofereciam comida. Esperava que Percy já tivesse se lembrado de mim, de toda a sua vida e que viesse me ajudar.
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